ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • sexta, 19 de outubro de 2018 às 14:38




    O que são desastres naturais? Como identificar situações de risco de deslizamento de terra ou inundações? O que fazer em caso de perigo ou durante períodos de chuvas intensas ou prolongadas? Essas e outras perguntas são respondidas na cartilha “Comunidade Mais Segura”. E, uma novidade este ano: ela ganhou uma versão animada! Bateu aquela curiosidade? Clique aqui para assistir ao vídeo!

    O material foi lançado pela CPRM em formato de livreto em 2012 e foi durante o 49º Congresso Brasileiro de Geologia, em agosto de 2018, que suas páginas ganharam vida a partir de uma animação que contou com a narração da jornalista Carla Vilhena.

    A chefe de Divisão de Relações Institucionais da CPRM, Denise de Assis, caracteriza a cartilha como “um material importante para a educação da sociedade e para a prevenção de riscos”. Denise esteve ao lado do assessor da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM, Jorge Pimentel, na realização deste projeto que durou dois anos.

    Para eles, a ideia de criar uma animação a partir da cartilha foi um sonho que se tornou realidade. “Era uma necessidade transformar a cartilha tradicional, que tem alcance limitado, em um vídeo que pode ser transmitido por diversos meios para as crianças: nas escolas, em eventos, parques... É missão do Serviço Geológico do Brasil, ensinar as crianças. Eu estou muito satisfeito”, declara Pimentel.

    Idealizadores do projeto, Denise de Assis e Jorge Pimentel,
    acompanhados da jornalista Carla Vilhena, que narrou a animação

    A jornalista Carla Vilhena, que também participou do projeto narrando a animação, também destaca o caráter educativo da cartilha: “Durante toda a minha vida de repórter sempre estive próxima às tragédias naturais que, em grande parte, são provocadas pela ação do homem. Vi de perto muita gente que perdeu parentes em tragédias que poderiam ser evitadas. Quando vi a possibilidade de ensinar crianças sobre estes perigos, até para que elas possam ensinar os pais, senti que este era um trabalho que pode melhorar o Brasil”.

    O diretor Antônio Carlos Bacelar homenageia
    a jornalista Carla Vilhena
    O Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM, Antônio Carlos Bacelar, reitera que o objetivo da cartilha é contribuir para a preservação da vida e que o intuito agora é divulgá-la por todo o território nacional. “Esta cartilha é uma ação preventiva e educativa. Ela contribui diretamente para a preservação do meio ambiente. Nós, do Serviço Geológico do Brasil, estamos com esta ação buscando melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro”, afirma.

    Você também pode acessar a cartilha em formato de livreto clicando aqui! 





    Ix Chel de Carvalho
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • sexta, 19 de outubro de 2018 às 11:27



    Mina de scheelita em Bodó, Rio Grande do Norte

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) vai lançar produtos que promovem avanços no conhecimento geológico e ampliam o potencial mineral dos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. Serão apresentadas Notas Explicativas das Folhas Buíque-PE, Lajes-RN e Santa Cruz-RN, mapeadas na escala 1:100.000, Informe Geoquímico da Bacia do Araripe, o Atlas de Rochas Ornamentais dos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, e o relatório do Projeto Campina Grande, que aponta alternativas para o abastecimento por águas subterrâneas

    O evento de lançamento dos produtos será na próxima terça-feira, dia 23, às 14h, no Auditório do CREA-PE, situado na Av. Agamenon Magalhães, 2978, Espinheiro, em Recife. Contará com a presença do diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, José Leonardo Silva Andriotti, e dos chefes de Departamento Lúcia Travassos e Marcelo Almeida. Os produtos ampliam o conhecimento geológico da região e apontam novas áreas com potencial para pesquisa mineral, que visam alavancar a economia e atrair novos investidores.
    Distribuição dos minerais na Bacia do Araripe

    Bacia do Araripe – A região localizada nos estados de Pernambuco, Ceará e Piauí, representa 95% do mercado nacional de gipsita, utilizada na fabricação de gesso. Foi alvo de levantamento geoquímico visando identificar outras substâncias minerais que possam fomentar e incrementar a cadeia produtiva de exploração da gipsita. A presença de substâncias minerais importantes tais a celestita (sulfato de estrôncio, SrSO4) e sulfetos de Zn, Pb e Cu já foram evidenciadas. Dentre os resultados há indícios de novas ocorrências na parte norte-nordeste e sul da bacia, em cidades como Santana do Cariri, Crato e Barbalha. No total, 13 zonas anômalas de Sr (±Ba), Cu-Pb-Zn e P foram identificadas.


    Pesquisador da CPRM realiza mapeamento Folha Santa Cruz
    Rio Grande do Norte – Foi realizado mapeamento geológico sistemático nas Folhas Lajes e Santa Cruz, na escala 1:100 000, em uma área de 6 mil km², localizada na Província Mineral do Seridó, de forte vocação mineira. Na Folha Lajes foram cadastrados 315 pontos de recursos minerais, abrangendo 32 substâncias minerais, como tungstênio, ouro, ferro, tântalo, nióbio e gemas preciosas. Destaque para identificação pela primeira vez na região de ocorrências de mineralizações de Fe-Ti-V, que abrem possibilidades metalogenéticas para ocorrências de outros tipos de mineralizações como EGPs, Ni e Au, associadas a rochas máficas-ultramáficas. Na Folha Santa Cruz, há 693 ocorrências minerais, com destaque para ouro, gemas (água marinha, granada), minerais industriais (tantalita/ columbita) e de uso na construção civil (mármore, areia). Destaque para delimitação de novas áreas potencias para prospecção de scheelita, gemas e ouro.

    Pernambuco – O mapeamento geológico da Folha Buíque com de 3 mil km² de área, localizada no semiárido pernambucano, abre perspectivas em área cuja economia é baseada na agricultura, mas é promissora para depósitos de minerais metálicos. Na região, foram cadastradas 41 ocorrências consideradas inéditas. Entre elas, importantes anomalias de terras raras, enriquecidos notadamente em tório, matéria-prima de grande relevância econômica e estratégica, cuja produção mundial hoje concentra-se 97% na República Popular da China.  


    Atlas de Rochas Ornamentais -  apresenta o resultado na avaliação de uma área de 235.000 km² nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, região com expressivos depósitos de rochas ornamentais, com aplicação garantida na condição de revestimento de interiores e exteriores na construção civil. Foram catalogados 85 materiais com base no forte apelo comercial e expectativa de valorização no mercado 
    externo. Deste total, 14 não têm registro regular precedente, representando possibilidade para novos empreendimentos mineiros.


    Campina Grande - Paraíba – A CPRM foi demandada a atuar de forma emergencial frente ao iminente colapso no fornecimento de água do açude Epitácio Pessoa para a cidade de Campina Grande. O trabalho, realizado na Região Metropolitana de Campina Grande e na Bacia Sedimentar de Boa Vista, avaliou alternativas de abastecimento hídrico a partir de aquíferos em rochas sedimentares e fraturadas. Os estudos hidrogeológicos, geológico-estruturais e geofísicos foram amplos identificando qualidade da água, das rochas, vazão, entre outras informações relevantes.

    Convite da CPRM para o lançamento dos produtos.

    Acesse as publicações aqui:
    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400

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  • sexta, 19 de outubro de 2018 às 10:45



    Leandro Guimarães ministra palestra na Superintendência de Belo Horizonte.
    Com o objetivo de disseminar o conhecimento geocientífico, o geólogo Leandro Guimarães, da divisão de geoquímica do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), ministrou, para  os pesquisadores da superintendência de Belo Horizonte, a palestra Fosfato Sedimentar: Geologia, sistemas naturais e implicações globais.

    A palestra contou com a participação de professores
    de universidades e profissionais da iniciativa Privada.
    O geólogo, que atualmente desenvolve sua pesquisa de doutorado na Queen’s University, em Kingston no Canadá, abordou temas como a gênese dos depósitos de fosfato sedimentar, sua distribuição mundial e a relação com as principais glaciações. A palestra contou com a participação do corpo técnico da Gerência de Geologia e Recursos Minerais da SUREG-BH, de professores e estudantes da UFOP e UniBH, além de diversos profissionais da iniciativa privada.

    Cassiano Castro, chefe da Divisão de Geoquímica, ressalta que ações como esta dão retorno à sociedade através da disseminação do conhecimento geológico adquirido pelos pesquisadores da CPRM em programas de pós-graduação no exterior e no Brasil. A apresentação da palestra foi gravada e será disponibilizada em breve no canal do YouTube da CPRM.

    Fosfato Sedimentar- Em termos mundiais, a rocha fosfática é a única fonte de fósforo viável, estando contida nos depósitos de origens sedimentares (em torno de 85% da oferta mundial), ígneas (próximo de 15%) e biogenéticas. Os depósitos sedimentares e os de origem ígnea são os mais importantes do ponto de vista econômico. Já os depósitos biogenéticos são concentrações orgânicas nitrogenadas, originadas pelos dejetos de aves, constituindo menor importância econômica.

    Em um trecho de sua apresentação, Leandro Guimarães
    mostra no mapa as minas de fosforito e sua localização no mundo.
    Para visualizar a apresentação, clique aqui.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • sexta, 19 de outubro de 2018 às 10:14



    Oití teve atuação importante na história da CPRM. Agora será Ouvidor da instuição para dialogar com a sociedade

    Formado em Geologia pela Universidade de São Paulo (USP) em 1963, com pós-graduação pela mesma Universidade e especilização nos Estados Unidos e Canadá, Carlos Oití Berbert começou sua carreria profissional trabalhando na Petrobras e ICOMI.  Também foi professor na Universidade Federal  do Pará (UFPA) e  na Universidade Católica de Goiás (UCG).

