ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • quarta, 19 de setembro de 2018 às 14:22



    Andriotti se reuniu com funcionários para fazer um balanço das ações da diretoria.


    O diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM), José Leonardo Silva Andriotti, juntamente com a chefe do Departamento de Geologia (DEGEO), Lúcia Travassos da Rosa Costa, e o chefe do Departamento de Recursos Minerais (DEREM), Marcelo Esteves Almeida, reuniram-se com os empregados da Superintendência Regional de Goiânia na manhã do dia 13 de setembro.

    Na ocasião, Andriotti fez um balanço geral das ações da diretoria e, junto com os chefes de departamento, apresentou os projetos e propostas da DGM. Os funcionários aproveitaram este momento para tirar dúvidas e sugerir melhorias em processos relacionados à geologia e recursos minerais.

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quarta, 19 de setembro de 2018 às 10:46




    Turma que concluiu o curso de ENVI
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) realizou entre os dias 10 e 14 de setembro em Porto Alegre treinamento do software ENVI, programa computacional de processamento digital de imagens de sensoriamento remoto. O treinamento ENVI avançado contou com conteúdo programático personalizado para aplicações geocientíficas da CPRM e foi ministrado gratuitamente pela empresa Sulsoft, representante exclusiva do ENVI no Brasil. Participaram da primeira turma, pesquisadores, pesquisadoras e analistas experientes das três diretorias técnicas. Dos 20 participantes, 7 mulheres e 13 homens, respeitando a distribuição de gênero na empresa, que é de aproximadamente 65% de homens e 35% de mulheres.  

    O curso teve como objetivo capacitar profissionais experientes em processamento de dados de sensoriamento remoto no software ENVI para emprego de funcionalidades recentemente introduzidas na versão 5. O ENVI 5.5, lançado em 2018, apresenta interface moderna e amigável, ferramentas de análise aperfeiçoadas, e recursos de automação capazes de ampliar a capacidade de extração de informações de imagens ópticas, de radar ou laser, com aplicação nas diversas áreas do conhecimento geocientífico.

    Segundo a pesquisadora em geociências e especialista em sensoriamento remoto da DGM, Mônica Perrotta, o processamento digital de dados de sensoriamento remoto na CPRM, desde 1995, tem sido desenvolvido, principalmente, no software ENVI, que é também a solução mais empregada por instituições de pesquisa, nacionais e internacionais, que desempenham atividades relacionadas à observação remota da Terra. Ela acrescenta que o ENVI incorpora ferramentas robustas de classificação e interpretação de dados complexos, como os 2.500 km² de imagens ópticas hiperespectrais obtidas em aerolevantamentos realizados pela CPRM, possibilitando a extração de informações mineralógicas e o mapeamento de áreas favoráveis para conter depósitos minerais.

    Soma-se a isso a importância do módulo SARscape, adquirido após o grave episódio de deslizamentos de terra na região serrana do Rio de Janeiro em 2011, que permite, a partir de dados de radar, a avaliação de movimentos de massa e detecção sistemática de mudanças temporais no uso e ocupação da terra, auxiliando na identificação e redução de riscos geológicos, e na gestão territorial. “Os dados de sensoriamento remoto, adequadamente processados, são muito importantes para a geração de produtos eficazes no reconhecimento de padrões geológicos e ambientais, especialmente em áreas recobertas por florestas da região amazônica, onde somente os dados indiretos permitem a espacialização dos esparsos dados obtidos em campo”, destacou Mônica.

    Para Edgar Shinzato, chefe do Departamento de Informações Institucionais (DEINF), a capacitação em Sensoriamento Remoto é um dos pilares para o desenvolvimento dos estudos geocientíficos do Serviço Geológico do Brasil. “Vivemos em uma era de avanços tecnológicos exponenciais e com o Sensoriamento Remoto chegamos a lugares onde nenhum ser humano tinha pisado antes e nos ajuda a compreender melhor os fenômenos naturais, chegando a fornecer inteligência global em tempo real”.

    De acordo com o chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica (Disege), Luiz Gustavo Rodrigues Pinto, as atividades de qualificação que a CPRM vem oferecendo agregam valor aos produtos desenvolvidos pela empresa e motivam profissionalmente os seus colaboradores. “Este é mais um treinamento que tem por objetivo a qualificação e atualização dos profissionais da CPRM com o que há de mais moderno na tecnologia geocientífica, uma importante ação para nos mantermos na vanguarda das produções científicas no Brasil”.

    Na abertura do curso, Michael Steinmayer, diretor-presidente da Sulsoft, deu as boas-vindas aos participantes do curso: “Estamos muito felizes em receber os técnicos da CPRM e apresentar as novas ferramentas do software ENVI para processamento automatizado de imagens óticas e dados SAR, e as novidades na aplicação de processamento em nuvem e Machine Learning, celebrando os mais de 20 anos de ótima parceria com a CPRM”.

    Conforme o diretor de Geologia e Recursos Minerais, José Andriotti, a CPRM utiliza o software ENVI há mais de 20 anos. “Nesse período, o ENVI tem se mostrado muito útil para as equipes. Além disso, sempre acompanhamos o processo de atualização do software com a aquisição de versões novas e com o treinamento avançado dos profissionais, de forma que a utilização do ENVI é uma cultura bem disseminada em toda a CPRM”, destacou.



    Pesquisadores e analistas da CPRM realizam curso de ENVI em Porto Alegre


    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscomdf@cprm.gov.br 
    (61) 2108-8400



  • terça, 18 de setembro de 2018 às 16:52



    2ª etapa do Integra homenageou colaboradores por tempo de serviço.

     As atividades da segunda edição do Integra CPRM de Manaus foram realizadas durante um passeio de barco na maior bacia fluvial do mundo, a do Rio Amazonas, na última segunda-feira (14/9). O projeto, que ocorre duas vezes por ano, realiza encontros temáticos para aproximar empregados e colaboradores da empresa.

    Demonstração dos equipamentos utilizados no processo
    de medição de vazão de grandes rios
    Além da tradicional entrega de certificados por tempo de serviço, os funcionários também tiveram a oportunidade de fazer uma excursão de barco, assistir a uma demonstração de análise de concentração de sedimentos realizada pela equipe LAMIN e aprender sobre os equipamentos usados na medição de vazão em grandes rios com a coordenação da Gerência de Hidrologia (GEHITE).


    Cerca de 60 funcionários, incluindo o Superintendente de Manaus, José Maria da Silva Maia, e o gerente e supervisor da GERAFI, Evandro Silva Caldeira, foram levados para conhecer uma das grandes belezas de Manaus, o encontro das águas do Rio Negro com o Solimões.
    A técnica em Geociências Itani Sampaio de Oliveira afirmou que o passeio permitiu uma melhor observação da “importância do monitoramento de uma bacia hidrográfica, tanto para sua preservação como para sua utilização sustentável”.

    Técnicos Itani Oliveira, Fábio Dias e Priscila Lopes durante a excursão de barco.
    Nilda Gorethe Palma Pantoja, uma das responsáveis pelo evento e gerente de Infraestrutura Geocientífica (GERINF), afirmou que o Integra melhora o relacionamento interpessoal e promove o conhecimento das atividades realizadas, “é um momento para a integração dos colaboradores e uma oportunidade para conhecer o trabalho desenvolvido nas diversas unidades”.

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400



  • terça, 18 de setembro de 2018 às 10:18




    Gravuras rupestres no morro das figuras.

