ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • quarta, 14 de novembro de 2018 às 12:11




    Pesquisadores do CEDES e DEGEO discutem possibilidade de trabalho em cooperação


    Representantes do Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CEDES) e do Departamento de Geologia (DEGEO) do Serviço Geológico do Brasil discutiram parceria em projeto de P&D com a Petrobras para investigar a evolução petrológica e geodinâmica da Elevação do Rio Grande e seu papel como barreira paleogeográfica na sedimentação das bacias da margem continental.

    Participaram da reunião, realizada no dia 7/11, no Rio de Janeiro, o pesquisador-chefe do CEDES, Carlos E. Ganade, o pesquisador e coordenador do projeto, Christian Lacasse, a chefe do DEGEO, Lúcia Travassos, a chefe da Divisão de Geologia Marinha (DIGEOM), Hortência Assis, e o pesquisador-chefe do PROERG, Eugênio Frazão.

    Na, reunião o projeto foi apresentado pelo CEDES e foram discutidas as possibilidades de interação no trabalho entre os pesquisadores de ambos os departamentos.

    Eduardo Cucolo
    Assessor da Presidência
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    Ministério de Minas e Energia
    Setor Bancário Norte - Quadra 02, 5º andar, Sala 502/D
    Edifício Central Brasília
    Brasília - DF - CEP: 70040-904
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    Fone: (61) 2108-8480


  • quarta, 14 de novembro de 2018 às 12:06



    Alunos e professores no encerramento do Modulo I

    Oferecido pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o módulo I do curso de extensão em hidrologia foi finalizado na última sexta-feira (9). Ao todo 52 hidrotécnicos do Serviço Geológico do Brasil participaram. Foram mais de 240 horas-aula com conteúdos diversos, incluindo ética profissional e conhecimentos técnicos.

    Os alunos responderam também a um questionário desenvolvido pelo coordenador do curso, professor Gean Paulo Michel, e pela pesquisadora da CPRM e coordenadora geral Andrea Germano. De acordo com Gean, os técnicos possuem alto grau de instrução e conhecimento específico e que o curso foi uma troca de aprendizagem entre professores e alunos. 

    O módulo II será por uma plataforma online e começa no final deste mês. A duração vai ser de 12 semanas com carga horária de 240 horas. No encerramento do primeiro módulo os alunos receberam as instruções de como acessar a plataforma moodle. 



  • segunda, 05 de novembro de 2018 às 12:56




    O mês de outubro foi especial para as unidades que realizaram o Integra CPRM. Ao longo do mês, cinco superintendências regionais além da sede realizaram o evento, que tem por objetivo reunir os empregados para maior interação entre as unidades, além de compartilhar de informações entre os departamentos. O combate e prevenção ao câncer de mama, em alusão ao outubro rosa esteve presente nas programações de alguns estados. Confira o que aconteceu nas unidades. 

    RIO DE JANEIRO

    O escritório do Rio de Janeiro transformou o Integra em uma verdadeira festa. Além das palestras, houve a apresentação da Cartilha de Prevenção ao Assédio, apresentada pelo Comitê Pró-Equidade da CPRM e Houve também a exibição da cartilha "Comunidade mais segura", lançada em agosto deste ano no 49º Congresso Brasileiro de Geologia.

    Coral da CPRM completou 30 anos de existência em 2018
    “O Integra tem mobilizado as unidades regionais e fortalecido o diálogo e o debate interno. É a oportunidade de conhecer um pouco mais as iniciativas importantes que estamos realizando como os produtos da DGM, a transformação digital promovida pela DIG e o trabalho realizado pela DAF”, ressaltou o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Conalgo, durante o discurso de abertura. Relembre o Integra Rio clicando aqui.



    BRASÍLIA

    Presidente Esteves Colnago participa do Integra em Brasília
    Em Brasília, a segunda edição foi voltada especialmente para as práticas de prevenção ao câncer de mama. A programação contou com palestras sobre o assunto e reuniu depoimentos de duas mulheres da ONG Vencedoras Unidas que passaram pela doença e superaram as dificuldades. O presidente Esteves Colnago abriu os trabalhos e falou sobre a necessidade de interagirmos mais e não somente aprimorarmos os laços profissionais, mas a preocupação com os nossos colegas. “O Integra CPRM está fazendo com que as pessoas se tornem mais próximas e isso é muito importante. Saber o que podemos fazer uns pelos outros nos torna mais sensíveis e isso melhora o trabalho em equipe”, comentou Colnago. 

    Em Brasília, os empregados participaram do Integra vestidos de rosa,
    em homenagem ao mês de combate ao câncer de mama


    TERESINA

    Francisco Lages (esq.) e Francisco Pereira (dir.) recebem
    das mãos de Jáder Vaz (centro) a homenagem da CPRM
    pelo trabalho prestado
    Em Teresina os empregados da RETE se reuniram para debater, entre outros temas, recursos hídricos. Nilo Pedrosa ministrou a palestra sobre as opções de abastecimento de água no semiárido e Alvaro André falou sobre a revitalização de poços. Para Jader Vaz Silva a iniciativa do Integra traz mais união para a unidade. "Este programa é fundamental para que todos saibam a importância do papel de cada um dentro da empresa, além e ser uma ótima ferramenta de aproximação de todos os colaboradores”, avaliou. O momento também foi a oportunidade para confraternizar com os empregados aderiram do PDISP.  

    Jean Nascimento, Assistente DHT em conversa com os
    empregados durante Integra CPRM/RETE

    BELO HORIZONTE

    Equipe de Belo Horizonte participa do Integra
    O terceiro INTEGRA CPRM - SUREG-BH foi marcado pela participação efetiva dos colaboradores que trocaram experiências durante as apresentações. Diretor Fernando Carvalho falou sobre desenvolvimento da Instituição, trazendo para todos um pouco do seu testemunho, memórias e histórias. Outros temas que enriqueceram o evento foram a participação dos palestrantes Magda Pinto, que falou sobre   as atividades do LAMIM Caeté; Geraldo Advincula  apresentou questões da área de pessoal e equipe;  Rodrigo Adorno falou da Introdução à evolução da Vida; Artur Matos tratou da importância do Sistema de Alerta e Marco Aurélio elucidou sobre Geologia Vista através do Microscópio.

    Diretor Fernando Carvalho discursa em Belo Horizonte

    SALVADOR

    A 2ª edição do Integra CPRM em Salvador aconteceu nas manhãs dos dias 24 e 25 de outubro. A programação contou com apresentações de várias atividades desenvolvidas pelos setores da SUREG, além de palestras sobre temas transversais da geologia, saúde e bem-estar. Seguindo a programação, a professora do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, Débora Correia Rios, apresentou a palestra sobre “Visitantes Extraterrestres”, onde nos mostrou a história de ocorrência, composição, importância e variedade dos meteoritos existem no Brasil e no mundo. 

    O geoturismo foi mais um tema abordado no Integra com a palestra “Dos Alpes aos Andes”, um depoimento da viagem de férias da pesquisadora Cristina Burgos, com a participação das fotos da viagem à Irlanda, da pesquisadora Karla Olindina. Foi apresentado um comparativo da geologia dos grandes picos de montanhas geladas, com bastante ilustrações e dicas de viagem.

    “Neste integra foram apresentados temas de interesse de todos na CPRM, projetos em atividades, geoturismo, geologia médica, dicas de saúde e bem estar. A programação estava diversificada e informativa. Amei ter visto o processo de laminação no Laboratório e gostei demais de ter participado de todo o evento!” Conta a analista em geociências Tatiana Araújo.

    Integra em Salvador

    GOIÂNIA

    Empregados de Goiânia participam do Integra
    A terceira edição do integra em Goiânia aconteceu no último dia do mês e recebeu o diretor Juliano Sousa.  Gilmar Rizotto, superintendente da SUREG/GO falou sobre a interação dos empregados com o evento. “Essa edição teve um aproveitamento acima da expectativa. Tivemos uma participação ativa de todos os empregados que puderam fazer a troca de experiências com as ideias e os novos desafios que temos para o próximo ano”, declarou Gilmar.

    Márcio Abreu disse que esse evento é importante para divulgar as geociências até mesmo entre os funcionários da empresa. O próprio nome, integra, já fala por si os benefícios desse evento: “Acho importante porque esse tipo de evento faz a ponte entre a área fim e a área administrativa. Todos puderam conhecer qual é a finalidade e a importância de fazer essa roda girar”.


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    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscomdf@cprm.gov.br 
    (61) 2108-8400


  • segunda, 05 de novembro de 2018 às 11:43



    A Superintendência Regional de Porto Alegre do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) prestou homenagem a cinco empregados que aderiram ao Programa de Desligamento Incentivado e Sucessão Programada (PDISP) e encerraram suas atividades na empresa no mês de outubro. A homenagem foi realizada na Associação dos Empregados (Assempa) na quarta-feira, dia 31/10.

    Iuri Brasil Rodrigues, Rui Arão Rodrigues e o presidente da Assempa Emanuel Duarte


    Os técnicos em Geociências Elisabete Pereira (Departamento Pessoal), Rui Arão Rodrigues (Cartografia), Romeu Premoli (Hidrogeologia), Lindomar Santos (Núcleo de Criciúma) e o geólogo Geraldo de Barros Pimentel (Hidrogeologia) receberam uma placa de agradecimento da CPRM e uma cesta com presentes oferecida pela Assempa. Em seus depoimentos, os homenageados relataram o orgulho de terem dedicado parte de suas vidas à CPRM. 

    Participaram da solenidade, o superintendente regional da Sureg-PA Fernando Henrique Schwanke, a gerente de Infraestrutura Geocientítica Ana Claudia Viero e o gerente de Hidrologia e Gestão Territorial Diogo Rodrigues da Silva. Eles destacaram a importância do reconhecimento aos empregados pela dedicação e pelo tempo de serviço prestado à empresa. Ao final, todos participaram de coffee break oferecido pela Assempa.

