ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • quinta, 17 de janeiro de 2019 às 12:14



    Jorge Pimentel, pesquisador em Geociências da CPRM, expôs as atividades realizadas
    e as que ainda serão executadas pela empresa


    A reunião realizada na quarta-feira (16), no auditório da Prefeitura Municipal de Maceió, Alagoas, reuniu moradores do Bairro Pinheiro e representantes do  Serviço Geológico do Brasil (CPRM), da Agência Nacional de Mineração (ANM), Defesa Civil Municipal, Estadual e Nacional, Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Defensoria Pública, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), Ministério Público Municipal e Estadual, além de vereadores e do vice-prefeito.



    Durante o encontro,  o geólogo Thales Sampaio, coordenador do grupo de trabalho da CPRM responsável por investigar a aparição das fissuras e afundamentos no bairro, frisou que o  empenho do Serviço Geológico do Brasil em esclarecer as causas desse fenômeno é máximo.  “Para isso, vamos aplicar todos os métodos geocientíficos disponíveis, com o que há de melhor no mundo. Não iremos parar de trabalhar até descobrirmos o que está acontecendo. Agora com condições diferenciadas, pois há uma determinação do Presidente da República, Jair Bolsonaro, e do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque”, acrescentou Sampaio.
    A mesa de reunião foi composta por representantes dos moradores,
    autoridades e pesquisadores e técnicos das organizações governamentais

    Jorge Pimentel pesquisador em Geociências da CPRM apresentou às autoridades e moradores o plano de trabalho da empresa que elenca linhas de atuação a serem desenvolvidas e as hipóteses que estão sendo estudadas para o entendimento dos principais fatores desencadeadores dos processos geológicos na região. Segundo Pimentel, o relatório final será divulgado até o final de junho. “Ainda serão serão executados levantamentos que envolvem métodos geofísicos, interferometria, sondagens geotécnicas, perfurações de poços, nivelamento topográficos e batimétricos, entre outros”, afirmou.

    Estão sendo executados levantamentos geofísicos pelo método de eletrorresistividade no bairro Pinheiro e levantamentos batimétricos e sísmicos na Lagoa do Mundaú e Manguaba. De acordo com Adelaide Maia, chefe do Departamento de Gestão Territorial (DEGET) da CPRM, 53 pesquisadores participam da pesquisa.

    Ao responder uma pergunta de uma moradora presente na reunião sobre o andamento dos estudos, Adelaide argumentou que o Serviço Geológico do Brasil está desde março de 2018 investigando a área e prestando apoio às ações da Defesa Civi. “Dois relatórios parciais das investigações foram emitidos entre abril e junho do ano passado. Recebemos recursos em outubro de 2018 para aquisição de equipamentos e contratação de serviços. Iremos levar a explicação técnica de maneira simples para que a população conheça o nosso trabalho”, ressaltou a chefe do DEGET.
    Residentes do bairro Pinheiro de Maceió acompanharam as exposições
    da CPRM, ANM e Defesa Civil Municipal, Estadual e Nacional

    Antiógenes de Lira, procurador de justiça, pediu que a população mantenha-se informada por meio dos sites e páginas oficiais da Prefeitura e do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Ele destacou ainda aos habitantes que não acreditem nas fake news (notícias falsas) divulgadas em mídias sociais, como grupos do aplicativo Whatsapp, Instagram e Facebook. “Não deem ouvidos às especulações e boatos, procurem informações em sites dos órgãos oficiais. Informação tem que ser buscada no local adequado”, acrescentou.

    Clique aqui para fazer o download da apresentação ministrada pelo pesquisador em Geociências da CPRM, Jorge Pimentel.

    Acesse todas as informações disponibilizadas até o momento pela CPRM aqui

    Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    pedro.pereira@cprm.gov.br

    (21) 2295-4641



  • terça, 15 de janeiro de 2019 às 15:47



    Pesquisadores realizam levantamento da eletrorresistividade no bairro Pinheiro, em Maceió

    O Ministério de Minas e Energia publicou na segunda-feira (14/1), portaria fixando diretrizes para a atuação do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e da Agência Nacional de Mineração (ANM), no trabalho de investigação e identificação das rachaduras e afundamentos do solo no bairro do Pinheiro, em Maceió, Alagoas.

    O documento assinado pelo ministro Bento Albuquerque reforça a atuação da CPRM e ANM e determina prioridade nas ações para o diagnóstico e monitoramento de instabilidade geológica no local, conforme determinação do Presidente da República Jair Bolsonaro.

    Nesse sentido, uma equipe formada por 53 pesquisadores  em geociências  já estão envolvidos com  os  trabalhos, que agora  entram em uma segunda fase, que inclui levantamento batimétrico e sísmico do complexo lagunar, levantamento interferométrico (radar via satélite), geofísico (métodos áudio-magnetotelúrico e eletrorresistividade), estudos geológicos e geotécnicos (sondagens), construção de poços de monitoramento dos aquíferos subterrâneos, carta geotécnica da região metropolitana de Maceió e integração de dados em ambiente 3D. 

    "Também  será montada uma sala de situação para monitorar o fenômeno e facilitar a tomada de decisão entre os órgãos envolvidos", explica Adelaide Maia, chefe do Departamento de Gestão Territorial da CPRM.

    Na quarta-feira (16/1), será realizada reunião com moradores do bairro Pinheiro, onde a CPRM vai explicar à comunidade a abordagem investigativa e o andamento dos trabalhos que ocorrerão entre janeiro e  abril  para  entender o que desencadeou o surgimento das fissuras e afundamentos no bairro. A reunião contará ainda com a participação da Defesa Civil Nacional, Estadual e Municipal.

    Com o objetivo de informar a população sobre os estudos  que estão sendo desenvolvidos, a CPRM disponibilizou em dezembro de 2018 uma página em seu site que reúne dados técnicos, entre eles relatório e mapa de feições de instabilidade do terreno, além de perguntas e respostas sobre a ação emergencial, boletim sísmico e previsões meteorológicas.

    Clique aqui para acessar o link.

    Clique aqui para acessar a portaria.


    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscomdf@cprm.gov.br 
    (61) 2108-8400   



  • sexta, 11 de janeiro de 2019 às 15:40



    Fóssil do Mesossauro












    Os mesossauros são uma ordem de répteis marinhos que viveram durante o Período Permiano até o início da Era Mesozóica, no Período Triássico, portanto, existiram na Terra de 290 a 230 milhões de anos. Estão entre os répteis mais primitivos do planeta e são considerados os primeiros a retornarem para a água depois de sua evolução em terra firme.


    Reprodução Gráfica do Mesossauro
    Esses répteis tinham corpo hidrodinâmico, patas com membranas interdigitais, como os patos, e cauda longa que ajudavam na natação, mas em terra firme o mesossauro devia ser bastante desajeitado. O crânio era alongado e a boca estava cheia de dentes muito longos, finos e numerosos (como é possível ver no fóssil). Sua alimentação era carnívora e a distância entre a cabeça e a cauda não superava um metro de comprimento.

    Distribuição Geográfica do Mesossauro

    O mesossauro habitou zonas aquáticas do antigo supercontinente Pangea, mais especificamente na área conhecida como mar Irati, no centro-sul. Os seus restos fossilizados encontram-se hoje na África e América do Sul. A ocorrência de restos idênticos deste pequeno réptil nos dois lados do Atlântico foi logo vista por diversos geólogos e paleontólogos como um dos mais fortes argumentos na teoria da deriva continental.



    Como era o mundo no Permiano - tempo em que viveu o mesossauro


    Texto: Andrea Sander Pesquisadora em Geociências do Serviço Geológico do Brasil – CPRM


    Assessoria de Comunicação 
    asscomdf@cprm.gov.br
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM



  • sexta, 04 de janeiro de 2019 às 14:35



    A primeira remessa dos inservíveis de informática foi doada no dia 14/11.
    Incluía teclados, mouses, e computadores antigos
    O Escritório do Rio de Janeiro da CPRM (ERJ) fez doações de mais de 3,5 toneladas de material reciclável à Cooperativa Popular de Reciclagem e Serviços das Mulheres da Baixada (Coomub), localizada em Mesquita, na Baixada Fluminense. A ação, que foi dividida em duas partes e já tem uma terceira prevista, faz parte de um conjunto de iniciativas do Grupo de Trabalho de Prevenção a Incêndios do ERJ.