    Em 1967 trabalhou  para o  Departamento Nacional de Produção Mineral,  do qual foi diretor de Geologia e Mineralogia entre 1982 e 1990.  Entre  1990  e 1999  foi diretor-presidente da CPRM. À frente da instituição, com  o apoio da Diretoria Executiva,  empregados e Conae,   liderou os  esforços  para a mudar a lei de criação da CPRM  e torná-la uma empresa pública,  com atribuições de Serviço Geológico do Brasil. Durante sua gestão introduziu o conceito de geologia social nos projetos da empresa.

    Oití foi coordenador-geral das Unidades de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia. Possui larga experiência nas áreas de Geociências, com ênfase em Geologia e Prospecção Mineral e em Política e Gestão de CT&I, onde vem atuando mais diretamente  desde o início de 1999, quando foi assessor técnico da Presidência do CNPq e coordenador-geral dos institutos de ciências do MCT.

    Participou de várias Comissões e Comitês Nacionais e Internacionais, como, por exemplo, o “International Geological Congress - IGCC"( de 2000 a 2012) do "International Year of Planet Earth- IYPE" (2007- 2010) e o ITV Instituto Tecnológico da VALE, do qual é Conselheiro. Foi Vice-Presidente da Comissão da Carta Geológica do Mundo para a América do Sul durante  dez  anos e ajudou a criar o Programa Antártico Brasileiro (1984), do qual foi relator para a Área de Ciências da Terra durante dez anos.

    É relator de Geociências do GAAm – Grupo de Avaliação Ambiental do PROANTAR e Conselheiro da “Revista Brasil Mineral” desde 1994. Conhece os principiais depósitos minerais de Zâmbia, África do Sul, Angola, Canadá, EUA e Brasil. Trabalhou  sete  anos na Amazônia, em particular no Amapá e nas Bacias do Rio Tapajós/Sucunduri,  Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins  e Rondônia.

    Entre  2012 e 2017 atuou  como consultor e coordenador-geral de Geologia no Plano Nacional de Geologia de Angola – (PLANAGEO), do qual  foi um dos elaboradores. Tem os títulos de Cavaleiro pela Marinha do Brasil e Comendador pela Sociedade Brasileira de Cartografia, além do Prêmio “Pandiá Calógeras” da Sociedade Brasileira de Geologia e do Diploma de “Mérito Mineral” do Ministério de Minas e Energia.

    Oití foi indicado pelo Conselho de Administração da CPRM para substituir a jornalista Cinara Santos, que teve papel fundamental na criação da Ouvidoria.

    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quinta, 18 de outubro de 2018 às 17:26



    O curso ministrado em Vitória trouxe conhecimento prático e teórico sobre processos geológicos, hidrológicos e áreas de risco.


    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em parceria com a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC/ES), órgão integrante do Corpo de Bombeiros Militar (CBMES), realizou mais uma edição do curso básico de percepção e mapeamento de risco geológico e hidrológico. O curso de 40 horas foi ministrado no auditório da Escola de Serviço Público do Espírito Santo (ESESP) entre os dias 24 e 28 de setembro, na capital Vitória.

    Agentes municipais de Defesa e Proteção Civil do estado e outros profissionais receberam treinamento teórico e prático sobre processos geológicos, hidrológicos e sobre geração de áreas de risco com uma visita técnica nas cidades de Cariacica e Vila Velha.

    Nesta edição do curso, os palestrantes e instrutores foram o geólogo João Luiz Matta de Souza, da Superintendência Regional de Salvador, o geólogo Heródoto Goes e a geógrafa Michele Santana, todos da Superintendência Regional de Belo Horizonte. O curso ainda contou com palestras de especialistas em dinâmica e erosão costeira do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA).

    Agentes municipais de Defesa e Proteção Civil
    do estado e outros profissionais receberam treinamento.
    Dividido em módulos, transmite aos participantes noções básicas de como reconhecer e mapear áreas de risco geológico. E inclui informações teóricas e práticas relacionadas aos principais processos geológicos causadores de desastres naturais no Brasil, como onde eles ocorrem, sua relação com as intervenções humanas e quais são os indícios a serem observados em campo para sua identificação. Ademais, são transmitidas informações de como acessar, ler e utilizar os trabalhos do Serviço Geológico do Brasil voltados à prevenção de desastres naturais.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • quinta, 18 de outubro de 2018 às 15:01




    A  organização permite a distribuição, o compartilhamento e o uso do conhecimento por meio de instrumentos jurídicos gratuitos.
    O Journal of the Geological Survey of Brazil (JGSB) passa a utilizar a licença internacional CC BY (atribuição 4.0) da Creative Commons.

    Creative Commons é uma organização internacional sem fins lucrativos, com representação no Brasil, que permite a distribuição, compartilhamento e uso do conhecimento por meio de instrumentos jurídicos gratuitos.

    As licenças CC de direitos autorais fornecem uma maneira simples e padronizada para dar ao público permissão para compartilhar e utilizar os artigos publicados no JGSB sob condições de sua escolha. As licenças CC permitem alterar facilmente os seus termos de direitos autorais do padrão de “todos os direitos reservados” para “alguns direitos reservados”.

    As licenças Creative Commons não são contrárias aos direitos de autor. São uma modernização que funciona complementarmente aos direitos autorais e permite que seus termos de direitos autorais sejam modificados para melhor atender às necessidades do usuário.

    “Com isso, autores que publicam artigos no JGSB mantém os direitos sobre a publicação e dela podem usufruir de acordo com suas necessidades, podendo distribuir cópias dos artigos livremente e armazená-los em outros sítios imediatamente após a publicação no portal do JGSB”, explica Evandro Klein, editor do JGSB.

    Visite o Journal of the Geological Survey of Brazil em: https://jgsb.cprm.gov.br/index.php/journal/index

    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
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  • quarta, 17 de outubro de 2018 às 17:26




    Os Pesquisadores Carlos Eduardo Mota e Álvaro Barcellos 
    representaram a CPRM no FOSS.4GIS.GOV 2018

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou pela primeira vez do Seminário FOSS.4GIS.GOV 2018 que aconteceu de 17 a 19 de setembro em Brasília. O evento, promovido pelo Ibama, está na segunda edição. Neste ano, foram apresentadas soluções aos desafios relacionados à gestão de informações geoespaciais como a utilização de software livre e de código aberto (FOSS.4GIS - Free and Open Source Software For GIS) nas instituições públicas brasileiras.
    Diversos especialistas em aplicações geoespaciais participaram dos debates que abordaram os mais diversos assuntos, tais como os métodos e práticas relacionados ao desenvolvimento de sistemas, bancos de dados, análises espaciais, sensoriamento remoto, armazenamento, processamento e distribuição de grandes volumes de dados.

    Para o pesquisador e geólogo da Diretoria de Infraestrutura Geocientífica - DIG da CPRM, Carlos Eduardo Mota, o sucesso do FOSS.4GIS nas instituições públicas se deve ao engajamento dos colaboradores, desde desenvolvedores até a área-fim. “Fiquei muito satisfeito com o nível das discussões e com os trabalhos apresentados. Não se pode negar que o FOSS.4GIS realmente tornou-se uma solução madura tanto para pequenos quanto para grandes sistemas de informação geográfica”.

    “Já experimentamos a filosofia do FOSS.4GIS, com o desenvolvimento do Novo FCampo, entrada de dados da Geoquímica, e a boa aceitação da ferramenta deve-se à boa comunicação entre desenvolvedores, geoquímicos e técnicos”, complementou Carlos Mota.

    Durante o seminário foi percebido que, de modo geral, todas as instituições participantes utilizam prioritariamente o banco de dados espacial PostGIS como única aplicação básica de armazenamento, consolidação e disponibilização de informações. Notou-se também o crescimento da participação do QGIS em aplicações SIG estratégicas, conforme foi explicitado nas apresentações do Exército Brasileiro, IBAMA e Polícia Federal.

    Vários casos apresentados demonstraram ainda o aumento da utilização de linguagens científicas, como o Python e R, para o desenvolvimento de rotinas específicas de geoprocessamento e sensoriamento remoto, adicionando inteligência espacial aos bancos de dados georreferenciados.

    O evento contou com a presença do Coordenador 
    Geral do IBAMA, George Ferreira, o presidente da OSGeo Foundation,
     Jeff McKena, e Luiz Motta, analista do IBAMA
    Algumas apresentações trouxeram também a utilização dos aplicativos FOSS.4GIS em casos de limites georreferenciados, identificação de zonas de desmatamento, áreas de litígio e gestão de recursos hídricos e catálogos de imagens. Em nenhum caso apresentado, foi observado a utilização de conhecimentos geológicos como suporte às decisões envolvidas à gestão do meio ambiente.

    Para o pesquisador e geofísico da Diretoria de Infraestrutura Geocientífica - DIG CPRM, Álvaro Barcellos, a expectativa é que na próxima edição a CPRM tenha a oportunidade de apresentar trabalhos FOSS.4GIS no âmbito da geologia, hidrologia e recursos minerais e integrar o grupo de instituições públicas que desenvolvem e disponibilizam conhecimento geocientífico baseado em software livre e de código aberto.

    “O seminário demonstrou que a utilização dos softwares abertos e livres como QGIS, PostGIS e PostgreSQL, estão resolvendo problemas de gestão de informação e de avaliação segura e consistente, para produção de serviços de geolocalização, definição de áreas legais e diferenciação de imagens, estabelecendo novos paradigmas para a administração pública de informações georeferenciadas”.