    Superintendente regional da Sureg-PA Fernando Henrique Schwanke e Elizabete Pereira

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  • segunda, 05 de novembro de 2018 às 11:12





    O Serviço Geológico do Brasil participou da reunião técnica promovida pelo Ministério da Integração Nacional para discutir a padronização de atendimento em situações de desastres naturais. O assessor da DHT Jorge Pimentel representou a instituição.


    Coordenada pela Defesa Civil Nacional, a iniciativa é parte do acordo de cooperação técnica celebrado entre o governo brasileiro e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que prevê ações de melhoria na gestão de riscos de desastres no Brasil. Além de autoridades federais e estaduais de Defesa Civil, também participaram do evento representantes internacionais ligados à Office of U.S. Foreign Disaster Assistance (OFDA), órgão responsável por coordenar o trabalho de prevenção a desastres nos Estados Unidos.

    Segundo Jorge Pimentel, a discussão sobre o papel de cada órgão contribui para a principal finalidade: salvar vidas. “Desde 2011 a CPRM realiza trabalhos de setorização de riscos geológicos  e hoje nós temos mais de 1400 municípios mapeados e identificamos mais de 4 milhões de pessoas que habitam áreas de risco. Nosso trabalho auxilia órgãos como a  Defesa Civil, o CENAD (Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres)  e o CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais), utilizem nossos mapas e, através dos alertas de risco, organizem ações visando a segurança da população, e nesse sentido a CPRM tem uma equipe de geólogos de engenharia de alto nível e que poderá contribuir em ações de ajuda humanitária internacional em resposta aos eventos de desastres naturais”, comentou.

    Adelaide Nacif e Jorge Pimentel

    Adelaide Nacif, diretora do Departamento de Prevenção e Preparação do Ministério da Integração Nacional fala sobre a importância do encontro. “A CPRM está inclusa no Plano Nacional de Gestão de Riscos e um dos seus papéis no grupo é indicar através do seu estudo geológico, quais  são os municípios que devemos dar maior atenção. Precisamos reduzir os riscos de desastres e evitar que eles aconteçam para que a resposta aos danos e prejuízos não sejam sete vezes maiores do que investir na prevenção, sem falar obviamente nas vidas das pessoas, que não tem preço”, alega a diretora.




    Setorização de áreas de risco:

    A setorização de riscos geológicos tem por finalidade a identificação, a delimitação e a caracterização de áreas ou setores de uma encosta ou planície de inundação sujeitas à ocorrência de processos destrutivos de movimentos de massa, enchentes de alta energia e inundações. Todo o acervo de dados é disponibilizado para órgãos e instituições do governo federal, de estados e de municípios que atuam na prevenção e no monitoramento de eventos climáticos catastróficos, visando contribuir para a redução dos danos e para a diminuição das perdas, de vidas e materiais, relacionadas aos desastres naturais.

    O setor de risco é delimitado com base na ocorrência de indícios e evidências observadas no local, tais como: trincas no solo, degraus de abatimento, árvores inclinadas, cicatrizes de deslizamentos, marcas de cheia, entre outros. Cada setor de risco é representado em uma prancha de setorização no tamanho A3, apresentada no formato PDF, com fotos relativas aos indícios observados no terreno e nas moradias, além de outras estruturas urbanas em risco, contendo a descrição da tipologia do processo e informações para o entendimento dos condicionantes.  Saiba mais sobre o trabalho da CPRM sobre a setorização de áreas de risco clicando aqui.

    Na imagem, os municípios mapeados de 2011 a 2018 em todo o território nacional.


    Cursos de Capacitação para a Defesa Civil:

    Os cursos de capacitação ministrados por profissionais da CPRM desde 2007, têm o objetivo de transmitir conceitos, critérios e metodologias relacionadas ao diagnóstico, mapeamento e planejamento de intervenções, visando à prevenção de desastres naturais ou induzidos, principalmente movimentos de massa e inundações. O Serviço Geológico promove o curso Práticas de Prevenção e Gerenciamento de Riscos de Desastres Naturais, em parceria com os órgãos estaduais e municipais  da Defesa Civil.  Desde 2007 já foram capacitados cerca de 1800 profissionais em mais de 60 cursos ministrados e tendo uma estrutura consolidada de instrutores em todas as unidades regionais da CPRM.


    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400 



  • segunda, 05 de novembro de 2018 às 09:59



    O encontro alinhou a equipe técnica dos dois departamentos a fim de aperfeiçoar os trabalhos desenvolvidos com foco nas análises químicas realizadas pelo LAMIN para atender aos projetos do DEGET

    Pesquisadores participam de seminário interno


    O escritório do Rio de Janeiro do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi palco do primeiro seminário interno entre as equipes técnicas do Laboratório de Análises Minerais (LAMIN) e do Departamento de Gestão Territorial (DEGET) no dia 25 de outubro. Na ocasião, foram discutidas as atividades executadas pelas duas áreas da CPRM com o objetivo de proporcionar a troca de experiências entre os pesquisadores. 


    A chefa do Departamento de Gestão Territorial da CPRM, Adelaide Maia, ratifica que o encontro serviu para aprimorar o entrosamento entre os departamentos. “Muitos projetos do DEGET precisam do suporte e análise química do LAMIN. Temos alguns trabalhos em parceria, que vão desde a análise da qualidade da água ao levantamento de baixa densidade voltado para a geologia ambiental. Em conjunto, também tratamos da questão da geologia médica, dos agrominerais e, mais recentemente, sobre a implantação de rotinas de ensaios de solos/sedimentos para atender às necessidades dos projetos de Geologia Aplicada, tema do segundo seminário a ser realizado no mês de novembro. Para tudo isso, é importante uma maior aproximação dos geólogos com os químicos”, explica a pesquisadora. 

    Foi pensando justamente em estreitar a comunicação entre as equipes técnicas dos dois departamentos que Maria Alice Ibañez Duarte, chefa do LAMIN, organizou o encontro. “A proposta era tanto expor para o DEGET as metodologias das técnicas analíticas que disponibilizamos para os geólogos e apresentar as justificativas para as exigências que devem ser obedecidas no armazenamento, preservação e envio de amostras para que estas cheguem no laboratório em condições de fornecer resultados confiáveis. Além disso, foi a oportunidade de ouvir sobre os projetos desenvolvidos pelo DEGET de forma a melhor criticar os resultados fornecidos. É importantíssima essa troca de informações entre as áreas técnicas no sentido de escolher a melhor metodologia analítica a ser empregada", diz.

    Segundo Maria Alice, a ideia é que, a partir do ano que vem, ao iniciar uma atividade que necessite das análises do LAMIN, a equipe do departamento responsável se reúna com a equipe do laboratório para um seminário interno específico para cada projeto. “Com essa interação e acompanhamento específicos, nós do LAMIN poderemos entregar não só números, mas também informação”, esclarece.

    Alexandre Luiz apresenta como é feita a análise
    de compostos orgânicos por cromatografia líquida

    Entre os técnicos da equipe do LAMIN que apresentaram trabalhos, esteve Alexandre Luiz, analista em geociências e químico. Ele mostrou aos presentes um pouco de como é feita a análise de compostos orgânicos em águas por cromatografia líquida. “Por meio dessa técnica, que atende à Legislação RDC 274 da Anvisa para águas minerais envasadas, analisamos os compostos orgânicos antes de liberar a água para comercialização”, afirma.

    As amostras analisadas pelo LAMIN são coletadas no campo pelos geólogos do DEGET que, na reunião, foram auxiliados sobre como aprimorar a coleta, armazenamento e entrega desses materiais. Alexandre Luiz considera essencial essa comunicação entre as equipes, “Esse alinhamento vai permitir um melhor resultado nas técnicas de amostragem e análise e, com certeza, reduzir custos”. 

    Ix Chel de Carvalho 
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quinta, 01 de novembro de 2018 às 17:33



    Ao todo são 17 objetivos de desenvolvimento sustentável 

    O Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) alinhou as metas estabelecidas no Plano Plurianual (PPA/2016-2019) para a empresa com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Os ODS são objetivos internacionais que envolvem o meio ambiente, economia e questões humanitárias e que estabelecem ações e prioridades nas políticas públicas mundiais nos próximos 15 anos com o intuito de erradicar a pobreza extrema no mundo.


    Ao todo 193 países, incluindo o Brasil, integram o plano de ação global do desenvolvimento sustentável da ONU, onde se encontram os ODS. O intuito é que os líderes mundiais desenvolvam ações para atingir ou ao menos se aproximar dos 17 objetivos e 169 metas estabelecidos. A recomendação da ONU é de que os países, empresas e sociedade como um todo se envolvam com a busca pelo desenvolvimento sustentável e consciente.

    Com o intuito de otimizar os esforços brasileiros em atingir os ODSs, a CPRM tem hoje um grupo de trabalho que acompanha a participação da empresa no cumprimento das metas. “Ao alinhar as ações do Plano Plurianual com os ODSs vimos que várias atividades que a CPRM desenvolve já contemplavam os objetivos estabelecidos pela ONU”, afirmou a coordenadora do grupo, Patrícia Jacques.

    Ela explica ainda que os objetivos são apoiados no tripé social-econômico-ambiental e que a própria missão da CPRM já contribui para o desenvolvimento sustentável, seja em seus produtos finais ou em ações internas que contemplam sustentabilidade, equidade de gênero, parcerias institucionais etc.

