ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • segunda, 18 de fevereiro de 2019 às 16:52



    Senador Chico Rodrigues recebe o diretor-presidente Esteves Colnado e o Diretor José Andriotti
    O diretor-presidente Esteves Colnago e o Diretor de Geologia e Recursos Minerais José Leonardo Andriotti estiveram na quinta-feira (14) no gabinete do senador Chico Rodrigues (DEM/RO), para dialogar sobre os estudos realizados pelo Serviço Geológico do Brasil no estado de Roraima. Ao longo do encontro, o foram debatidas as atribuições do Serviço Geológico do Brasil e os trabalhos realizados no estado. 


    Senador Chico Rodrigues foi presenteado com um exemplar do
    Mapa Geológico e de Ocorrências Minerais de Roraima
    Os diretores presentearam o senador com um exemplar do Mapa Geológico e de Ocorrências Minerais de Roraima e apresentaram as estruturas geológicas do estado. “Roraima é rico em minerais estratégicos como estanho, tântalo, elementos terras-raras e rochas ornamentais. O conhecimento geológico nessa região é muito importante para fomentar o desenvolvimento do estado e do Brasil”, afirmou o diretor Andriotti.

    A apresentação da DGM ficou a cargo do pesquisador Antônio Charles Oliveira que destacou o conhecimento geológico obtido pela CPRM ao longo de 50 de projetos na região amazônica.

    O Senador Chico Rodrigues falou sobre a importância de aprofundar o conhecimento geológico no estado. “Sabemos que os levantamentos geológicos desenvolvidos pela CPRM correspondem a uma atividade estratégica que são úteis à descoberta e ao gerenciamento dos recursos minerais. Estamos buscando o conhecimento nessa área para fomentar as pesquisas sobre as nossas riquezas. É preciso incluir a pesquisa mineral na pauta do senado”, declarou. 

    Já Esteves Colnago colocou o Serviço Geológico do Brasil a disposição do senado e informou que a parceria entre a pesquisa e o poder legislativo é fundamental para o desenvolvimento do país. “Estamos conversando com o ministério da Defesa para que possamos fazer o levantamento de todas as áreas do estado. Cerca de 50% da área não é mapeada devido as áreas preservadas, contudo é preciso o apoio do legislativo para fazer um trabalho de pesquisa e, através dessa pesquisa, podermos contribuir para o desenvolvimento regional”, destacou Colnago.



    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil (CPRM)
    leticia.peixoto@cprm.gov.br
    (61) 2108 8400



  • segunda, 18 de fevereiro de 2019 às 12:47




    O secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Alexandre Vidigal de Oliveira, e o diretor-presidente da CPRM – Serviço Geológico do Brasil, Esteves Pedro Colnago, participaram, na última terça-feira (12/02), da abertura da Vitoria Stone Fair, feira do setor de rochas ornamentais.

    De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais (Abirochas), o Brasil fechou 2018 como 4º maior exportador mundial de pedras naturais.

    Os EUA são, atualmente, o principal destino do produto brasileiro, respondendo por quase 60% das exportações. O Espírito Santo respondeu por mais de 90% de tudo o que foi exportado para os norte-americanos, quase US$ 560 milhões.

    A Vitoria Stone Fair reuniu 300 expositores nacionais e internacionais no Parque de Exposição Floriano Varejão - Pavilhão de Carapina, em Serra (ES).

    Para saber mais sobre o evento, clique aqui!



    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscom@cprm.gov.br
    Fone: (61) 2108-8480

  • segunda, 18 de fevereiro de 2019 às 12:28



    O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ao lado dos diretores-presidentes da CPRM e da Embrapii
    O diretor-presidente da CPRM – Serviço Geológico do Brasil, Esteves Pedro Colnago, participou na última quarta-feira (13/02) de reunião no Ministério de Minas e Energia com representantes da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial). A reunião foi conduzida pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

    A Embrapii é uma Organização Social pelo Poder Público Federal que, desde 2013, apoia instituições de pesquisa tecnológica, fomentando a inovação na indústria brasileira.

    A pedido do ministro, duas instituições vinculadas ao MME, a CPRM e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), fizeram apresentações sobre suas atividades e sobre projetos que possam ter o apoio da Embrapii.

    A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial conta atualmente com recursos de três ministérios: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Ministério da Educação (MEC) e Ministério da Saúde. No encontro, o diretor-presidente da Embrapii, Jorge Almeida Guimarães, convidou o MME a se juntar a este grupo.
    O ministro Bento Albuquerque determinou que sejam iniciadas as tratativas para viabilizar essa aproximação. A CPRM e a EPE irão participar das discussões.

    Entre os participantes do encontro, estiveram presentes também a diretora do Departamento de Geologia e Produção Mineral do MME, Lilia Mascarenhas, o secretário de Energia Elétrica do MME, Ricardo Cyrino, o presidente da EPE, Thiago Barral, o assessor da Presidência da CPRM Paulo Romano e o chefe do Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CEDES/SGB-CPRM), Noevaldo Teixeira.

    Aproximadamente metade dos recursos para projetos de P&D no âmbito da Embrapii estão ligados às áreas de ação do MME, com destaque para petróleo & gás, transformação mineral e energias renováveis. São R$ 554 milhões em investimentos, sendo 32% de recursos da Organização Social, 52% de empresas e o restante de centros de excelência em pesquisa e inovação.

    Para saber mais sobre a Embrapii, clique aqui!



    Eduardo Cucolo
    Assessor da Presidência
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    Ministério de Minas e Energia 
    Fones: (61) 98167-7015 / (61) 2108-8480

  • sexta, 15 de fevereiro de 2019 às 17:22



    Thales Sampaio durante apresentação sobre os avanços das pesquisas no bairro Pinheiro

    Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou na quinta-feira (14/2), de encontro promovido pelo Ministério Público Estadual de Alagoas, para avaliar a situação do bairro Pinheiro, em Maceió, que desde a ano passado vem apresentando surgimentos de inúmeras fissuras e afundamentos em moradias e vias públicas. 

    O encontro reuniu representantes de todos os órgãos envolvidos em solucionar o problema - Agência Nacional de Mineração (ANM), CPRM, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Defesa Civil Estadual e Municipal, Exército, Corpo de bombeiro, além da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Braskem. 

    “O Serviço Geológico do Brasil está presente no bairro Pinheiro e só vamos embora quando identificarmos a causa ou as causas desse fenômeno. Esse é o nosso compromisso com a população. Estamos avançando nos estudos, mas ainda é prematuro apontar um diagnóstico conclusivo. Não estamos aqui para indicar culpados, mas para identificar o que realmente está acontecendo no bairro”, afirmou Antônio Carlos Bacelar, diretor de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM. 

    Bacelar estava acompanhado do pesquisador Thales Sampaio, coordenador do grupo de especialistas da CPRM envolvidos nos estudos; Maria Adelaide, chefe do Departamento de Gestão Territorial, Sandra Fernandes Silva, chefe da Divisão de Geologia Aplicada; Luiz Gustavo Rodrigues Pinto, chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica e do hidrogeólogo Fernando Feitosa.
    Diretor Antônio Carlos Bacelar participou do encontro e destacou a importância do trabalho desenvolvido pela CPRM no bairro Pinheiro
    Durante o encontro, Thales Sampaio falou sobre o histórico da instabilidade no bairro Pinheiro e apresentou um panorama dos trabalhos que vêm sendo realizados pela CPRM. Sampaio explicou ainda as linhas de investigação da CPRM que considera o contexto geológico e de uso e ocupação da região: características geotécnicas dos solos da região e forma de ocupação do bairro; presença de vazios (cavidades, cavernas) no solo e subsolo da região, decorrente de causas naturais ou de ações antrópicas; estruturas/feições tectônicas ativas na região e extração de água subterrânea.

    O geólogo também explicou a complexidade de se realizar estudos geofísicos em uma zona urbana que exige uma logística diferente e a necessidade de informar a população sobre cada etapa do trabalho para minimizar transtornos. Sampaio destacou que o cronograma dos estudos está sendo executado rigorosamente dentro do prazo previsto para cada etapa “Estamos trabalhando diuturnamente para compreender o que está acontecendo no Pinheiro para que no futuro ele seja um lugar melhor do que é hoje. ”

    Saiba mais clicando aqui!