    A CPRM, usuária de software livre, quando comparada a outras instituições demonstra possuir todos os requisitos necessários - infraestrutura, equipe própria de desenvolvimento e, principalmente, engajamento dos colaboradores - para reivindicar uma posição de destaque no desenvolvimento de soluções geoespaciais aplicadas às ciências geológicas.

    Instituições governamentais como o IBAMA, IBGE, EMBRAPA, ANA, Exército Brasileiro e Polícia Federal também participaram do seminário. O evento contou também com a participação internacional do presidente da Fundação OSGeo, do Canadá.

    A Fundação OSGeo (Open Source Geospatial Foundation) é uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é promover a adoção global de tecnologia geoespacial com  base em software livre e de código aberto. A instituição tem por filosofia o desenvolvimento participativo, voltado para a comunidade, e a implementação de padrões e protocolos internacionais públicos de dados espaciais.

    O evento contou com a presença da Fundação OSGeo, responsável
    pela distribuição de aplicações como o PostGIS e GeoServer, 
    Ela acolhe aplicações como o PostGIS (servidor de banco de dados espacial), o QGIS (sistema de informações geográficas), o Geoserver (servidor de mapas na internet) e o Geonetwork (catálogo de meta-dados e informações dos mapas). Todos eles são utilizados no OneGeology que integra os mapeamentos geológicos entre os serviços geológicos internacionais. A CPRM, como participante do OneGeology, também possui aplicações que utilizam software de código aberto na disponibilização de dados geocientíficos.

    As aplicações do OSGeo são recomendadas no plano de ação para a implantação da INDE, infraestrutura nacional de dados espaciais, que normatiza os padrões de intercâmbio e aplicações para todo o governo no que tange às políticas e à implementação de recursos envolvendo dados geoespaciais.

    A CPRM é membro integrante e signatário da INDE e tem especial interesse na experiência das instituições participantes como referencial para orientações e interações nos diversos serviços implantados na disponibilização de dados geoespaciais.


  • quarta, 17 de outubro de 2018 às 15:51



    Veículos que serão ofertados no leilão da CPRM



    A superintendência regional do Serviço Geológico do Brasil em Manaus vai realizar no dia 19 de outubro, próxima sexta feira, o leilão de bens da Superintendência de Manaus. São 45 lotes variados que vão desde equipamentos de informática, móveis de escritório, equipamentos náuticos até embarcações de pequeno porte e veículos 4x4.

    Os itens serão vendidos no estado de conservação e nas condições de funcionamento em que se encontram, pressupondo-se que tenham sido previamente examinados pelos licitantes.

    De acordo com o Superintendente Regional de Manaus, José Maria Maia, a iniciativa de realizar o leilão tem como objetivo renovar o estoque de materiais da empresa, aumentar a receita para novos investimentos.

    O Leilão será realizado a partir das 09h, na sede do Leilão Manaus, em Flores, Manaus.
    Clique aqui para acessar o site do leilão


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  • quarta, 17 de outubro de 2018 às 10:11




    Participaram da reunião empregados da Embrapa Solos e CPRM


    Empregados do Departamento de Informações Institucionais (DEINF) do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) se reuniram com pesquisadores da Embrapa Solos (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), no dia 10 de outubro deste ano, com o objetivo de discutir ações de direito autoral em dados geoespaciais e em publicações

    A pesquisadora da Embrapa Elaine Fidalgo realizou uma apresentação sobre direitos autorais e dados abertos de pesquisa. A Embrapa já aderiu à licença Creative Commons em suas bases de dados. O uso de licenças Creative Commons é uma forma simples de gerenciar os termos de direito autoral no que se refere ao uso da informação. As licenças permitem que um dado ou uma publicação possam ser compartilhados e reutilizados em termos flexíveis e juridicamente seguros.

    Regina Laforet colaboradora da Embrapa explicou que o termo de cessão de direitos autorais é coletado para cada obra publicada na instituição.

    “A reunião foi o início de uma parceria entre as organizações para aperfeiçoamentos sobre a gestão da informação científica não somente sobre direitos autorais, mas todas as ações que envolvem a produção e disponibilização de dados e publicações”, destacou Roberta Silva chefe da Divisão de Documentação Técnica (DIDOTE).

    Estiveram presentes ainda na reunião o chefe do Departamento de Relações Institucionais e Divulgação (DERID) Valter Barradas e o chefe da Divisão de Editoração Geral (DIEDIG) Ricardo Motta.

    Pedro Henrique Santos
    Colaboração: Roberta Silva
    Foto: Arquivo pessoal DEINF
    Assessoria de Comunicação
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  • terça, 16 de outubro de 2018 às 15:16



    Salão Nobre recebeu público para o Integra CPRM
    Promover uma cultura de integração e diálogo contínuo foram os objetivos da 2ª edição do Integra CPRM que reuniu os funcionários do escritório do Rio de Janeiro na última terça-feira (09). A programação contou com apresentações de projetos desenvolvidos por diversos setores da empresa, além de debates sobre temas como saúde e bem-estar no trabalho.

    “O Integra tem mobilizado as unidades regionais e fortalecido o diálogo e o debate interno. É a oportunidade de conhecer um pouco mais as iniciativas importantes que estamos realizando como os produtos da DGM, a transformação digital promovida pela DIG e o trabalho realizado pela DAF”, ressaltou o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Conalgo, durante o discurso de abertura.
     

    Mesa diretiva durante a abertura do evento
    A primeira palestra do dia mostrou as atividades elaboradas pelo Departamento de Relações Institucionais e Divulgação (DERID). Dentre elas, Valter Barradas, chefe do departamento, citou a participação ativa da CPRM no 49º Fórum Brasileiro de Geologia, que incluiu o lançamento da Cartilha “Comunidade Mais Segura”, a inauguração do estande no evento e a exposição “Explorando o Planeta” do Museu de Ciências da Terra (MCTer).

    A gestora do MCTer, Nathalia Roitberg, também participou da apresentação, onde exibiu dados sobre a história do museu e sobre o planejamento para os próximos anos. De acordo com ela, foi graças a uma parceria entre a CPRM, Petrobrás e Agência Nacional das Águas (ANA) que o museu vai conseguir passar por uma revitalização e expansão completa. Por fim, um vídeo que mostra um pouco da trajetória do museu foi divulgado.


    O funcionamento do Banco de Dados CPRM-SGB também foi tema do Integra CPRM. O chefe da Divisão de Editoração Geral (DIEDIG), Ricardo Motta, mostrou o funcionamento do banco que reúne imagens utilizadas em trabalhos e publicações da empresa, que futuramente vão estar disponíveis ao acesso dos funcionários. “A ferramenta será disponibilizada em ambiente WEB. O empregado irá informar o termo a ser pesquisado e o sistema irá apresentar as imagens que contenham relação com esse termo. Ele poderá visualizar a lista das imagens com algumas informações referentes a cada uma”, explicou Motta.

    Os produtos lançados pela Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM) também foram apresentados. A pesquisadora Lêda Maria comentou sobre a relevância dos mapas geológicos produzidos pela CPRM. “Nós produzimos mapas com um foco muito forte nos recursos minerais. A função de um mapa geológico estadual é mostrar para a sociedade onde estão as rochas mais propícias para encontrar, por exemplo, ouro ou chumbo”, conta a pesquisadora.
        

    Exibição da animação da cartilha "Comunidade mais Segura"
    Houve também a exibição da cartilha “Comunidade mais Segura”, lançada em agosto deste ano no 49º Fórum Brasileiro de Geologia. A XX da Divisão de Relações Institucionais (DIREIN), Denise de Assis, representou o assessor da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial Jorge Pimentel e foi responsável por explicar o projeto e toda sua elaboração que durou cerca de dois anos. 



    O chefe do departamento de Informações Institucionais (DEINF), Edgar Shinzato, abordou ainda a temática de transformações digitais que estão sendo implementadas na empresa. Aplicativos de campo, story maps e painéis de controle são algumas das ferramentas que podem auxiliar na melhoria do dia-a-dia dos profissionais. Ele mostrou também um pouco dos avanços já conquistados, como o uso de drones para detalhamentos de áreas.

    O diretor da DAF, Juliano Oliveira, palestrou sobre a implantação do Regulamento de Licitações e Contratos que estabelece diretrizes e procedimentos para a aquisição de bens ou contratação de serviços e de obras. Palmiro Capone e Luzia Rodrigues, do Comitê de Governança, Riscos e Controles Internos (CGRC), falaram ainda sobre as práticas de governança e o processo de gerenciamento de riscos.

    O Comitê Pró-Equidade da CPRM lançou no Integra Rio a Cartilha de Prevenção ao Assédio. O documento aborda os diversos aspectos relacionados ao assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. Com a presença da coordenadora geral do COGEMMEV (Comitê Permanente de Gênero Raça e Diversidade do Ministério de Minas e Energia e Entidades Vinculadas), Márcia Figueredo, o foco do lançamento foi divulgar a cartilha para a comunidade interna. “Abrir as portas para a discussão sobre equidade de gênero é uma questão estratégica para qualquer empresa”, conta a coordenadora.



    Trazendo para o debate questões sobre vida saudável, o médico do trabalho Welmer Carneiro estimulou a prática de exercícios físicos e a alimentação correta. O vídeo de Geologia Médica, desenvolvido pelo pesquisador em geociências Dario Dias Peixoto, também foi exibido.  