    As ações da CPRM

    Atualmente todos os ODSs se aproximam das atividades desenvolvidas na Empresa, porém há três objetivos da ONU que mais se destacam no alinhamento  das ações do PPA (2016-2019) da CPRM/SGB: 8 -  promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos; 9 - construir infraestruturas resilientes, promover industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação; 12 -  assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.

    A elaboração dos mapas geológicos do Programa Novas Fronteiras; os estudos nas áreas de relevante interesse mineral (ARIM); a setorização de riscos geológicos e os monitoramentos dos sistemas hidrológicos são algumas das ações que a CPRM desenvolve e que contemplam estes objetivos direta ou indiretamente. Outros exemplos são: os levantamentos geoquímicos e aerogeofísicos; a ampliação da base de dados do Sistema de Informações de Águas Subterrâneas (SIAGAS) e os estudos de geologia marinha.

    Agora, o próximo passo do grupo é elaborar e-books para toda a comunidade interna e externa que mostre as correlações das áreas da CPRM com as metas da ONU com o intuito de incentivar a participação de todos no alcance destes objetivos. Outra ação planejada é a de usar o indicador de “índice de sustentabilidade” no planejamento estratégico, para medir o alinhamento dos projetos com os ODSs. “É fundamental que a gente elabore o próximo Plano Plurianual (2020-2023) tomando como norte o tripé da sustentabilidade”, explicou Patrícia Jacques.

    De acordo com ela a adoção dos ODSs como referência para planejar as ações públicas implica não só em um desenvolvimento sustentável como também promove uma melhoria significativa na vida de toda a população.

    O GRUPO DE TRABALHO

    Atualmente o grupo de trabalho da CPRM é composto por 6 funcionários que representam as diretorias da empresa: Patrícia Jacques, Ana Paula Petito, Lys Matos, Thales Sampaio, Cássio Roberto da Silva e Américo Caiado.

    Anna Reis
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quinta, 01 de novembro de 2018 às 15:20



    Encontro do Comitê Gestor do Projeto Biomas Tropicais

    Os estudos e projetos do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) na área de recursos hídricos e agrominerais foram destacados pelo diretor-presidente da instituição, Esteves Pedro Colnago, durante reunião com o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, sobre o Projeto Biomas Tropicais. O Serviço Geológico é parte do Comitê Gestor do projeto que inclui ainda representantes de universidades e da Embrapa, entre de outras instituições de governo.

    “A CPRM é uma organização que tem um quadro de profissionais da mais alta qualificação. Reunimos uma quantidade enorme de informações na área de mineração, geologia e recursos hídricos. Estamos com nossa equipe motivada na área de gestão de águas para indicarmos quais as possibilidades de uso para diversos fins”, afirmou Colnago nesta quarta-feira (31/10) durante o encontro.
    “É importante a CPRM estar engajada nesse projeto. Que nossos profissionais participem ativamente e entendam a importância que tem essa ação direcionada para os diversos biomas brasileiros. Como parte deste comitê gestor, vamos ter a oportunidade de nos manter engajados nesse trabalho.”

    Reunião com o ministro Gilberto Kassab sobre o Projeto Biomas Tropicais

    O diretor-presidente citou ainda o projeto que busca ampliar o conhecimento sobre o potencial hídrico da região oeste da Bahia, cortada pelo aquífero Urucuia, desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e associações de produtores locais. A expectativa é que seja assinado ainda neste ano um acordo de cooperação com a UFV para viabilizar a entrada da CPRM no projeto.
    Na última segunda-feira (29/10), Colnago participou também de uma reunião sobre este tema na sede da CPRM, onde recebeu a visita do professor da Everardo Montovani, coordenador-geral do estudo de recursos hídricos do Oeste da Bahia da UFV, e de representantes da Associação de Agricultores Irrigantes da Bahia e da Associação Baiana dos Produtores de Algodão. Em outro encontro, em setembro deste ano, o projeto foi apresentado ao chefe do Departamento de Hidrologia da CPRM, Frederico Cláudio Peixinho, aos assessores Paulo Romano, da Presidência, e Anne Gisela Guimarães, da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, e à pesquisadora em geociências Alice Castilho.

    Clique aqui e saiba mais sobre o Projeto Biomas Tropicais, uma iniciativa do Instituto Fórum do Futuro.

    Reunião sobre projeto de recursos hídricos no Oeste da Bahia




  • quinta, 01 de novembro de 2018 às 14:17



    Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Minerais Estratégicos
    O diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Pedro Colnago, acompanhou nesta quarta-feira (31/10) o lançamento dos Planos de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação 2018-2022, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). São três documentos que abrangem os setores de Energias Renováveis e Biocombustíveis, Minerais Estratégicos e Petróleo e Gás.

    O plano na área de Minerais Estratégicos, com foco em agrominerais, terras-raras, silício e lítio, tem como base dois trabalhos desenvolvidos pela CPRM, entre outras publicações: “Diretrizes para avaliação dos minerais estratégicos: fosfato, potássio, terras raras e lítio” e “Avaliação do potencial do lítio no Brasil: área do Médio Rio Jequitinhonha, Nordeste de Minas Gerais”.

    Veja aqui o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Minerais Estratégicos: http://www.mctic.gov.br/mctic/export/sites/institucional/publicacao/arquivos/Cartilha-ENERGIA.pdf

    Durante o lançamento, o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, Maximiliano Martinhão, destacou a questão dos agrominerais, que se apresentam como alternativa para fornecimento de nutrientes e insumos para a indústria de fertilizantes ou para utilização direta na agricultura.

    “É uma inovação que vai ajudar a equilibrar a balança comercial do país. Existe, sobretudo, um projeto que me chama a atenção: extrair nutrientes para a agricultura brasileira a partir de rejeitos da indústria mineral”, afirmou o secretário ao citar uma das formas para obtenção de agrominerais.

    O pesquisador Eder de Souza Martins, da Embrapa Cerrados, apresentou durante o evento uma prévia do trabalho desenvolvido em conjunto com a CPRM de Zoneamento Agrogeológico, que será lançado no dia 4 de dezembro em um evento no Ministério de Minas e Energia.

    A CPRM é parte de um grupo de trabalho interministerial que trata de questões relacionadas aos agrominerais e já desenvolveu uma série de estudos sobre o tema, que é uma das prioridades elencadas no seu planejamento estratégico para o ciclo 2017-2021.

    Para o diretor-presidente Esteves Colnago é importante seguir com esse e outros projetos para reduzir a dependência de insumos para fertilizantes, como potássio e fósforo. “Com certeza temos disponibilidade desses recursos no Brasil. O que precisamos é aprimorar nosso conhecimento sobre essa disponibilidade. A CPRM, por meio de uma parceria, voltou a ter acesso às ações relacionadas às bacias sedimentares brasileiras, onde vamos encontrar muitas coisas relacionadas a fosfato e potássio. Temos a oportunidade de retornar a esse ambiente na expectativa de buscar informações”, afirmou Colnago.

    Ao falar também sobre minerais estratégicos, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energias (MME), Márcio Félix, citou o trabalho do governo na área de geologia marinha (outra prioridade da CPRM para o ciclo 2017-2021) ao falar sobre “a chamada Amazônia Azul como uma fonte importante de recursos que podem ser usados no futuro” e destacar o interesse estratégico do país na Elevação do Rio Grande.

    Eduardo Cucolo
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quinta, 01 de novembro de 2018 às 12:40





    Os trabalhos que o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) realiza, através de levantamentos geológicos e avaliação do potencial mineral  em diversas áreas do território nacional, representa importante avanço para evolução do conhecimento e criação de novas oportunidades no país. Desta vez a CPRM esteve na cidade de Florianópolis para lançar os Informes de Recursos Minerais que sintetizam o conhecimento em áreas que somam mais de 25 mil km², localizadas no centro-leste de Santa Catarina e no sudeste do Paraná. O evento aconteceu na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)  e contou com a presença da diretoria da CPRM, de estudantes e professores  e de profissionais do setor mineral.

    A geóloga Tamara Manfredi apresenta os trabalhos sobre o
    fosfato na porção centro-leste do estado de Santa Catarina
    Foram lançados Informes de Recursos Minerais  Fosfato na Porção Centro-Leste do Estado de Santa Catarina e Integração Geológica-Geofísica e Recursos Minerais do Cráton Luís Alves. No primeiro, através do levantamento geoquímico, foi avaliado potencial para mineralizações de fosfato na região nordeste de Santa Catarina, ao leste do Paraná.  No segundo, foi apresentado o resultado da atualização da geologia do Cráton Luis Alves, e dos recursos minerais associados, como ferro e ouro, além do manganês, cobalto, níquel, cromo e vanádio. De acordo com o diretor-presidente da CPRM Esteves Colnago, as entregas dos estudos trazem oportunidades para a região. “O estado de Santa Catarina possui atividades agrícolas expressivas. Além disso, dispor de fosfato em seu território ajuda muito as possibilidades de expansão da economia local”, afirmou.

    O geólogo Leandro Betiollo apresenta as áreas de
    relevante potencial mineral do Cráton Luis Alves
    Para o Diretor de Geologia e Recursos Minerais  José Leonardo Andriotti, esses projetos têm como objetivo proporcionar o incremento do conhecimento geológico e atrair investimentos para o setor mineral, contribuindo para o desenvolvimento nacional através do fomento da mineração, subsidiando também a formulação de políticas públicas e apoiando as tomadas de decisão de investimentos.

    Alunos e professores do curso de Geologia da Universidade Federal de Santa Catarina participaram do evento e puderam entender a importância dos trabalhos apresentados. Gustavo Cortez, estudante do 4° período de geologia, destacou a relevância do trabalho para o estado e também para a área acadêmica. “As palestras, tanto sobre o fosfato como sobre o Cráton Luís Alves, mostraram novas possibilidades de exploração no estado. Elas também serviram para ampliar as áreas de pesquisa da própria universidade, abriram portas para   pesquisas de mestrado e teses de conclusão de curso, além de aprimorar a nossa grade”, destacou o estudante.