    A região sul do Estado do Maranhão, onde se localiza a Chapada das Mesas, possui riquezas inestimáveis para a manutenção da biodiversidade brasileira. Considerando esse importante aspecto, o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial do Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SGB), Antônio Carlos Bacelar, se reuniu com representantes da Câmara Municipal de Carolina-MA, para discutir o inventário do patrimônio geológico do município e entorno. O objetivo do encontro foi apresentar os estudos para viabilizar a criação do geoparque Vale das Águas.

    O diretor Antônio Carlos Bacelar e equipe visitam
    o Cânion do Santuário Pedra Caída, em Carolina (MA)
    O projeto tem como princípio a identificação, o levantamento, a descrição e o diagnóstico das áreas com potencial para futuros geoparques, incluindo o inventário e quantificação de geossítios, que representam parte do patrimônio geológico do País. A comitiva foi composta pelo diretor Bacelar, o geólogo Carlos Shobbenhaus, e os pesquisadores em Geociências  José Sidiney ,  e Valter Marques.

    Para Bacelar, a iniciativa trará possibilidades de avanço para a região. “Ainda não existe uma proposta para criação de um geoparque no estado e acreditamos que esses estudos viabilizarão o surgimento de novos nichos de mercados, estimulando investimentos locais voltados ao geoturismo”, declarou o diretor.

    Segundo o geólogo Carlos Schobbenhaus, a CPRM fará o projeto em parceria com outras instituições. “Essa atividade deverá ser desenvolvida pela CPRM em parceria com universidades e outras instituições federais e estaduais”, declarou.


    Vale das Águas - Um dos maiores agrupamentos de blocos por colisões continentais do planeta, o Vale das Águas teve sua origem no intervalo Permiano-Triássico, recebendo o nome de Pangea, que se estendia de pólo a pólo.

    A Mudança de clima de glacial para um clima quente com forte aridez e a maior extinção em massa da fauna e/ou flora marinha e terrestre marcam bem essa passagem, para além da elevação das regiões centrais do continente com subsequente recuo da linha de costa responsável por significativas alterações paleoambientais e paleogeográficas.

    Registros geológicos demonstram as mudanças nas zonas climáticas, com intenso magmatismo  básico entre o Jurássico e o Triássico, marcando bem o evento relacionado à fissão do supercontinente Pangea e abertura do Oceano Atlântico Central.

    Dados como estes, para além das belezas cênicas, riqueza cultural, arqueológica, dentre outras, conferem à região do Vale das Águas uma importância geológica no contexto local, regional, nacional e mundial significativa.

    Representantes da CPRM e dos Municípios de Carolina e entorno discutem a criação do geoparque Vale das Águas.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    (61) 2108-8400


  • terça, 18 de setembro de 2018 às 09:32



    Diretor-Presidente, Esteves Colnago, fala durante palestra no CONFEA.
    A atuação do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi tema de palestra realizada na última sexta-feira (14) na abertura da reunião plenária dos conselheiros do Confea, em Brasília.

    O diretor-presidente da CPRM, Esteves Pedro Colnago, afirmou que a palestra faz parte da iniciativa de aumentar o conhecimento do público geral sobre as atividades realizadas pela empresa.

    O encontro foi transmitido ao vivo pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) em seu canal no YouTube e compartilhado pela CPRM em sua página no Facebook.

    Clique aqui para assistir ao vídeo.

    “Precisamos ter a oportunidade de fazer com que a sociedade, através de diversos mecanismos possa nos conhecer. Os senhores são líderes de opinião, e o assunto mineração merece destaque. Nesta casa e nos CREAs estaduais se reúne grande parte dos profissionais com os quais militamos”, afirmou o diretor- presidente da CPRM.

    Colnago e o diretor Fernando Pereira de Carvalho (DIG/CPRM) aproveitaram o encontro para responder perguntas dos conselheiros sobre questões como licitação de direitos minerários, materiais para construção civil, minerais estratégicos, sustentabilidade do setor mineral e segurança no trabalho.

    O Plenário do Confea é formado por um presidente e 18 conselheiros federais veja aqui a composição do órgão, representando mais de 1,5 milhão de trabalhadores, entre eles, 308 mil engenheiros civis, 105 mil engenheiros agrônomos e mais de 10 mil geólogos e técnicos em geologia, veja aqui a lista por título de profissional.

    Eduardo Cucolo
    Assessoria da Presidência
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    eduardo.cucolo@cprm.gov.br
    (61) 2108-8480


  • segunda, 17 de setembro de 2018 às 16:35



     Paulo Dias ministra palestra no Seminário de Fluorescência

    A aplicação da tecnologia de fluorescência de Raio-X portátil na mineração vem sido ampliada em todo o mundo e, para aprimorar os conhecimentos dessa prática, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SBG) promoveu entre nos dias 10 e 11 de setembro, em Belo Horizonte, o I Seminário de Fluorescência e Difração de Raios-X Portáteis. O seminário teve o objetivo de capacitar os técnicos da empresa com novas práticas sobre a tecnologia e contou com a participação de especialistas da CPRM e de empresas nacionais e internacionais.

    A ideia de criar um debate sobre o tema foi iniciativa da Divisão de Geoquímica (DIGEOQ) da CPRM, ligada à Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM/CPRM). Segundo o chefe da divisão, Cassiano Castro, a empresa possui 13 equipamentos distribuídos nas unidades regionais, de diferentes modelos e marcas.

    “Houve a necessidade de fazermos um levantamento sobre esses equipamentos para verificar como eles estavam sendo utilizados. Logo vimos a importância de convidar as empresas que fornecem os equipamentos e atuam no exterior para demonstrar os novos procedimentos e equipamentos mais modernos, além de compartilhar experiências”, comentou Cassiano.

    O Seminário foi dividido em dois momentos. O primeiro, com a exposição das palestras dos especialistas convidados que aconteceu no auditório da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG). O debate contou com 16 palestrantes que também esclareceram dúvidas dos participantes.

    Curso prático para os técnicos da CPRM foi ministrado
    pela CEO da Olympus

    No segundo momento 12/09 foi realizado um mini-curso prático (FRXp e DRXp) voltado para os técnicos da CPRM e de empresas com a participação da CEO da Olympus, Jennifer Caban, que fez uma apresentação prática para os pesquisadores da CPRM. A pesquisadora veio dos Estados Unidos para ministrar o curso.”

    No dia 13/09 foi realizado uma reunião exclusiva da CPRM. Na parte da manhã ocorreram apresentações dos representantes de todas as unidades da CPRM sobre a situação, utilização, rotina, aplicações e os problemas com o equipamento na CPRM.

    No dia 14/09, os técnicos e geólogos da CPRM foram para a Litoteca de Caeté da CPRM realizar uma atividade prática com os equipamentos de FRXp e DRXp.

    No período da tarde foram apresentadas e discutidas as propostas para criação do Procedimento Operacional Padrão e do Manual Orientativo da FRXp, referente aos equipamentos da CPRM.

    Os palestrantes da empresa Reflex, vieram do Peru para compartilhar os conhecimentos utilizados no país. Para o representante da empresa Henrique Perseguini, a iniciativa da CPRM contribui para ampliar o debate sobre a tecnologia. “O seminário é essencial para que possamos discutir técnicas e meios para disseminar e desmistificar as limitações para utilizar esse equipamento em campo”, declarou.

    Para Paulo Dias, pesquisador em geociências e um dos palestrantes do seminário, o debate trouxe mais conhecimento e clareza para os funcionários. “Uma das vantagens de se utilizar a fluorescência de raio x portátil é que com essa tecnologia a amostra não é descartada. Outro fator importante é o tempo de entrega  dos resultados. Isso otimiza o trabalho do pesquisador no campo”, ressalta o Paulo Dias.