    Coral da CPRM completou 30 anos de existência em 2018

    O ponto alto do evento foi a homenagem aos empregados que estão se desligando da empresa através do Programa de Desligamento Incentivado e de Sucessão Programada (PDISP). Cerca de 20 pessoas que dedicaram de 30 a 40 anos à CPRM receberam uma placa agradecendo todos os anos de contribuição. 

    Estiveram presentes também o diretor de hidrologia e gestão territorial Antônio Carlos Bacelar e o chefe do Departamento de Relações Institucionais e Divulgação (DERID), Valter Barradas.


    Como encerramento, o Coral da CPRM apresentou músicas da MPB. O repertório incluiu o clássico de Luiz Gonzaga, Sabiá, que animou todos os presentes. O Coral, que completou 30 anos, contou com a participação do maestro Mário Assef e de empregados e ex-empregados.
    Cibele Pixinine Batista
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • terça, 16 de outubro de 2018 às 11:42



    Rio Verde Grande (foto: CBH- Verde Grande)


    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), estará no município de Montes Claros, norte de Minas Gerais, no dia 19 de outubro para promover o I Seminário sobre os estudos para a implementação da gestão integrada das águas superficiais e subterrâneas na sub-bacia do Rio Verde, afluente da margem direita do rio São Francisco.

    A coordenadora técnica do projeto na bacia do rio Verde Grande, Maria Antonieta Mourão, fala sobre a importância do trabalho na região. "Estes estudos vão gerar informações necessárias para a implantação da gestão integrada, considerando a premissa de sustentabilidade, conservação e eficiência na alocação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos", ressalta Antonieta

    Mapa mostra áreas que serão estudadas
    Serão debatidos no seminário as diretrizes traçadas e as atividades relacionadas às investigações para o meio físico, como por exemplo a determinação do volume disponível de águas subterrâneas; para o meio biológico, como os tipos de coberturas vegetais e para o meio socioeconômico, como o uso e ocupação do solo e utilização da água pelos diversos setores.

    A cidade de Montes Claros, por ser o principal poço regional, influencia fortemente, sua área geográfica, a demografia da bacia do Verde Grande. As atividades iniciais associadas aos estudos compreendem o cadastramento de pontos de água superficiais e subterrâneos que envolvem captação ou que sejam de interesse para compreensão dos aspectos hídricos na região tais como sumidouros (pontos em que um curso d'água superficial penetra no solo) ou nascentes.

    Para realizar esse levantamento, a participação da comunidade e das instituições de pesquisas locais é fundamental para traçar um panorama do uso atual da água e do volume já comprometido com as demandas, bem como conhecer a dinâmica hídrica.

    A participação no evento é gratuita, sendo necessário enviar um e-mail de confirmação para o e-mail eventos.cerimonial@cprm.gov.br. O Seminário terá início às 09h.



  • terça, 16 de outubro de 2018 às 10:11



    No total, 49 agentes participaram do curso ministro na Serra Gaúcha
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) realizou entre os dias 1º e 5 de outubro de 2018, no município de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, o Curso Básico de Percepção e Mapeamento de Risco Geológico. O objetivo do curso é transmitir conceitos, critérios e metodologias relacionadas ao diagnóstico e mapeamento de áreas de risco, além do planejamento de intervenções, visando à prevenção de desastres naturais ou induzidos, principalmente movimentos de massa e inundações.



    O curso foi ministrado pelos pesquisadores em geociências, geólogos Carlos Augusto Brasil Peixoto, Débora Lamberty e Fabio de Lima Noronha, da Superintendência Regional de Porto Alegre. O curso ocorreu nas dependências da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, que foi a anfitriã do curso. Participaram 49 pessoas, entre agentes de Defesa Civil de Caxias do Sul, Farroupilha, Parobé, Viamão e Gramado, Bombeiros, Guardas Civil e técnicos da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul envolvidos nas secretarias de Meio Ambiente, Planejamento, Obras, Urbanismo, Água e Esgoto.

    Além das aulas teóricas, no dia 4 de outubro, ocorreu aula prática com saída de campo permitindo aos participantes verificarem no campo os conceitos e situações expostas em aula. A visita ocorreu no Bairro Monte Carmelo no município de Caxias do Sul, região que apresenta diversas situações de risco de deslizamento e de enxurradas.

    A agente da Defesa Civil de Caxias do Sul, Catarina Muller, destacou a atuação da CPRM compartilhando conhecimento para formação de profissionais preparados para atuar preventivamente na área de risco. “A didática do curso foi ministrada numa linguagem comum a todos, mesmo sendo extremamente técnico, o que tornou o curso um aliado fundamental à Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil”, avaliou. Ela destacou ainda a importância da capacitação para a Defesa Civil Municipal. “O curso possibilitou à COMPDEC meios de atuação nos problemas da cidade, pois estamos em fase de estruturação, e antes desta data, faltava-nos, subsídios”, complementou.  



  • terça, 16 de outubro de 2018 às 10:08





    Visita terminal hidroviário Santa Clara
    O superintendente regional do RS e SC do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Fernando Schwanke, recebeu convite da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e da Associação Hidrovias RS para participar de visita técnica ao terminal hidroviário Santa Clara, no município de Triunfo (RS). O local é ligado ao terminal de containers TECON, sediado no porto marítimo de Rio Grande.

    O objetivo da visita foi aproximar lideranças empresariais ao sistema logístico hidroviário, mostrando a sua importância para a economia do Rio Grande do Sul. Hoje, o terminal de containers Santa Clara transporta 4 mil containers ao mês, mas possui um potencial para mais que dobrar esta produção. Segundo o diretor presidente do TECON Paulo Bertinetti "o Rio Grande do Sul possui condições extraordinárias para a utilização das hidrovias, e o terminal Santa Clara é uma demonstração de que é possível interiorizar o transporte hidroviário no Estado".

    O presidente da FARSUL Gedeão Pereira salientou que "a Federação da Agricultura trabalha para aumentar a competitividade do agronegócio, e a logística é fundamental para este aumento". O grupo era formado pela diretoria da FARSUL e da associação HIDROVIAS RS, que foi criada justamente para trabalhar pela utilização das hidrovias, garantindo ao setor privado a competitividade necessária para atuar em qualquer mercado.

    O superintendente Fernando Schwanke salientou que "a logística é decisiva no setor mineral, e conhecer, aproximar-se e poder alinhar ações do setor público com o privado é uma das funções institucionais da CPRM. Temos grandes projetos minerais em andamento no Rio Grande do Sul e precisamos criar condições favoráveis ao seu desenvolvimento!".

    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • terça, 16 de outubro de 2018 às 10:06



    Turma do curso de agrogeologia em aula de campo em afloramento de kamafugito
    Entre os dias 17 e 23 de setembro, pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participaram em Goiânia (GO) de curso organizado pela Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (ADIMB) com um dos maiores pesquisadores de agrogeologia, o geólogo canadense Peter van Straaten, da University of Guelph. O curso reuniu pesquisadores, geólogos, agrônomos e engenheiros de minas, de diversos estados do Brasil. As geólogas Magda Bergmann e Andrea Sander da CPRM também participaram como palestrantes do curso, juntamente com o geólogo, professor da UNB e pesquisador da Embrapa Cerrado, Eder de Souza Martins e o biólogo e produtor orgânico Eduardo Martins.


    De acordo com a pesquisadora Magda Bergmann, a agrogeologia é uma área de pesquisa que avança na CPRM visando ampliar o conhecimento sobre rochagem como técnica de manejo de solo, especificamente identificando e classificando “pó de rocha” que serve para técnica de remineralização de solos. As pesquisas são desenvolvidas em parceria com a Embrapa que realiza testes agronômicos com os remineralizadores.

    Conforme a pesquisadora Andrea Sander, o interesse no tema se justifica, pois a agrogeologia é uma nova fronteira científica que muito pode contribuir com o bom desempenho da agricultura, tanto com foco no agronegócio, como na agricultura familiar, onde a atividade já é mais bem divulgada. “A utilização de pó de rochas na fertilização do solo e na prevenção de pragas é relevante já que o Brasil depende da importação de insumos para fabricação de adubos”.

    O curso, além das aulas teóricas, contou com visitas de campo. Uma das propriedades que recebeu os pesquisadores, foi a Fazenda Santa Cecília, localizada em Santa Helena de Goiás, que produz soja, cana de açúcar e milho em três safras anuais. O proprietário já usa remineralizadores de solo há três anos e vem colhendo resultados positivos desde então, com o aumento expressivo de produtividade, de até 16 sacos por hectare, e a diminuição de gastos com adubos convencionais e pesticidas, além da redução do impacto ambiental.

    Outra plantação visitada foi a do sistema agroflorestal desenvolvida na APP (Área de Preservação Permanente) da Represa de Samambaia, da Universidade Federal de Goiás, que também tem ótimos resultados com o uso dos remineralizadores de solo. Também foi visitada a pedreira Araguaia, de onde se extrai mica xisto usado como remineralizador após o beneficiamento da rocha, pela empresa Tratto Agronegócios. Na visita foi possível acompanhar desde a extração até o beneficiamento do pó de rocha. Atualmente o Brasil importa grande parte dos insumos para fertilização das lavouras: cerca de 90% do potássio, 70% do nitrogênio e 50% do fósforo.