    Equipe do Serviço Geológico do Brasil prestigia o evento com estudantes e professores da UFSC


    O objetivo do Projeto Fosfato é o conhecimento dos depósitos e ocorrências de fosfato em todo o país e a ampliação das reservas brasileiras. O informe apresenta informações geológicas que permitiram definir ambientes favoráveis à mineralização de fosfato em Santa Catarina, mais especificamente na região centro-leste do estado. A avaliação do potencial de fosfato nesta região consistiu na coleta de informações no campo e na reinterpretação e integração de dados geoquímicos e geofísicos extraídos do banco de dados do Serviço Geológico do Brasil – CPRM, coletados em diferentes períodos de tempo.

    O projeto de Integração Geológica-Geofísica e Recursos Minerais do Cráton Luís Alves abrange do nordeste de Santa Catarina ao leste do Paraná e foi desenvolvido em ambiente SIG, apresentando produtos cartográficos na escala 1:250.000. Além de integrar as informações geológicas existentes com o auxílio da aerogeofísica, que permitiu um melhor entendimento sobre as unidades geológicas da área, o projeto também utilizou uma gama de ferramentas de pesquisa, como petrografia, geoquímica de rocha total e geoquímica de sedimentos de corrente. As localizações dos recursos minerais, como ferro e ouro, foram consistidas e a geoquímica de sedimentos de corrente revelou áreas potenciais para ferro, manganês, cobalto, níquel, crômio e vanádio, com predominância de controle estrutural para as concentrações observadas.

    Para acessar as publicações, clique nos conteúdos abaixo:

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quarta, 31 de outubro de 2018 às 16:55



    Alegres e participativas, as crianças da creche se envolvem com as atividades educativas


    Uma tarde de muita leitura, diversão e aprendizado. Os alunos da creche do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), administrada em parceria com a Instituição Escola Cachinhos de Ouro, receberam, ontem (30), a visita do grupo de mediação da Biblioteca Infantil do Museu de Ciências da Terra (MCTer). A atividade teve como objetivo incentivar o gosto pela leitura e o aprendizado desde a infância, por meio de contação de histórias e brincadeiras educativas.


    Amanda Paula da Silva, bibliotecária e responsável pela atividade, comentou sobre o trabalho contínuo feito pela Biblioteca Infantil do MCter, graças a atividades itinerantes em eventos dentro e fora do museu. “Acho importante fazermos nosso trabalho dessa forma itinerante, até porque a Biblioteca Infantil sempre tenta ensinar para as crianças, de forma ampla, a importância dos livros, tanto de ciências da terra quanto de outros assuntos”, diz. Além da contação de histórias e da oficina de massinha, as crianças também receberam origamis de dinossauros e puderam brincar com carimbos no formato das patas desses animais pré-históricos.


    O grupo de mediadores contou com a participação de estagiários do Setor Educativo e da Biblioteca do Mcter que, fantasiados de personagens clássicos das histórias infantis, auxiliaram as crianças durante as brincadeiras educativas. “Eu nunca tinha tido experiência com crianças tão pequenas e acredito que essa atividade na creche foi uma ótima iniciação pra mim. Foi um momento muito divertido!”, relembra Isabela Zappa, estagiária do MCter.

    Para Ian Gomes, estagiário do museu, as atividades com crianças, seja no teatro infantil ou na contação de histórias, já fazem parte da sua rotina de trabalho. “É sempre muito bacana trabalhar com as crianças da creche da CPRM. As oficinas de massinha e a contação de histórias são atividades lúdicas que agradam muito os pequenos e acabam sendo legais pra gente também”, comenta.

    Participantes do grupo:

    Amanda Paula
    José Gabriel
    Mayara do Rosário
    Filipe Jesus
    Felipe Cromack
    Yan Gomes
    Thaís Filipe
    Isabella Zappa
    Israeli Mathias

    Fantasiados de personagens do Halloween, o grupo da Biblioteca Infantil
    levou alegria e conhecimento para as crianças




    Acesse nossa galeria de fotos

    Texto: Cibele Pixinine Batista
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • terça, 30 de outubro de 2018 às 15:13





    O diretor-presidente Esteves Colnago e o diretor de Administração
    Juliano Oliveira estiveram presentes na premiação em São Paulo

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) está entre as melhores empresas do país, de acordo com ranking divulgado pela Revista Época Negócios, que avalia 27 setores da economia brasileira. Entre as empresas que atuam no segmento de mineração e siderurgia, a CPRM ficou na terceira posição dentro da dimensão Governança Corporativa.

    No segmento de mineração e siderurgia, a CPRM ficou na
    terceira posição dentro da dimensão Governança Corporativa.
    A Revista Época Negócios utiliza critérios que vão além do desempenho financeiro para eleger as melhores empresas. Entre eles, estão atitudes sustentáveis, boas práticas empresariais, ações de RH que atraem, treinam e retêm talentos, capacidade de antever mudanças, inovação e promoção da diversidade.

    “É um reconhecimento do esforço coletivo que tem mobilizado nossa empresa, no sentido de nos adequarmos às exigências legais com o advento da nova Lei das Estatais,” avaliou Esteves Colnago, diretor-presidente da CPRM, na cerimônia de premiação que aconteceu na quarta-feira (24/10), em São Paulo.


    O diretor de Administração e Finanças, Juliano Oliveira, que também foi à solenidade, destaca que, nos últimos dois anos, a CPRM tomou medidas importantes para se tornar mais transparente e, ao mesmo tempo, modernizar a gestão, com foco em resultados e qualidade de produtos e serviços.



    A Revista Época Negócios utiliza critérios que
    vão além do desempenho financeiro
    para eleger as melhores empresas
    Oliveira conta que a empresa publicou seu novo Estatuto e criou a Corregedoria, o Comitê de Governança, Riscos e Controles Internos, publicou o Regulamento de Licitações e Contratos, Código de Conduta e Integridade, além de sistemas informatizados para a implantação de um Centro de Compras e Serviços Compartilhados, visando reduzir custos e simplificar procedimentos, com a adoção de políticas de transparência e sustentabilidade.


    Em maio deste ano, a Secretaria de Coordenação de Governança das Empresas Estatais (SEST) do Ministério do Planejamento divulgou boletim sobre o desempenho das estatais, onde a CPRM foi considerada como umadas empresas públicas que melhoraram significativamente os seusindicadores de governança.

    A nota da instituição passou de 1,02 para 5,67. A empresa também ganhou certificação nível 2 pelo empenho que teve em adotar mecanismos de governança, transparência e compliance.


    Assista ao vídeo da premiação aqui.


    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400




  • terça, 30 de outubro de 2018 às 15:04



    O professor Marcelo Rocha (à esquerda) foi orientador do trabalho de Iago Costa


    O pesquisador e geofísico da CPRM Iago Costa utilizou os dados da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), projeto do qual a CPRM faz parte, em sua tese de mestrado. A pesquisa foi orientada pelo coordenador do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) e coorientada pelo geólogo da Superintendência de Belém Marcelo Vasquez.

    O objetivo do estudo consistiu em entender o manto litosférico da região Amazônica e suas implicações no entendimento de grandes depósitos minerais. O que o pesquisador fez foi mapear a variação da velocidade sísmica a partir de dados de tremores registrados por estações sismográficas da RSBR. Com isso foi possível fazer correlações para entender a distribuição de grandes depósitos minerais.

    A pesquisa representa um primeiro modelo tomográfico que utiliza múltiplas frequências na América do Sul. “Neste trabalho foi realizada uma tomografia da Terra, análoga a tomografia computadorizada amplamente utilizada na medicina. No entanto, ao invés de utilizarmos raios-x, utilizamos telessismos”, explicou Iago.

    A apresentação da tese foi no dia 26 de outubro na Universidade de Brasília e estará até o final do ano disponível no repositório da instituição.

    Anna Reis
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400




  • segunda, 29 de outubro de 2018 às 13:54




    Maria Antonieta Mourão (CPRM), Laia Mota (FIEMG) e Clesio
    Amaral (Supram) fizeram parte da mesa de abertura
    Garantir a disponibilidade hídrica para as próximas gerações é uma preocupação que alcança toda a sociedade. Pensando nisso, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), esteve no município de Montes Claros, norte de Minas Gerais, no dia 19 de outubro para promover o I Seminário sobre os estudos para a implementação da gestão integrada das águas superficiais e subterrâneas com foco na sub-bacia do Rio Verde, afluente da margem direita do rio São Francisco.

    O objetivo do trabalho é conhecer os aspectos do rio que se relacionam com os recursos hídricos da região como os tipos de rocha, as formas de relevo e ocupação dos terrenos, os tipos de solos, entre outros. As bacias hidrográficas dos rios Carinhanha e Verde Grande foram selecionadas para esse estudo.

    Foram debatidos no seminário as diretrizes traçadas e as atividades relacionadas às investigações para o meio físico, como por exemplo a determinação do volume disponível de águas subterrâneas; para o meio biológico, como os tipos de coberturas vegetais e para o meio socioeconômico, como o uso e ocupação do solo e utilização da água pelos diversos setores.

    A parceria entre a CPRM e a ANA na ampliação do conhecimento hidrogeológico foi iniciada com a realização de trabalhos na ilha de São Luís, no Maranhão, e na região Urbana e Periurbana em Manaus. Em setembro deste ano foi firmada a cooperação para a realização dos estudos nas bacias dos rios Verde Grande e Carinhanha. Depois de Jaíba (Minas Gerais) e Carinhanha (Bahia), esse é o terceiro seminário realizado.