    Figura ilustrativa mostrando os principais itens e funcionamento dos equipamentos de FRXp

    Para Taís Fernandes, especialista em laboratórios da empresa CSN Mineração, o evento foi importante para integrar pessoas que estão utilizando os equipamentos. “A melhor forma de difundir essa técnica é ouvir as experiências de quem já trabalha com esse equipamento”, ressalta Taís Fernandes. 

    Outro participante do Seminário, o técnico em geociências Ramon Darwin comentou sobre o curso. “O Brasil é o país que tem mais resistência em utilizar equipamentos de análise portátil, e esse seminário é essencial para que possamos discutir técnicas e meios para disseminar e desmistificar as limitações para utilizar esse equipamento em campo”.

    Segundo Cassiano Castro, o próximo passo será homologar um procedimento padrão de utilização dos equipamentos e a criação de um manual para auxiliar os técnicos da empresa.

    Para visualizar a galeria de fotos do evento, clique aqui.





  • segunda, 17 de setembro de 2018 às 10:58




    Equipe da CEDES apresenta à Presidência projetos de P&D para o PAT 2019.

    A equipe do CEDES (Centro de Desenvolvimento Tecnológico) do Serviço Geológico do Brasil apresentou à SUPLAM (Superintendência de Planejamento e Métodos) um resumo de seus projetos e atividades. Cabe ao CEDES gerenciar a Parceria Petrobras-SGB/CPRM-ANP e formatar projetos científicos que dão suporte aos projetos de P&D de infraestrutura como previsto no Protocolo de Intenções assinado entre as três instituições em março deste ano.

    Durante a reunião, a SUPLAM orientou o CEDES a inserir seus projetos no próximo Plano Plurianual (2020-2023) e a apresentar seus indicadores de avaliação referentes ao Plano Estratégico do SGB/CPRM 2017-2021 até o dia 21 de setembro deste ano.
    A equipe do CEDES já apresentou dentro dos prazos previstos o orçamento para o PLOA 2019 e está formatando seus projetos de P&D para o Plano Anual de Trabalho (PAT) 2019, que foram apresentados no início de setembro e discutidos com a Presidência.
    Anualmente, o CEDES apresenta seu portfólio de projetos à Presidência e, posteriormente, às diretorias. Tal sequência de procedimentos em nada difere das outras diretorias. As equipes dos projetos do CEDES devem ser compostas por pesquisadores das várias áreas do SGB/CPRM e podem ser complementadas por especialistas de outras instituições, sempre que necessário.
    Os projetos do CEDES não concorrem com os da área operacional, financiados com recursos do Tesouro. Eles devem ser cientificamente inovadores e capazes de atrair parceiros do setor produtivo. É esperado que os resultados desses projetos atraiam capitais de risco privados, principalmente para as atividades de exploração na área de metais e óleo e gás.
    As atividades do CEDES englobam ainda a coordenação da CTC e o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). O primeiro é responsável pelo programa de capitação da empresa, e o segundo gerencia e aplica a política de inovação e tecnologia do ICT do SGB. Uma das principais atribuições do NIT é zelar pela manutenção da política institucional de estímulo à proteção das criações, licenciamento, inovação e outras formas de transferência de tecnologia.
    Parceria Petrobras-SGB/CPRM-ANP entra em nova fase
    Os coordenadores da parceria com a Petrobras e a ANP, Paulo Romano e Noevaldo Teixeira, fizeram nas últimas semanas uma série de apresentações sobre o andamento desses trabalhos e o conteúdo dos projetos de P&D de infraestrutura, que constituem o objeto do protocolo de intenções assinado neste ano entre as instituições citadas.
    Um dos encontros reuniu assessores, chefes de departamentos e chefes de divisões da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM), além da equipe do escritório de projetos da SUPLAM, no Rio de Janeiro. Uma nova reunião com a DGM está prevista para esta semana.
    Apresentação sobre a parceria Petrobras-SGB/CPRM-ANP e atividades do CEDES a representantes da DGM e da SUPLAM, no ERJ. l

    Também foram realizadas novas apresentações sobre a parceria ao Conselho de Administração e à Diretoria Executiva, por ocasião do cadastramento dos projetos de P&D de infraestrutura  no SIGITEC (Sistema de Gestão de Investimentos em Tecnologia). Os projetos passarão agora por avaliações técnico-científicas e enquadramento nas regras para liberação de recursos de royalties de petróleo destinados a P&D.
    As iniciativas contemplam os Projetos de P&D do Museu de Ciências da Terra, o Projeto de P&D do Centro de Referência em Geociências e os três projetos da Rede de P&D com Rochas e Fluidos das bacias petrolíferas (unidades Manaus-AM, Pojuca-BA e Rio de Janeiro-RJ).

    Eduardo Cuculo
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • sexta, 14 de setembro de 2018 às 14:51



    O diretor de Administração e Finanças (DAF), Juliano de Souza Oliveira falou aos funcionários da SUREG/SA

    Com o objetivo de discutir questões administrativas, o diretor de Administração e Finanças (DAF), Juliano de Souza Oliveira, visitou a Superintendência Regional de Salvador entre 28 e 30 de agosto.

    O diretor se reuniu com o superintendente José Ulisses Bandeira Pinheiro e os gestores Maria da Conceição Gonçalves (GERAFI), Valter Sobrinho (GEREMI)­, Gustavo Carneiro (GERINF), Miguel Cidreira (GEHITE), além do advogado da COJUR, Pedro Felipe Rodrigues e Alberto Lacerda (AECPRM/SA).

    Na ocasião, Juliano Oliveira tomou conhecimento de diversos assuntos administrativos da superintendência. Além disso, recebeu representantes do Coletivo de Mulheres e da Associação dos Empregados da CPRM da unidade regional.


    O diretor também participou de encontro com todos os empregados no Auditório da Agencia Nacional de Mineração (ANM), onde apresentou os próximos passos do Sistema Eletrônico de Informações e as propostas do Acordo Coletivo de Trabalho. Ele ainda tirou dúvidas sobre o processo do PCCS e anotou sugestões de melhorias para as próximas avaliações. 

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400



  • sexta, 14 de setembro de 2018 às 13:37



    Auditório do CREA/GO reuniu empresários e  pesquisadores durante o lançamento

    Goiânia -
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) lançou nesta quinta-feira (13/9), no auditório do CREA, mapas geológicos que mostram com precisão o potencial mineral do estado. Foram analisados mais de 135 mil km² nos em Goiás e Tocantins e identificados indícios e ocorrências de ferro, manganês, cobre, calcário, fosfato, zinco, chumbo, rocha ornamental, brita e argila para cerâmica.
    O estudo aponta que Goiás têm importantes depósitos de minerais polimetálicos, rochas e minerais industriais, além de pedras preciosas e semi-preciosas como a esmeralda, água marinha, diamante, quartzo, sodalita, zirconita e ouro.
    “Ao entregar esses produtos que, certamente, trarão fomento para as empresas de mineração e consequente aumento do crescimento econômico para a região, nós estamos, também, contribuindo para a economia local e, dessa forma, dando um retorno do nosso trabalho para a sociedade”, destacou José Leonardo Silva Andriotti, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, que esteve em Goiânia para participar do lançamento.
    Andriotti explicou que a CPRM é uma empresa pública e reafirmou a importância do trabalho realizado pela instituição para atrair novos investimentos ao setor mineral brasileiro.
    De acordo com o superintendente regional da CPRM em Goiânia, Gilmar Rizzotto, o avanço do conhecimento geológico da região constitui um instrumento indispensável para o planejamento e a implementação da atividade mineral, além de políticas públicas voltadas para o aproveitamento sustentável dos recursos minerais e hídricos superficiais e subterrâneos.  
    Rizzoto anunciou que a CPRM está buscando parcerias com instituições de pesquisa para alavancar estudos nos estados.  “Nós estamos formalizando um convênio com a Universidade Federal de Goiás, que é uma importante instituição de pesquisa. Já temos alunos da UFG trabalhando conosco e essa parceria será importante para gerar e disseminar o conhecimento geológico.”
    Os mapas trazem dados de mais de 135 mil km² dos estados de Goiás e Tocantins.
    Os produtos cartográficos lançados descrevem as características geológicas da região, sendo que a maior parte está inserida no contexto geotectônico da Província Tocantins. No total foram mapeados cerca de 45 municípios.
    Acesse as fotos do evento clicando aqui.
    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • quinta, 13 de setembro de 2018 às 15:50