    Sandra Fernandes Silva, chefe da Divisão de Geologia Aplicada durante explicação sobre a metodologia utilizada para elaboração do mapa de feições de instabilidade do bairro.
    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscom@cprm.gov.br
    (61) 98659-7240 - Warley Pereira
    (61) 2108-8400 - ASSCOM

  • sexta, 15 de fevereiro de 2019 às 16:32



    Carolina Reis, pesquisadora em Geociências e integrante da Comissão de Sustentabilidade
    da SUREG-SA - explica sobre o “Dia de Sobrecarga da Terra”, ao fundo
    as novas lixeiras e materiais coletados na superintendência
    A Comissão de Sustentabilidade da Superintendência Regional de Salvador (SUREG-SA) promoveu no dia 4 de fevereiro, um debate com empregados e colaboradores da unidade regional, com a finalidade de divulgar o Programa de Coleta Seletiva da CPRM. Um dos pontos mais abordados foi a importância do exercício dos 5R’s da Sustentabilidade - Reduzir, Repensar, Recusar, Reaproveitar e Reciclar.

    “O evento foi muito bom, sendo explorado assuntos mais abrangentes do que o mencionado no convite”, destacou o supervisor administrativo, Luís Meneses Sobral. Além do bate-papo, os participantes decidiram juntos onde seriam os locais mais estratégicos para colocar as novas lixeiras de coletiva seletiva.

    A Comissão reiterou a participação de todos da empresa para a promoção da Sustentabilidade dentro e fora da organização. Luís Sobral ainda acrescenta a necessidade de mais eventos como este, utilizando outras mídias, para demonstrar a importância do cuidado com o meio ambiente.



    Gabriella Rossi
    Revisão: Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    pedro.pereira@cprm.gov.br
    (21) 2295-4641

  • sexta, 15 de fevereiro de 2019 às 16:07



    A capacitação foi realizada na sala de treinamento da Divisão de Geoprocessamento
    Uma nova metodologia de armazenamento de dados está sendo implementada pela Divisão de Informática (DIINFO) e Divisão de Geoprocessamento (DIGEOP) do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Trata-se da utilização do Enterprise Geodatabase nos storages que foram instalados no ano passado em todas as unidades regionais, que permite melhor organização, compartilhamento e inserção de informações geocientíficas em um banco de dados. Este modelo de gestão ainda permite maior controle de produtividade, obtenção de métricas, acompanhamento de projetos e processamento dos dados, resultando assim em interação contínua entre os gerentes e as equipes. Os pesquisadores da área de Geoquímica são os primeiros profissionais da empresa a receber este curso sobre a aplicação do Geodatabase. O treinamento, cuja duração foi de 40 horas, teve início no (4) e término no dia (8) de fevereiro.

    Ao todo, 12 empregados participaram da capacitação, que foi ministrada por Hiran Dias, chefe da Divisão de Geoprocessamento (DIGEOP), Luiz Fernandes, técnico em Geociências, pelos analistas em Geociências, Elias Bernard e Denilson de Jesus, e por Luiz Pires, consultor externo da ESRI (Environmental Systems Research Institute). 

    Durante a programação do curso, exposições teóricas e exercícios práticos foram realizados utilizando dados geoquímicos já previamente coletados. Entre os temas abordados, destacam-se: Estratégia do Departamento de Informações Institucionais (DEINF) para a transformação digital na área de mapas; as desvantagens no uso de Shapefiles; renovação dos processos operacionais de geoprocessamento; e as novas propostas de trabalho para as equipes. Os participantes puderam ver e exercitar a automação de layout, geração de domínios, subtipos, topologia, processamento de imagens, criação de enterprise geodatabase e upload de feições.


    Denilson de Jesus, analista em Geociências,
    durante ministração da capacitação
    Neste ano, espera-se que 15 mil dados de amostras geoquímicas sejam inseridas na base de dados da CPRM. “Esta capacitação faz parte de um planejamento que teve início em 2018 e será continuado neste ano, a fim de que a equipe consiga intensificar o padrão de qualidade dos procedimentos operacionais e aumentar a entrada de informações geoquímicas, com o objetivo de melhorar a qualidade do dado disponibilizado para a sociedade”, destacou o chefe da Divisão de Geoquímica, Cassiano Castro. 



    Segundo a geóloga e pesquisadora em Geociências, Viviane Ferrari, este treinamento proporcionou um estímulo motivacional para ela, além do conhecimento adquirido. “Aprendi muitas coisas na questão de consistência dos dados e também a como trabalhar com banco de dados dentro do Arcgis, pois isso é importante para melhorar e agilizar os meus processos de análise. Esses encontros técnicos com os colegas da mesma área são enriquecedores. Nós trabalhamos juntos com foco nos processos que desenvolvemos para melhorar os trabalhos”, afirmou. 
    Instrutores e participantes do curso

    Novos Storages (Armazenamento local) nas Superintendências e Residências da CPRM - Desde 2018, a DIINFO disponibilizou pelo menos um storage com 115 terabytes para cada unidade regional. Um dos objetivos dessa ação é disponibilizar um banco de dados Postgree que é gratuito e possui cartucho espacial (postgis) para armazenamento de informações e mapas. Na medida que os storages forem sendo instalados, a partir dos próximos meses, este mesmo curso será ministrado em todas as superintendências e residências da CPRM. A DIGEOP ainda está organizando o cronograma de realização e entrando em contato com os gerentes de infraestrutura geocientífica para buscar o apoio local necessário. Além disso, cada unidade regional contará com o seu próprio servidor de licenças ESRI. Dessa forma, as superintendências e residências irão gerenciar uma quantidade de licenças para ArcMap e extensões a ser discutida com os GERINFes.

    “A gente entende que é um novo paradigma de trabalho, mas que é inevitável abraçar essa tecnologia. A equipe de Geoprocessamento está comprometida desde o ano passado para que isso se cumpra em parceria com a DIINFO. Nós iremos apresentar o Geodatabase e apoiar todos os usuários de Arcmap na migração dos seus dados e adaptação das rotinas diárias para uso do banco de dados”, disse Hiran.

    Todos os dados que estão no GEOSGB serão passíveis de visualização, no modo consulta somente para leitura, aos empregados por intermédio do Arcmap com um simples “arrastar” de mouse. Isso garante que os técnicos, analistas e pesquisadores possam consultar as bases científicas dos demais departamentos de maneira mais rápida, como bases de afloramentos, geoquímica, litoestratigrafia, geofísica, hidrologia, risco e suscetibilidade. “Será feita uma cópia das bases de dados científicos que estão no SERPRO (Datacenter), para o banco de dados de cada regional. Cada regional terá uma cópia desses dados sincronizados com atualização periódica”, acrescentou o chefe da DIGEOP. 

    Os empregados também puderam aprender a usar 
    Arcgis Data Reviewer para varrer qualquer 
    inconsistência de dados na base

    Confira a galeria de fotos aqui! 


    Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    pedro.pereira@cprm.gov.br
    (21) 2295-4641


  • quinta, 14 de fevereiro de 2019 às 15:32



    Solange Melo recebe premiação de Larissa Santos
    No dia 31 de janeiro, a Biblioteca da Superintendência Regional de Recife (Biblioteca Reinaldo Alves de Freitas) realizou um sorteio para premiar um de seus usuários mais assíduos. O evento teve como objetivo reconhecer a parceria da Biblioteca com os usuários que usam seus serviços mais frequentemente, através de uma pessoa sorteada dentre esses usuários, conforme explicou o técnico em Geociências da Gerência de Infraestrutura Geocientífica (GERINF) da CPRM, Clayton Galvão. Ele explicou ainda que essa premiação deve ocorrer anualmente. 

    A agraciada foi a Técnica em Geociências Solange Cavalcanti de Melo, que recebeu um kit com livros e materiais do acervo local. Ela contou que durante a faculdade era muito assídua em bibliotecas, mas ficou muito surpresa por ter sido sorteada: “Acho que tive sorte, mas, de fato, utilizei a biblioteca, pois estava escrevendo minha dissertação. Os livros que consultei foram bastante úteis e estão nas minhas referências”.

    A estagiária em biblioteconomia, Larissa Natália da Silva Santos, foi a responsável por organizar o evento e realizar a entrega do prêmio. “Desenvolvi uma proposta de incentivo aos usuários, que culminou no sorteio de um conjunto de livros”, explicou Larissa. Os usuários mais ativos do ano de 2018, de acordo com o relatório gerado pelo sistema utilizado pela Rede Ametista (Rede de Bibliotecas do Serviço Geológico do Brasil - CPRM), foram selecionados para o sorteio, um total de 23. “Essa é uma forma de agradecer e incentivar aos funcionários a utilizarem os equipamentos da Biblioteca”, observou Larissa. 

    De acordo com o Sistema Pergamum de Catalogação, em 2018 a Biblioteca Regional ofertou 2.866 serviços, dentre consultas, empréstimos de exemplares, usos de equipamento e normalização de trabalhos técnico-científicos.



    Lorena A A da Costa 
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    pedro.pereira@cprm.gov.br
    (21) 2295-4641


  • quinta, 14 de fevereiro de 2019 às 14:47



    A segunda etapa do plano de contingência identificou rotas de fuga e locais de abrigo
    O plano de contingência elaborado pela Defesa Civil teve como base a setorização de risco feita no município pela CPRM em 2014, que identificou a comunidade de Alto dos Marianos como sendo de alto risco a movimento de massa. Esse instrumento legal é determinado pelo Governo Federal para qualquer situação de risco à população com o objetivo de orientar as ações de preparação e resposta a algum evento crítico ou cenário de risco. 