    Maria Antonieta Mourão, coordenadora técnica do projeto na bacia do rio Verde Grande, explica que esses estudos envolverão a análise integrada dos elementos naturais e antrópicos presentes na bacia e a identificação da influência  ou condicionamento destes nos recursos hídricos. “Estamos em uma região cárstica, que é formada por rochas carbonáticas, onde tem cavernas, condutos, a água superficial e subterrânea que estão diretamente interligadas. Assim o uso da água subterrânea afeta diretamente o rio”.

    Maria Antonieta explica o trabalho realizado na gestão
    das águas superficiais e subterrâneas da bacia do Rio Verde
    Os dados gerados pelos estudos vão fornecer informações necessárias para a implantação da gestão integrada. Para Letícia Moraes, especialista em recursos hídricos da ANA, é importante que as informações obtidas no estudo permitam identificar as relações entre o aquífero cárstico e os cursos d’água superficiais da bacia do rio Verde Grande, bem como propor e implementar rede integrada de monitoramento e elaborar modelo de gestão de águas superficiais e subterrâneas, incluindo propostas de normativos conjuntos entre ANA e órgãos gestores estaduais na direção de conter o stress hídrico e amenizar os conflitos entre usuários. Já existe na bacia um desequilíbrio no balanço hídrico, tanto superficial quanto subterrâneo, é preciso agora integrar esses componentes, e construir as regras de utilização da água considerando a disponibilidade hídrica integrada.

    Para Rafael Chaves, representante do Ibama no Comitê Rio Verde Grande, a medida vem em um momento em que o rio mostra estado de alerta. “O rio Verde Grande tem importância econômica, tanto para as atividades agropecuárias quanto para a captação de água para diversos municípios aqui da região, como Montes Claros, além disso a sua importância ecológica muito grande.

    A cidade de Montes Claros, por ser o principal polo regional, influencia fortemente, em sua área geográfica, a demografia da bacia do Verde Grande. As atividades iniciais associadas aos estudos compreendem o cadastramento de pontos de água superficiais e subterrâneos que envolvem captação ou que sejam de interesse para compreensão dos aspectos hídricos na região tais como sumidouros (pontos em que um curso d'água superficial penetra no solo) ou nascentes.

    Para realizar esse levantamento, a participação da comunidade e das instituições de pesquisas locais é fundamental para traçar um panorama do uso atual da água e do volume já comprometido com as demandas, bem como conhecer a dinâmica hídrica. Uma equipe de geólogos, hidrogeólogos e engenheiros está percorrendo a região para realização dos estudos e coleta de dados.

    Ao final desse trabalho vão ser apresentadas informações sobre a disponibilidade de água superficial e subterrânea de forma integrada e as futuras demandas. A partir disso será apresentada uma proposta de gestão integrada de águas superficiais e subterrâneas que beneficie os usuários.

    Seminário interno em Belo Horizonte- Para nivelar o conhecimento entre os técnicos que estão trabalhando na equipe multidisciplinar, entre os dias 09 a 11 de outubro aconteceu o Seminário Interno sobre o projeto para Implementação da Gestão Integrada das Águas Superficiais e Subterrâneas na Bacia Hidrográfica do rio São Francisco, sendo neste evento focado para a sub-bacia do rio Verde Grande. 

    Técnicos participaram do Seminário em Belo Horizonte
    Participaram do evento: a equipe técnica da CPRM, tanto da Superintendência de Belo Horizonte, quanto de outras unidades regionais: Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília; profissionais de outras instituições como: CECAV/ICMBIO, UFOP, UFMG, CDTN, Hidrovia.


    O evento consistiu num momento importante de troca de informações e experiências sobre a região e numa oportunidade de identificar parcerias para o desenvolvimento do projeto, otimizando recursos e maximizando os resultados.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400


  • segunda, 29 de outubro de 2018 às 09:31




    Coordenador de implantação da SSO, Ricardo Gotelip, acompanhou o treinamento
    A Superintendência regional de Belo Horizonte do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) concluiu, no dia 11 de outubro, mais uma edição do treinamento Introdução à Técnica de Direção 4X4. A turma contou com 33 participantes do Departamento de Hidrologia. Com a conclusão do curso, 70% dos condutores da unidade receberam o treinamento e estão capacitados para dirigir em trechos off-road. O curso também abordou técnicas de direção defensiva.

    Segundo o integrante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e gestor da frota de Belo Horizonte, Alisson Santos Amorim, o curso atingiu o objetivo de promover a segurança e autonomia na direção. “O curso foi muito produtivo, pois alguns integrantes das equipes técnicas utilizam veículos equipados com dispositivos de segurança para trechos de difícil acesso, mas muitas vezes não sabem como usá-los corretamente. O curso vai ampliar a segurança do empregado”, avaliou. Alisson destacou ainda que desde março, quando foi realizado o primeiro curso, já foi observada redução de 10% na manutenção dos veículos. “Além da segurança, já sentimos outra grande mudança, a redução significativa na manutenção da frota, o que é muito positivo”, relatou.

    Curso contou com aulas práticas e teóricas
    De acordo com o coordenador da implementação do sistema de gestão de Saúde e Segurança Ocupacional (SSO) da CPRM, Ricardo Gotelip, a iniciativa faz parte de um processo amplo de ações que a CIPA, juntamente com o time de Gestão de SSO vem realizando, seguindo orientação da Diretoria Executiva. “Este curso é importante porque faz parte da sedimentação da cultura de segurança na CPRM. Ele deve chegar a todas as unidades, por orientação da Diretoria Executiva. É também exemplo de como a parceria com as CIPAs nas unidades regionais é fundamental para o sucesso da implementação do Sistema de Gestão de Saúde e Segurança. Nosso objetivo é prevenir acidentes com veículos e aumentar a segurança, especialmente na sua utilização nos trabalhos de campo”, afirmou Gotelip.

    Instrutor mostra componentes de um motor de caminhonete
    A capacitação foi dividida em dois módulos. No teórico, as principais características técnicas das caminhonetes que são utilizadas em campo, com ênfase em instruções sobre o funcionamento do freio ABS e a utilização do sistema de tração 4x4 foram abordadas. No módulo prático, os empregados puderam aprender a utilizar o sistema de transmissão 4x4 em terreno semelhante ao encontrado nas atividades de campo. A analista em geociências da CPRM, Patrícia Simões, esteve presente na capacitação e ratifica a importância do curso. “Achei muito proveitoso porque aprendemos quando e de que forma usar os recursos off-road dos carros da CPRM, como sair de situações complicadas em estradas de terra, por exemplo. Vai me ajudar muito nas atividades de campo”, disse.

    Participantes da Sureg BH


    Texto: Janis Morais, Ix Chel de Carvalho e Pedro Henrique Santos
    Fotos: GEHITE Belo Horizonte
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscomdf@cprm.gov.br 
    (21) 2295-4646


  • sexta, 26 de outubro de 2018 às 13:27



    Encontro aconteceu no auditório da Superintendência Regional de São Paulo
    A visita da delegação da Província de Hubei, China, aconteceu do dia 11 de outubro. Eles foram recebidos pelo superintendente da CPRM Julio Cesar Andreolli Caliento e participaram de uma reunião para conhecer os principais projetos e ações que serão desenvolvidos nas áreas de geologia e recursos minerais nos próximos cinco anos pela instituição.

    O gerente de Geologia e Recursos Minerais da Superintendência, Mauricio Pavan Silva, apresentou as atividades de geologia básica e recursos minerais desenvolvidas pela Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM) e seus departamentos de Geologia (DEGEO) e Recursos Minerais (DEREM).

    Já o chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica, Luiz Gustavo Rodrigues Pinto, apresentou as atividades que são desenvolvidas pela divisão tanto na área de sensoriamento remoto, quanto de geofísica. Apresentou a disponibilidade gratuita dos dados aerogeofísicos e como acessá-los, além do acervo de equipamentos geofísicos terrestres da CPRM e laboratórios vinculados a divisão.

    O gerente de Infraestrutura Geocientífica, Fabrizio Prior Caltabellotta apresentou as ações desenvolvidas pela Diretoria de Infraestrutura Geocientífica no apoio aos projetos da DGM com atuação da equipe na área de geoprocessamento e editoração. Foram apresentadas também as ações da diretoria para modernização do acesso de dados da empresa, através da aquisição e instalação dos servidores de dados, entre outras ações.

    Superintendência Regional Julio Cesar Andreolli Caliento
    recebeu a delegação  chinesa  que esteve no Brasil
    para conhecer  oportunidades de investimentos
    Durante o encontro, foi debatido projetos de pesquisa mineral desenvolvidos pela empresa no Estado do Amazonas, com foco na pesquisa de Potássio. Os representantes da CPRM esclareceram algumas dúvidas sobre empresas de pesquisa mineral do país e afirmaram que todas as informações solicitadas dos projetos em vigência seriam disponibilizadas através de relatórios técnicos a serem publicados no ano de 2019. Ao final do encontro, a delegação visitou a Biblioteca da unidade regional.

    Warley Pereira
    Revisão: Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • sexta, 26 de outubro de 2018 às 12:31





    No total, 50 pessoas acompanharam o lançamento dos produtos da CPRM

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) apresentou nesta terça-feira, dia 23/10, o resultado de estudos geológicos que ampliam o potencial mineral dos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. Mais de 50 pessoas acompanharam a apresentação das Notas Explicativas das Folhas Buíque-PE, Lajes-RN e Santa Cruz-RN, mapeadas na escala 1:100.000, do Informe Geoquímico da Bacia do Araripe, do Atlas de Rochas Ornamentais dos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, e do relatório do Projeto Campina Grande, que aponta alternativas para o abastecimento por águas subterrâneas.