    Os mapas do aplicativo são atualizados em tempo real (Foto: Prefeitura de Ouro Preto)

    Brasília -
    A nova tecnologia vai facilitar a comunicação da Defesa Civil com a população, alertando sobre possíveis alterações geológicas, situações de risco e até mesmo informações sobre chuvas na região. Pelo aplicativo, é possível clicar em qualquer local do mapa e saber quantas casas e pessoas residem ali, quais os riscos, visualizar fotos e dados.

    O aplicativo conta com um sistema de manutenção colaborativo, no qual a população pode auxiliar a Defesa Civil com o envio de possíveis eventos geológicos, relatando o problema por meio de mensagens de texto, inserindo fotos e ainda enviando as coordenadas geográficas diretamente para a equipe do órgão. 

    Foi lançado na terça-feira (11/9) durante o curso de gestão de risco promovido pela prefeitura, que contou com a presença de lideranças comunitárias. “A ideia é divulgar para a população as áreas de risco da cidade e também de alguns distritos” explica o gerente de TI da prefeitura de Ouro Preto, Rafael Gomes, que participou do desenvolvimento do aplicativo.

    Apresentação do aplicativo durante o evento de gestão de risco. (Foto: Prefeitura de Ouro Preto)
    Os dados usados para alimentar a ferramenta foram coletados pelos pesquisadores da CPRM durante o mapeamento de áreas de risco no município. Segundo Gomes, Ouro Preto conta com aproximadamente 6.500 pessoas morando em setores de alto risco. “Diante desse cenário, a equipe de TI da prefeitura, em uma ação conjunta com a coordenadoria de Defesa Civil, idealizou e desenvolveu a ferramenta tecnológica para alertar a população.”

    Pesquisadores da CPRM mapeando áreas de risco em Ouro Preto, 2016.

    A chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM, Sandra Fernandes, explica  que entre 2016 e 2017 a empresa  atualizou o mapeamento  de áreas de risco no município, o que permitiu definir um quadro real das áreas de risco. “Saber que eles estão utilizando nossos dados mostra que nosso trabalho não para com a entrega de relatórios e mapas, e que esses dados também são  utilizados como instrumento gestão”.



    Para acessar o aplicativo na PlayStore (Android), clique aqui.

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quinta, 13 de setembro de 2018 às 14:25



    Participantes criaram cenários a partir dos conhecimentos teóricos do curso.

    Durante os dias 27 a 31 de agosto de 2018 foi realizado o curso “Cenários Aplicados ao Planejamento Estratégico Territorial” em Salvador, ministrado pelo geólogo Valter Marques da SUREG-BE. O curso tem como objetivo apresentar e transmitir parte do conhecimento sobre cenários, adquirido ao longo dos mais de quarenta anos de atuação na CPRM.

    Participaram do curso os funcionários das Superintendências Regionais de Salvador, Belo Horizonte, Belém e do Escritório do Rio de Janeiro, além de um geólogo da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral - CBPM. Durante o evento foram tratados diversos tipos de cenários, tanto no âmbito mundial quanto local.  Como atividade prática os participantes elaboraram dois cenários, o primeiro sobre “O futuro do Serviço Geológico do Brasil” e o segundo sobre o “Aquífero Urucuia na Bahia para os próximos 20 anos”.

    Gustavo Carneiro, pesquisador e Gerente de Infraestrutura Geocientífica, afirmou que o curso “gera uma visão integrada das variáveis ambientais, econômicas e sociais atuantes sobre os geossistemas” e lembrou a importância de debater e apontar caminhos alternativos, tendo em vista o contexto de mudanças e incertezas que vivemos. 

    No final do evento, a Superintendência prestou uma homenagem ao geólogo Valter Marques e à geóloga Suely Serfaty Marques, concedendo uma placa de reconhecimento. Para a homenagem estiveram presentes o Superintendente de Salvador, José Ulisses Bandeira Pinheiro, e os ex-empregados da SUREG-SA José Carlos Vieira Gonçalves e Inácio de Medeiros Delgado.

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • quinta, 13 de setembro de 2018 às 09:51





    A chefe do Departamento de Geologia Lúcia Travassos entrega proposta de parceria ao governador do Tocantins, Mauro Carlesse, na presença do diretor José Leonardo Andriotti e do superintendente de Goiânia Gilmar José Rizzotto

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SGB) entregou ao governo do Tocantins nesta terça-feira (11) proposta de parceria para elaboração do Mapa Geológico e de Recursos Minerais e de levantamentos aerogeofísicos no Estado.


    A proposta teve a assinatura do diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM/SGB, José Leonardo Andriotti, e dos chefes de departamento Lúcia Travassos (Geologia) e Marcelo Esteves (Recursos Minerais).

    As duas partes se comprometeram a trabalhar na elaboração de um acordo de cooperação no qual a CPRM/SBG desenvolveria o Projeto Geologia e Recursos Minerais do Estado do Tocantins. Em contrapartida, o governo do Tocantins realizaria levantamentos aerogeofísicos em parte da sua área territorial, com suporte técnico da CPRM/SBG.

    A chefe do Departamento de Geologia Lúcia Travassos entrega proposta de parceria ao governador do Tocantins, Mauro Carlesse, na presença do diretor José Leonardo Andriotti e do superintendente de Goiânia Gilmar José Rizzotto

    O Projeto Geologia e Recursos Minerais do Estado do Tocantins já consta no Programa de Trabalho de 2019 da CPRM e será desenvolvido pela Superintendência Regional de Goiânia, sob coordenação nacional do Departamento de Geologia/DGM.

    Com duração de três anos, está prevista a entrega dos produtos Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado do Tocantins, Arquivos vetoriais que compõem o Sistema de Informações Geográficas do referido mapa e relatório final do projeto, onde constarão todas as informações sobre geologia e potencial mineral.

    Em relação aos aerolevantamentos geofísicos (hoje cerca de 50% do Estado dispõe desses dados), foram apresentadas duas propostas ao governo do Estado, que ficaria responsável pela contratação do serviço junto a empresas especializadas.

    A CPRM/SGB estima que o trabalho (magnetometria e gamaespectrometria) para complementar a cobertura apenas na área de embasamento cristalino, que tem maior atratividade para o setor privado na busca por recursos minerais, especialmente os de natureza metálica, teria custo de R$ 19,3 milhões (137.806 km lineares) para o governo local.