    A primeira remessa de doações saiu em 1° de novembro, quando mais de uma tonelada e meia de materiais (entre papel, papelão, metal, vidro e cadeiras inutilizáveis) foi encaminhada à cooperativa. A segunda leva de materiais, encaminhada em 14 de novembro, era composta de mais de duas toneladas de inservíveis de informática não considerados como bens de capital (teclados e mouses), papeis e alguns computadores de um antigo convênio da CPRM.

    Os descartes passaram por um procedimento padrão de segurança. Os trabalhos são feitos por lotes, onde os elementos são pesados e contados. Os materiais são acondicionados nos galpões de coleta seletiva (que são cobertos e ficam trancados) durante a triagem. Uma grande preocupação é retirar os materiais do prédio de forma segura e ambientalmente correta.

    A coordenadora da Comissão Nacional de Sustentabilidade e Coleta Seletiva Solidária, Ana Paula Petito, responsável pelo descarte dos materiais, acredita que as medidas são fundamentais para o bom funcionamento da empresa. Isso porque os descartes promovem a limpeza, a organização e a otimização dos espaços da empresa. “Além do descarte ambientalmente correto, a ERJ está diminuindo o potencial de incêndios e trabalhando a questão social, visto que os cooperados tiram renda a partir dos resíduos”, afirma a profissional.

    As doações atendem o Decreto 9.373 de maio de 2018, que define que órgãos da Administração Pública Federal devem dar prioridade ao destinamento dos bens inservíveis a cooperativas de reciclagem de material. O próximo descarte programado é o dos inservíveis de informática com bem de capital. Os objetos estão passando pelo processo de desfazimento, baixa no sistema e autorizações.

    Em parceria com o SSO, a ASSCOM produziu diversos informativos para circulação interna
    Outras atividades de prevenção previstas pelo grupo são o projeto de incêndio, já aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e com sua implementação em andamento, a recuperação de hidrantes e mangueiras, a implementação de um política de treinamentos mais rigorosa, e a contratação de brigada profissional em prevenção de incêndios para o ERJ.

    Filliphi da Costa 
    Assessoria de Comunicação 
    asscomdf@cprm.gov.br
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM


  • sexta, 04 de janeiro de 2019 às 14:09



    Empregados do Escritório do Rio de Janeiro foram capacitados para solicitação da RAC no SEI
    Com o objetivo de simplificar o processo de requisições e comprovações de diárias, adiantamentos e passagens, a Diretoria de Administração e Finanças (DAF) disponibilizou no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) a nova Requisição para Viagem Administrativa e/ou Campo (RAC). 


    O chefe da DIPATI, Leonardo Siqueira,
    durante apresentação do treinamento
    Segundo Leonardo Siqueira, chefe da Divisão de Patrimônio (DIPATI), e um dos idealizadores deste novo procedimento, a RAC incentiva o planejamento organizacional das viagens. Outras melhorias também podem ser destacadas, como maior transparência e padronização, pois ela atende às premissas de Governança e Compliance; a possibilidade de realização de cronograma de viagens por intermédio de um único documento; e ainda a flexibilidade e facilidade, haja vista a opção de juntar viagens administrativas e de campo em um único processo, podendo assim atender a diversos projetos.

    Um tutorial em formato PDF foi produzido para dar suporte aos empregados durante o preenchimento da nova requisição no SEI, que substitui as antigas RAD e RDP. Além disso, treinamentos foram ministrados em dezembro, no Escritório do Rio de Janeiro da CPRM. Participaram da capacitação cerca de 50 empregados de diversas áreas da empresa, entre elas LAMIN (Laboratório de Análises Minerais) e Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT). 

    Jesiane Gomes, secretária da DHT, recebeu essa mudança de forma positiva. “Será um caminho de adaptação, mas acho que vamos otimizar nosso tempo. Fico feliz! É importante essa troca, que aconteceu no treinamento, esse papo com os usuários. Considero bacana eles estarem abertos porque nós secretárias fazemos as requisições”, destacou. 

    Ciro Messias, Carlos Alexandre Modesto e Leonardo Siqueira
    ministram a capacitação e instruíram os participantes
    “O treinamento foi ótimo. Houve bastante participação e os debates culminaram em melhorias no processo piloto. Os participantes entenderam a RAC como facilitadora do processo de solicitação de viagens pela CPRM. Acredito que esta iniciativa gerará maior agilidade, redução de custos com papel, padronização e incentivo à cultura de planejamento organizacional”, acrescentou Siqueira.

    De acordo com Ciro Messias, gestor do Serviço de Viagens e Passagens (SEVIPA), a implementação da RAC é de fundamental importância para a racionalização do processo. “Com a adoção do SEI para solicitações de viagens, eliminamos a dependência do documento físico, evitam-se os extravios, o trâmite se torna muito mais ágil e possibilita ao usuário acompanhar em tempo real o andamento de seu processo. Além disso, unifica os canais por onde o SEVIPA recebe suas demandas, o que facilita a gestão das emissões. Com a adoção dessas novas ferramentas, temos a ideia de estimular o planejamento de forma a otimizar a utilização dos recursos da CPRM”, afirmou.

    Baixe o tutorial em pdf, clique aqui! 

    Texto e Fotos: Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    pedro.pereira@cprm.gov.br 
    (21) 2295-4641


  • quarta, 12 de dezembro de 2018 às 16:41



    Amigos, familiares e empregados reuniram-se para a homenagem

    A solenidade de despedida da última turma do Plano de Desligamento Incentivado e Sucessão Programada (PDISP) ocorreu em 31/11, no Salão de Eventos do Quartel de Amaralina. Os empregados homenageados foram Adriano Alberto Marques Martins, Carlos Soares da Silva, Emanoel Vieira de Macedo, João Cardoso Ribeiro Moraes Filho, José da Silva Amaral Santos, José Torres Guimarães, Mabel Pedreira Borges, Miguel Augusto Carvalho Silva e Silvano Rodrigues Filho.

    Após a abertura do evento com o pronunciamento do Superintendente Ulisses Bandeira, os gestores presentes também discursaram. Maria da Conceição Gonçalves (Gerente de Administração e Finanças), Valter Rodrigues Santos Sobrinho (Gerente de Recursos Minerais), Gustavo Carneiro da Silva (Gerente de Infraestrutura Geocientífica), Ioná de Abreu Cunha (chefe da Divisão de Projetos Especiais e Minerais Estratégicos), Erison Soares Lima (coordenador executivo do Departamento de Geologia) e Alberto Franco Lacerda (presidente da AECPRM/SA) falaram sobre o importante momento.

    Os ex-empregados receberam placas em homenagem aos serviços prestados à CPRM
    Em seguida, os homenageados receberam placas e certificados ressaltando os serviços prestados à CPRM. Um brinde foi oferecido pelos colegas da AECPRM/AS como forma de agradecimento pela contribuição dos empregados. O momento foi seguido pela projeção de depoimentos e fotos da trajetória dos recém-desligados e por apresentações musicais de artistas “pratas da casa”.

    A solenidade promoveu o reencontro de vários amigos. Estavam presentes familiares, empregados e ex-empregados que saíram no Programa de Desligamento atual e nos anteriores. Após a entrega das placas, houve um coquetel para encerrar o evento.

    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quarta, 12 de dezembro de 2018 às 16:30



    Participaram do treinamento 11 representações de municípios cearenses


    O Serviço Geológico do Brasil recebeu o convite da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece) para ministrar o curso Poços e Águas Subterrâneas na Gestão Municipal. O treinamento teve o objetivo promover o repasse de conhecimento na área de recursos hídricos subterrâneos para gestores e demais agentes públicos da área, estreitando as relações com as prefeituras municipais.


    Participaram do treinamento representando a Residência de Fortaleza, o Coordenador Executivo, Mikaelon Belchior Vasconcelos e o pesquisador em Geociências Cláudio Aguiar Cajazeiras. Estiveram presentes 11 representações de municípios cearenses.

    Para Mikaelon Vasconcelos essa iniciativa estreitou os laços entre a CPRM e a APRECE, e possibilitou maior aproximação com os municípios do estado do Ceará. “Tivemos a oportunidade de estreitar as relações com as prefeituras municipais através do repasse de conhecimento na área de recursos hídricos subterrâneos”, comentou o geólogo.