    “Além de ampliar o conhecimento geológico, nosso objetivo é apontar novas áreas com potencial para pesquisa mineral, que visam alavancar a economia e atrair novos investidores”, afirmou o diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, José Leonardo Silva Andriotti, durante a abertura do evento. Também Participaram da mesa, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE), Evandro Alencar, e o Superintendente Regional de Recife da CPRM, Sérgio Maurício Coutinho Corrêa de Oliveira. Os chefes de Departamento da CPRM Lúcia Travassos e Marcelo Almeida e a gerente de Geologia e Recursos Minerais, Maria de Fátima Lyra de Brito, também acompanharam o lançamento no Auditório do CREA-PE.

    Geóloga Maria Angélica Batista Lima apresentou
    a Folha Buíque, Pernambuco
    Pernambuco foi um dos estados beneficiados com a identificação de novas potencialidades minerais. Com o mapeamento geológico da Folha Buíque, localizada no semiárido pernambucano, a CPRM concluiu 60% do mapeamento em escala 1:100 000 de todo o Estado. Conforme a geóloga Maria Angélica Batista Lima, abrem-se perspectivas em área cuja economia é baseada na agricultura, mas é promissora para depósitos de minerais metálicos. Na região, foram cadastradas 41 ocorrências consideradas inéditas. Entre elas, importantes anomalias de terras raras, enriquecidos notadamente em tório, matéria-prima de grande relevância econômica e estratégica, cuja produção mundial hoje se concentra 97% na República Popular da China.  

    Responsável por 95% do mercado nacional de gipsita, utilizada na fabricação de gesso, a Bacia do Araripe, localizada nos estados de Pernambuco, Ceará e Piauí, foi alvo de levantamento geoquímico. Segundo o geólogo Geysson de Almeida Lages, a presença de substâncias minerais importantes tais como a celestita (sulfato de estrôncio) e sulfetos de zinco, chumbo e cobre foram evidenciadas. Dentre os resultados, há indícios de novas ocorrências na parte norte-nordeste e sul da bacia, em cidades como Santana do Cariri, Crato e Barbalha. No total, 13 zonas anômalas de estrôncio (±Bário), cobre-chumbo-zinco e fósforo foram identificadas. “Nosso objetivo foi identificar outras substâncias minerais que possam fomentar e incrementar a cadeia produtiva de exploração da gipsita”, relatou.

    Geólogo André Luiz Carneiro da Cunha apresentou
    a Folha Santa Cruz em RN
    No Rio Grande do Norte foi realizado mapeamento geológico nas Folhas Lajes e Santa Cruz, localizadas na Província Mineral do Seridó, de forte vocação mineira. Conforme o geólogo Alan Pereira Costa, na Folha Lajes foram cadastrados 315 pontos de recursos minerais, abrangendo 32 substâncias minerais, como tungstênio, ouro, ferro, tântalo, nióbio e gemas preciosas. Na Folha Santa Cruz, o geólogo André Luiz Carneiro da Cunha cita a presença de 693 ocorrências minerais, com destaque para ouro, gemas (água marinha, granada), minerais industriais (tantalita/ columbita) e de uso na construção civil (mármore, areia), além da delimitação de novas áreas potencias para prospecção de scheelita, gemas e ouro.

    Já o Atlas de Rochas Ornamentais é o resultado da avaliação de uma área de mais de 235.000 km² nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, com expressivos depósitos de rochas ornamentais. O geólogo Vanildo Almeida Mendes responsável pelo projeto relatou que foram catalogados 85 materiais com base no forte apelo comercial e expectativa de valorização no mercado externo, com aplicação garantida na condição de revestimento de interiores e exteriores na construção civil. Deste total, 14 não têm registro regular precedente, representando possibilidade para novos empreendimentos mineiros.

    A CPRM apresentou ainda trabalho de avaliação de alternativas de abastecimento hídrico a partir de aquíferos em rochas sedimentares e fraturadas na Região Metropolitana de Campina Grande e na Bacia Sedimentar de Boa Vista. “Recebemos a demanda do governo federal para atuar de forma emergencial frente ao iminente colapso no fornecimento de água do açude Epitácio Pessoa para a cidade de Campina Grande”, explicou o geólogo Geysson de Almeida Lages. Os estudos hidrogeológicos, geológico-estruturais e geofísicos foram amplos identificando qualidade da água, das rochas, vazão, entre outras informações relevantes.

    Geysson Lages, José Andriotti, Sérgio Maurício Coutinho Corrêa de Oliveira,
    André Luiz Carneiro, Alan Costa, Vanildo Mendes, Lucia Travassos, Maria Angélica Batista,
    Maria de Fátima Lyra de Brito, Marcelo Esteves e Vladimir Cruz de Medeiros


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    Janis Morais
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  • sexta, 26 de outubro de 2018 às 12:19



    Superintendente Fernando Schwanke entrega mapa elaborado pela CPRM ao Coronel Siqueira
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) concluiu mapa das indicações de áreas potenciais graníticas limítrofes da BR 116, entre os municípios de Guaíba e Sentinela do Sul, no Rio Grande do Sul, elaborado a pedido do Exército Brasileiro, que está assumindo a duplicação da rodovia nos trechos 1 e 2. O trabalho foi executado pela equipe de geólogos e especialistas em sensoriamento remoto da Superintendência do Rio Grande do Sul e Santa Catarina da CPRM. A entrega do mapa ao 4º Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul ocorreu no dia 22/10 na sede da superintendência, em Porto Alegre.


    As tratativas para realização do mapeamento iniciaram no mês de outubro, após a visita do Coronel Enio Roberto Bênia, assessor para obras de cooperação do 4º Grupamento de Engenharia, que trouxe a demanda do Exército para identificar as áreas graníticas limítrofes dos trechos 1 e 2 da BR 116 pela necessidade da utilização de britas na obra de duplicação. Na ocasião, o coronel foi recebido pelo superintendente Fernando Schwanke e pela gerente da área de recursos minerais Lucy Takehara Chemale, que acolheram a demanda e comprometerem-se a dar celeridade ao pleito recebido. Segundo o superintendente Fernando Schwanke "é determinação do presidente da CPRM, Dr. Esteves Colnago que a empresa atenda demandas imprescindíveis da sociedade, e o pleito do Exército Brasileiro é uma destas demandas", destacou.

    Técnicos da CPRM trabalharam na confecção do mapa, tanto em meio físico quanto digital, entregando-os ao comandante do 4º grupamento de engenharia Coronel Rogério Cetrim de Siqueira. A CPRM ainda comprometeu-se de auxiliar o Exército nos trabalhos de identificação das áreas em nível de campo. O Coronel Siqueira agradeceu a presteza da informação, salientando que "este tipo de colaboração entre entes públicos traz inúmeros benefícios para obras essenciais à vida da sociedade".

    Durante a reunião, ainda foram discutidas outras possibilidades de cooperação entre a CPRM e o Exército Brasileiro que deverão ser aprofundadas e pormenorizadas. Para finalizar, o superintendente Fernando Schwanke salientou que "atender a este tipo de demanda, de importância social relevante, de forma rápida e eficiente, é um dos objetivos de nossa superintendência e continuaremos na busca de parcerias que sejam benéficas para a sociedade brasileira", concluiu.



    Janis Morais
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  • sexta, 26 de outubro de 2018 às 11:51



    A geofísica da CPRM Lúcia Maria da Costa e Silva ministrou o curso

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) ofereceu um curso com duração de 10 horas sobre geofísica não-tradicionalmente aplicada a barragens. Ele fez parte da programação da V Semana de Geociências que aconteceu entre os dias 25, 26 e 27 de setembro na Universidade de Brasília (UnB).
    O curso foi ministrado pela pesquisadora da superintendência de Belém da CPRM Lúcia Maria da Costa e Silva. Ela mostrou que a geofísica pode, de forma econômica, ser utilizada em diversos trabalhos nas barragens e usou como base as experiências da CPRM e da Agência Nacional de Mineração (ANM). Foi tratado ainda sobre o cenário nacional e internacional da área de barragens.

    De acordo com a pesquisadora, o rompimento da barragem em Mariana (MG), que aconteceu em novembro de 2015, mostrou a necessidade de utilizar técnicas mais modernas para a segurança das barragens.

    SOBRE A SEMANA DE GEOCIÊNCIAS
    A V Semana de Geociências teve como tema central “geociências além do óbvio: novas conexões, tecnologia e comunidade”. A programação conta com palestras, minicursos e workshops que mostram o atual cenário tecnológico disponível para a realização de novas pesquisas e também seus impactos para a sociedade.


    Anna Reis 
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  • quinta, 25 de outubro de 2018 às 17:00




    Equipe ANA, CPRM e USGS na estação Queluz – rio Paraíba do Sul

    No âmbito do Memorando de Entendimento (MOU), firmado entre as três instituições, foi realizado o Programa de Revisão Técnica com o objetivo de definir os procedimentos e ferramentas de suporte e gerenciamento das atividades de campo e escritório para assegurar a qualidade dos dados gerados na Rede Hidrometeorológica Nacional de Referência (RHNR).

    O evento ocorreu na Superintendência Regional de São Paulo (SUREG/SP), teve duração de nove dias e reuniu cerca de 20 pessoas, dentre elas dois cientistas do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), quatro servidores da Agência Nacional de Águas (ANA), além de técnicos e pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) de São Paulo, do Departamento de Hidrologia (DEHID), de Manaus, de Porto Alegre e de Teresina.

    Equipe ANA, CPRM e USGS na estação Ponte do Souza
    Eles realizaram atividades de escritório, campo e avaliaram os processos que envolvem a operação da RHNR, estabelecendo padrões para as técnicas de serviço da Rede. Como parte da programação, a unidade de São Paulo apresentou seu fluxo de dados, que inclui desde sua coleta no campo até a disponibilização à ANA. Além da preparação para o campo, calibração de equipamentos e visita a duas estações localizadas na bacia do rio Paraíba do Sul.