    Em outro cenário, que prevê complementar a cobertura do território do Tocantins, incluindo áreas de embasamento cristalino e bacias sedimentares, o custo é estimado em R$ 44,3 milhões (316.530 km lineares). Esse trabalho mais amplo amplia o potencial para agrominerais, minerais industriais, minerais metálicos e minerais estratégicos (como lítio, grafita e cobalto).

    Nos dois cenários, a CPRM/SBG teria a atribuição de ajudar na definição de parâmetros técnicos para formulação do termo de referência para contratação do serviço e ficaria responsável pelo acompanhamento e fiscalização técnica da empresa contratada. A companhia também irá disponibilizar as informações gratuitamente em seu banco de dados GeoSGB (geosgb.cprm.gov.br), assim como acontece com todos os dados obtidos em projetos realizados pela instituição.

    “A aerogeofísica ainda precisa ser feita em algumas regiões do Tocantins. É um investimento alto, mas tem o poder de mudar o cenário para a mineração na região”, afirmou o diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM/SBG.

    A entrega do documento ocorreu após a realização do 3º encontro de Mineração do Tocantins – Potencial e Perspectivas.

    No evento, o diretor de Geologia e Recursos Minerais falou para a uma plateia de cerca de 80 pessoas, formada principalmente por representantes do governo local e de estudante.

    “Precisamos dizer a essa comunidade que o nosso trabalho aqui do Tocantins não é novo, só que agora temos o convite para apresentar nossos produtos e nossas propostas para a região. Neste momento, estamos concluindo alguns projetos que pretendemos entregar com muita brevidade”, afirmou Andriotti, que deu como exemplo o levantamento de recursos minerais para uso na construção civil na região metropolitana de Palmas.

    O gerente de Geologia e Recursos Minerais da Sureg-GO, Marcelo Ferreira da Silva, fez uma apresentação sobre os trabalhos já desenvolvidos na região e afirmou que são necessários mais estudos para que seja possível se alcançar no Tocantins o mesmo nível de conhecimento que existe no Estado vizinho de Goiás.

    Segundo Marcelo, há contextos geológicos no Tocantins que se estendem para a porção norte de Goiás. No entanto, a diferença de nível de pesquisa e conhecimento entre os Estados, que se reflete na produção mineral, deve-se a maiores investimentos ocorridos em Goiás.

    O geólogo Pedro Sérgio Estevam Ribeiro, também da Sureg-GO, falou sobre o potencial mineral do Estado e destacou que a infraestrutura logística é um fator que pode tornar viável a exploração de novas regiões. Ao destacar o potencial para os agrominerais, disse que o Tocantins é uma das maiores fronteiras agrícolas do país, o que requer maior utilização de fertilizantes agrícolas.

    Eduardo Cucolo
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomcprmdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400




  • quarta, 12 de setembro de 2018 às 15:47



    O encontro entre a Diretoria Executiva e os representantes da Conae buscou
    entendimentos que vão ajudar a preparar a empresa para o futuro

    Brasília
     - Representantes da Coordenação Nacional das Associações de Empregados da CPRM (Conae), convidados pelo diretor-presidente Esteves Colnago, participaram, na segunda-feira (10/9), de reunião da Diretoria Executiva que acontece quinzenalmente. A iniciativa busca reforçar o diálogo da empresa com os representantes dos empregados. 

    Durante o encontro, o presidente da Conae, Jônatas de Sales Macedo Carneiro, Paulo Roberto Bastos Leite, vice-presidente e Elem Cristina dos Santos Lopes, diretora trabalhista, apresentaram à Diretoria Executiva os principais pontos de atuação da entidade em defesa dos interesses dos empregados.

    Entre eles, os representantes destacaram a importância de preparar a empresa para o futuro,  necessidade de melhorar a divulgação interna, transferência, revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), e acordo coletivo de trabalho.

    “Nossa atuação busca fortalecer a representatividade dos empregados, pois entendemos que a empresa é muito mais do que projetos. Ela é formada por pessoas que precisam de capacitação continuada para que possam desenvolver suas habilidades de gestão”, disse Jônatas Carneiro.

    “É importante ouvir o que a Conae tem a dizer  pois ela representa nossos empregados. Assim,  podemos criar entendimentos e preparar a CPRM para os desafios do futuro”, avaliou o diretor-presidente Esteves Colnago, que sugeriu reuniões semestrais com a entidade para que o dialogo seja constante.

    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomcprmdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400




  • quarta, 12 de setembro de 2018 às 09:42



    Geólogo Rafael Silva Ribeiro com o Prêmio Lorenz Dobereiner
    Pela primeira vez um pesquisador em Geociências do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) ganhou o Prêmio Lorenz Dobereiner. Rafael Silva Ribeiro, geólogo que atua na Divisão de Geologia Aplicada, recebeu a premiação destinada ao reconhecimento de associados da ABGE, com menos de 35 anos de idade, que apresentem indicações promissoras na carreira profissional em relação ao desenvolvimento da Geologia de Engenharia e Ambiental e aos objetivos da Associação.

    O prêmio foi entregue na última quinta-feira (6) durante a realização do 16º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental (CBGE), em São Paulo (SP). “É uma honra ter recebido o prêmio Lorenz Dobereiner. Desde 2007, venho atuando nessa ciência. Fico feliz e grato com o apoio ao meu nome e reconhecimento do meu trabalho na instituição por parte de outros pesquisadores. Acredito que a premiação aumentou minha responsabilidade como pesquisador em geociências”, afirmou Ribeiro.

    Elton Andretta durante exposição de estudo 
    No Congresso, que ocorre a cada dois anos, também foram apresentadas pesquisas desenvolvidas pelos geólogos da CPRM Dianne Fonseca, Elton Andretta, Iris Bandeira e Sheila Gatinho. Entre elas, destacam-se: A utilização de batimetria no mapeamento de áreas sujeitas à erosão fluvial na Amazônia; Metodologia proposta para mapeamento geotécnico da zona de expansão urbana de Manaus (AM); Caracterização geológico-geotécnica dos sedimentos marginais da comunidade de São Braz, município de Porto de Moz (PA) e sua relação com suscetibilidade à erosão fluvial (terras caídas); e Influência de parâmetros hidrológicos no processo de erosão fluvial na região de Santarém (PA).

    Pesquisadoras em Geociências da CPRM Iris Bandeira, Dianne Fonseca e Sheila Gatinho

    O 16º CBGE, cujo tema foi “Geologia de Engenharia e Ambiental, onde estamos e para onde vamos”, teve início no dia 2 e término 6 de setembro. O evento possui caráter multidisciplinar voltado para discussão, divulgação e aprimoramento das pesquisas e do conhecimento técnico. Pesquisadores e acadêmicos tiveram a oportunidade de apresentar estudos, discutir evoluções de métodos e formas de desenvolver pesquisas voltadas à avaliação de impactos ambientais, gestão ambiental, gerenciamento de riscos e temas que debatem desafios e soluções frente às solicitações de obras e projetos.

    Clique aqui e confira as fotos registradas pela equipe da Divisão de Geologia Aplicada!

    Pedro Henrique Santos
    Colaboração: Sandra Silva
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    (61) 2108-8400


  • terça, 11 de setembro de 2018 às 12:05




    As Pedras das Guaritas são um imponente conjunto de morros testemunhos onde a elevação media do terreno fica acima dos 200 metros, e parte de seu nome e utilizado para denominar essa região.
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) vai apresentar no dia 12/09 em Caçapava do Sul o relatório da proposta de criação do Geoparque Guaritas-Minas do Camaquã. O estudo realizou o inventário dos geossítios e sítios de geodiversidade do território e foram selecionados 30 pontos entre afloramentos geológicos e paisagens geomorfológicas. No projeto foi utilizado VANT para fazer imagens da área de estudo e fotografias com alta qualidade. A palestra será às 18 h, na UNIPAMPA.