    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quarta, 12 de dezembro de 2018 às 11:45



    Durante a Assembleia foram debatidas temáticas como gênero, raça e diversidade. 
    O Comitê de Equidade de Gênero da Itaipu Binacional sediou a 36° Assembleia da Coordenação-Geral do Comitê Permanente para Questões de Gênero, Raça e Diversidade do MME e Entidades Vinculadas (Cogemmev). Estiveram presentes os representantes das empresas vinculadas ao MME em especial a representante do Comitê da CPRM, Emília Hamam.

    A Assembleia teve o objetivo de promover o diálogo entre os membros dos Comitês e especialistas em temáticas de gênero, raça e diversidade, para discutir novas soluções para a inclusão da política de diversidade de gênero e raça no setor elétrico e fortalecer a colaboração entre as entidades vinculadas ao MME nesta temática.

    Segundo Emília, o foi consolidado o Planejamento Estratégico de 2019 e o próximo passo será submeter o documento ao Ministro de Minas e Energia, que toma posse em janeiro. A próxima assembleia será realizada em abril de 2019.
    Confira as fotos do evento clicando aqui.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • segunda, 10 de dezembro de 2018 às 11:28



    Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil durante a visita ao Laboratório SGSGEOSOL LTDA em Vespasiano/MG.

    A Divisão de Geoquímica (DIGEOQ) do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), promoveu o treinamento "Teoria Moderna da Amostragem e QA/QC aplicado e exploração mineral” entre os dias 26 a 30 de novembro, em Belo Horizonte. Participaram do treinamento dez geólogos/geoquímicos de nove unidades da CPRM.

    O Curso foi ministrado pela Marcela Taina, geóloga do Instituto Minere. Marcela é QP (Quality Person) da Australian Institute of Geoscientists - Membership Nº 5181, ou seja, a pessoa responsável por implementar o programa de controle de qualidade da empresa, além de ser especialista em modelagem geológica, geoestatística, geoquímica, estimativa de recursos minerais, amostragem e QA/QC.

    O curso teve como objetivo principal proporcionar aos pesquisadores da CPRM o primeiro contato com definições básicas que regem a Teoria Moderna da Amostragem, além de, conhecerem as definições de garantia de qualidade (QA) e controle de qualidade (QC) que regem os procedimentos de controle, adotados internacionalmente na exploração geoquímica.

    Pesquisadores discutem sobre procedimentos de controle
     de qualidade das análises químicas durante o treinamento.
    Durante o treinamento, os pesquisadores ainda tiveram a oportunidade de visitar o Laboratório da SGSGEOSOL LTDA em Vespasiano/MG, conhecendo, na prática, a preparação física e química de amostras geoquímicas.

    Realizar treinamentos de QA/QC com foco em nossos processos internos é fundamental para que Serviço Geológico do Brasil consiga, em um curto espaço de tempo, alcançar padrões de qualidade e parâmetros de controle de qualidade, afirma o chefe da Divisão de Geoquímica, geólogo Cassiano Castro.

    Francisco Campos, da GEREMI-SP, destacou a extrema relevância do treinamento. “Não basta produzirmos dados, precisamos garantir que os dados produzidos tenham qualidade e isso só pode ser feito usando ferramentas de controle as quais foram apresentadas e amplamente discutidas no curso”, ressalta Francisco.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • segunda, 03 de dezembro de 2018 às 14:19




    Professor Giancarlo Scardia auxiliando na interpretação dos testemunhos

    Os estudantes do curso de geologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) tiveram uma aula prática de Estratigrafia da Bacia do Paraná na Litoteca de Araraquara (LiAr – SUREG-SP). O objetivo foi o testemunho de sondagem FP-12SP, disponibilizado pela Superintendência de São Paulo da CPRM. Durante a visita os alunos tiveram a oportunidade de observar diretamente as diferenças de formações da Bacia.


    Houve também uma série de palestras elaboradas pelos pesquisadores da unidade. O geólogo Manoel Augusto Correa (LiAr/DISEGE)explicou aos alunos as atividades laboratoriais desenvolvidas pela litoteca nos últimos anos e também apresentou um dos trabalhos mais recentes desenvolvidos: a aplicação de novas técnicas analíticas em testemunhos de sondagem sobre depósitos minerais da região do Vale do Ribeira.

    O engenheiro Ricardo Gabriel Bandeira (LiAr/GEHITE) apresentou as ações realizadas na área de Hidrologia Superficial, sobretudo o trabalho de capacitação desenvolvido para as equipes de Hidrologia. Ele reforçou também a importância de iniciativas que aproximam as universidades do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) para o fortalecimento e difusão dos conhecimentos técnico-científicos. “Os acervos de testemunhos mantidos pela nossa litoteca possibilitam aos estudantes uma formação prática complementar à teoria ensinada em sala de aula”, afirmou o pesquisador.

    A mestranda da UNESP Marcela Aragão, que estuda o furo FP-12SP com enfoque em Paleomagnetismo, também participou da visita e explicou um pouco da sua pesquisa e principais resultados. Seu orientador e um dos organizadores da visita, o professor doutor Giancarlo Scardia, da UNESP, agradeceu à CPRM pelo encontro e destacou a importância do acervo de amostras para a elaboração de estudos acadêmicos, bem como seu importante papel no treinamento e especialização de geólogos em formação.

    Anna Reis
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2018-8515




  • quinta, 29 de novembro de 2018 às 16:20





    Acordo foi assinado após mediação do Tribunal Superior do trabalho

    O acordo contempla reajuste salarial de 4,72% retroativo que abrange as cláusulas econômicas entre as datas-bases de 2017 e 2019 e as cláusulas sociais cuja vigência se inicia na data-base de 2018 e vai até a de 2019. As diferenças salariais desses dois  períodos  serão pagas em parcela única, em janeiro do próximo ano. 
    A  audiência de conciliação, aconteceu em Brasília, na  quarta-feira (28/11), no Superior  Tribunal do Trabalho  (TST). Na sessão presidida pelo vice-presidente do Tribunal, ministro Renato de Lacerda Paiva,  representantes das entidades sindicais, CONAE e da CPRM assinaram o acordo mediado pelo TST. 

    Na ocasião, o ministro Renato de Lacerda Paiva elogiou a  atuação dos representantes  da CPRM e das entidades sindicais que, segundo ele, durante as negociações  tiveram a maturidade em chegar a um consenso para  que o acordo pudesse ser homologado pelo TST.  “Todos tiveram maturidade para chegar a um consenso em busca de  uma melhor solução sem prejudicar e afetar a sociedade,” avaliou o ministro.

    O diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, lembrou que o acordo estava  sendo negociado há quase dois anos e que finalmente após mediação do TST  houve consenso entre a empresa e as entidades sindicais que representam os empregados. “ Quero aproveitar a oportunidade para manifestar minha satisfação pela forma com que as partes fizeram as negociações para que pudéssemos chegar a esse momento. Quero cumprimentar também os representantes dos sindicatos e da bancada patronal pelo desempenho que tiveram na conclusão deste processo”.

    Pelo acordo, a CPRM reajustará as tabelas salariais, a partir da data base de 1º/07/2017, na seguinte forma:

    Reajuste correspondente a 100% do INPC ( 2,556%) acumulado no período de 19/07/2016 a 30/06/2017 sobre os salários e benefícios reajustados com base no salário, aplicado a partir de 19/07/2018.

    Reajuste correspondente a 60% do índice do INPC (2,112%) acumulado no período de 19/07/2017 a 30/06/2018 sobre os salários e benefícios reajustados com base no salário, aplicado a partir de 01/07/2018.


    O reajuste salarial do acordo será pago na folha de pagamento a ser executada no mês seguinte à assinatura do acordo coletivo de trabalho. As diferenças salariais desses dois  períodos  serão pagas em parcela única, em janeiro de 2019. 

    Leia na íntegra o acordo. 



  • quarta, 14 de novembro de 2018 às 12:11




    Pesquisadores do CEDES e DEGEO discutem possibilidade de trabalho em cooperação


    Representantes do Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CEDES) e do Departamento de Geologia (DEGEO) do Serviço Geológico do Brasil discutiram parceria em projeto de P&D com a Petrobras para investigar a evolução petrológica e geodinâmica da Elevação do Rio Grande e seu papel como barreira paleogeográfica na sedimentação das bacias da margem continental.

    Participaram da reunião, realizada no dia 7/11, no Rio de Janeiro, o pesquisador-chefe do CEDES, Carlos E. Ganade, o pesquisador e coordenador do projeto, Christian Lacasse, a chefe do DEGEO, Lúcia Travassos, a chefe da Divisão de Geologia Marinha (DIGEOM), Hortência Assis, e o pesquisador-chefe do PROERG, Eugênio Frazão.