    Juliana Gonçalves, geóloga da residência de Fortaleza, participou do simulado de mesa, juntamente com o também geólogo da CPRM, Claudio Cajazeiras, e destacou o trabalho da empresa que culminou no plano de contingência. “Participamos da apresentação do plano de contingência e vimos um de nossos produtos ser utilizado para o que mais importa: preservar vidas! Todos os órgãos envolvidos estavam alinhados e focados no aperfeiçoamento do plano”, observou Juliana. A segunda etapa contou com a presença de outro geólogo da CPRM, Luis Carlos Freitas. “Nós acompanhamos a Defesa Civil Estadual e Municipal em uma caminhada do centro da cidade de Maranguape até o bairro Alto dos Marianos. O objetivo era verificar rotas de fuga e locais onde os moradores possam se abrigar em caso de desastre“, explicou o geólogo. 

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) esteve presente nas duas primeiras etapas da apresentação do plano de contingência da comunidade Alto dos Marianos, em Maranguape, região metropolitana de Fortaleza (CE). A primeira fase foi o simulado de mesa, realizado no dia 24 de janeiro, e a segunda foi a verificação de rotas e locais de abrigo, no dia 8 de fevereiro. Essas etapas antecedem o desenvolvimento de trabalhos de Simulação de desastres e deslizamentos de encostas que será executado no dia 16 de fevereiro e também contará com a participação da CPRM.



    Apresentação do Plano de Contingência elaborado com base no mapeamento feito pela CPRM
    Além da CPRM, também participaram dos eventos a Defesa Civil Municipal e Estadual, Bombeiros Civis e Militares, membros do Exército Brasileiro, da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER), integrantes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Secretaria de Saúde, líderes comunitários, moradores da área de risco, alunos de mestrado e de doutorado da Universidade Federal do Ceará (UFC) e membros da prefeitura de Maranguape. 

    O simulado de mesa reuniu integrantes de diversos órgãos envolvidos com o Plano de Contingência
    Acesse os mapas de áreas de risco do estado do Ceará. Clique aqui! 


    Lorena A A da Costa 
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    pedro.pereira@cprm.gov.br
    (21) 2295-4641



  • segunda, 11 de fevereiro de 2019 às 14:39



    Técnicos em Geociências durante monitoramento na Ponte Nova do Paraopeba
    A ausência de chuvas desde o dia (9/2) na área a montante da bacia do Rio Paraopeba, possivelmente, contribuiu para a redução de turbidez nos pontos de monitoramento em Mário Campos, que está a 29km da barragem do Córrego do Feijão, e Ponte BR-381, localizada a 40km da barragem respectivamente. Identificou-se também ligeiras reduções em Ponte Nova do Paraopeba e Ponte da Taquara. Já na Ponte BR-262 foi verificada elevação na turbidez. 



    Haja vista a complexidade deste desastre, todo cuidado no monitoramento está sendo tomado pela CPRM, ANA, IGAM e COPASA. As análises de turbidez são realizadas In loco e nos Laboratórios de Análises Minerais da CPRM. 

    De acordo com o último boletim publicado neste domingo (10/2), em Alberto Flores, município de Brumadinho, a precipitação total desde o dia 4/2 foi de 61,6mm. Já em Ponte Nova do Paraopeba, município de Juatuba, foi de 152,2mm. As precipitações são registradas por intermédio de estações pluviométricas automáticas da Rede Hidrometeorológica Nacional operadas pela CPRM na região.

    Análise situacional - Com as chuvas na região do córrego Ferro‐Carvão, mais conhecido como córrego do Feijão, ou até mesmo em afluentes do rio Paraopeba, é esperada a ocorrência de pulsos de elevação de turbidez, que podem inclusive se sobrepor, e vão se propagando e dissipando. Neste cenário de chuvas, torna‐se inviável a identificação de diferentes frentes de plumas de turbidez se deslocando ao longo do rio Paraopeba.

    Este já é o 15º boletim elaborado pelos técnicos, analistas e pesquisadores em Geociências do Serviço Geológico do Brasil, em parceria com a ANA, IGAM e COPASA. O trabalho de monitoramento in loco teve início no dia 26/01. Atualmente, equipes da CPRM atuam em três pontos fixos: Mário Campos, Ponte Nova do Paraopeba e Ponte da Taquara. Outros pontos de monitoramento são estabelecidos conforme as necessidades. A sala de situação para recebimento das informações coletadas nos pontos de interesse foi implementada no dia do rompimento da barragem (25/01), na Superintendência Regional de Belo Horizonte.

    O trabalho In loco é composto por medições de vazão do rio com equipamentos acústicos e análises de parâmetros de qualidade da água, como a turbidez, temperatura, oxigênio dissolvido, pH e condutividade elétrica.

    Clique aqui para ler na íntegra o boletim de domingo (10).

    Acesse aqui a página de monitoramento. 



    Pedro Henrique Santos
    Colaboração: Artur Matos
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil (CPRM)
    pedro.pereira@cprm.gov.br
    (21) 2295-4641

  • sexta, 08 de fevereiro de 2019 às 16:15



    Técnicos em Geociências durante monitoramento na Ponte Nova do Paraopeba


    As chuvas ocorridas em Brumadinho desde o dia 4 de fevereiro estão ocasionando elevação dos níveis, das vazões e dos valores de turbidez do rio Paraopeba. Estas alterações já eram esperadas por conta das precipitações. Entretanto, os técnicos identificaram que uma grande concentração de sedimentos está localizada entre Brumadinho e a Ponte BR-262. Neste trecho, de extensão aproximada de 52km a partir da barragem do Córrego do Feijão, estão sendo verificados altos valores de turbidez. Haja vista a complexidade deste desastre, todo cuidado no monitoramento está sendo tomado pela CPRM, ANA, IGAM e COPASA. As análises de turbidez são realizadas In loco e nos Laboratórios de Análises Minerais da CPRM.


    Com as chuvas na região do córrego Ferro‐Carvão, mais conhecido como córrego do Feijão, ou até mesmo em afluentes do rio Paraopeba, é esperada a ocorrência de pulsos de elevação de turbidez, que podem inclusive se sobrepor, e vão se propagando e dissipando. Neste cenário de chuvas, torna-se inviável a identificação de diferentes frentes de plumas de turbidez se deslocando ao longo do rio Paraopeba.

    De acordo com o último boletim publicado nesta quinta-feira (7/2), foram registradas precipitações nas estações pluviométricas automáticas da Rede Hidrometeorológica Nacional operadas pela CPRM na região. Em Alberto Flores, município de Brumadinho, a precipitação total desde o dia 4/2 foi de 61,4mm. Já em Ponte Nova do Paraopeba, município de Juatuba, foi de 151,8mm.



    Em Ponte BR-262 e Ponte Nova do Paraopeba ontem (7), foram observados valores de turbidez mais baixos que a média averiguada no dia anterior (6), o que pode indicar uma deposição dos sedimentos no trecho entre Ponte BR-381 e Ponte Nova do Paraopeba.

    Em Ponte da Taquara, município de Paraopeba, a 176 km da barragem, foi observado um aumento de turbidez, o que era esperado em decorrência das chuvas ocorridas a montante desta estação desde o dia 04/02.

    Caso as chuvas continuem, é esperada elevação da turbidez no rio Paraopeba, em decorrência do transporte de sedimentos oriundos da barragem e já depositados no leito do rio, além da contribuição natural da bacia hidrográfica.

    Este já é o 12º segundo boletim elaborado pelos técnicos, analistas e pesquisadores em Geociências do Serviço Geológico do Brasil, em parceria com a ANA, IGAM e COPASA. O trabalho de monitoramento in loco teve início no dia 26/01. Atualmente, equipes da CPRM atuam em três pontos fixos: Mário Campos, Ponte Nova do Paraopeba e Ponte da Taquara. Outros pontos de monitoramento são estabelecidos conforme as necessidades. A sala de situação para recebimento das informações coletadas nos pontos de interesse foi implementada no dia do rompimento da barragem (25/01), na Superintendência Regional de Belo Horizonte.

    O trabalho In loco é composto por medições de vazão do rio com equipamentos acústicos e análises de parâmetros de qualidade da água, como a turbidez, temperatura, oxigênio dissolvido, pH e condutividade elétrica.

    Clique aqui para ler na íntegra o boletim de quinta-feira (7).