    De acordo com o coordenador do estudo, geólogo da CPRM Carlos Augusto Brasil Peixoto, o projeto teve como principal objetivo inventariar, quantificar e qualificar os geossítios e sítios de geodiversidade que representam a história geológica da área selecionada para implantar o geoparque. “Cada geoparque tem sua marca geológica e geomorfológica o das Guaritas-Minas do Camaquã tem suas atrações únicas, por isso que a geodiversidade da Terra é tão singular. A proposta do geoparque é que cada região do mundo, que possua paisagens ricas e importantes, delimite territórios para preservar para as próximas gerações”, explicou.

    De todas as belezas da região, o geólogo elegeu dez geossítios mais representativos para constituição do geoparque: Pedra do Segredo, Pedra das Guaritas, Minas do Camaquã, Toca das Carretas, Toca do Sapateiro, Gruta da Varzinha, Rincão do Inferno, Pedra Pintada, Galpão de Pedra e Cerro da Angélica.

    O território da proposta do geoparque é reconhecido por sua rica e complexa geologia com exposições de rochas metamórficas, plutônicas vulcânicas e sedimentares do Neoproterozóico (Criogeniano e Ediacariano) ao Cambriano. As variedades dos tipos litológicos, modelados por processos tectônicos e erosivos, refletem-se na formação da paisagem compondo com a vegetação peculiar da região um cenário único. A principal área do proposto geoparque centra-se nas Minas do Camaquã e na beleza natural do seu entorno. As Minas do Camaquã, atualmente paralisadas (1870-1996), é importante sítio geológico-metalogenético, marco na história da mineração do cobre no Brasil. O seu entorno inclui geoformas esculpidas em psamitos, psefitos e secundariamente pelitos cambrianos de grande beleza cênica, referidas como Guaritas do Camaquã.

    Após a apresentação do relatório, o próximo passo é construir um plano para implantação do parque. “O projeto que está sendo entregue para a sociedade local colabora para fomentar o desenvolvimento sustentável baseado na preservação do patrimônio geológico e do meio ambiente além de valorizar a cultura local”, destacou.

    A proposta de Geoparque Guaritas-Minas do Camaquã faz parte do Projeto Geoparques Brasil da CPRM. Iniciado em 2013, foi desenvolvido com reuniões locais, trabalho de campo e inventariação dos dados com uso do aplicativo desenvolvido pela CRPM o Geossit. Hoje o Brasil só possui o geoparque de Araripe (CE), como integrante da Rede Global de Geoparques da Unesco.

    O que é um geoparque?
    Geoparque é uma marca atribuída pela Rede Global de Geoparques da UNESCO a uma área onde sítios do patrimônio geológico representam parte de um conceito de proteção, educação e desenvolvimento sustentável. Deve ter um conjunto de afloramentos e paisagens que mostram a história geológica da região. Estes pontos e locais devem ter valor científico de nível internacional, atraindo interessados em observar paisagens como cerros, grutas, cavernas, cachoeiras e morros e aprender mais sobre as geociências;

    Em suma, um geoparque, no conceito da Unesco, deve:


    1.  Preservar o patrimônio geológico para futuras gerações (geoconservação).
    2.  Educar e ensinar o grande público sobre temas geológicos e ambientais e prover meios de pesquisa para as geociências.
    3. Assegurar o desenvolvimento sustentável através do geoturismo, reforçando a identificação da população com sua região, promovendo o respeito ao meio ambiente e estimulando a atividade socioeconômica com a criação de empreendimentos locais, pequenos negócios, indústrias de hospedagem e novos empregos.
    4.  Gerar novas fontes de renda para a população local e a atrair capital privado.


    Os 10 geossítios mais destacados da região:
    • Pedra do Segredo
    • Pedra das Guaritas
    • Minas do Camaquã
    • Toca das Carretas
    • Toca do Sapateiro
    • Gruta da Varzinha
    • Rincão do Inferno
    • Pedra Pintada
    • Galpão de Pedra
    • Cerro da Angélica

    O geossítio Minas do Camaquã – Cava Uruguai mostra uma extensa área minerada para extração de cobre em rochas sedimentares; suas operações foram encerradas em 1996. Nesse ponto, a altitude e de 215 metros. Na cava a céu aberto, devido as águas da chuva acumuladas ao longo dos anos, e pela estabilização do nível do lencol freático, formou-se um lago de cor azul.

    A Pedra do Segredo e um morro testemunho com altura aproximada de 145 metros; sua denominação e baseada em lendas que contam a existência de tesouros escondidos nas cavernas e cavidades, ou no seu entorno.

    O Rincão do Inferno é um grande maciço rochoso com elevação aproximada de 245 metros, formado por um conjunto de morros testemunhos, paredões, lajeados, blocos e matacões, separado por um cânion; no fundo do vale escoa o arroio Camaquã Chico, afluente do rio Camaquã.

    A Gruta da Varzinha e uma caverna extensa e pouco profunda, localizada na base do talude, e modelada por processos erosivos que formaram a cavidade, e as infiltrações nas fraturas das rochas sedimentares originaram um conjunto de espeleotemas.

    Serviço:
    Lançamento do relatório da proposta Geoparque Guaritas-Minas do Camaquã
    Data: 12/09
    Horário: 18h
    Local: Auditório do campus de Caçapava do Sul.
    Endereço: Av. Pedro da Anunciação, 11. Vila Batista

    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • segunda, 10 de setembro de 2018 às 15:04




    Apresentação do pesquisador Eduardo Rezende: geologia geral
    A Superintendência Regional de Goiânia recebeu na manhã do dia 03/09/2018 a turma do 1º ano do 2º grau do Colégio Simetria, situado no Bairro Feliz em Goiânia (GO).

    Esta visita, coordenada pelo professor de geografia Paulo Henrique Gomes da Silva, teve como objetivo mostrar aos alunos algumas áreas de trabalho do Serviço Geológico do Brasil, através de apresentações das equipes de Geologia e Recursos Minerais, de Risco Geológico, de Água Subterrânea e de Hidrologia.

    Na área de geologia e recursos minerais alguns conceitos básicos e de interesse coletivo foram abordados pelo geólogo Eduardo Rezende, seguido de uma aula prática sobre minerais e rochas. Nesta abordagem, os estudantes tiveram a oportunidade de visualizar lâminas petrográficas no microscópio, cristais de zircão na lupa binocular e de comparar os níveis de radioatividade das rochas com o cintilômetro portátil. A pesquisadora Sheila Knust mostrou um mapa geológico finalizado, e destacou a utilização de ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas na etapa pré-campo (fotos aéreas, imagens de satélite e de geofísica), incluindo a prática no estereoscópio de mesa com as fotos aéreas.
    Aula prática sobre minerais e rochas

    A equipe de risco, composta pelos pesquisadores Vivian Fernandes, Rodrigo Fernandes e Deyna Pinho, mostraram aos alunos alguns vídeos de desastres naturais no Brasil e no mundo, seguido do conteúdo da “Cartilha Comunidade Mais Segura” da CPRM.

    O geólogo Maurício Rocha apresentou o vídeo institucional da ANA sobre hidrogeologia e fez um experimento prático no qual ressaltava a diferença de permeabilidade em diferentes tipos de rocha.