    Na, reunião o projeto foi apresentado pelo CEDES e foram discutidas as possibilidades de interação no trabalho entre os pesquisadores de ambos os departamentos.

    Eduardo Cucolo
    Assessor da Presidência
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    Ministério de Minas e Energia
    Setor Bancário Norte - Quadra 02, 5º andar, Sala 502/D
    Edifício Central Brasília
    Brasília - DF - CEP: 70040-904
    Fone: (61) 98167-7015
    Fone: (61) 2108-8480


  • quarta, 14 de novembro de 2018 às 12:06



    Alunos e professores no encerramento do Modulo I

    Oferecido pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o módulo I do curso de extensão em hidrologia foi finalizado na última sexta-feira (9). Ao todo 52 hidrotécnicos do Serviço Geológico do Brasil participaram. Foram mais de 240 horas-aula com conteúdos diversos, incluindo ética profissional e conhecimentos técnicos.

    Os alunos responderam também a um questionário desenvolvido pelo coordenador do curso, professor Gean Paulo Michel, e pela pesquisadora da CPRM e coordenadora geral Andrea Germano. De acordo com Gean, os técnicos possuem alto grau de instrução e conhecimento específico e que o curso foi uma troca de aprendizagem entre professores e alunos. 

    O módulo II será por uma plataforma online e começa no final deste mês. A duração vai ser de 12 semanas com carga horária de 240 horas. No encerramento do primeiro módulo os alunos receberam as instruções de como acessar a plataforma moodle. 



  • segunda, 05 de novembro de 2018 às 12:56




    O mês de outubro foi especial para as unidades que realizaram o Integra CPRM. Ao longo do mês, cinco superintendências regionais além da sede realizaram o evento, que tem por objetivo reunir os empregados para maior interação entre as unidades, além de compartilhar de informações entre os departamentos. O combate e prevenção ao câncer de mama, em alusão ao outubro rosa esteve presente nas programações de alguns estados. Confira o que aconteceu nas unidades. 

    RIO DE JANEIRO

    O escritório do Rio de Janeiro transformou o Integra em uma verdadeira festa. Além das palestras, houve a apresentação da Cartilha de Prevenção ao Assédio, apresentada pelo Comitê Pró-Equidade da CPRM e Houve também a exibição da cartilha "Comunidade mais segura", lançada em agosto deste ano no 49º Congresso Brasileiro de Geologia.

    Coral da CPRM completou 30 anos de existência em 2018
    “O Integra tem mobilizado as unidades regionais e fortalecido o diálogo e o debate interno. É a oportunidade de conhecer um pouco mais as iniciativas importantes que estamos realizando como os produtos da DGM, a transformação digital promovida pela DIG e o trabalho realizado pela DAF”, ressaltou o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Conalgo, durante o discurso de abertura. Relembre o Integra Rio clicando aqui.



    BRASÍLIA

    Presidente Esteves Colnago participa do Integra em Brasília
    Em Brasília, a segunda edição foi voltada especialmente para as práticas de prevenção ao câncer de mama. A programação contou com palestras sobre o assunto e reuniu depoimentos de duas mulheres da ONG Vencedoras Unidas que passaram pela doença e superaram as dificuldades. O presidente Esteves Colnago abriu os trabalhos e falou sobre a necessidade de interagirmos mais e não somente aprimorarmos os laços profissionais, mas a preocupação com os nossos colegas. “O Integra CPRM está fazendo com que as pessoas se tornem mais próximas e isso é muito importante. Saber o que podemos fazer uns pelos outros nos torna mais sensíveis e isso melhora o trabalho em equipe”, comentou Colnago. 

    Em Brasília, os empregados participaram do Integra vestidos de rosa,
    em homenagem ao mês de combate ao câncer de mama


    TERESINA

    Francisco Lages (esq.) e Francisco Pereira (dir.) recebem
    das mãos de Jáder Vaz (centro) a homenagem da CPRM
    pelo trabalho prestado
    Em Teresina os empregados da RETE se reuniram para debater, entre outros temas, recursos hídricos. Nilo Pedrosa ministrou a palestra sobre as opções de abastecimento de água no semiárido e Alvaro André falou sobre a revitalização de poços. Para Jader Vaz Silva a iniciativa do Integra traz mais união para a unidade. "Este programa é fundamental para que todos saibam a importância do papel de cada um dentro da empresa, além e ser uma ótima ferramenta de aproximação de todos os colaboradores”, avaliou. O momento também foi a oportunidade para confraternizar com os empregados aderiram do PDISP.  

    Jean Nascimento, Assistente DHT em conversa com os
    empregados durante Integra CPRM/RETE

    BELO HORIZONTE

    Equipe de Belo Horizonte participa do Integra
    O terceiro INTEGRA CPRM - SUREG-BH foi marcado pela participação efetiva dos colaboradores que trocaram experiências durante as apresentações. Diretor Fernando Carvalho falou sobre desenvolvimento da Instituição, trazendo para todos um pouco do seu testemunho, memórias e histórias. Outros temas que enriqueceram o evento foram a participação dos palestrantes Magda Pinto, que falou sobre   as atividades do LAMIM Caeté; Geraldo Advincula  apresentou questões da área de pessoal e equipe;  Rodrigo Adorno falou da Introdução à evolução da Vida; Artur Matos tratou da importância do Sistema de Alerta e Marco Aurélio elucidou sobre Geologia Vista através do Microscópio.

    Diretor Fernando Carvalho discursa em Belo Horizonte

    SALVADOR

    A 2ª edição do Integra CPRM em Salvador aconteceu nas manhãs dos dias 24 e 25 de outubro. A programação contou com apresentações de várias atividades desenvolvidas pelos setores da SUREG, além de palestras sobre temas transversais da geologia, saúde e bem-estar. Seguindo a programação, a professora do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, Débora Correia Rios, apresentou a palestra sobre “Visitantes Extraterrestres”, onde nos mostrou a história de ocorrência, composição, importância e variedade dos meteoritos existem no Brasil e no mundo. 

    O geoturismo foi mais um tema abordado no Integra com a palestra “Dos Alpes aos Andes”, um depoimento da viagem de férias da pesquisadora Cristina Burgos, com a participação das fotos da viagem à Irlanda, da pesquisadora Karla Olindina. Foi apresentado um comparativo da geologia dos grandes picos de montanhas geladas, com bastante ilustrações e dicas de viagem.

    “Neste integra foram apresentados temas de interesse de todos na CPRM, projetos em atividades, geoturismo, geologia médica, dicas de saúde e bem estar. A programação estava diversificada e informativa. Amei ter visto o processo de laminação no Laboratório e gostei demais de ter participado de todo o evento!” Conta a analista em geociências Tatiana Araújo.

    Integra em Salvador

    GOIÂNIA

    Empregados de Goiânia participam do Integra
    A terceira edição do integra em Goiânia aconteceu no último dia do mês e recebeu o diretor Juliano Sousa.  Gilmar Rizotto, superintendente da SUREG/GO falou sobre a interação dos empregados com o evento. “Essa edição teve um aproveitamento acima da expectativa. Tivemos uma participação ativa de todos os empregados que puderam fazer a troca de experiências com as ideias e os novos desafios que temos para o próximo ano”, declarou Gilmar.

    Márcio Abreu disse que esse evento é importante para divulgar as geociências até mesmo entre os funcionários da empresa. O próprio nome, integra, já fala por si os benefícios desse evento: “Acho importante porque esse tipo de evento faz a ponte entre a área fim e a área administrativa. Todos puderam conhecer qual é a finalidade e a importância de fazer essa roda girar”.


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    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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    (61) 2108-8400


  • segunda, 05 de novembro de 2018 às 11:43



    A Superintendência Regional de Porto Alegre do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) prestou homenagem a cinco empregados que aderiram ao Programa de Desligamento Incentivado e Sucessão Programada (PDISP) e encerraram suas atividades na empresa no mês de outubro. A homenagem foi realizada na Associação dos Empregados (Assempa) na quarta-feira, dia 31/10.