    Grupo em aula com o professor Peter van Straaten, das dependências do Hotel Tullip In em Goiânia

    Visita à mina de xisto em Goiânia


    Produtor explica benefícios do uso de remineralizadores no manejo da propriedade


    Testes agronômicos com pó de rocha desenvolvido na UFG




    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • segunda, 15 de outubro de 2018 às 17:50



    Representantes das empresas vinculadas ao COGEMMEV se reúnem na 
    CPRM para elaboração do plano estratégico para 2019 e 2020

    Representantes das empresas que compõem o Comitê Permanente de Gênero Raça e Diversidade do Ministério de Minas e Energia e Entidades Vinculadas (COGEMMEV) se encontraram durante os dias 8 e 10 de outubro na sede da CPRM no Rio de Janeiro para definir o planejamento estratégico de 2019 e 2020.


    O objetivo da reunião foi finalizar o plano de ações para os anos seguintes. Ele será apresentado ao Ministério de Minas e Energia na assembleia geral ordinária do Comitê, que acontecerá em novembro deste ano em Foz do Iguaçu. Lorena Moraes, representante do MME, afirma que essas ações que compõem o planejamento estratégico do Comitê são sugestões a serem adotadas pelo MME e pelas empresas vinculadas a fim de fomentar a equidade de gênero, raça e diversidade nas instituições. “Nosso planejamento também está de acordo com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável lançados recentemente pelo PNUD e algumas empresas públicas, que estabelece diretrizes para o alcance da igualdade e respeito dentro das instituições. Nosso foco é no ODS número 5, que visa alcançar a igualdade de gênero”, explica Moraes. 

    “O COGEMMEV está focado na questão do gênero no ambiente colaborativo. Como podemos avançar em termos de valorização da mulher, sobretudo da mulher negra, dentro das empresas? Como podemos acolher e respeitar nossos profissionais independentemente de orientação sexual? Tudo isso faz parte da nossa pauta”, afirma a coordenadora geral do COGEMMEV, Márcia Figueredo. “Vamos trabalhar questões como licença maternidade e tipos de assédio e violência dentro das empresas. Queremos trazer eixos básicos que sirvam de referência para as nossas instituições, que seriam termos para resguardar a equidade na contratação, por exemplo”, completa.

    Lorena Moraes, representante do MME, participa 
    da reunião da COGEMMEV na CPRM
    Para a elaboração do planejamento, as representantes se dividiram em quatro eixos: Governança, para tratar da implementação das propostas; Comunicação, para compartilhar com as instituições vinculadas as ações a fim de alinhar todo o corpo que compõe o Comitê; Educação, para a criação de cartilhas, seminários e workshops que possam instruir as entidades envolvidas; e Relacionamento com a Comunidade, que propõe levar para a população discussões sobre os temas referentes à equidade de gênero, raça e diversidade.

    A coordenadora do Comitê Nacional de Pró-equidade de Gênero, Raça e Diversidade da CPRM, Emília Hamam, afirma ser uma honra para a CPRM receber outras empresas integrantes do COGEMMEV para finalizar o planejamento estratégico: “Além de dar visibilidade e destaque para nossa empresa, neste encontro também podemos trocar experiências e aprender com as outras instituições sobre como elas agem internamente”. O diretor de Administração e Finanças da CPRM, Juliano Oliveira, também esteve presente no encontro e ressaltou que “o respeito e a construção de melhores condições de trabalho precisam sempre ser prioridade na CPRM, independente do gênero, da raça e da orientação sexual”.

    Representantes participam de dinâmica em grupo
    Atualmente, 27 entidades fazem parte do COGEMMEV que, este ano, foi instituído pela Portaria nº 01 de 21 de fevereiro de 2018, conferindo ao Comitê “maior visibilidade e reconhecimento enquanto instituição que propõe a reflexão, troca de experiências e aprendizado ao desenvolver ações que promovam a equidade de gênero, raça e diversidade”, como declara Márcia Figueredo. “Com a portaria, criamos também nosso regimento interno para gerenciar melhor nossas pautas. E nosso objetivo com o plano estratégico é discutir como o tema da igualdade pode ser trabalhado nas nossas empresas, para que elas coloquem em prática as ações sugeridas, a fim de motivar e alinhar todas as instituições em prol da equidade”, afirma a coordenadora geral.


    Ix Chel de Carvalho
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • segunda, 15 de outubro de 2018 às 17:37



    A técnica Hismana Câmara visita uma caverna em viagem de campo

    As mulheres conquistaram muitos avanços na busca por oportunidades iguais ao longo dos anos e isso acontece em todas as esferas de trabalho. Em algumas ocasiões o respeito impera, mas não é sempre assim. Por isso, o Comitê Proequidade de Gênero,  Raça e Diversidade da CPRM traz a reportagem especial sobre o trabalho da mulher no campo. Ainda existem barreiras difíceis de derrubar quando a rotina de trabalho muda e as mulheres, assim como os homens, saem dos escritórios e passam dias realizando pesquisas e coletando amostras. Conheça a experiência de cinco profissionais da CPRM que enfrentaram diversas dificuldades e representam hoje a força das mulheres que buscam espaço no mercado de trabalho e na pesquisa científica nas áreas das geociências.

    “Chilique”- A petrógrafa Andrea Sander foi a primeira mulher geóloga a ser contratada na Superintendência Regional de Porto Alegre da CPRM. Antes dela havia apenas as geólogas Maria Abadia Camargo e Sílvia Maria Moraes no Rio Grande do Sul que trabalharam nos projetos de carvão da década de 80. Quase dez anos depois, em 1989, ano em que caiu o Muro de Berlim e o Brasil fez a primeira eleição direta após 29 anos, Andrea ingressou recém-formada na empresa.

    “Entrei na CPRM no segundo concurso, fui contratada em julho de 1989 e fui a primeira geóloga "oficial" da SUREG-PA”. Naquele mesmo ano recebeu a primeira missão para sair a campo e atuar no projeto de mapeamento das Folhas Brusque e Botuverá, mapeamento em escala 1:50.000, em Santa Catarina, que fazia parte do Programa de Levantamentos Geológicos Básicos que teve início nos anos 80.

    “Quando fui realizar a etapa de campo surgiu uma dificuldade inesperada, pois nenhum técnico quis me acompanhar, com medo de dizer ou fazer alguma coisa, com a qual eu me incomodasse, provocando uma demissão. O chefe do projeto teve de convencer a equipe que eu não ia “dar chilique” no campo. Com o tempo esse receio foi superado e fiz bons amigos, ganhando inclusive alguns privilégios como poder escolher o cardápio do jantar na casa alugada para nosso alojamento, que somando as equipes de geofísica, prospecção e geologia abrigava 10 profissionais”.

    Grávida no campo - A técnica em geociências Linda Lucena trabalha na CPRM há 14 anos e atualmente espera a sua primeira filha, Flor de Lis. Ela está com sete meses de gestação e neste período fez quatro viagens de campo. Nas primeiras semanas, Linda não sabia que estava grávida e não sentia sintomas como os enjoos. Logo após a descoberta a futura mamãe já encarou outros três campos e diz que se sentiu muito bem.

    “Tem sido uma experiência muito boa apesar das dificuldades. No terceiro mês senti desconforto por conta da estrada de chão, mas passando essa primeira fase, fiz outro campo com cinco meses. A única dificuldade que encontrei foi a locomoção por causa da barriguinha e por passar muito tempo sentada. O resto eu tiro de letra”.

    O preconceito não vem dos colegas de campo, mas das pessoas mais próximas que perguntam como tenho coragem de ir ao campo. Linda desvia dos comentários dizendo que gravidez não é doença. “Fora isso, o carinho e a atenção dos colegas é compensatório. Me sinto muito bem e para falar a verdade estou mais disposta e mais determinada em cumprir meu trabalho”. 

    Linda Lucena posa ao lado de uma estação pluviométrica em - Casa Nova/ BA
    Mas a harmonia não é sempre constante quando se trata de situações que envolvem o preconceito e assédio.  A pesquisadora Maria Antonieta diz que já passou por situações embaraçosas e que teve pulso firme para fazer valer o seu espaço. “Uma vez eu estava dirigindo o carro da empresa e parei na cidade para pedir uma informação. O senhor, que estava ao meu lado, deu a volta no carro para falar com o passageiro, apenas pelo fato de ser homem. Eu era a motorista e a chefe da equipe de campo. São pequenas situações que a gente percebe o preconceito nos olhos das pessoas. Mas temos que agir com firmeza e mostrar que somos capazes de realizar qualquer coisa”, relata Antonieta.

    Outra situação desagradável viveu Sônia* (Este nome é fictício, pois a entrevistada preferiu não se identificar). Ela trabalha em uma das áreas fins e necessita do trabalho de campo para concluir as pesquisas. Em uma das ocasiões ela já tinha feito o projeto e para a execução do trabalho estimou serem necessários cinco dias para a coleta de amostras. Um pesquisador, que trabalha na seção dela, mas não exerce o mesmo cargo nem é da mesma área questionou ao chefe imediato porque não trocar Sônia por outro técnico que “daria conta do recado por menos da metade do tempo que ela”. “Não bastando o absurdo de ele sugerir isso ao chefe, fez nas minhas costas e eu ainda ouvi ele falando mal do meu trabalho”, disse Sônia.

    Quando se impôs na discussão, ela perguntou se a pessoa que estava criticando não gostaria de ele mesmo realizar o trabalho. “Ele respondeu que não, porque não era a área dele. Independentemente disso continuou questionando e eu vi claramente que o que ele estava fazendo era discriminação”.

    Na opinião da coordenadora do Comitê Nacional Proequidade de Gênero, Raça e Diversidade, Emília Hamam, é  notório que as discriminações de gênero e raça influenciam nas possibilidades de acesso e a permanência no emprego. Além disso, são fatores que influenciam diretamente nas condições de trabalho. Estudos apontam que as mulheres, especialmente as negras, detêm os piores indicadores do mercado de trabalho, como o nível salarial por exemplo.