    Acesse a página de monitoramento: http://www.cprm.gov.br/sace/index_rio_paraopeba.php

    Pedro Henrique Santos
    Colaboração: Artur Matos, Luana Kessia e Eduardo Cucolo
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil (CPRM)

    (21) 2295-4641




  • quarta, 06 de fevereiro de 2019 às 11:16



    Diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, e o diretor-geral da AMIRA,
    Mr. Joe Cucuzza,durante a assinatura do documento

    Em um auditório lotado na Superintendência Regional de Belo Horizonte do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi realizada a cerimônia de assinatura de dois acordos de cooperação internacional. O primeiro entre a organização global australiana AMIRA e a CPRM, que será constituído por um programa integrado de pesquisa, resultando na elaboração de uma base de dados sólida a respeito da Tectônica, Arquitetura e Metalogenia do Proterozóico do Nordeste da América do Sul (Projeto SAXI). Já o segundo convênio foi firmado entre a AMIRA e a Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (ADIMB).


    Este grande passo possibilitará a identificação de áreas com maior prospectividade do Escudo das Guianas e terrenos vizinhos, entre elas áreas greenfield e brownfield; maximizar o envolvimento colaborativo de pesquisadores locais; auxiliar os governos locais e as organizações de pesquisa geológica; agrupar os resultados da iniciativa em único banco de dados; entre outros objetivos. Serão estudados os seguintes países: Brasil, Guiana Francesa, Suriname, Guiana e Venezuela.

    Compuseram a mesa da cerimônia no dia da assinatura (30/01), o diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, o diretor-geral da AMIRA, Mr. Joe Cucuzza, e o diretor executivo da ADIMB, prof. Dr. Roberto Xavier, que representou o geólogo e presidente da Agência, Edson Ribeiro. Também estiveram presentes pela CPRM durante o evento, o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT), Antônio Bacelar, o diretor de Infraestrutura Geocientífica (DIG), Fernando Carvalho, e a chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais (ASSUNI), Maria Glícia da Nóbrega Coutinho. Representantes do setor mineral, pesquisadores da comunidade científica e os empregados da CPRM compareceram ao evento.

    Roberto Xavier (à esquerda), Esteves Colnago (ao centro), e Joe Cucuzza (à direita)

    Segundo Colnago, pela primeira vez a CPRM formalizou um acordo de cooperação com a comunidade de pesquisadores do setor mineral australiano. “Brasil e Austrália são países de extensão continental com feições geológicas similares, portadores de significativa potencialidade mineral, e importante players da indústria da mineração no contexto global”, destacou o diretor-presidente da CPRM. Ainda de acordo com Colnago, a expectativa é que o convênio assegure uma transferência adequada de tecnologia e conhecimento, com base na execução de ações cooperativas apoiadas por treinamentos, de forma a contribuir para estimular investimentos e o desenvolvimento sustentável do setor mineral brasileiro e em todo o continente sul-americano.

    Para Maria Glícia, o acordo CPRM/AMIRA é mais uma relevante iniciativa internacional da CPRM, aguardada há vários anos, e somente agora viabilizada na gestão do diretor-presidente, Esteves Colnago. “O início da aproximação da CPRM com a comunidade exploratória da Austrália, além de ser um marco para o entendimento da Geologia e reconhecimento da potencialidade mineral do Cráton das Guianas, região potencialmente mineralizada, porém com conhecimento metalogenético insuficiente, envolvendo Brasil, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa, permitirá direcionar a pesquisa exploratória nessa vasta região. A CPRM terá relevante papel na iniciativa, haja vista a execução conjunta de mapeamento geológico nas áreas de fronteiras com esses países, o que tem proporcionado excelente relacionamento com as Organizações dos Serviços Geológicos nacionais, bem como a capacitação dos seus técnicos, a troca de conhecimento, e a formatação de base de dados”, ressaltou a chefe da ASSUNI.

    Dra. Maria Glícia, chefe da ASSUNI, ao lado do Diretor da AMIRA International,
    Dr. Richard Maccoun durante a cerimônia

    Roberto Xavier, diretor executivo da ADIMB, iniciou o seu discurso prestando solidariedade e declarando os seus sentimentos aos familiares das vítimas de Brumadinho, Minas Gerais (MG). Ele destacou que este trágico evento representa um desafio a ser enfrentado pelo setor, a fim de conquistar a confiança da sociedade e da comunidade internacional. Para isso, mineração, economia, meio ambiente e sustentabilidade social precisam caminhar lado a lado, de mãos dadas. Xavier também lembrou que a AMIRA comemora neste ano o sexagésimo aniversário de fundação, cujo lema é “criando valor por intermédio da colaboração”.

    O diretor-geral da AMIRA, Mr. Joe Cucuzza, também prestou condolências aos familiares das vítimas de Brumadinho (MG), durante o pronunciamento. Cucuzza destacou a importância da indústria da mineração para a economia e geração de empregos. Além disso, enfatizou a relevância da accountability pelas instituições, inclusive universidades e serviços geológicos. Em relação ao acordo firmado com a CPRM -  Serviço Geológico do Brasil, ele afirmou que a expectativa da AMIRA é que esse processo de colaboração e parceria com a CPRM seja estupendo.

    O diretor da DHT, Antônio Bacelar, também assinou o acordo

    Fernando Carvalho, diretor da DIG (à direita), e Antônio Bacelar, diretor da DHT (à esquerda)

     Clique aqui e saiba mais sobre a AMIRA

    Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    pedro.pereira@cprm.gov.br
    (21) 2295-4641




  • terça, 05 de fevereiro de 2019 às 17:20



    Diretor/Presidente da CPRM, Esteves Pedro Conalgo, recepciona Ministro
    Bento Albuquerque durante sua chegada ao Escritório do Rio de Janeiro
    O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Alexandre Vidigal de Oliveira, visitaram nesta segunda-feira (04/02) o escritório do Rio de Janeiro do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

    Após se reunirem com o diretor-presidente da empresa, Esteves Pedro Colnago, o ministro e o secretário participaram de encontro com a Diretoria-Executiva da CPRM para apresentação dos projetos da instituição.

    Ao final da reunião, o ministro de Minas e Energia destacou o trabalho e o corpo técnico da empresa. Afirmou ainda que essa era apenas uma primeira visita e que gostaria de retornar em breve para uma continuação das exposições. Segundo o ministro Bento Albuquerque, essas visitas devem se tornar recorrentes.

    Apresentação da Diretoria Executiva dos principais
    projetos da empresa ao Ministro Bento Albuquerque
    O diretor-presidente da empresa, Esteves Pedro Colnago, colocou seu gabinete no escritório do Rio de Janeiro à disposição do ministro e do secretário para que ambos possam despachar do local quando estiverem na cidade.

    Estiveram presentes ao encontro os diretores Juliano de Souza Oliveira (Administração e Finanças), Fernando Pereira de Carvalho (Infraestrutura Geocientífica) e Antônio Carlos Bacelar Nunes (Hidrologia e Gestão Territorial). A Diretoria de Geologia e Recursos Minerais foi representada pelo pesquisador em geociências Evandro Luiz Klein, assessor do diretor José Leonardo Silva Andriotti.


    A reunião também teve a presença do presidente do Conselho de Administração da CPRM, Otto Bittencourt Netto, do representante dos empregados no Conselho, Cássio Roberto da Silva, e de assessores das diretorias.

    Encontro com empregados e visita ao MCTer - Após a partida do ministro para compromisso em Brasília, o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral participou de encontro com um grupo de funcionários no salão Nobre do prédio histórico.

    Alexandre Vidigal de Oliveira afirmou que, como juiz federal, atuou em mais de 40 processos envolvendo as áreas de geologia e mineração e que conta com a contribuição dos funcionários da CPRM para rever o modelo para este setor no país. “Podem ter certeza que, a depender de mim e do ministro, teremos um novo modelo nesse país. Faremos absolutamente tudo que for possível. Não faremos absolutamente nada do que não pode ser feito. Essa é nossa linha de trabalho.”


    Secretário Alexandre Vidigal de Oliveira destacou o empenho da equipe de pesquisadores
    no monitoramento do rio Paraopeba após o rompimento da barragem em Brumadinho
    O secretário disse ainda que, apesar de ter assumido o cargo há pouco tempo, já teve um contato intenso e positivo com a empresa. “Nesse primeiro episódio tão impactante em Brumadinho, tivemos a demonstração do empenho, qualificação técnica, competência e dedicação dos senhores. ” A programação terminou com uma visita do secretário ao Museu de Ciências da Terra.

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    Eduardo Cucolo 
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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    (61) 2108-8400 - ASSCOM

  • sexta, 01 de fevereiro de 2019 às 17:03



    Uma das seis estações instaladas no bairro do Pinheiro, Maceio (AL)
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM), através da Rede Sismográfica Brasileira e em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) finalizou as instalações das seis estações sismográficas para realizar o registro das atividades sísmicas na região. Segundo o Pesquisador em Geociências, Marcos Ferreira, o objetivo desse trabalho é fazer o monitoramento sísmico  in loco da área do bairro do Pinheiro e auxiliar nos demais estudos realizados. 