    Iuri Brasil Rodrigues, Rui Arão Rodrigues e o presidente da Assempa Emanuel Duarte


    Os técnicos em Geociências Elisabete Pereira (Departamento Pessoal), Rui Arão Rodrigues (Cartografia), Romeu Premoli (Hidrogeologia), Lindomar Santos (Núcleo de Criciúma) e o geólogo Geraldo de Barros Pimentel (Hidrogeologia) receberam uma placa de agradecimento da CPRM e uma cesta com presentes oferecida pela Assempa. Em seus depoimentos, os homenageados relataram o orgulho de terem dedicado parte de suas vidas à CPRM. 

    Participaram da solenidade, o superintendente regional da Sureg-PA Fernando Henrique Schwanke, a gerente de Infraestrutura Geocientítica Ana Claudia Viero e o gerente de Hidrologia e Gestão Territorial Diogo Rodrigues da Silva. Eles destacaram a importância do reconhecimento aos empregados pela dedicação e pelo tempo de serviço prestado à empresa. Ao final, todos participaram de coffee break oferecido pela Assempa.

    Superintendente regional da Sureg-PA Fernando Henrique Schwanke e Elizabete Pereira

    Acesse a galeria de fotos aqui.




  • segunda, 05 de novembro de 2018 às 11:12





    O Serviço Geológico do Brasil participou da reunião técnica promovida pelo Ministério da Integração Nacional para discutir a padronização de atendimento em situações de desastres naturais. O assessor da DHT Jorge Pimentel representou a instituição.


    Coordenada pela Defesa Civil Nacional, a iniciativa é parte do acordo de cooperação técnica celebrado entre o governo brasileiro e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que prevê ações de melhoria na gestão de riscos de desastres no Brasil. Além de autoridades federais e estaduais de Defesa Civil, também participaram do evento representantes internacionais ligados à Office of U.S. Foreign Disaster Assistance (OFDA), órgão responsável por coordenar o trabalho de prevenção a desastres nos Estados Unidos.

    Segundo Jorge Pimentel, a discussão sobre o papel de cada órgão contribui para a principal finalidade: salvar vidas. “Desde 2011 a CPRM realiza trabalhos de setorização de riscos geológicos  e hoje nós temos mais de 1400 municípios mapeados e identificamos mais de 4 milhões de pessoas que habitam áreas de risco. Nosso trabalho auxilia órgãos como a  Defesa Civil, o CENAD (Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres)  e o CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais), utilizem nossos mapas e, através dos alertas de risco, organizem ações visando a segurança da população, e nesse sentido a CPRM tem uma equipe de geólogos de engenharia de alto nível e que poderá contribuir em ações de ajuda humanitária internacional em resposta aos eventos de desastres naturais”, comentou.

    Adelaide Nacif e Jorge Pimentel

    Adelaide Nacif, diretora do Departamento de Prevenção e Preparação do Ministério da Integração Nacional fala sobre a importância do encontro. “A CPRM está inclusa no Plano Nacional de Gestão de Riscos e um dos seus papéis no grupo é indicar através do seu estudo geológico, quais  são os municípios que devemos dar maior atenção. Precisamos reduzir os riscos de desastres e evitar que eles aconteçam para que a resposta aos danos e prejuízos não sejam sete vezes maiores do que investir na prevenção, sem falar obviamente nas vidas das pessoas, que não tem preço”, alega a diretora.




    Setorização de áreas de risco:

    A setorização de riscos geológicos tem por finalidade a identificação, a delimitação e a caracterização de áreas ou setores de uma encosta ou planície de inundação sujeitas à ocorrência de processos destrutivos de movimentos de massa, enchentes de alta energia e inundações. Todo o acervo de dados é disponibilizado para órgãos e instituições do governo federal, de estados e de municípios que atuam na prevenção e no monitoramento de eventos climáticos catastróficos, visando contribuir para a redução dos danos e para a diminuição das perdas, de vidas e materiais, relacionadas aos desastres naturais.

    O setor de risco é delimitado com base na ocorrência de indícios e evidências observadas no local, tais como: trincas no solo, degraus de abatimento, árvores inclinadas, cicatrizes de deslizamentos, marcas de cheia, entre outros. Cada setor de risco é representado em uma prancha de setorização no tamanho A3, apresentada no formato PDF, com fotos relativas aos indícios observados no terreno e nas moradias, além de outras estruturas urbanas em risco, contendo a descrição da tipologia do processo e informações para o entendimento dos condicionantes.  Saiba mais sobre o trabalho da CPRM sobre a setorização de áreas de risco clicando aqui.

    Na imagem, os municípios mapeados de 2011 a 2018 em todo o território nacional.


    Cursos de Capacitação para a Defesa Civil:

    Os cursos de capacitação ministrados por profissionais da CPRM desde 2007, têm o objetivo de transmitir conceitos, critérios e metodologias relacionadas ao diagnóstico, mapeamento e planejamento de intervenções, visando à prevenção de desastres naturais ou induzidos, principalmente movimentos de massa e inundações. O Serviço Geológico promove o curso Práticas de Prevenção e Gerenciamento de Riscos de Desastres Naturais, em parceria com os órgãos estaduais e municipais  da Defesa Civil.  Desde 2007 já foram capacitados cerca de 1800 profissionais em mais de 60 cursos ministrados e tendo uma estrutura consolidada de instrutores em todas as unidades regionais da CPRM.


    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400 



  • segunda, 05 de novembro de 2018 às 09:59



    O encontro alinhou a equipe técnica dos dois departamentos a fim de aperfeiçoar os trabalhos desenvolvidos com foco nas análises químicas realizadas pelo LAMIN para atender aos projetos do DEGET

    Pesquisadores participam de seminário interno


    O escritório do Rio de Janeiro do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi palco do primeiro seminário interno entre as equipes técnicas do Laboratório de Análises Minerais (LAMIN) e do Departamento de Gestão Territorial (DEGET) no dia 25 de outubro. Na ocasião, foram discutidas as atividades executadas pelas duas áreas da CPRM com o objetivo de proporcionar a troca de experiências entre os pesquisadores. 


    A chefa do Departamento de Gestão Territorial da CPRM, Adelaide Maia, ratifica que o encontro serviu para aprimorar o entrosamento entre os departamentos. “Muitos projetos do DEGET precisam do suporte e análise química do LAMIN. Temos alguns trabalhos em parceria, que vão desde a análise da qualidade da água ao levantamento de baixa densidade voltado para a geologia ambiental. Em conjunto, também tratamos da questão da geologia médica, dos agrominerais e, mais recentemente, sobre a implantação de rotinas de ensaios de solos/sedimentos para atender às necessidades dos projetos de Geologia Aplicada, tema do segundo seminário a ser realizado no mês de novembro. Para tudo isso, é importante uma maior aproximação dos geólogos com os químicos”, explica a pesquisadora. 

    Foi pensando justamente em estreitar a comunicação entre as equipes técnicas dos dois departamentos que Maria Alice Ibañez Duarte, chefa do LAMIN, organizou o encontro. “A proposta era tanto expor para o DEGET as metodologias das técnicas analíticas que disponibilizamos para os geólogos e apresentar as justificativas para as exigências que devem ser obedecidas no armazenamento, preservação e envio de amostras para que estas cheguem no laboratório em condições de fornecer resultados confiáveis. Além disso, foi a oportunidade de ouvir sobre os projetos desenvolvidos pelo DEGET de forma a melhor criticar os resultados fornecidos. É importantíssima essa troca de informações entre as áreas técnicas no sentido de escolher a melhor metodologia analítica a ser empregada", diz.

    Segundo Maria Alice, a ideia é que, a partir do ano que vem, ao iniciar uma atividade que necessite das análises do LAMIN, a equipe do departamento responsável se reúna com a equipe do laboratório para um seminário interno específico para cada projeto. “Com essa interação e acompanhamento específicos, nós do LAMIN poderemos entregar não só números, mas também informação”, esclarece.

    Alexandre Luiz apresenta como é feita a análise
    de compostos orgânicos por cromatografia líquida

    Entre os técnicos da equipe do LAMIN que apresentaram trabalhos, esteve Alexandre Luiz, analista em geociências e químico. Ele mostrou aos presentes um pouco de como é feita a análise de compostos orgânicos em águas por cromatografia líquida. “Por meio dessa técnica, que atende à Legislação RDC 274 da Anvisa para águas minerais envasadas, analisamos os compostos orgânicos antes de liberar a água para comercialização”, afirma.