    Hismana e sua filha Jacy
    “Voltando ao assunto específico das pesquisadoras da CPRM, importante chamar atenção para um fato interessante: ainda que haja maior participação das mulheres no mercado de trabalho, persiste, no imaginário coletivo, a percepção de que a divisão dos papéis nos trabalhos, considerados “masculinos e femininos” é determinada pela condição biológica do indivíduo. Assim, persiste socialmente a visão de que há uma predeterminação natural feminina para carreiras ligadas ao cuidado, como nutrição, psicologia etc. Essa visão acaba influenciando na desvalorização dessas profissões e, ao mesmo tempo, gera os tipos de preconceito relatados pelas pesquisadoras”, avaliou Emília.

    “Por esse motivo, as geocientistas apresentam maiores dificuldades na inserção e permanência profissional, enfrentando problemas como acomodações e instalações não apropriadas no campo, assédio e violência de gênero e, ainda, dificuldades em conciliar a família e a maternidade com o trabalho”, acrescentou.

    Nossa reportagem também foi a campo e entrevistou a técnica Hismana Câmara que contou que em seu primeiro trabalho a desigualdade de gênero era enorme. “Na minha época eram cinco mulheres em uma empresa de 200 pessoas”, relata. Depois que a sua filha Jacy nasceu, Hismana encontrou algumas dificuldades para conciliar o trabalho, mas mesmo assim não desistiu. “Eu gosto muito do trabalho de campo. Me sinto completa aqui”. 


    Letícia Peixoto e Janis Loureiro
    Colaboração: Comitê Pró-equidade, Gênero e Raça
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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    (61) 2108-8400



  • segunda, 15 de outubro de 2018 às 11:20




    Funcionários da unidade regional de Fortaleza acompanharam a palestra sobre prevenção de suicídio.
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) tem divulgado uma programação variada para os empregados com a finalidade de proporcionar qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho. Pensando nisso, a Unidade Regional de Fortaleza promoveu a palestra “Prevenção de Suicídios: Conceito, Histórico e Mitos” em homenagem ao setembro amarelo, mês em que o país faz um alerta em prol do tema.

    Major José Edir Sousa em palestra na residência de Fortaleza
    A palestra foi ministrada pelo especialista em saúde pública e comandante da 1ª Seção de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará, José Edir Sousa. Ele falou sobre a importância da saúde emocional e do apoio da família em casos de depressão, um dos principais motivos que leva ao suicídio.

    O coordenador executivo Mickaelon Vasconcelos assistiu à palestra e chamou atenção para a necessidade de se falar sobre o assunto. “Foi uma atividade bastante proveitosa porque trouxe mais informações e esclarecimentos aos empregados sobre um tema que é pouco discutido na sociedade em geral. É essencial falarmos sobre um assunto que pode preservar vidas”, afirmou.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • segunda, 15 de outubro de 2018 às 10:32




    O pesquisador em Geociências, Marco Oliveira, palestrando
    durante a XLVIII Semana de Estudos Geológicos do Estado de São Paulo
    O pesquisador da Superintendência Regional de Manaus, Marco Oliveira, apresentou uma palestra sobre a geociências da Amazônia na XLVIII Semana de Estudos Geológicos do Estado de São Paulo (SEGESP). O evento ocorreu na Universidade Estadual Paulista (UNESP) no dia 4 de outubro.

    A SEGESP é realizada desde 1970 pelos alunos de Geologia da UNESP e tem como principal objetivo complementar a formação dos estudantes por meio de palestras, minicursos e oficinas de diferentes temas. É considerada a semana de estudos mais antiga do estado de São Paulo e permite não só o reencontro de alunos, ex-alunos e profissionais, como também a apresentação de diversas empresas da área.

    O palestrante Marco Oliveira afirmou que, além desse tipo de evento possibilitar a divulgação das atividades realizadas pela CPRM, ele pode também despertar nos futuros geólogos o interesse em trabalhar na empresa. “Ele permite ainda uma aproximação com a Universidade, abrindo portas para novas parcerias e projetos de pesquisa”.

    Laryssa Oliveira
    Revisão: Anna Reis
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quinta, 11 de outubro de 2018 às 16:26




    Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil se reuniram no Rio de Janeiro entre os dias 4 e 5 de outubro para apresentarem os estudos referentes ao sismo no bairro Pinheiro, em Maceió (AL)

    Equipe técnica que investiga evento ocorrido em Maceió 
    se reúne na sede da CPRM no Rio de Janeiro
    A palavra do ano no Serviço Geológico do Brasil é integração. E foi pensando nisso que técnicos de quase todas as unidades regionais se reuniram entre os dias 4 e 5 de outubro na sede da CPRM no Rio de Janeiro. O objetivo foi integrar os estudos obtidos de junho até hoje sobre o evento geológico e geotécnico ocorrido no bairro Pinheiro, em Maceió.


    Em 3 de março deste ano, casas da região ficaram com trincas e rachaduras em virtude de afundamentos que ocorreram no local. O Ministério Público de Alagoas acionou a CPRM para identificar as causas do evento. Desde junho, profissionais de áreas como geologia, hidrologia, geofísica, geotecnia, geoprocessamento, hidrogeologia, estratigrafia e mineração realizam estudos no bairro. 


    A reunião da última semana compilou os dados obtidos até agora para alinhar o corpo técnico, delinear as possíveis causas e definir as próximas etapas da pesquisa. O geólogo Jorge Pimentel declarou que as conclusões da reunião vão compor um relatório que será apresentado ao Ministério Público de Alagoas, assim como um informe dos estudos realizados. “O objetivo do nosso encontro aqui e dos trabalhos que temos desenvolvido é garantir a segurança da população do bairro estudado que chega a mais de 30 mil pessoas. O conjunto de técnicos trabalhando de forma integrada é o grande ganho da nossa empresa”, diz Pimentel.

    A chefe do Departamento de Gestão Territorial, Adelaide Maia, afirmou que as causas dos afundamentos na região ainda estão sendo investigados. “Há várias hipóteses: uma sobre a mineração de sal do local estar provocando essas fissuras nas casas; outra sobre a super exploração do aquífero estar causando essa subsidência e também outra que é geológica, ou seja, pode ser uma causa tectônica mesmo”, explica Maia. 

    Sobre os métodos utilizados, ela esclarece: “Nós já fizemos todo o levantamento das rachaduras e trincas nas moradias. Também realizamos um trabalho com GPR para detectar como está o substrato abaixo das casas em busca de cavidades, fraturas e colapsos na superfície. Agora estamos iniciando um trabalho de batimetria na Lagoa de Mandaú que talvez tenha alguma relação com o evento e também um estudo de interferometria, que é a avaliação da superfície em diferentes épocas, para ver onde pode haver subsidência”.

    O pesquisador em geociências Heródoto Goes saiu de Belo Horizonte para participar do encontro. Para ele, o que mais chamou atenção foi constatar, a partir do mapeamento de evidências superficiais apresentado na reunião, que o afundamento do bairro persiste e que a área atingida se ampliou de lá para cá, acelerando o processo de rachadura das residências. “A importância de reuniões como esta é justamente a troca de conhecimento entre os diversos técnicos envolvidos. A gente consegue ter uma visão unificada e fica mais eficaz entender o processo e elaborar uma solução”, afirma Goes. 


    Geólogo Thales Sampaio, assessor do Diretor de Hidrologia e Gestão 
    Territorial, Dr. Bacelar, participa do encontro na CPRM
    Thales Sampaio, representante do Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial, Antônio Carlos Bacelar, também evidenciou o caráter integrador do encontro. “Estes dois dias foram ricos especialmente pela integração das equipes e do conhecimento. Finalmente a inteligência coletiva está sendo posta a serviço das geociências e sendo disponibilizada para a sociedade”, declara o geólogo. “Com o trabalho que estamos realizando em Maceió nós também encurtamos a distância entre o Serviço Geológico do Brasil, uma empresa de pesquisa em conhecimento técnico científico, com a população local, que hoje sabe perfeitamente o papel relevante que a CPRM tem para sociedade”, conclui.

    Ix Chel de Carvalho
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quinta, 11 de outubro de 2018 às 16:14




    Réplicas de pegadas de dinossauros herbívoros e carnívoros (Foto: Cibele Pixinine)


    Atrair jovens para as ciências e promover o conhecimento são alguns dos objetivos da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorrerá dos dias 15 a 21 de outubro, em todos os estados brasileiros. O Museu de Ciências da Terra (MCTer) não poderia ficar de fora. Na 15º edição do evento, a exposição itinerante “Dinossauros e Geoparques: um caminho para a geoconservação”, organizada pelo MCTer, será levada ao Museu de Astronomia.


    A rica geodiversidade brasileira permite que o país tenha um grande potencial para a criação de Geoparques, áreas geográficas cujo patrimônio geológico fica sob a guarda da Unesco. Apesar disso, existe apenas um no Brasil, o Geoparque do Araripe, no Ceará. Pensando nisso, a exposição traz discussões, até então desconhecidas do público, sobre geoparques e a importância dos fósseis para o fazer científico e também para o geoturismo.

    “Como o tema da SNCT deste ano é Ciência para Redução da Desigualdade, decidimos trabalhar com conceito de Geoparque, já que ele visa o desenvolvimento sustentável por intermédio do geoturismo e geoconservação. Esse tipo de turismo pode gerar renda para a população local, contribuindo para a redução de desigualdades”, destaca Rafael Costa, paleontólogo e curador da exposição.