    A cobertura da rede tem o propósito de monitorar o bairro Pinheiro e arredores dando condições de registrar os microtremores, que na sua maioria não são perceptíveis pela população, além de dar a condição de ser criado um mapa de localização destas vibrações e suas magnitudes.


    Localização das estações: As estações foram instaladas circundando o bairro do Pinheiro. 


    Estação Sismográfica
    A rede sismográfica local tem uma área de cobertura de aproximadamente 1 km de raio partindo do centro do bairro. Os locais para a instalação foram definidos com base nas condições do ruído ambiental, sinal de rede, segurança do equipamento, entre outros fatores.
    A manutenção das estações serão realizadas periodicamente por técnicos da UFRN, que serão os responsáveis pelos equipamentos instalados.

    Como funcionam as estações: As estações são capazes de captar qualquer tipo de vibração oriundas de tremores perceptíveis ou não, pelo homem ou qualquer mecanismo que possa ocasionar a vibração do solo, como veículos pesados, obras, entre outros fatores. Esse sinal é transmitido para os membros da Rede Sismográfica (UFRN, ON, USP e UnB) e são analisados pelos geofísicos da área de sismologia. Os dados serão analisados, processados e transmitidos para boletins, que são emitidos sempre que se verifique eventos importantes.



    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quinta, 31 de janeiro de 2019 às 19:42



    Técnicos em geociências da CPRM, Emília Kawaguchi e José Julio, durante monitoramento do rio Paraopeba, fazem medição de vazão usando equipamento acústico

    Já está disponível o boletim de monitoramento do rio Paraopeba de 31/01/2019, com novos dados coletados em campo.


    Os dados de turbidez no primeiro ponto monitorado pela CPRM, Mário Campos, voltaram a subir nesta quinta-feira (31/01), possivelmente em consequência das chuvas do dia anterior (30/01). No ponto de monitoramento Ponte BR‐381, localizado 11km a jusante de Mário Campos, o valor de turbidez encontrado foi de 88 NTU, não se aproximando do valor averiguado pela manhã no primeiro ponto monitorado (superior a 3.000 NTU).

    Na calha do rio Paraopeba existem estações da Rede Hidrometeorológica Nacional operadas pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA). Também atuam em parceria neste trabalho de monitoramento: o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM) e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).

    Clique aqui para acessar o boletim completo. 


    Eduardo Cucolo 
    Foto: Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação 
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  • quinta, 31 de janeiro de 2019 às 12:51



    Encontro reunião funcionários de todo o país
    Nos dias 21, 22 e 23 de janeiro, aconteceu no Escritório do Rio de Janeiro reunião técnica da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM) do Serviço Geológico do Brasil. O encontro reuniu, além da chefia da DGM e seus assessores, todos os Gerentes Regionais e Chefes de Divisão. A pauta abordou diversos temas, sobretudo referentes ao planejamento das atividades técnicas em 2019.

    Na manhã do primeiro dia do encontro, após a abertura da reunião pelo Diretor José Leonardo Andriotti, os chefes dos departamentos de Geologia (DEGEO) e de Recursos Minerais (DEREM), Lúcia Travassos e Marcelo Esteves, apresentaram o balanço referente ao ano de 2018, bem como a síntese do Programa Anual de Trabalho da DGM para 2019. 

    No período da tarde, os chefes das divisões de Geologia Básica (DIGEOB), Vladimir Medeiros; Geoquímica (DIGEOQ), Cassiano Castro; Sensoriamento Remoto e Geofísica (DISEGE), Luiz Gustavo; Geologia Econômica (DIGECO), Felipe Tavares; Geodinâmica (DIGEOD) Joseneusa Rodrigues; e de Estratigrafia, Paleontologia e Sedimentologia (DIPALE), Nelson Reis fizeram apresentações referentes ao planejamento de suas ações para dar suporte técnico aos projetos em desenvolvimento em 2019. Ao logos das apresentações, os presentes puderam levantar questões, discutir os temas abordados e propor soluções para os desafios enfrentados.

    No dia 22 de janeiro, a equipe da DGM apresentou as várias possibilidades de metas para GDAG 2019 e a definição final das metas contou com a participação de todos. Neste dia, também foi discutido o programa de eventos de lançamento de produtos da DGM, incluindo a realização de workshops técnicos e o programa anual de treinamentos do corpo técnico. Também fizeram parte da programação, discussões sobre gestão de recursos financeiros conduzidas pelo Chefe do Departamento de Contabilidade, Orçamento e Finanças (DECOF), Sulliman Tadei. A gestão de projetos e resultados, a partir da apresentação dos novos modelos de relatórios mensais também foi abordada pela equipe da Superintendência de Planejamento e Métodos (SUPLAM), sob a liderança de Ana Claudia Accioly. Além disso, o coordenador do Sistema de Gestão de SSO, Ricardo Gotelip, levantou um debate sobre segurança no trabalho. 

    No último dia de reunião, temas variados foram discutidos por toda a equipe, incluindo as diretrizes da DGM para a pós-graduação, após panorama apresentado pelo ASSDGM João Larizzatti e a padronização de procedimentos administrativos e de gestão.

    “Fechamos o ano de 2018 muito satisfeitos com os resultados obtidos, que são fruto do empenho e dedicação das equipes da DGM nas diversas unidades da empresa, e também da colaboração da DIG (Diretoria de Infraestrutura Geocientífica) e da DAF (Diretoria de Administração e Finanças). E consideramos esta reunião uma oportunidade ímpar de implementar os últimos ajustes no PAT 2019, já previamente discutido em agosto de 2018, e de envolver todos os gestores na discussão de temas importantes, visando implementar uma gestão compartilhada, com envolvimento das chefias regionais”, afirmou Lúcia Travassos.

    Segundo a pesquisadora Lucy Chemale, que responde pela Gerência de Recursos Minerais (GEREMI-PA), “essa reunião foi muito importante para discutir o alinhamento das metas da DGM, e foi fundamental para buscar a gestão dos projetos dentro de um planejamento bem definido, visando entrega de produtos e o cumprimento de prazos.” Ela destacou a participação da equipe da DAF, como um ponto forte para o entendimento do funcionamento do fluxo financeiro que auxilia na gestão de recursos.

    Lorena A A da Costa
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • quinta, 31 de janeiro de 2019 às 10:50




    Prédio histórico do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) na Urca (RJ)
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) obteve a concessão de medida de urgência junto à 30ª Vara Federal do Rio de Janeiro, na segunda-feira (28/01), para suspender a exigibilidade de IPTU do Município do Rio de Janeiro, o que possibilita de imediato expedir a certidão positiva com efeitos de negativa do prédio localizado na Urca.

    De acordo com o consultor jurídico da CPRM, Vilmar Medeiros Simões, provavelmente a sentença confirmará essa decisão liminar. A repercussão da tese de imunidade para a CPRM remonta, aproximadamente, R$ 100 milhões, segundo a COJUR.

    A CPRM já obteve uma série de decisões favoráveis em relação à isenção de IPTU e IPVA em várias unidades regionais com base na estratégia de atuar com ações declaratórias de imunidade tributária recíproca.

    De acordo com o consultor jurídico, graças ao êxito destas demandas, a CPRM pode ainda recuperar os valores já pagos dos cinco últimos exercícios fiscais (prazo prescricional) através das Ações de Repetição de Indébito tributário.

    Histórico

    Em 1994, o imóvel do Escritório do Rio de Janeiro da CPRM foi tombado pela municipalidade do Rio de Janeiro. Em 1995, a Consultoria Jurídica da empresa (COJUR) ingressou com processo na Fazenda Municipal requerendo a isenção do pagamento do IPTU. A cobrança foi suspensa temporariamente, mas o pedido de isenção acabou sendo indeferido.
    Em 2010, foi requerida administrativamente pela CPRM, perante a Prefeitura, a aplicação da imunidade tributária recíproca com base na prestação de serviços públicos. O requerimento foi negado em 2013.

    Imunidade Tributária Recíproca

    A COJUR afirma que o pedido de extensão da imunidade tributária recíproca (art. 150, VI, alínea “a”, da Constituição) vem sendo amplamente debatido pelo Supremo Tribunal Federal e, no caso de algumas empresas públicas prestadoras de serviço público, a Corte já vinha reconhecendo a necessidade de interpretar extensivamente a cláusula constitucional de limitação ao Poder de Tributar.

    Neste sentido, a CPRM, após longa deliberação interna e estudo, decidiu ajuizar algumas ações para “testar” a aceitabilidade da tese no Judiciário. Assim, foram ajuizadas as ações declaratórias nas Unidades Regionais com o valor do tributo lançado de menor monta, para posteriormente atacar os valores lançados pelo Fisco do Município do Rio de Janeiro.