    As amostras analisadas pelo LAMIN são coletadas no campo pelos geólogos do DEGET que, na reunião, foram auxiliados sobre como aprimorar a coleta, armazenamento e entrega desses materiais. Alexandre Luiz considera essencial essa comunicação entre as equipes, “Esse alinhamento vai permitir um melhor resultado nas técnicas de amostragem e análise e, com certeza, reduzir custos”. 

    Ix Chel de Carvalho 
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400



  • quinta, 01 de novembro de 2018 às 17:33



    Ao todo são 17 objetivos de desenvolvimento sustentável 

    O Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) alinhou as metas estabelecidas no Plano Plurianual (PPA/2016-2019) para a empresa com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Os ODS são objetivos internacionais que envolvem o meio ambiente, economia e questões humanitárias e que estabelecem ações e prioridades nas políticas públicas mundiais nos próximos 15 anos com o intuito de erradicar a pobreza extrema no mundo.


    Ao todo 193 países, incluindo o Brasil, integram o plano de ação global do desenvolvimento sustentável da ONU, onde se encontram os ODS. O intuito é que os líderes mundiais desenvolvam ações para atingir ou ao menos se aproximar dos 17 objetivos e 169 metas estabelecidos. A recomendação da ONU é de que os países, empresas e sociedade como um todo se envolvam com a busca pelo desenvolvimento sustentável e consciente.

    Com o intuito de otimizar os esforços brasileiros em atingir os ODSs, a CPRM tem hoje um grupo de trabalho que acompanha a participação da empresa no cumprimento das metas. “Ao alinhar as ações do Plano Plurianual com os ODSs vimos que várias atividades que a CPRM desenvolve já contemplavam os objetivos estabelecidos pela ONU”, afirmou a coordenadora do grupo, Patrícia Jacques.

    Ela explica ainda que os objetivos são apoiados no tripé social-econômico-ambiental e que a própria missão da CPRM já contribui para o desenvolvimento sustentável, seja em seus produtos finais ou em ações internas que contemplam sustentabilidade, equidade de gênero, parcerias institucionais etc.

    As ações da CPRM

    Atualmente todos os ODSs se aproximam das atividades desenvolvidas na Empresa, porém há três objetivos da ONU que mais se destacam no alinhamento  das ações do PPA (2016-2019) da CPRM/SGB: 8 -  promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos; 9 - construir infraestruturas resilientes, promover industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação; 12 -  assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.

    A elaboração dos mapas geológicos do Programa Novas Fronteiras; os estudos nas áreas de relevante interesse mineral (ARIM); a setorização de riscos geológicos e os monitoramentos dos sistemas hidrológicos são algumas das ações que a CPRM desenvolve e que contemplam estes objetivos direta ou indiretamente. Outros exemplos são: os levantamentos geoquímicos e aerogeofísicos; a ampliação da base de dados do Sistema de Informações de Águas Subterrâneas (SIAGAS) e os estudos de geologia marinha.

    Agora, o próximo passo do grupo é elaborar e-books para toda a comunidade interna e externa que mostre as correlações das áreas da CPRM com as metas da ONU com o intuito de incentivar a participação de todos no alcance destes objetivos. Outra ação planejada é a de usar o indicador de “índice de sustentabilidade” no planejamento estratégico, para medir o alinhamento dos projetos com os ODSs. “É fundamental que a gente elabore o próximo Plano Plurianual (2020-2023) tomando como norte o tripé da sustentabilidade”, explicou Patrícia Jacques.

    De acordo com ela a adoção dos ODSs como referência para planejar as ações públicas implica não só em um desenvolvimento sustentável como também promove uma melhoria significativa na vida de toda a população.

    O GRUPO DE TRABALHO

    Atualmente o grupo de trabalho da CPRM é composto por 6 funcionários que representam as diretorias da empresa: Patrícia Jacques, Ana Paula Petito, Lys Matos, Thales Sampaio, Cássio Roberto da Silva e Américo Caiado.

    Anna Reis
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quinta, 01 de novembro de 2018 às 15:20



    Encontro do Comitê Gestor do Projeto Biomas Tropicais

    Os estudos e projetos do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) na área de recursos hídricos e agrominerais foram destacados pelo diretor-presidente da instituição, Esteves Pedro Colnago, durante reunião com o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, sobre o Projeto Biomas Tropicais. O Serviço Geológico é parte do Comitê Gestor do projeto que inclui ainda representantes de universidades e da Embrapa, entre de outras instituições de governo.

    “A CPRM é uma organização que tem um quadro de profissionais da mais alta qualificação. Reunimos uma quantidade enorme de informações na área de mineração, geologia e recursos hídricos. Estamos com nossa equipe motivada na área de gestão de águas para indicarmos quais as possibilidades de uso para diversos fins”, afirmou Colnago nesta quarta-feira (31/10) durante o encontro.
    “É importante a CPRM estar engajada nesse projeto. Que nossos profissionais participem ativamente e entendam a importância que tem essa ação direcionada para os diversos biomas brasileiros. Como parte deste comitê gestor, vamos ter a oportunidade de nos manter engajados nesse trabalho.”

    Reunião com o ministro Gilberto Kassab sobre o Projeto Biomas Tropicais

    O diretor-presidente citou ainda o projeto que busca ampliar o conhecimento sobre o potencial hídrico da região oeste da Bahia, cortada pelo aquífero Urucuia, desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e associações de produtores locais. A expectativa é que seja assinado ainda neste ano um acordo de cooperação com a UFV para viabilizar a entrada da CPRM no projeto.
    Na última segunda-feira (29/10), Colnago participou também de uma reunião sobre este tema na sede da CPRM, onde recebeu a visita do professor da Everardo Montovani, coordenador-geral do estudo de recursos hídricos do Oeste da Bahia da UFV, e de representantes da Associação de Agricultores Irrigantes da Bahia e da Associação Baiana dos Produtores de Algodão. Em outro encontro, em setembro deste ano, o projeto foi apresentado ao chefe do Departamento de Hidrologia da CPRM, Frederico Cláudio Peixinho, aos assessores Paulo Romano, da Presidência, e Anne Gisela Guimarães, da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, e à pesquisadora em geociências Alice Castilho.

    Clique aqui e saiba mais sobre o Projeto Biomas Tropicais, uma iniciativa do Instituto Fórum do Futuro.

    Reunião sobre projeto de recursos hídricos no Oeste da Bahia




  • quinta, 01 de novembro de 2018 às 14:17



    Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Minerais Estratégicos
    O diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Pedro Colnago, acompanhou nesta quarta-feira (31/10) o lançamento dos Planos de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação 2018-2022, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). São três documentos que abrangem os setores de Energias Renováveis e Biocombustíveis, Minerais Estratégicos e Petróleo e Gás.

    O plano na área de Minerais Estratégicos, com foco em agrominerais, terras-raras, silício e lítio, tem como base dois trabalhos desenvolvidos pela CPRM, entre outras publicações: “Diretrizes para avaliação dos minerais estratégicos: fosfato, potássio, terras raras e lítio” e “Avaliação do potencial do lítio no Brasil: área do Médio Rio Jequitinhonha, Nordeste de Minas Gerais”.

    Veja aqui o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Minerais Estratégicos: http://www.mctic.gov.br/mctic/export/sites/institucional/publicacao/arquivos/Cartilha-ENERGIA.pdf

    Durante o lançamento, o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, Maximiliano Martinhão, destacou a questão dos agrominerais, que se apresentam como alternativa para fornecimento de nutrientes e insumos para a indústria de fertilizantes ou para utilização direta na agricultura.

    “É uma inovação que vai ajudar a equilibrar a balança comercial do país. Existe, sobretudo, um projeto que me chama a atenção: extrair nutrientes para a agricultura brasileira a partir de rejeitos da indústria mineral”, afirmou o secretário ao citar uma das formas para obtenção de agrominerais.

    O pesquisador Eder de Souza Martins, da Embrapa Cerrados, apresentou durante o evento uma prévia do trabalho desenvolvido em conjunto com a CPRM de Zoneamento Agrogeológico, que será lançado no dia 4 de dezembro em um evento no Ministério de Minas e Energia.

    A CPRM é parte de um grupo de trabalho interministerial que trata de questões relacionadas aos agrominerais e já desenvolveu uma série de estudos sobre o tema, que é uma das prioridades elencadas no seu planejamento estratégico para o ciclo 2017-2021.