    Houve uma dinâmica de grupo para fazer a relação dos principais temas que devem ser abordados na revisão técnica, dentre eles: instrumentação, segurança do trabalho, documentação da estação, fluxo e banco de dados, formação técnica, comunicação e aplicação da marca da RHNR, avaliação de desempenho, operação das estações, operação de PCDs e manuais técnicos de nivelamento, perfil transversal e medição de vazão.

    Essas propostas constituem uma forma de auditoria técnica e serão replicadas no próximo ano para as Unidades Operacionais de Manaus, Porto Alegre e Teresina. Elas abrem espaço para que seja realizada uma atualização e padronização de normas e procedimentos técnicos em hidrologia, tarefa que está sendo planejada entre a ANA e a CPRM.

    Presente no encerramento do encontro, o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial, Antônio Carlos Bacelar, comentou a importância dessa parceria para promover uma integração das águas superficiais e subterrâneas, destacando, ainda, os desafios que as novas gerações de técnicos e pesquisadores enfrentam na tarefa de garantir um dado hidrológico qualificado para atender a sociedade.

    Peixinho homenageado pelos colegas do USGS
    Homenagem – cientistas do USGS Shaun Wicklein e Russ Lotspeich entregaram uma placa, em nome dos amigos e colegas do Serviço Geológico Americano, ao chefe do Departamento de Hidrologia, Frederico Cláudio Peixinho, pela sua contribuição no campo do monitoramento hidrológico e da ciência. Surpreso com a homenagem, Peixinho deu os créditos do trabalho aos colaboradores que o acompanham nesta jornada hidrológica, destacando profissionais com Ramiro Fernandes, Flávio Moreira, Achiles Monteiro, Silvia Lúcia, dentre outros.

    Ressaltou ainda a grande contribuição do USGS desde a origem da CPRM, com o estimulo e o incentivo dos Doutores Lotufo, Ney Maranhão e Marcelo Medeiros.  O Superintendente da ANA, Marcelo Medeiros, encerrou o evento destacando a grande transformação que está ocorrendo no modelo de planejamento e operação da RHNR. Destacou, também, as relevantes participações dos técnicos de ambas as instituições nesse processo e a importância do USGS neste contexto de mudança de paradigma. Agradeceu à gerente de Hidrologia e Gestão Territorial, Vanesca Sartorelli Medeiros e sua equipe pela organização do evento. 

    Russ (USGS), Peixinho, Shaun (USGS)
    e o diretor de hidrologia Bacelar
    Ressaltou ainda a grande contribuição do USGS desde a origem da CPRM, com o estimulo e o incentivo dos Doutores Lotufo, Ney Maranhão e Marcelo Medeiros.  O Superintendente da ANA, Marcelo Medeiros, encerrou o evento destacando a grande transformação que está ocorrendo no modelo de planejamento e operação da RHNR. 

    Ressaltou ainda a grande contribuição do USGS, deste a origem da CPRM, recentemente retomada, através da ANA, com o estimulo e o incentivo dos Doutores Lotufo e Ney Maranhão e Marcelo Medeiros. O Superintendente da ANA, Marcelo Medeiros encerrou o evento, destacando a grande transformação que está ocorrendo no modelo de planejamento e operação da RHN a relevantes participações dos técnicos de ambas as instituições neste processo e a importância do USGS neste contexto de mudança de paradigma. Agradeceu também à gerente de Hidrologia e Gestão Territorial, Vanesca Sartorelli Medeiros e sua equipe pelo profissionalismo na organização do evento.

    Clique aqui para conferir a galeria de fotos.

    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400


  • quarta, 24 de outubro de 2018 às 14:29



    Fabrice Papa expõe a observação do ciclo da água pelos satélites no espaço
    A telemetria é uma tecnologia de ponta via satélite que está sendo utilizada na bacia Amazônica desde 2012, por intermédio do Projeto Dinâmica Fluvial, para monitorar o nível de grandes rios como o Amazonas e Solimões, além de coletar dados hidrológicos. A cooperação instituída pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) com a NASA (Agência Espacial Americana) e as instituições francesas CNES (Centro Nacional de Estudos Espaciais) e IRD (Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento da França) tem possibilitado a obtenção de dados gerados por radares altímetros, gravimetria, observações in loco e o monitoramento de locais de difícil acesso em regiões, inclusive transfronteiriças, consideradas inóspitas. 

    Fabrice Papa pesquisador do IRD esteve no escritório da CPRM, localizado na Urca (RJ), no dia 19 de outubro, para apresentar os avanços em tecnologias de sensoriamento remoto na observação da dinâmica hídrica e em aplicação nos estudos conjuntos com o Serviço Geológico do Brasil. “O futuro da Hidrologia está em um passo importante, haja vista o lançamento em 2021 do satélite SWOT (Surface Water e Ocean Topography da NASA e CNES). O SWOT será dedicado a estudar a dinâmica da água superficial e como ela interage com o clima. A CPRM já está envolvida na preparação do satélite por meio de projetos e em campanhas de campo. Esta cooperação é muito importante para tornar este satélite um verdadeiro sucesso”, afirma Fabrice. 

    Entre os tópicos abordados durante a palestra, destacam-se: Ciclo hidrológico continental e o armazenamento e fluxo de água, observação espacial do ciclo hidrológico, altimetria por satélite radar sobre corpos de águas continentais e variações no armazenamento de água continental. 

    O analista em Geociências da CPRM
    Daniel Moreira fez a mediação da palestra

    Segundo o pesquisador francês, o trabalho em cooperação com os brasileiros é uma parceria de longo prazo, forte e frutífera. “Temos muitas publicações científicas conjuntas e projetos juntos em hidrologia espacial, clima e recursos hídricos. É sempre um prazer receber pesquisadores da CPRM em nosso laboratório na França, principalmente em Toulouse, e os cientistas franceses do IRD estão sempre entusiasmados em visitar o Brasil e a CPRM em reuniões de trabalho, conferências e trabalho de campo”, acrescenta.




    Para o analista em Geociências da CPRM Daniel Moreira, que integra a equipe internacional à frente dos estudos, “novas tecnologias permitem o aumento da capacidade de monitoramento hidrológico, trazendo agilidade e rapidez para a aquisição dos dados que são fundamentais para o conhecimento hidrológico do território brasileiro”. 


    Os dados de nível dos rios adquiridos pelos satélites de radar altimétrico são livres e estão disponíveis no website (hydroweb.theia-land.fr). É preciso que o usuário faça apenas um registro na plataforma para acessá-lo. 

    “O estágio atual da Cooperação CPRM-IRD demonstra a importância inquestionável da cooperação internacional como instrumento de capacitação técnica e transferência de conhecimento: a CPRM já opera 10% das estações da Rede Hidrometeorológica Nacional de Referência com a aquisição de dados por satélites, representando, além do extraordinário avanço tecnológico que permite o acesso real a áreas ínvias, a aplicação de método de trabalho chancelado pela comunidade científica global”, ressalta a chefe da Assessoria de Assuntos Internacional do Serviço Geológico do Brasil, Maria Glícia. 

    Para fazer o download da apresentação de Fabrice Papa “Global scale and Amazon freshwater dynamic from multi-satellite observations. Towards the high spatial resolution of storage and fluxes”, acesse aqui

    Veja mais fotos do evento, clique aqui

    Texto e Fotos: Pedro Henrique Santos 
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    pedro.pereira@cprm.gov.br 
    (21) 2295-4641


  • quarta, 24 de outubro de 2018 às 14:27



    Esteves Colnago, diretor presidente da CPRM, no Seminário

    O diretor presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Colnago, participou do Seminário de Mineração e Desenvolvimento Sustentável, realizado em Manaus nos dias 18 e 19 de outubro. O evento contou com palestras técnicas e abordou temas como exploração de petróleo e gás no contexto da 4ª Revolução Industrial, sustentabilidade e mineração no Brasil e no Amazonas.

    Colnago representou o Ministério de Minas e Energia e aproveitou a ocasião para reforçar a importância da CPRM na ampliação da pesquisa e na exploração mineral. “A produção de potássio no estado do Amazonas pode suprir no futuro 20% da demanda brasileira, o que reduziria nossa dependência externa e nosso custo na produção de alimentos. Agora uma das metas da CPRM é tornar este sonho realidade”. 

    Após o seminário, o diretor presidente se reuniu com os funcionários da superintendência de Manaus da CPRM para conversar sobre os trabalhos desenvolvidos na região.


  • quarta, 24 de outubro de 2018 às 14:05




    Estande da CPRM e Apex Brasil na Conferência Mines and Money

    As potencialidades minerais do Brasil, com ênfase nas áreas em processo de licitação de direitos minerários do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), foram apresentadas para investidores internacionais na conferência Mines and Money Americas, realizada em Toronto, Canadá. O diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, José Leonardo Andriotti, foi escolhido para expor detalhes dos projetos prioritários da área de mineração dentro do programa PPI do governo federal. A conferência, uma das mais importantes do setor, se encerrou na quarta-feira, dia 17/10, após três dias de painéis, apresentações e reuniões individuais.

    O encontro reuniu analistas do setor e CEOs de empresas do setor de mineração. Pelo Brasil, também estiveram participando do encontro, representantes da Apex Brasil e da SPPI/Presidência da República. Pela CPRM, o chefe da Divisão de Economia Mineral e Geologia Exploratória, Ruben Sardou. As oportunidades de investimento em vários países da América do Sul foram destaque no primeiro dia da conferência, incluindo a participação da CPRM.  “Apresentamos as potencialidades minerais do Brasil e as áreas que estão sendo disponibilizadas no PPI neste ano e nos próximos”, destacou Andriotti. O evento disponibilizou aos participantes aplicativo para agendamento de reuniões com investidores. No total, 13 empresas que demonstraram interesse nas áreas foram convidadas e visitaram o estande da CPRM.