    “As ações declaratórias de imunidade tributária recíproca representam a melhor oportunidade de redução do passivo de IPVA e IPTU da CPRM”, diz o consultor jurídico.

    “A estratégia adotada por esta COJUR minimizou eventuais danos, maximizou resultados, considerando a agilidade no deferimento das tutelas de menor valor, solidificou o entendimento e viabilizou, através dos diversos precedentes, o êxito na demanda do Rio de Janeiro”, afirma Vilmar.

    Eduardo Cucolo
    Assessor da Presidência
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    Ministério de Minas e Energia
    Setor Bancário Norte - Quadra 02, 5º andar, Sala 502/D
    Edifício Central Brasília
    Brasília - DF - CEP: 70040-904
    Fone: (61) 98167-7015
    Fone: (61) 2108-8480


  • quarta, 30 de janeiro de 2019 às 19:45



    Pesquisadores em Geociências durante reunião na sala de situação

    O boletim de monitoramento do rio Paraopeba, divulgado às 19:00 h de 30/01/2019, com novos dados coletados em campo indicam que a pluma (mistura de rejeito e água) percorreu 98 km e está agora a cerca de 4 km a montante da ponte da MG‐060 sobre o rio Paraopeba, no município de São José da Varginha.

    Os valores de turbidez medidos se encontram num intervalo normalmente averiguado nos períodos secos do ano na região. Os dados observados nos pontos monitorados mostram uma diminuição da turbidez ao longo do rio Paraopeba, no trecho entre Brumadinho e Mário Campos, indicando que está ocorrendo uma deposição dos sedimentos.

    Clique aqui para acessar o boletim completo. 

    Warley Pereira 
    Foto: Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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    (61) 98659-7240 - Warley Pereira
    (61) 2108-8400 - ASSCOM

  • terça, 29 de janeiro de 2019 às 18:49



    Analistas em Geociências da CPRM realizam análise de turbidez da água do rio Paraopeba

    O boletim de monitoramento do rio Paraopeba, divulgado às 18:30h de 29/01/2019, com novos dados coletados em campo, mostra que a pluma está se deslocando em uma velocidade mais baixa que a velocidade média da água em condições normais. A previsão é que essa pluma chegue no rio Paraopeba, na cidade de São José da Varginha, amanhã, dia 30/01/2019, com baixa turbidez. A previsão do boletim anterior era de chegada no dia 29/01.

    Outro item observado é que a pluma vem apresentando dispersão ao longo da sua trajetória. Por isso não é possível prever no momento quando ela chegará ao reservatório da Usina Hidrelétrica de Retiro de Baixo. Os parâmetros observados in loco de qualidade da água em diversos pontos não apresentaram alterações significativa nos seguintes indicadores: temperatura, pH, condutividade, oxigênio dissolvido. Nos pontos mais avançados da pluma, como por exemplo, no povoado de Valentim (85 km do rompimento da barragem), a turbidez está em níveis baixos, e com cor semelhante ao aspecto natural do rio.

    Clique aqui para acessar o boletim completo. 


    Warley Pereira e Eduardo Cucolo 
    Foto: Pedro Henrique Santos
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  • segunda, 28 de janeiro de 2019 às 20:27



    Confira o segundo boletim de hoje na imagem acima (28)

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) informa que o segundo boletim diário de monitoramento da velocidade de deslocamento da pluma (mistura de rejeito e água) no Rio Paraopeba, divulgado às 19h de 28/01/2019, mostra previsão de que a água turva possa chegar ao município de São José da Varginha no dia 29/01/2019 à noite. No reservatório da Hidrelétrica de Retiro de Baixo, entre os dias 5 e 10 de fevereiro. A expectativa é que todo o rejeito fique retido no reservatório desta usina (Retiro de Baixo), não alcançando o reservatório da Hidrelétrica de Três Marias.

    Diariamente serão divulgados dois boletins de monitoramento com a previsão de chegada do início da água turva nos pontos de interesse, um a partir das 11h e o outro a partir das 17h. As previsões mostram o caminho que a água turva está percorrendo no rio Paraopeba. Esta metodologia é realizada utilizando dados observados/coletados em campo e características da bacia hidrográfica. 

    A CPRM opera 14 sistemas de alerta hidrológicos, onde realiza previsões de inundações, assim como elaborou previsões no evento do rompimento da barragem de Mariana (MG). Na calha do rio possuem estações da Rede Hidrometeorológica Nacional operadas pela CPRM em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA). Também atuam em parceria neste trabalho de monitoramento: A ANA, o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM) e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).

    Assessoria de Comunicação 
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  • segunda, 28 de janeiro de 2019 às 12:38



    Pesquisador em Geociências da CPRM durante elaboração do boletim de monitoramento

    Pesquisadores, analistas e técnicos em Geociências do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) estão monitorando a velocidade de deslocamento da pluma (mistura de rejeito e água) no Rio Paraopeba. Diariamente serão divulgados dois boletins de monitoramento com a previsão de chegada do início da água turva nos pontos de interesse, um a partir das 11h e o outro a partir das 17h. As previsões mostram o caminho que a água turva está percorrendo no rio Paraopeba. Esta metodologia é realizada utilizando dados observados/coletados em campo e características da bacia hidrográfica. 

    A CPRM opera 14 sistemas de alerta hidrológicos, onde realiza previsões de inundações, assim como elaborou previsões no evento do rompimento da barragem de Mariana (MG). Na calha do rio possuem estações da Rede Hidrometeorológica Nacional operadas pela CPRM em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA). Também atuam em parceria neste trabalho de monitoramento: A ANA, o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM) e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).

    Confira o primeiro boletim de hoje (28) para obter informações atualizadas, clique aqui!

    Saiba mais:Serviço Geológico do Brasil levanta informações técnicas após rompimento da barragem na Mina Feijão, em Brumadinho (MG)! 


    Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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  • sábado, 26 de janeiro de 2019 às 21:25



    Marlon Coutinho, superintendente regional da CPRM, orienta equipe de atuação

    Conforme determinação do Ministério de Minas Energia, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) mobilizou uma equipe composta por 30 pesquisadores, analistas e técnicos em geociências para levantamento de informações técnicas após o rompimento da barragem na Mina Feijão, em Brumadinho (MG), que aconteceu na sexta-feira (25/1). 



    A primeira iniciativa para o monitoramento foi a montagem de uma sala de situação na Superintendência Regional de Belo Horizonte para acompanhar em tempo real as informações que já estão sendo recebidas pelas equipes que se encontram em trabalho de campo. Os técnicos das áreas de Hidrologia e Geoquímica da CPRM estão monitorando a velocidade do avanço do rejeito e coletando amostras de água, sedimentos em suspensão e sedimentos de fundo.

    Entre as informações a serem levantadas estão dados sobre a qualidade da água, como a turbidez prevista e acontecida, condutividade elétrica, temperatura, PH, oxigênio dissolvido, análise para ânions e cátions e quantificação para metais. Também será realizada a medição da vazão do rio e descarga sólida. Os pesquisadores e analistas trabalham na sala de situação e nas atividades in loco, em Alberto Flores, Mário Campos e Ponte Nova do Paraopeba (MG).



    O ministro de Minas e Energia (MME), Bento Albuquerque, destacou durante entrevista coletiva realizada hoje (26), no aeroporto de Confins (MG), que o objetivo agora é dar todo apoio às autoridades estadual e municipal para mitigar esse desastre que ocorreu.  “Principalmente, no que diz respeito à defesa civil para que haja o monitoramento do avanço da lama e as informações de coleta de material para saber a qualidade da água do rio Paraopeba”, afirmou.

    Artur Matos, coordenador executivo, executa simulação
     do avanço do rejeito no rio Paraopeba
    “Conforme determinação do Governo Federal, não estamos medindo esforços no levantamento dessas informações que são importantes, principalmente, para as cidades abastecidas pelo rio Paraopeba, pois o aumento da turbidez pode prejudicar a captação e tratamento da água. Nós vamos acompanhar e verificar a variação da concentração de sedimentos da água.  Na calha do rio possuem estações da Rede Hidrometeorológica Nacional operadas pela CPRM em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA)”, ressaltou o superintendente interino da SUREG-BH, Marlon Coutinho. 

    Júlio Pinho, gerente de Infraestrutura Geocientífica, e o gerente de Hidrologia e Gestão Territorial em exercício, Fernando Rego, participaram de reunião na noite de ontem (25) com representantes do Governo Federal para repasse de informações, haja vista a expertise e experiência de atuação da CPRM, no caso ocorrido em Mariana (MG), além de definir a contribuição da empresa a ser realizada nos próximos dias. Na ocasião, estiveram reunidos o ministro do MME, Bento Albuquerque, o ministro do Ministério do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e o secretário da Defesa Civil Nacional, Alexandre Lucas. 