    Para o diretor-presidente Esteves Colnago é importante seguir com esse e outros projetos para reduzir a dependência de insumos para fertilizantes, como potássio e fósforo. “Com certeza temos disponibilidade desses recursos no Brasil. O que precisamos é aprimorar nosso conhecimento sobre essa disponibilidade. A CPRM, por meio de uma parceria, voltou a ter acesso às ações relacionadas às bacias sedimentares brasileiras, onde vamos encontrar muitas coisas relacionadas a fosfato e potássio. Temos a oportunidade de retornar a esse ambiente na expectativa de buscar informações”, afirmou Colnago.

    Ao falar também sobre minerais estratégicos, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energias (MME), Márcio Félix, citou o trabalho do governo na área de geologia marinha (outra prioridade da CPRM para o ciclo 2017-2021) ao falar sobre “a chamada Amazônia Azul como uma fonte importante de recursos que podem ser usados no futuro” e destacar o interesse estratégico do país na Elevação do Rio Grande.

    Eduardo Cucolo
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quinta, 01 de novembro de 2018 às 12:40





    Os trabalhos que o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) realiza, através de levantamentos geológicos e avaliação do potencial mineral  em diversas áreas do território nacional, representa importante avanço para evolução do conhecimento e criação de novas oportunidades no país. Desta vez a CPRM esteve na cidade de Florianópolis para lançar os Informes de Recursos Minerais que sintetizam o conhecimento em áreas que somam mais de 25 mil km², localizadas no centro-leste de Santa Catarina e no sudeste do Paraná. O evento aconteceu na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)  e contou com a presença da diretoria da CPRM, de estudantes e professores  e de profissionais do setor mineral.

    A geóloga Tamara Manfredi apresenta os trabalhos sobre o
    fosfato na porção centro-leste do estado de Santa Catarina
    Foram lançados Informes de Recursos Minerais  Fosfato na Porção Centro-Leste do Estado de Santa Catarina e Integração Geológica-Geofísica e Recursos Minerais do Cráton Luís Alves. No primeiro, através do levantamento geoquímico, foi avaliado potencial para mineralizações de fosfato na região nordeste de Santa Catarina, ao leste do Paraná.  No segundo, foi apresentado o resultado da atualização da geologia do Cráton Luis Alves, e dos recursos minerais associados, como ferro e ouro, além do manganês, cobalto, níquel, cromo e vanádio. De acordo com o diretor-presidente da CPRM Esteves Colnago, as entregas dos estudos trazem oportunidades para a região. “O estado de Santa Catarina possui atividades agrícolas expressivas. Além disso, dispor de fosfato em seu território ajuda muito as possibilidades de expansão da economia local”, afirmou.

    O geólogo Leandro Betiollo apresenta as áreas de
    relevante potencial mineral do Cráton Luis Alves
    Para o Diretor de Geologia e Recursos Minerais  José Leonardo Andriotti, esses projetos têm como objetivo proporcionar o incremento do conhecimento geológico e atrair investimentos para o setor mineral, contribuindo para o desenvolvimento nacional através do fomento da mineração, subsidiando também a formulação de políticas públicas e apoiando as tomadas de decisão de investimentos.

    Alunos e professores do curso de Geologia da Universidade Federal de Santa Catarina participaram do evento e puderam entender a importância dos trabalhos apresentados. Gustavo Cortez, estudante do 4° período de geologia, destacou a relevância do trabalho para o estado e também para a área acadêmica. “As palestras, tanto sobre o fosfato como sobre o Cráton Luís Alves, mostraram novas possibilidades de exploração no estado. Elas também serviram para ampliar as áreas de pesquisa da própria universidade, abriram portas para   pesquisas de mestrado e teses de conclusão de curso, além de aprimorar a nossa grade”, destacou o estudante.

    Equipe do Serviço Geológico do Brasil prestigia o evento com estudantes e professores da UFSC


    O objetivo do Projeto Fosfato é o conhecimento dos depósitos e ocorrências de fosfato em todo o país e a ampliação das reservas brasileiras. O informe apresenta informações geológicas que permitiram definir ambientes favoráveis à mineralização de fosfato em Santa Catarina, mais especificamente na região centro-leste do estado. A avaliação do potencial de fosfato nesta região consistiu na coleta de informações no campo e na reinterpretação e integração de dados geoquímicos e geofísicos extraídos do banco de dados do Serviço Geológico do Brasil – CPRM, coletados em diferentes períodos de tempo.

    O projeto de Integração Geológica-Geofísica e Recursos Minerais do Cráton Luís Alves abrange do nordeste de Santa Catarina ao leste do Paraná e foi desenvolvido em ambiente SIG, apresentando produtos cartográficos na escala 1:250.000. Além de integrar as informações geológicas existentes com o auxílio da aerogeofísica, que permitiu um melhor entendimento sobre as unidades geológicas da área, o projeto também utilizou uma gama de ferramentas de pesquisa, como petrografia, geoquímica de rocha total e geoquímica de sedimentos de corrente. As localizações dos recursos minerais, como ferro e ouro, foram consistidas e a geoquímica de sedimentos de corrente revelou áreas potenciais para ferro, manganês, cobalto, níquel, crômio e vanádio, com predominância de controle estrutural para as concentrações observadas.

    Para acessar as publicações, clique nos conteúdos abaixo:

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
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  • quarta, 31 de outubro de 2018 às 16:55



    Alegres e participativas, as crianças da creche se envolvem com as atividades educativas


    Uma tarde de muita leitura, diversão e aprendizado. Os alunos da creche do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), administrada em parceria com a Instituição Escola Cachinhos de Ouro, receberam, ontem (30), a visita do grupo de mediação da Biblioteca Infantil do Museu de Ciências da Terra (MCTer). A atividade teve como objetivo incentivar o gosto pela leitura e o aprendizado desde a infância, por meio de contação de histórias e brincadeiras educativas.


    Amanda Paula da Silva, bibliotecária e responsável pela atividade, comentou sobre o trabalho contínuo feito pela Biblioteca Infantil do MCter, graças a atividades itinerantes em eventos dentro e fora do museu. “Acho importante fazermos nosso trabalho dessa forma itinerante, até porque a Biblioteca Infantil sempre tenta ensinar para as crianças, de forma ampla, a importância dos livros, tanto de ciências da terra quanto de outros assuntos”, diz. Além da contação de histórias e da oficina de massinha, as crianças também receberam origamis de dinossauros e puderam brincar com carimbos no formato das patas desses animais pré-históricos.


    O grupo de mediadores contou com a participação de estagiários do Setor Educativo e da Biblioteca do Mcter que, fantasiados de personagens clássicos das histórias infantis, auxiliaram as crianças durante as brincadeiras educativas. “Eu nunca tinha tido experiência com crianças tão pequenas e acredito que essa atividade na creche foi uma ótima iniciação pra mim. Foi um momento muito divertido!”, relembra Isabela Zappa, estagiária do MCter.

    Para Ian Gomes, estagiário do museu, as atividades com crianças, seja no teatro infantil ou na contação de histórias, já fazem parte da sua rotina de trabalho. “É sempre muito bacana trabalhar com as crianças da creche da CPRM. As oficinas de massinha e a contação de histórias são atividades lúdicas que agradam muito os pequenos e acabam sendo legais pra gente também”, comenta.

    Participantes do grupo:

    Amanda Paula
    José Gabriel
    Mayara do Rosário
    Filipe Jesus
    Felipe Cromack
    Yan Gomes
    Thaís Filipe
    Isabella Zappa
    Israeli Mathias

    Fantasiados de personagens do Halloween, o grupo da Biblioteca Infantil
    levou alegria e conhecimento para as crianças




    Acesse nossa galeria de fotos

    Texto: Cibele Pixinine Batista
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • terça, 30 de outubro de 2018 às 15:13





    O diretor-presidente Esteves Colnago e o diretor de Administração
    Juliano Oliveira estiveram presentes na premiação em São Paulo

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) está entre as melhores empresas do país, de acordo com ranking divulgado pela Revista Época Negócios, que avalia 27 setores da economia brasileira. Entre as empresas que atuam no segmento de mineração e siderurgia, a CPRM ficou na terceira posição dentro da dimensão Governança Corporativa.

    No segmento de mineração e siderurgia, a CPRM ficou na
    terceira posição dentro da dimensão Governança Corporativa.
    A Revista Época Negócios utiliza critérios que vão além do desempenho financeiro para eleger as melhores empresas. Entre eles, estão atitudes sustentáveis, boas práticas empresariais, ações de RH que atraem, treinam e retêm talentos, capacidade de antever mudanças, inovação e promoção da diversidade.