    Por meio de originais e réplicas de pegadas de dinossauros do grupo de terópodes e ornitópodes, o visitante irá conhecer o Vale dos Dinossauros, um dos mais importantes sítios paleontológicos do mundo, situado no estado da Paraíba. Fotos em 3D e imagens dos geossítios também serão usadas para mostrar as novas propostas de geoparques lançadas pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) como, por exemplo, o Geoparque Rio do Peixe e o de Bodoquena.

    Para Costa, o público ainda não está muito familiarizado com o tema, aumentando a importância dessa exposição. “Acredito que a abordagem da exposição, com os dinossauros sendo o elemento central e o motivador para criação dos geossítios e geoparques, é uma novidade e será bem recebida no evento”, conta o curador.

    A exposição foi desenvolvida com o apoio do Departamento de Gestão Territorial (DEGET/DHT).


    São mais de 50 tipos de pegadas de animais pré-históricos, na bacia sedimentar do Rio do Peixe (Foto: Cacio Murilo)

    Serviço:
    Dinossauros e Geoparques: um caminho para a geoconservação
    16 a 21 de outubro
    Museu de Astronomia
    Rua General Bruce, 586 - São Cristóvão, Rio de Janeiro

    Cibele Pixinine
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400



  • quinta, 11 de outubro de 2018 às 13:56



    Palestra reuniu empregados do escritório do rio de Janeiro para uma reflexão coletiva

    Viver não dói, o que dói é a vida que não se vive.  Você já parou para refletir sobre seus relacionamentos? Propósitos de vida? E o que te faz feliz? Não precisa responder agora. Faça uma pausa. Respire profundamente...  Pense um pouco.  Depois continue lendo o texto. Não tenha pressa. 
    Sempre faço cobertura de eventos no Salão Nobre, no escritório do Rio de Janeiro. Mas nunca tinha visto uma plateia tão presente. Atenta ao que era falado e lhes tocava lá no fundo.  Observei olhos marejados, choros contidos.  Sorrisos largos. Um misto de sentimentos que foram aflorando a cada história que era contada.

    Leila Ferreira durante palestra que
    emocionou empregados e colaboradores
    A palestrante era a jornalista e escritora mineira Leila Ferreira, que apresentou sobre a arte de ser feliz. Logo no início disse com sua voz suave, que não tinha a receita para a tal felicidade, mas que gostaria de conversar, compartilhar com a plateia suas histórias de vida.

    A cada história compartilhada: infância humilde, alcoolismo na família, depressão, trabalho, amor pela mãe, Leila foi cativando e criando uma empatia com o público que se identificou com sua história de vida.  
    Leila disse que a leveza não significa ausência de problemas porque eles fazem parte do existir. “Esperamos a felicidade com letras maiúscula e nos esquecemos de viver os momentos de felicidade que a vida nos oferece. A vida é a soma dos nossos relacionamentos e a arte de conviver é fundamental para a qualidade de vida”, disse Leila.

    Palestra foi um momento de pausa e
    interação dos empregados do Rio de Janeiro
    A jornalista também falou sobre o vício da pressa e correria cotidiana. Da obsessão que a sociedade moderna tem em não perder tempo. “Nessa pressa esquecemos de cultivar afetos. Precisamos fazer perguntas.  Que tipo de pai, chefe, amigo, filho, marido ou esposa eu sou?   A plateia em silêncio capitulava cada palavra.

    Leila comentou ainda que é preciso pausas e do silêncio para reflexões que irão nos ajudar a termos uma vida mais equilibrada no trabalho. Citando o Barão de Itararé disse: “a única coisa que a gente leva da vida é a vida que a gente leva”.
     O que os empregados acharam da palestra? “Eu percebi que todo mundo que estava na palestra sentia que era necessário  aquela conversa, até mesmo, porque é importante ter empatia em todo ambiente, ainda mais na área de trabalho. Percebi que todo mundo saiu de lá mais renovado, mais leve. Acho que é importante trazer essas questões tanto para pessoas que estão aqui há anos, quanto para aquelas que estão chegando agora, como eu”, avalia a estagiária Larissa Brandão, da DIREIN.

    Empregados durante a palestra no Rio de Janeiro
    A secretária Francinete Santos do DERID acredita que só não vai tirar proveito da palestra quem for muito “cabeça-dura”, porque “foi uma experiência muito única”. Já para Placidino Fagundes, da DAF,  a mensagem que Leila passou é extremamente importante para todos os funcionários, em especial, para ele, que está saindo da empresa no PDISP.

    “Sempre busquei nesses anos todos ter uma boa relação com os meus colegas de trabalho. Leila tocou profundamente nas pessoas que estavam presentes. Eu fiquei impressionado porque o Salão Nobre estava lotado e eu não vi ninguém sair antes da palestra terminar.”

    Ao final da palestra teve sorteio e
    autografo de o ultimo livro lançado por Leila
    Para Ana Barandas,  do Lamim  a  palestra foi sensacional.  “A melhor palestra da minha vida. Fiquei com vontade de ser amiga dela e no fim abraçar, beijar e agradecer por aqueles momentos. Ri muito, mas também chorei muito. Espetacular! Adorei! Estou leve e feliz por mais palestras assim”.

    Diego Panazio Zeitune  da  DIDEHU Parabenizou  todos que participaram, direta ou indiretamente, na “prazerosa apresentação da  Leila Ferreira. A palestra foi bem estruturada, cativante, objetiva e contou com a criatividade, o bom humor e o carisma da jornalista, que conseguiu despertar ideias e reflexões no público presente. Na minha opinião, o ‘brilho nos olhos’  com que a palestrante se apresentou fez toda diferença para que a palestra se tornasse simplesmente fantástica.

    Fernanda Machado da   DIDEHU, destacou   que eles  receberam  diversos comentários das unidades regionais  elogiando a iniciativa. “ Agradecemos a todos vocês por essa oportunidade, nesse mundo corrido em que vivemos, não é fácil mantermos um controle emocional na sua plenitude.   A Residência de Teresina parabeniza todos vocês por esse tipo de iniciativa.  Se puderem mandem uns livros pra gente, todos estão curiosos”, disse   Alexey Ataide Peixoto  da  RETE.

    Juliano Oliveira diretor de Administração e Finanças destaca que a iniciativa de  promover palestras com foco  nas pessoas  busca despertar  nos empregados o sentimento de pertencimento  e identidade com os valores da CPRM, além de proporcionar uma reflexão coletiva sobre a qualidade dos relacionamentos  no ambiente de trabalho.

    Diretores prestigiaram a palestra promovida
    pelo Departamento de Recursos Humanos



    Confira a galeria de fotos do evento aqui.

    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quarta, 10 de outubro de 2018 às 12:21



    Funcionários do DEINF assistem à apresentação sobre o DSpace 

    Atualmente, o Repositório Institucional de Geociências (RIGEO) do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) é hospedado pelo software livre DSpace. A fim de customizar melhorias no sistema, o Departamento de Informações Institucionais (DEINF) da CPRM promoveu um treinamento aos empregados do departamento no Escritório do Rio de Janeiro, na Urca, entre os dias 1 e 5 deste mês.

    Ministrada pelo professor Marcos Novais da ECN Info Mei, empresa de consultoria em Tecnologia da Informação, a capacitação abordou os seguintes conteúdos: Curadoria digital, interoperabilidade, integração de sistemas, atualizações de versões, preservação digital, dentre outras configurações.

    Participantes do treinamento
    “O RIGEO reúne a produção científica e institucional da CPRM e vem sendo utilizado desde 2015. A inserção de publicações no repositório além de permitir o acesso aberto às publicações dos pesquisadores da empresa também é uma meta estabelecida no planejamento estratégico da instituição de valor para o cliente e usuário”, destaca Roberta Silva chefe da Divisão de Documentação Técnica (DIDOTE).

    Diferentes tipos de publicações estão disponíveis no RIGEO: Artigos de periódicos, informes de recursos minerais, atlas, mapas, capítulos de livros, cartilhas, dissertações, fotoíndices, livros, teses, trabalhos apresentados em eventos, relatórios internos, relatórios técnicos, trabalhos de conclusão de curso e vídeos. 


    Texto: Pedro Henrique Santos
    Colaboração: Roberta Silva
    Fotos: Arquivo pessoal DEINF
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quarta, 10 de outubro de 2018 às 10:00



    As inscrições para o simpósio são limitadas e já estão abertas. (Fonte: SBG)

    Coordenado pela Sociedade Brasileira de Geologia (SBG), o Simpósio do Ouro em Minas Gerais ocorre durante os dias 8 e 9 de novembro no Centro Universitário UNA em Belo Horizonte. O evento contará com pesquisadores em Geociências e outros funcionários do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

    Resultado de uma parceria da SBG com o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM), Consulado Canadense e outras universidades, o tema do simpósio é “uma visão holística sobre este metal de valor”. A programação inclui debates sobre os aspectos econômicos do ouro, a relação com o meio ambiente, com a economia e com a história da região de Minas Gerais.

    De acordo com Osvaldo Castanheira, da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT) da CPRM, a participação dos pesquisadores abre portas para novos projetos na empresa. “O simpósio atende a necessidade de treinamento e de informação continuada dos profissionais, aumentando a possibilidade de gerar produtos com maior qualificação técnica e com uma visão holística sobre o ouro”.