    Hoje (26), os pesquisadores da CPRM, Eber Pinto, Cassiano Castro, Eduardo Marques e Marcelo Marinho, participaram de reunião com técnicos da ANA, Instituto Mineiro de Gestão de Águas (IGAM) e Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA) para definirem uma rede de monitoramento conjunto e sua frequência de operação.

    Pedro Henrique Santos
    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quinta, 24 de janeiro de 2019 às 18:32



    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) divulgou boletim que indica processo de enchente acentuada nos principais rios da Amazônia Ocidental. É o caso do rio Madeira. Em Porto Velho, nos últimos 30 dias, foram observadas precipitações acima da média para o período, e o rio atingiu um nível próximo à cota de alerta, chegando a 14,65 m. A cota de alerta é 15,00 m e a cota de inundação é 17,00 m na capital de Rondônia. 

    O engenheiro hidrólogo Marcus Suassuna alerta para os possíveis efeitos das chuvas acima do normal esperadas na região no início da próxima semana. A preocupação é que se repita o evento de 2014, quando a cheia do rio Madeira em Rondônia inundou parte da BR-364 e levou o Estado do Acre ao isolamento. “Os níveis em Porto Velho estão próximos ao da cheia histórica de 2014. Nesse mesmo dia naquele ano o rio Madeira estava na cota 15,20 metros e hoje está na cota 14,65 metros. Em Morada-Nova e Abunã, os níveis são os máximos históricos. Portanto, o cenário merece atenção”, afirmou. 

    Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o prognóstico para a próxima semana (até o dia 30/01) indica precipitações elevadas posicionadas principalmente sobre as bacias ao sul da Amazônia Ocidental. “A configuração meteorológica também é parecida com a de 2014: uma alta pressão no centro-sul do Brasil, impedindo o avanço de umidade da Amazônia para essa região. Consequentemente, as chuvas acabam ficando retidas e caem com intensidade sobre a Amazônia. Além disso, existe previsão de muitas chuvas a partir da próxima semana na Bolívia”, explicou.

    Além do rio Madeira, outros rios que formam a bacia ocidental da Amazônia, estão em processo de enchente acentuada, conforme explica a engenheira hidróloga Luna Alves. Os rios Solimões e Amazonas também estão com cotas altas para o período nas estações monitoradas. O mesmo para o rio Purus, que já subiu mais do que o esperado para o período. Nas bacias dos rios Branco e Negro, por outro lado, os rios apresentam níveis dentro da normalidade, exceto para a estação localizada no Porto de Manaus, que apresenta níveis acima dos esperados para o período. Apesar de ser banhada pelo rio Negro, a proximidade com que Manaus se encontra do rio Solimões faz com que o nível do Negro na cidade seja altamente influenciado pelo nível do rio Solimões. 

    No comparativo dos níveis que os rios apresentavam no mês de janeiro nos anos de cheias históricas com os níveis atuais, destacam-se a elevação do rio Acre em Rio Branco, do rio Negro em Manaus e o rio Solimões em Tabatinga.


    Apesar das cotas altas para o atual período do ano no Solimões e no Negro em Manaus, ainda é cedo para se afirmar a respeito de um grande evento de cheia nesse ano nesses rios, segundo a pesquisadora. Nessas regiões, as enchentes costumam ocorrer anualmente entre maio e julho e, portanto, vão depender das chuvas que vão ocorrer a partir de março em toda a bacia. 
    Conforme o coordenador dos Sistemas de Alerta Hidrológico da CPRM, o engenheiro hidrólogo Artur Matos, as chuvas que vão ocorrer devem influenciar no médio prazo nos níveis dos rios que já estão acima da média no momento. “O impacto vai depender de cada bacia, uma são menores e mais rápidas no processo de cheia e outras maiores e mais lentas”, explicou. 

    Os dados hidrológicos utilizados são provenientes da Rede Hidrometeorológica Nacional de responsabilidade da Agência Nacional de Águas (ANA), operada pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e demais parceiros. As previsões realizadas pelos engenheiros da CPRM são baseadas em modelos hidrológicos e estão sujeitas às incertezas inerentes aos mesmos.

    SITUAÇÃO ATUAL DOS RIOS:

    Bacia do rio Negro: No alto rio Negro, o rio tem apresentado variações de nível de forma regular, ao longo de seu processo de vazante. No Porto de Manaus, o rio encontra-se em processo de enchente, apresentando cotas altas para o período. Em média, o rio subiu 6 cm por dia na última semana.

    Bacia do rio Solimões: O rio Solimões encontra-se em processo de enchente, apresentando cotas expressivamente altas para o atual período do ano nas estações monitoradas. Em Tabatinga, o rio apresentou redução de nível na última semana, com cotas dentro da normalidade para o período.

    Bacia do rio Purus: Na região do alto rio Purus, na estação de Rio Branco (Acre), o rio subiu expressivamente nos últimos dias, subindo 412 cm na última semana, com cotas altas para o período. Na estação de Beruri, próxima a foz do Purus, o processo de enchente apresenta cotas altas para o atual período do ano. Após a cheia observada entre os dias 17 e 21/01, o rio Acre em Rio Branco segue tendência contínua de redução de seus níveis. O monitoramento das chuvas irá indicar se há possiblidade de cheias nas próximas semanas.

    Bacia do rio Madeira: Em Humaitá, o rio Madeira encontra-se em processo de enchente, apresentando cotas expressivamente altas para o período, próximas às máximas observadas para o atual período do ano. O rio Madeira em Porto Velho está com níveis elevados para esta época do ano. Combinado com o panorama atmosférico, essa configuração sugere atenção. Os rios Mamoré e Guaporé também apresentam níveis elevados, porém o ritmo de subida nessas localidades é mais lento do que na calha do Madeira.

    Bacia do rio Amazonas: No rio Amazonas, o processo de enchente também apresenta cotas altas para o período em todas as estações monitoradas.

    Processos no ano hidrológico nas principais estações da Amazônia Ocidental

    Mais informações no Boletim de Monitoramento Hidrometeorológico da Amazônia Ocidental clique aqui 


    Cotagrama do Rio Negro em Manaus

    Gráfico aponta nível do rio Negro acima da média histórica para o período em Manaus


    Gráfico Rio Madeira
    Gráfico demonstra rio Madeira em Porto Velho próximo ao nível registrado em 2014, ano de cheia histórica



    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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  • quinta, 24 de janeiro de 2019 às 16:17



    Analisada pela área de Governança e aprovada pela Diretoria Executiva e Conselho de Administração do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), entre novembro e dezembro de 2018, a Política de Sustentabilidade está em conformidade com as estratégias macro gerenciais em nível nacional da Companhia. Por intermédio de padrões sustentáveis, ela agrega valor à instituição como um todo, elucidando uma boa gestão dos recursos públicos e sendo transparente nos processos. 


    O objetivo é estabelecer princípios e diretrizes com foco no desenvolvimento da Sustentabilidade em todas as unidades da Companhia. Definindo critérios sociais, ambientais e econômicos em processos de trabalho, a estatal contribui para a Sustentabilidade na Administração Pública Federal e para o alinhamento dos projetos da empresa com os 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da Organização das Nações Unidas (ONU), entre eles tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Os ODSs abrangem temas relacionados ao meio ambiente, economia e questões sociais com foco no desenvolvimento consciente.

    Essa política tem duas referências principais: a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) que promove a responsabilidade socioambiental e fixa critérios de sustentabilidade e o alinhamento dos Programas/Objetivos e Metas do Plano Plurianual (2016 – 2019) com as diretrizes estipuladas pela ONU na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

    Todos os níveis hierárquicos da empresa devem atender aos princípios determinados pela Política de Sustentabilidade. A busca por alternativas sustentáveis nos projetos e o incentivo à inserção da sustentabilidade como valor agregado aos produtos e serviços entregues pela CPRM são alguns dos princípios serem executados.

    A elaboração do documento contou com a colaboração direta do Comitê de Governança, Riscos e Controles Internos (CGRC) que tem o papel de orientar para que toda a CPRM esteja em conformidade seus princípios e valores, conforme explicou Luzia Rodrigues, coordenadora executiva do CGRC: “A Governança é responsável pela assimilação do tema sustentabilidade em toda a Empresa, sendo a guardiã do alinhamento dos aspectos econômicos, ambientais e sociais, visando aumentar a confiança da sociedade sobre a gestão da CPRM, bem como os recursos colocados à sua disposição”. 