    “É um reconhecimento do esforço coletivo que tem mobilizado nossa empresa, no sentido de nos adequarmos às exigências legais com o advento da nova Lei das Estatais,” avaliou Esteves Colnago, diretor-presidente da CPRM, na cerimônia de premiação que aconteceu na quarta-feira (24/10), em São Paulo.


    O diretor de Administração e Finanças, Juliano Oliveira, que também foi à solenidade, destaca que, nos últimos dois anos, a CPRM tomou medidas importantes para se tornar mais transparente e, ao mesmo tempo, modernizar a gestão, com foco em resultados e qualidade de produtos e serviços.



    A Revista Época Negócios utiliza critérios que
    vão além do desempenho financeiro
    para eleger as melhores empresas
    Oliveira conta que a empresa publicou seu novo Estatuto e criou a Corregedoria, o Comitê de Governança, Riscos e Controles Internos, publicou o Regulamento de Licitações e Contratos, Código de Conduta e Integridade, além de sistemas informatizados para a implantação de um Centro de Compras e Serviços Compartilhados, visando reduzir custos e simplificar procedimentos, com a adoção de políticas de transparência e sustentabilidade.


    Em maio deste ano, a Secretaria de Coordenação de Governança das Empresas Estatais (SEST) do Ministério do Planejamento divulgou boletim sobre o desempenho das estatais, onde a CPRM foi considerada como umadas empresas públicas que melhoraram significativamente os seusindicadores de governança.

    A nota da instituição passou de 1,02 para 5,67. A empresa também ganhou certificação nível 2 pelo empenho que teve em adotar mecanismos de governança, transparência e compliance.


    Assista ao vídeo da premiação aqui.


    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400




  • terça, 30 de outubro de 2018 às 15:04



    O professor Marcelo Rocha (à esquerda) foi orientador do trabalho de Iago Costa


    O pesquisador e geofísico da CPRM Iago Costa utilizou os dados da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), projeto do qual a CPRM faz parte, em sua tese de mestrado. A pesquisa foi orientada pelo coordenador do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) e coorientada pelo geólogo da Superintendência de Belém Marcelo Vasquez.

    O objetivo do estudo consistiu em entender o manto litosférico da região Amazônica e suas implicações no entendimento de grandes depósitos minerais. O que o pesquisador fez foi mapear a variação da velocidade sísmica a partir de dados de tremores registrados por estações sismográficas da RSBR. Com isso foi possível fazer correlações para entender a distribuição de grandes depósitos minerais.

    A pesquisa representa um primeiro modelo tomográfico que utiliza múltiplas frequências na América do Sul. “Neste trabalho foi realizada uma tomografia da Terra, análoga a tomografia computadorizada amplamente utilizada na medicina. No entanto, ao invés de utilizarmos raios-x, utilizamos telessismos”, explicou Iago.

    A apresentação da tese foi no dia 26 de outubro na Universidade de Brasília e estará até o final do ano disponível no repositório da instituição.

    Anna Reis
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400




  • segunda, 29 de outubro de 2018 às 13:54




    Maria Antonieta Mourão (CPRM), Laia Mota (FIEMG) e Clesio
    Amaral (Supram) fizeram parte da mesa de abertura
    Garantir a disponibilidade hídrica para as próximas gerações é uma preocupação que alcança toda a sociedade. Pensando nisso, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), esteve no município de Montes Claros, norte de Minas Gerais, no dia 19 de outubro para promover o I Seminário sobre os estudos para a implementação da gestão integrada das águas superficiais e subterrâneas com foco na sub-bacia do Rio Verde, afluente da margem direita do rio São Francisco.

    O objetivo do trabalho é conhecer os aspectos do rio que se relacionam com os recursos hídricos da região como os tipos de rocha, as formas de relevo e ocupação dos terrenos, os tipos de solos, entre outros. As bacias hidrográficas dos rios Carinhanha e Verde Grande foram selecionadas para esse estudo.

    Foram debatidos no seminário as diretrizes traçadas e as atividades relacionadas às investigações para o meio físico, como por exemplo a determinação do volume disponível de águas subterrâneas; para o meio biológico, como os tipos de coberturas vegetais e para o meio socioeconômico, como o uso e ocupação do solo e utilização da água pelos diversos setores.

    A parceria entre a CPRM e a ANA na ampliação do conhecimento hidrogeológico foi iniciada com a realização de trabalhos na ilha de São Luís, no Maranhão, e na região Urbana e Periurbana em Manaus. Em setembro deste ano foi firmada a cooperação para a realização dos estudos nas bacias dos rios Verde Grande e Carinhanha. Depois de Jaíba (Minas Gerais) e Carinhanha (Bahia), esse é o terceiro seminário realizado.

    Maria Antonieta Mourão, coordenadora técnica do projeto na bacia do rio Verde Grande, explica que esses estudos envolverão a análise integrada dos elementos naturais e antrópicos presentes na bacia e a identificação da influência  ou condicionamento destes nos recursos hídricos. “Estamos em uma região cárstica, que é formada por rochas carbonáticas, onde tem cavernas, condutos, a água superficial e subterrânea que estão diretamente interligadas. Assim o uso da água subterrânea afeta diretamente o rio”.

    Maria Antonieta explica o trabalho realizado na gestão
    das águas superficiais e subterrâneas da bacia do Rio Verde
    Os dados gerados pelos estudos vão fornecer informações necessárias para a implantação da gestão integrada. Para Letícia Moraes, especialista em recursos hídricos da ANA, é importante que as informações obtidas no estudo permitam identificar as relações entre o aquífero cárstico e os cursos d’água superficiais da bacia do rio Verde Grande, bem como propor e implementar rede integrada de monitoramento e elaborar modelo de gestão de águas superficiais e subterrâneas, incluindo propostas de normativos conjuntos entre ANA e órgãos gestores estaduais na direção de conter o stress hídrico e amenizar os conflitos entre usuários. Já existe na bacia um desequilíbrio no balanço hídrico, tanto superficial quanto subterrâneo, é preciso agora integrar esses componentes, e construir as regras de utilização da água considerando a disponibilidade hídrica integrada.

    Para Rafael Chaves, representante do Ibama no Comitê Rio Verde Grande, a medida vem em um momento em que o rio mostra estado de alerta. “O rio Verde Grande tem importância econômica, tanto para as atividades agropecuárias quanto para a captação de água para diversos municípios aqui da região, como Montes Claros, além disso a sua importância ecológica muito grande.

    A cidade de Montes Claros, por ser o principal polo regional, influencia fortemente, em sua área geográfica, a demografia da bacia do Verde Grande. As atividades iniciais associadas aos estudos compreendem o cadastramento de pontos de água superficiais e subterrâneos que envolvem captação ou que sejam de interesse para compreensão dos aspectos hídricos na região tais como sumidouros (pontos em que um curso d'água superficial penetra no solo) ou nascentes.

    Para realizar esse levantamento, a participação da comunidade e das instituições de pesquisas locais é fundamental para traçar um panorama do uso atual da água e do volume já comprometido com as demandas, bem como conhecer a dinâmica hídrica. Uma equipe de geólogos, hidrogeólogos e engenheiros está percorrendo a região para realização dos estudos e coleta de dados.

    Ao final desse trabalho vão ser apresentadas informações sobre a disponibilidade de água superficial e subterrânea de forma integrada e as futuras demandas. A partir disso será apresentada uma proposta de gestão integrada de águas superficiais e subterrâneas que beneficie os usuários.

    Seminário interno em Belo Horizonte- Para nivelar o conhecimento entre os técnicos que estão trabalhando na equipe multidisciplinar, entre os dias 09 a 11 de outubro aconteceu o Seminário Interno sobre o projeto para Implementação da Gestão Integrada das Águas Superficiais e Subterrâneas na Bacia Hidrográfica do rio São Francisco, sendo neste evento focado para a sub-bacia do rio Verde Grande. 

    Técnicos participaram do Seminário em Belo Horizonte
    Participaram do evento: a equipe técnica da CPRM, tanto da Superintendência de Belo Horizonte, quanto de outras unidades regionais: Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília; profissionais de outras instituições como: CECAV/ICMBIO, UFOP, UFMG, CDTN, Hidrovia.


    O evento consistiu num momento importante de troca de informações e experiências sobre a região e numa oportunidade de identificar parcerias para o desenvolvimento do projeto, otimizando recursos e maximizando os resultados.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


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