    Castanheira afirmou ainda que o simpósio “será uma oportunidade ímpar para os técnicos geólogos, engenheiros, geofísicos, economistas, administradores e todos aqueles que atuam nas áreas das geociências se informarem sobre o que há de mais atual no setor”.

    As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas. Clique aqui para se inscrever e conferir a programação completa.

    Para mais informações acesse www.sbg-mg.org.brou envie um e-mail para sbgmg@sbg-mg.org.br.

    Laryssa Oliveira
    Revisão: Anna Reis
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • terça, 09 de outubro de 2018 às 14:10



    Equipe da rede de bibliotecas Ametista em visita à biblioteca regional de Goiânia

    Para além do campo das ideias e dos debates em prol de mudanças significativas, os bibliotecários de todas as unidades regionais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) se reuniram entre os dias 24 e 28 de setembro, em Goiânia (GO), para estabelecer ações a serem concretizadas que visam a melhoria da Rede Ametista.

    Entre elas, destacam-se: Apresentação da proposta de reestruturação das bibliotecas no organograma da empresa; propor a licença Creative Commons a ser adotada na instituição; elaborar uma minuta das questões relacionadas ao direito autoral para os chefes de divisão e departamento; e atuar junto à Consultoria Jurídica (COJUR) na proposta de adoção de termo de cessão de direitos autorais. Outra novidade a ser implementada é o software Pergamum, um sistema integrado de bibliotecas com a finalidade de promover o intercâmbio de publicações científicas.

    Segundo Roberta Silva chefe da Divisão de Documentação Técnica (DIDOTE), a identificação de pontos de melhoria permitirá uma melhor definição de fluxo de trabalho desde a demanda recebida pelas áreas técnicas até a entrega dos produtos e serviços para sociedade.

    As novas propostas já vinham sendo amplamente discutidas por videoconferências pelos analistas em Geociências. Tal fato possibilitou que esta edição do Encontro fosse mais produtiva e eficiente.

    De acordo com o diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM) José Leonardo Andriotti, as bibliotecas possuem um papel vital para os trabalhos da DGM, inclusive em relação às publicações digitais. “A gente está lutando para aproximar cada vez mais as equipes técnicas da DGM com os profissionais da Diretoria de Infraestrutura Geocientífica (DIG). Não só no sentido de aproximar, mas de colaborar. O importante é que tudo isso que a gente está fazendo é tentando fortalecer a empresa”, afirmou Andriotti. 

    Andriotti durante apresentação do trabalho da DGM aos bibliotecários
    “Inspirando o futuro” foi o tema da palestra ministrada por Edgar Shinzato chefe do Departamento de Informações Institucionais (DEINF), que destacou a transformação que a DEINF está passando, assim como a necessidade do departamento de adaptar-se e modernizar-se para assumir novos desafios e conseguir atender as antigas e novas demandas, visando ser cada vez mais útil para a sociedade.

    Estiveram presentes na abertura do evento o diretor da DIG Fernando de Carvalho, o superintendente regional de Goiânia Gilmar Rizzotto, a gerente de infraestrutura geocientífica (GEINF) de Goiânia Sheila Knust, os supervisores da GEINF Goiânia Cristiane de Lima Pereira e Wiliam Ribeiro de Pádua, Fábio da Costa da Divisão de Cartografia, Roberta Silva chefe da DIDOTE e Shalom Fernandes coordenador executivo da DEINF em Goiânia.

    A apresentação da pesquisadora em geociências Sheila Knust abordou o “Fluxo da produção institucional na SUREG Goiânia: um estudo de caso”, evidenciando a renovação da editoração na unidade regional por intermédio da elaboração de um fluxo da editoração e um service desk para a cartografia, onde todo o processo é documentado, demonstrando a importância de organizar e da criação de padrões.

    Já as analistas em geociências Gabriela Leitão (DF), Maria Gasparina (GO), Dalvanise Bezzerril (RE), Nelma Ribeiro (BE), Roberta Silva (RJ), Giovania Freire (FO) e Maria Madalena (MG) falaram sobre normalização de produtos da CPRM de fins textuais e cartográficos. Dentro do contexto institucional ficou evidente a necessidade de organizar o fluxo editorial, realizar a sensibilização e treinamento dos autores quanto às questões de normalização, além da necessidade de um conselho editorial para que se possa fazer com mais qualidade e agilidade os produtos da empresa.


    Edgar Shinzato, Dalvanise Bezzerril, Fernando Carvalho, Sonja Henie e Roberta Silva

    "O III Encontro da Rede Ametista veio fortalecer as iniciativas dos encontros anteriores. O sucesso do evento coube a um somatório de esforços envolvendo diretores, gestores, funcionários da unidade regional de Goiânia e membros da rede Ametista no seu planejamento e execução. Aconteceu num clima de muita parceria. Foi uma alegria, pertencer à SUREG-GO, anfitriã deste evento", ponderou a bibliotecária Maria Gasparina.

    Gabriela Leitão gestora da biblioteca na Sede, em Brasília, avaliou o encontro como extremamente satisfatório. “Para mim foi uma oportunidade de maior integração entre os participantes da Rede Ametista, em que discutimos as atividades que desenvolvemos, além de tomarmos decisões para os caminhos e ações futuras da Rede”, destacou Gabriela.

    Confira a galeria de fotos clicando aqui. 

    As 13 bibliotecas da CPRM são abertas ao público. O acervo físico e digital da Rede Ametista é composto por livros, periódicos, dissertações, teses, relatórios, mapotecas, relatórios técnicos entre outros produtos. 

    Saiba onde elas estão localizadas, clique aqui!



    Texto: Pedro Henrique Santos

    Colaboração: Roberta Silva, Maria Gasparina e Claudia Lopes
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400

  • segunda, 08 de outubro de 2018 às 12:18



    Durante o encontro foi debatida a atualização dos indicadores e metas do plano estratégico da instituição para os próximos cinco anos.

    Olhar para o futuro. Esse foi o objetivo do Workshop de Atualização do Plano Estratégico, que reuniu no Escritório do Rio de Janeiro, lideranças da empresa, que juntas refletiram sobre os indicadores e metas do plano estratégico para os próximos cincos anos da instituição. 

    A iniciativa busca consolidar o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) como instituição de Estado, focada em apresentar à sociedade produtos de qualidade que contribuam para o desenvolvimento das atividades do setor mineral brasileiro, a prevenção e mitigação das consequências dos desastres naturais, o aumento da disponibilidade hídrica, o ordenamento territorial, o uso sustentável dos recursos naturais e os valores públicos que norteiam as ações da empresa.

    "Nos dias atuais a complexidade existente nos ambientes de negócios obrigam as organizações a manter planejamentos estratégicos integrados, flexíveis e adaptáveis, com um processo de atualização constante de forma que elas estejam aptas a compreender as mudanças necessárias”, destacou o diretor-presidente Esteves Colnago na abertura do encontro, que aconteceu no dia 1º de outubro.

    Diretor-Presidente na abertura do Workshop no Rio de Janeiro
    Colnago afirmou que a participação dos empregados nesse processo de revisão do planejamento estratégico traz como resultado um planejamento mais realista.   O diretor-presidente lembrou que o plano estratégico é uma “importante ferramenta de gestão, que baliza a atuação da CPRM e que sua atualização será anual, conforme prevista na legislação.”

    “É necessário que as organizações possuam objetivos estratégicos em várias perspectivas no que tange aos seus recursos humanos e tecnológicos, processos operacionais, valores ao cliente, numa gestão de resultados, e no cumprimento efetivo de sua missão através da perspectiva de valor público”, avaliou o diretor-presidente.

    Ana Claudia Accioly, chefe da Superintendência de Planejamento, disse que é necessário que todos os empregados da CPRM tenham conhecimento dos objetivos da instituição para que se engajem e se mobilizem nesse processo de atualização. 

    Ana usou a fábula dos três operários, do escritor francês Charles Péguy, como exemplo para explicar a importância de todos estarem alinhados em prol do mesmo objetivo. Segundo a estória um aprendiz de sábio ficou pensativo enquanto observava três operários: Sem se conter, aproximou-se do primeiro e perguntou:

    - Boa tarde. O que o senhor faz?
    - Estou assentando tijolos. Disse o primeiro operário.  

     Depois foi até o segundo e fez a mesma pergunta:

     Boa tarde. O que o senhor faz?
    - Estou levantamento uma parede. Respondeu o homem.

     Finalmente, se dirigiu ao terceiro trabalhador:

    - Boa tarde. O que o senhor faz?
    O pedreiro levantou a cabeça e, com um olhar cheio de orgulho, respondeu:
    - Estou construindo a Catedral de Londres, cavalheiro.

    “Qual desses trabalhadores tem clareza do que está fazendo? Precisamos que todos estejam conscientes sobre a forma que seu trabalho reflete no futuro da empresa.  Para isso é importante alinhar o Programa Anual de Trabalho (PAT) ao planejamento estratégico”, explicou Ana.

    Encontro teve a participação de representantes das diretorias
    A consolidação dos indicadores e metas está sob a responsabilidade do Grupo de Trabalho que reúne representantes das diretorias, bem como uma representante indicada pela CONAE.  Após a consolidação da versão final do Plano Estratégico, com seus Indicadores e Metas, esse material será levado para validação da Diretoria Executiva e Conselho de Administração.


    A implementação desse modelo de gestão, baseado em indicadores claros, metas mensuráveis e auditáveis e gestão de resultados busca promover um processo de mudança com transparência para que a empresa possa se adequar a nova realidade e  enfrentar os desafios  dos próximos anos. 

    Clique aqui e confira a galeria de fotos.

    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


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