    Na sequência, o engenheiro hidrólogo José Alexandre Pinto Coelho Filho discorreu sobre a necessidade do monitoramento das variáveis hidrológicas para o conhecimento e gerenciamento dos recursos hídricos no Brasil.

    Apresentação da equipe de risco

    Segundo o professor Paulo Henrique, a visita foi muito além da expectativa inicial. A didática dos palestrantes e o conteúdo exposto despertou muito interesse e curiosidade dos alunos, criando inclusive interesse profissional na área de Geologia.

    “Ficamos muito empolgados com esta visita e quero fazer uso mais vezes do ambiente super didático do Serviço Geológico do Brasil. Saio muito satisfeito e realizado e este também é o sentimento de nossos alunos. Agradeço toda equipe que nos proporcionou um dia magnífico de conhecimento científico, que vai fazer toda diferença na vida dos nossos alunos”, disse Paulo Henrique.

    Apresentação e prática sobre hidrogeologia




  • segunda, 10 de setembro de 2018 às 14:44



    O geólogo Joffre Valmório falou sobre a geologia da região
    A cidade de Campos Verdes (GO) recebeu, no dia 01 de setembro, a V Feira Internacional das Esmeraldas. Os geólogos da CPRM/SUREG-GO apresentaram palestras técnicas no evento que foi promovido pela Prefeitura de Campos Verdes e contou com o apoio do Governo do Estado e da Cooperativa dos Mineradores e Garimpeiros de Esmeralda de Campos Verdes COOP-CAMP. 

    O geólogo Joffre Valmório de Lacerda Filho apresentou a palestra “Potencial Geológico do Garimpo de Esmeraldas de Campos Verdes”, na qual discorreu sobre a geologia da região e os principais controles das mineralizações de esmeralda. Ressaltou a importância de implementar ações com o objetivo de viabilizar a retomada das atividades de pesquisa, extração e beneficiamento das esmeraldas. Para o pesquisador, a retomada da produção de esmeraldas trará diversos benefícios para a população da região, pois possibilita a inserção da região no contexto do comércio nacional e internacional de gemas, além de fomentar o turismo na região norte de Goiás.

    A palestra “A Importância da Mineração no Brasil” apresentada pelo geólogo Francisco Sene Rios fez uma abordagem da mineração no Brasil no passado, no presente e as perspectivas futuras do setor. Também falou sobre os problemas que a área enfrenta e os empecilhos que fazem com que o país não se torne uma grande potência mineral apesar do seu potencial, como a dificuldade em agregar valor aos produtos finais.

    A participação da CPRM no evento buscou contribuir com o Arranjo Produtivo Local (APL) de Gemas e reafirmar sua importância para o desenvolvimento regional, incitando pesquisas futuras que possibilitem o avanço no conhecimento geológico e de novas descobertas desse bem mineral.

    Para mais informações, acesse o site do evento: http://feiradasesmeraldas.com.br/site/

    Banner do evento disponível no site
    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400

  • segunda, 10 de setembro de 2018 às 09:53



    O 1º seminário vai ocorrer em Minas Gerais nos dias 10 e 11 de Setembro


    O Serviço Geológico do Brasil vai realizar o primeiro Seminário de Fluorescência e Difração de Raios-X Portáteis, onde haverá um amplo debate sobre a utilização desses equipamentos.
    O evento acontecerá entre os dias 10 e 11 de setembro, no auditório da FIEMG, em Belo Horizonte (MG). A participação é gratuita e as vagas são limitadas.

    A cerimônia de abertura será no dia 
    10 de setembro às 9 horas,  com programação variada incluindo temas como "O uso do FRPx nos Projetos de Exploração Mineral", "Análise de elementos de terras raras nas amostras dos perfis de solo", "Aplicação da Fluorescência de Raios - X de bancada em amostras de solo, rochas e sedimentos de corrente", entre outros assuntos.

    As inscrições podem ser feitas pelo e-mail 
    eventos.cerimonial@cprm.gov.br

    SERVIÇO
    I Seminário Fluorescência e Difração de Raios-X Portáteis
    Data: 10 e 
    11 de Setembro
    Horário: 09 às 17h
    Local: Auditório da FIEMG- Avenida do Contorno 4520, Belo Horizonte (MG)
    Assessoria de Comunicação - Letícia Peixoto (61) 99846 3667

    Confira a programação completa aqui.



  • quinta, 06 de setembro de 2018 às 16:00




    Estudantes conheceram as atividades desenvolvidas pela CPRM em Porto Velho


    Na última semana, estudantes do Colégio Tiradentes da Polícia Militar - unidade de Ji-Paraná e do Curso Técnico em Química do Instituto Federal de Rondônia - IFRO, Campus Porto Velho Calama, conheceram as instalações e atividades realizadas pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em Porto Velho.


    A iniciativa está inserida no programa Geociências na Escola que desenvolve ações com o objetivo de aproximar a CPRM da sociedade através da comunidade escolar. De acordo com a coordenadora do projeto, Andrea Sander, estas ações aproximam a comunidade da CPRM, tornando o Serviço geológico do Brasil uma referência”, destacou.

    Vários assuntos relacionados às atividades da CPRM foram abordados: a missão da CPRM e as principais contribuições ao desenvolvimento do estado de Rondônia; as atividades realizadas pela equipe da hidrologia na Rede Hidrometeorológica Nacional apresentada por Victor Malverdi; o Sistema de Informações de Águas Subterrâneas – SIAGAS e o Projeto Rede Integrada de Monitoramento das Águas Subterrâneas – RIMAS explicados por Katarina Rempel e o tema geologia e recursos minerais explanados por Luiz Gilberto Dall’Igna.

    Os presentes tiveram experiências interativas com o manuseio de amostras de rochas e minerais orientados pelo técnico em geociências Boaz Delfino, que mostrou como identificar os diferentes tipos de minerais, os principais usos no dia a dia, além de conhecer a origem e formações das rochas. Após as apresentações e à sessão de perguntas e esclarecimentos, a ASSPRO-DIG Maíza Martarole, conduziu a comitiva à Litoteca Regional e ao Laboratório de preparação de amostras.



    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    (61) 2108-8400



  • quarta, 05 de setembro de 2018 às 14:20




    Em uma região rica em ocorrências e depósitos minerais, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) vai disponibilizar a partir do dia 13, em Goiânia, mapas geológicos e de recursos minerais que abrangem uma área de 135 mil Km2, executados nos estados de Goiás e Tocantins. Os estudos indicam novos indícios e ocorrências de minerais. Na mesma região, a CPRM vai leiloar em dezembro, por meio de cessão de direitos minerários, sua titularidade da área de Palmeirópolis (TO) na qual se encontra depósito polimetálico (Cu-Pb-Zn) já avaliado e pronto para a explotação. O evento ocorre no CREA de Goiânia, com início às 14h. Os produtos estarão disponíveis no Portal da CPRM.

    Frente de lavra de calcário calcítico da sequencia metavulcanossedimentar Anicuns-Itaberaí. Localiza-se aproximadamente a 2 Km a sudoeste da cidade Cezarina-GO. O calcário calcítico é utilizado, principalmente, para correção de solo

    Dentre os produtos a serem lançados, destacam-se os mapas do projeto Oeste de Goiás que totaliza 14 folhas em escala 1:100.000, além dos mapas e notas explicativas das folhas Mata Azul, Bonópolis e Novo Planalto (GO). Também serão lançados os mapas geológicos acompanhados de notas explicativas do projeto Geologia da Região de Palmas, que incluem as folhas Porto Nacional, Miracema do Norte e Santa Terezinha, na escala 1:250.000, a folha Alvorada, além de 4 folhas 1:100.000 do projeto Faixa Brasília, no estado do Tocantins e porção norte do estado de Goiás. No total, foram mapeados cerca de 45 municípios. Em Goiás, 51 mil Km2 e no Tocantins, 84 mil Km2.