    De acordo com Patrícia Jacques, coordenadora do grupo de trabalho dos ODSs, várias atividades que a CPRM desenvolve já contemplam os objetivos estabelecidos pela ONU. Um exemplo são as ações que identificam áreas suscetíveis a movimentos gravitacionais de massa, de enchentes nos municípios e de setorização de risco. Patrícia informou que os projetos da CPRM baseiam-se nas diretrizes, princípios e responsabilidades para a sustentabilidade estabelecidos na Política. “Um dos destaques é o ‘alinhamento dos projetos da área fim com os ODSs, através de critérios baseados no tripé da sustentabilidade (ambiental, social e econômico), inseridos nos relatórios técnicos dos projetos. Essa diretriz já está contemplada no planejamento estratégico da CPRM através do ‘índice de sustentabilidade’ que mede esse alinhamento”. Conforme explicou, a Política de Desenvolvimento Sustentável e os ODSs, serão fundamentais para a elaboração do próximo Plano Plurianual (2020-2023), tomando como norte o tripé da sustentabilidade”.

    A coordenadora de Sustentabilidade, Ana Paula Petito, afirmou que após a aprovação da Política a expectativa é que princípios institucionais e diretrizes sejam estabelecidos para a promoção do desenvolvimento da sustentabilidade. Petito explicou também que o enraizamento da política na cultura da empresa se dará através da elaboração de um regimento normativo interno, com estabelecimento de procedimentos e parâmetros de gestão socioambiental. “O objetivo é promover uma cultura de sustentabilidade e comunicação que envolva a todos, além de contribuir para que os valores organizacionais sejam pautados na sustentabilidade”, explicou a coordenadora. “O plano de trabalho de 2019, com as atividades a serem realizadas, períodos e responsáveis, está em fase de elaboração e será enviado por e-mail com as orientações para as comissões regionais, superintendentes e gerentes regionais, representando assim, planejamento gerencial, organização, controle e transparência da metodologia adotada”, complementou Ana Paula. 



    Texto: Lorena Costa e Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • segunda, 21 de janeiro de 2019 às 18:15



    Divulgação da exposição 'De Férias no Museu'


    O programa do MCTer “Museu em Movimento” inicia suas exposições itinerantes de 2019 no dia 22 de janeiro com o tema ‘De Férias no Museu’. A mostra ao ar livre ficará aberta ao público até o dia 28 de fevereiro, no estacionamento da CPRM (Av. Pasteur, 404. Urca) e funcionará de terça a domingo, das 10 às 16 horas. Por conta dos blocos de rua, nos dias 23 e 24 de fevereiro a exposição não funcionará. O objetivo do projeto é que o público possa interagir com uma seleção de amostras de um dos maiores acervos de fósseis, rochas e minerais do Brasil, incluindo um esqueleto de dinossauro em tamanho natural e uma réplica de titanossauro do paleoartista do Museu Nacional, Maurílio Oliveira que estará estreando. Além disso, serão oferecidas oficinas, jogos didáticos e quatro tendas temáticas.

    A primeira tenda será destinada à curadoria de rochas e minerais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e o público poderá manusear diversos exemplares. Nesse espaço, também acontecerá a atividade “Geologia no Cotidiano”, criação do Educativo do MCTer, cujo objetivo principal será aproximar a geologia da sociedade. A segunda tenda será dedicada à curadoria de paleontologia que contará com materiais que fazem parte da exposição permanente do Museu de Ciências da Terra, como ovos, coprólitos, réplicas e um setor de escavação de fósseis. A terceira e quarta tenda terão atividades da biblioteca infantil, além dos espaços: “Crie a sua história”, “Monte o seu Museu de Ciências da Terra” e “Curiosidades do Serviço Geológico do Brasil”. Por fim, haverá também um passeio mediado pelos jardins contando a história do museu e de sua arquitetura.


    Réplica do Prestosuchus
    Para o curador da mostra, Rodrigo da Rocha Machado, a missão do museu é coletar, interpretar e disseminar as geociências e a exposição deverá estimular e satisfazer a curiosidade do público, com uma ampla variedade de recursos educacionais. “As pessoas podem moldar sua própria experiência de acordo com o seu gosto pessoal e estilo de aprendizagem: olhando, aprendendo, fazendo e compartilhando”, explicou Rodrigo.

    A gestora do Museu de Ciências da Terra, Nathalia Winkelmann Roitberg, afirmou que a proposta é incluir as pessoas na ciência e contar o que o MCTer e a CPRM fazem. Segundo ela, haverá um espaço onde as pessoas poderão construir um novo museu, aproveitando a temática sobre a sua reconstrução e revitalização. “A tenda sobre curiosidades do Serviço Geológico do Brasil contará com a contribuição de setores da CPRM que já estiveram integrados em itinerância com o museu no ano passado no Museu do Amanhã, em prol da divulgação geocientífica. O DEGET (Departamento de Gestão Territorial), a Divisão de Geologia Marinha (DIGEOM), o Departamento de Hidrologia (DEHID) e a Divisão de Cartografia (DICART) estarão com o MCTer compondo essa exposição que também demarca os 50 anos da CPRM”, complementou Nathalia.



    Texto: Lorena A A da Costa
    Revisão: Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
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  • segunda, 21 de janeiro de 2019 às 09:52



    Áreas onde serão realizadas as sondagens

    A partir desta segunda-feira (21), pesquisadores em Geociências do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) começarão a trabalhar com mais uma metodologia de investigação do subsolo do bairro Pinheiro, em Maceió, Alagoas. O objetivo principal é identificar, por intermédio de sondagens a percussão, as características das camadas de solo e sedimentos que compõem o terreno em profundidade.

    De acordo com o pesquisador em Geociências da CPRM Julio Lana, serão executados testes de penetração, a fim de descobrir se no subsolo existem camadas com baixa capacidade de suporte, que poderiam contribuir para a deformação das edificações em superfície. De maneira geral, o teste consiste na cravação de um cilindro metálico por meio da aplicação de golpes causados  pela queda livre de um martelo de 65 kg. As perfurações terão profundidade máxima de 20 metros e larguras de cerca de 7cm.

    O estudo não oferece nenhum risco à população, tampouco agrava as rachaduras e afundamentos já identificados. As batidas do martelo podem gerar ruídos sonoros. As Defesas Civis Estadual e Municipal acompanharão a execução do trabalho.

    A CPRM finalizará nesta semana a aquisição de dados dos levantamentos de Eletrorresistividade e Batimetria no município. As informações coletadas serão interpretadas pelos analistas e pesquisadores em Geociências. 

    Leia abaixo as perguntas e respostas sobre a metodologia:

    O que é uma sondagem?
    De maneira simplificada, uma sondagem nada mais é do que a execução de uma pequena perfuração do terreno com utilização de equipamentos específicos para tal.

    Para que serve a sondagem?
    Nesta semana, quatro ruas serão perfiladas
    pelo Levantamento Geofísico de Eletrorresistividade
    A sondagem é um método de investigação do subsolo, por meio de sua perfuração, cujo objetivo principal é identificar as características dos materiais que compõem o terreno em profundidade. Por meio da realização de sondagens, pode-se reconhecer as diferentes camadas de solo, rocha ou sedimentos que formam uma determinada região, assim como efetuar testes que permitem identificar suas características. Esses testes podem ser aplicados durante a realização das perfurações ou por meio da coleta de amostras enviadas posteriormente a laboratórios especializados.

    Qual sondagem será realizada no Bairro Pinheiro?
    No bairro Pinheiro serão realizadas sondagens a percussão, por meio das quais serão efetuados testes de penetração que indicam a capacidade de carga de um terreno em diversas profundidades, ou seja, se o terreno oferece suporte adequado para as construções sem causar deformações que possam comprometer sua estrutura.

    Como são feitas as sondagens?
    De maneira geral, as sondagens a percussão consistem na cravação de um cilindro metálico, por meio de golpes aplicados pela queda de um martelo de 65 kg.

    Qual a profundidade das perfurações?
    As perfurações terão profundidade máxima de 20 metros, podendo ser interrompidas antes, conforme resultados dos testes de penetração.

    Qual a largura das perfurações?
    As perfurações são muito pequenas (cerca de 7cm de largura).

    As sondagens vão agravar as rachaduras e afundamentos identificados e oferecer risco à população?
    Não. Esses procedimentos são regidos por normas técnicas e são executados por empresas especializadas. Os testes de penetração são amplamente utilizados em áreas urbanas para o dimensionamento de fundações de prédios, pontes, entre outras edificações. No próprio bairro Pinheiro, diversas sondagens a percussão já foram realizadas para a implantação de prédios. As batidas do martelo para a cravação do revestimento não causam abalos perceptíveis no terreno.

    Confira todas as informações divulgadas pela CPRM e Defesa Civil de Maceió, acesse os links abaixo:
    Ou entre em contato pelos números:
    (82) 3315-1437/0800 030 6205 (Defesa Civil)
    (61) 2108-8400 (CPRM)

    Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    pedro.pereira@cprm.gov.br
    (21) 2295-4641


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