    Diretor de Geologia e Recursos Minerais,
    José Andriotti, na conferência no Canadá
    No último dia do evento, o diretor Andriotti foi convidado pelo Consulado Brasileiro em Toronto para participar de três reuniões de trabalho. Uma delas, com a empresa Vale Canadá, que apresentou seus projetos naquele país e intenções de investimentos no Brasil. Em seguida, Andriotti e representantes do Consulado receberam a empresa Brazil Potash, que relatou sobre o projeto que desenvolve no Brasil para abertura de uma mina de potássio no Amazonas, na concessão que possui no município de Autazes. Na terceira reunião, foi discutida a possibilidade de memorandos de entendimentos entre a CPRM e a Universidade de Toronto, por meio de uma professora da universidade da área de laboratórios analíticos.

    O encontro discutiu ainda questões geopolíticas como o avanço chinês sobre o mercado e o impacto das novas tecnologias no setor mineral. No painel sobre mineração na América Latina, foram feitas comparações entre países como Chile, Peru, México e Brasil. A burocracia no Brasil foi citada pelos conferencistas como um dos entraves para os investimentos no país.

    De acordo com Andriotti, a conferência foi uma boa oportunidade para ampliar o conhecimento de representantes do setor mineral estrangeiro sobre as potencialidades do Brasil. “Foi uma boa participação. A CPRM apresentou as suas áreas. Embora o evento tenha reunido também investidores interessados em ativos em estágio mais avançados, foi muito válida a participação”, avaliou.


    Janis Morais
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400
    (51) 3406-7361



  • quarta, 24 de outubro de 2018 às 14:03




    Pesquisador da CPRM participa de mestrado no Japão para o aperfeiçoamento de técnicas de gerenciamento de desastres


    Apresentação do trabalho final do mestrado do geólogo Leandro Kuhlmann

    Direto da Terra do Sol Nascente, o geólogo Leandro Kuhlmann trouxe para o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) conhecimentos sobre novas metodologias de análise de perigo e risco de inundação, que aprendeu durante o mestrado internacional oferecido pelo Instituto de Pesquisa em Políticas Públicas (GRIPS) em parceria com o Centro Internacional de Gerenciamento de Perigo e Riscos Hidrológicos (ICHARM) no Japão. Com apenas 14 alunos escolhidos de vários países do mundo, Kuhlmann foi o único brasileiro e teve a oportunidade de ter aulas com professores do Japão, Coreia do Sul, Rússia, Índia, dentre outros locais. 


    Visando o fortalecimento da parceria com a Agência de Colaboração Internacional do Japão (JICA), que ocorre desde 2012, o programa de mestrado disponibilizou trabalhos de campo em estruturas de engenharia e instituições de gerenciamento de desastres em mais de 10 cidades no Japão. Além de visitas a escolas japonesas, a fim de unir a atividade profissional com o intercâmbio cultural.

    A Assessoria de Comunicação entrevistou o pesquisador e pediu que ele compartilhasse alguns detalhes dessa experiência única. Confira a seguir nossa entrevista:


    Medições de vazão e teste de equipamentos no Rio Shinano, cidade de Tokamachi.
    1. Qual foi a sensação de ser escolhido para ocupar uma das 14 vagas do curso? Outros brasileiros também receberam a capacitação? 

    Esse ano, eu fui o único brasileiro! Desde a criação do curso, somente outros dois brasileiros tiveram a oportunidade de participar, um era do Ministério das Cidades e o outro era do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD). 

    A sensação de ser selecionado foi muito boa, mas significou também um grande peso por conta da responsabilidade que seria representar o meu país no outro lado do mundo. 


    2. De que forma você acredita que essa experiência irá contribuir para o desenvolvimento do seu trabalho na CPRM? 

    Mirante para observação de muros de proteção a tsunami e tempestade na cidade de Kōchi

    Acredito que poderei contribuir com as metodologias de mapeamento de risco na CPRM, incorporando técnicas que foram aplicadas lá. Também aprendi bastante sobre as políticas de gerenciamento de desastres e sobre como as instituições equivalentes à CPRM se engajaram na elaboração de políticas públicas adequadas do ponto de vista técnico. Algumas parcerias foram sugeridas e podem ser criadas ou agregadas naquelas já existentes.






    3. Fale sobre o seu projeto final. 

    Na minha dissertação, eu apliquei uma metodologia de mapeamento de perigo e avaliação de dano potencial de inundação baseada em dados com disponibilidade nacional. O projeto foi inteiramente desenvolvido com softwares de código aberto, criados pelos próprios professores do Instituto. 

    Partindo dos registros de chuva da Agência Nacional de Águas (ANA), eu calculei a distribuição de eventos extremos por frequência. Utilizando os eventos históricos, calibrei um modelo hidrológico com base na descarga dos rios e manchas de inundação, utilizando as chuvas para cada período de recorrência na simulação. Dessa forma, pude mapear as áreas de perigo. Depois, para cada mancha de inundação, apliquei um modelo de danos, baseado na generalização de pesquisas anteriores e na interpretação de registros de danos no Brasil. 

    O resultado foi validado com registros oficiais de danos e obteve um desempenho melhor do que outro método alternativo que também foi testado. Todo esse processo pode ser aplicado em projetos de gestão de risco na CPRM, poderíamos até simular na mesma plataforma os efeitos das obras de intervenção. 

    Turma de formandos

    4. Quais foram as temáticas estudadas ao longo do mestrado? 

    A programação abordou desde aspectos técnicos da gestão de desastres como estudos sobre o clima, hidráulica dos rios e inundações, transporte de sedimentos, modelagem de inundação, programação de computadores até um pouco sobre a história do Japão, sua economia e as políticas de gestão de desastres. 


    5. Qual avaliação você faz do curso? 

    Eu achei o curso excelente, nós tivemos aulas com grandes experts do Japão, Rússia, Índia, entre outros países; foi uma grande experiência e me mostrou o quanto ainda tenho a aprender. Os japoneses são realmente muito comprometidos e apaixonados pelo trabalho, com o tempo foram depositando muitas expectativas e esse comprometimento me inspirou a correr atrás dos compromissos.




    6. Você comentou sobre algumas atividades que fizeram parte do curso como trabalhos de campo e visitas a escolas japonesas. Qual dessas lembranças mais te marcou? 

    Minha experiência favorita foi em Kyoto, a cidade é muito bonita e lá muitas pessoas usam os trajes tradicionais na rua. Nós visitamos o primeiro complexo de túneis feito pelos japoneses sem ajuda europeia. Eles foram feitos para conexão do Lago Biwa até os canais de Kyoto e serviram para transporte, abastecimento de água e geração de energia. Além disso, visitamos também um aqueduto que atravessa um complexo de templos. 

    Visita à Sala de emergência do Ministério da Terra, Infraestrutura e Transportes
    em Tóquio e à uma 
    escola japonesa

    7. Conte um pouco da experiência cultural de viver no Japão. 

    O Japão é um país incrível, a população é muito hospitaleira e calorosa. É um país que une tradição e modernidade, com templos e costumes preservados em meio a um ambiente moderno e tecnológico. O idioma foi a maior barreira, mas com o tempo consegui aprender o suficiente para conseguir aproveitar.

    O geólogo teve a oportunidade de conhecer vários pontos turísticos do Japão, inclusive, 
    o  Santuário Yasaka-Jinja em Quioto



    Texto: Cibele Pixinine Batista
    Fotos: Acervo Pessoal
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400


  • quarta, 24 de outubro de 2018 às 13:59



    Música tradicionalista gaúcha animou a festa

    Após 21 dias do início das aulas do primeiro módulo do Curso de Extensão em Hidrologia promovido pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e Instituto De Pesquisas Hidráulicas IPH/UFRGS, 52 hidrotécnicos da empresa participaram do almoço de integração na Associação dos Funcionários da CPRM (Assempa) da Superintendência Regional de Porto Alegre.


    Foi servido churrasco aos cursistas
    A engenheira hidróloga e coordenadora geral do curso pela CPRM, Andrea Germano, foi anfitriã do encontro de integração e recebeu a todos com o melhor da hospitalidade gaúcha: churrasco e música tradicionalista ao violão. O clima de alegria e amizade contagiou a todos os hidrotécnicos que ingressaram na empresa pelo concurso de 2016. Um deles é João Cunha, da Sureg de Salvador, que emocionou a todos com seu depoimento comovente em agradecimento a todos os colegas e coordenadores do curso.

    “Ontem foram completados 21 dias fora de casa, do cheiro da família, que sentimos falta sempre quando entramos nos nossos quartos, tanto que às vezes esta saudade nos impede de dormir. Mas ontem, confesso para todos que senti a verdadeira presença da família, era como se fossemos todos parentes, irmãos e/ou filhos. Foi muito bom. Muito obrigado a todos por aqueles momentos alegres e felizes. Irei recordar sempre”, agradeceu.

    Turma foi recebida na sede da Assempa em Porto Alegre
    O curso é realizado no Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com apoio da Agência Nacional de Águas (ANA). As aulas teóricas desta primeira etapa seguem até o dia 09/11. O próximo módulo terá duração de 12 semanas e será todo em EAD, via plataforma MOODLE. O curso contará ainda com uma terceira etapa voltada para práticas de campo.

    Galeria de fotos: https://photos.google.com/album/AF1QipNj2T5OMygdftGRHrnSYvT8rUrg3xG5Ha1FFUfc 

    Janis Morais
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscomdf@cprm.gov.br 
    (61) 2108-8400 (51) 3406-7361

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