    Nos estudos, foram identificados novos indícios e ocorrências de Fe, Mn, Cu, W, P, rocha ornamental, brita e argila para cerâmica. Em relação a depósitos já existentes, foram realizados cadastramento e consistência de depósitos. A região tem importantes ocorrências e depósitos de minerais polimetálicos (Au, Cu, Pb e Zn), metais ferrosos (Cr, Ni, Co, Fe e Mn), não metálicos (ETR, fosfato, feldspato, calcário, grafita, vermiculita), rochas e minerais industriais (rocha ornamental, areia, argila, brita), pedras preciosas e semi-preciosas (esmeralda, água marinha, diamante, quartzo, sodalita, zirconita).

    Os produtos descrevem as características geológicas da região, que em sua maior parte, está inserida no contexto geotectônico da Província Tocantins (Almeida et al.,1977; Almeida 1981), representada dominantemente por rochas Neoproterozoicas do Orógeno Araguaia e pela porção setentrional do Orógeno Brasília, incluindo parte do Arco Magmático de Goiás, além de núcleos ou fragmentos de embasamento Arqueano-Paleoproterozoico. Cobertura sedimentar Fanerozoica representada pelas rochas da Bacia do Parnaíba recobrem as rochas da Província Tocantins na sua porção nordeste.

    De acordo com o superintendente regional da CPRM de Goiânia, Gilmar Rizzotto, o avanço do conhecimento geológico da região constitui um instrumento indispensável para o planejamento e a implementação da atividade mineral, das políticas públicas voltadas para o aproveitamento sustentável dos recursos minerais, recursos hídricos superficiais e subterrâneos e, simultaneamente, fonte de dados imprescindível para o conhecimento do meio físico tendo em vista a execução de políticas de zoneamento ecológico-econômico e de gestão ambiental da região. “A pesquisa geológica retratada nos mapas geológicos e notas explicativas visam fornecer informações e dados capazes fomentar e acelerar a retomada da atividade mineral, atrair investidores e criar um ambiente favorável à mineração nos estados de Goiás e Tocantins”, avaliou.


    Data: 13 de setembro de 2018
    Local: Auditório do CREA-GO

    Programação:
    Abertura: 14h
    José Leonardo Silva Andriotti
    Diretor de Geologia e Recursos Minerais –DGM

    Gilmar José Rizzotto
    Superintendente Regional –GO

    APRESENTAÇÕES:

    14:20- Projeto Oeste de Goiás - Setor Sul do Arco Magmático de Goiás
    Palestrante: Joffre Valmório Lacerda Filho

    14:50- Projeto NW de Goiás - Folhas Mata Azul e Novo Planalto
    Palestrante: Fernando Santos Diener

    15:20- Geologia da Porção Central da Província Tocantins
    Palestrante: Antônio Augusto Frasca

    15:50- O Potencial Mineral de Tocantins
    Palestrante: Pedro Sérgio Ribeiro

    16:20- Encerramento
    Coffee break


    No total, 14 folhas foram mapeadas no projeto Oeste de Goiás





    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • terça, 04 de setembro de 2018 às 17:20



    Gráfico com a precipitação média mensal na Bacia Hidrográfica do Rio Xingu (1977-2006)
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) publicou o relatório Climatologia da Precipitação na Bacia Hidrográfica do Rio Xingu. O informe compõe o projeto Sistema de Alerta Hidrológico na Bacia do Rio Xingu e tem como objetivo caracterizar a precipitação pluviométrica na bacia do Rio Xingu, por meio de entendimento básico da climatologia da precipitação da região buscando possibilitar uma estimativa da ocorrência de cheias e estiagens. O relatório está disponível no portal do Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE) da CPRM.


    De acordo com a engenheira hidróloga da CPRM, Andressa Azambuja, o relatório contribui com uma melhor compreensão dos processos que influenciam na precipitação e na sua variabilidade espacial e temporal e, por consequência, na vazão dos rios da bacia do Xingu. “Com isso, é possível avaliar disponibilidade hídrica da bacia, realizar estudos de previsões e de simulação de cenários hidrológicos e socioambientais, dentre outros”, destacou Andressa.

    Segundo o responsável técnico pelo projeto Sistema de Alerta Hidrológico na Bacia do Rio Xingu, o engenheiro Regis Silva, a caracterização do regime pluviométrico da bacia auxilia principalmente nos preparativos para as ações de defesa civil. “Uma vez caracterizado que as chuvas ocorrem em um período bem definido, a preparação para os eventos de cheia se torna mais eficiente e objetiva. Além disso, conhecendo-se as oscilações quanto à ocorrência de El Niño e La Niña é possível ter uma estimativa quanto à ocorrência de cheias ou estiagens”, explicou.

    Dados históricos e o regime de chuvas na bacia – Os dados históricos sobre as precipitações revelam que é na porção paraense (Médio e Baixo Xingu), que ocorrem os maiores valores de chuva mensal de toda a bacia durante a estação chuvosa que tem seu ápice no mês de março. Já o período com a menor média mensal é claramente identificado na bacia, sobretudo, na porção mato-grossense (Alto Xingu), como sendo o mês de julho.

    Também foi observado que a variação da precipitação ao longo dos meses é caracterizada pela ocorrência de máximos durante os meses dezembro a março (Verão - Outono) e de mínimos nos meses junho, julho e agosto (Inverno). O início do período chuvoso na bacia se dá no mês de outubro, na porção entre Alto e Médio Xingu, e se desloca no sentido Sul-Norte até a região do Baixo Xingu, estacionando no mês de maio. Esta “marcha” da chuva na bacia do rio Xingu acontece devido à influência direta dos dois grandes sistemas meteorológicos ZCAS e ZCIT afetando, da mesma forma, o escoamento superficial do rio.

    Influência do El Nino - No período de 2014 a 2016 foi observada uma diminuição na precipitação, sobretudo no ano de 2015, se comparado à média histórica, o que se pode atribuir ao fenômeno El Niño. Nos anos de 2015 e 2016 o El Niño foi de moderado a forte (índices 2.2 e 2.3) e, provavelmente vinculado ao Dipolo do Atlântico Intertropical, também um importante modulador do clima na Amazônia, pode explicar o motivo da diminuição da precipitação na bacia do Xingu neste período, ou seja, na bacia do Xingu o clima é influenciado pelos fenômenos que acontecem tanto no Oceano Pacifico como no Atlântico. Regis Silva afirma que, em 2015/2016, de fato “foram observadas vazões baixíssimas na bacia do Xingu, que prejudicaram inclusive as atividades de navegação, pesca, abastecimento e a geração hidrelétrica”.

    Estimativa de cheia e estiagem- Na CPRM são realizadas estimativas de recorrência de chuvas intensas, por meio de uma análise estatística, em que se pode prever a frequência de ocorrência das chuvas máximas em certa localidade por meio do emprego das equações chamadas IDF que relacionam a intensidade, duração e a frequência de ocorrência de um evento em determinado período de retorno, usualmente calculado para períodos de retorno de 2 a 100 anos.

    No caso da bacia do Xingu, existe uma relação IDF que é a do município de Porto de Moz (PA). Portanto, com base nas previsões emitidas por órgãos meteorológicos oficiais, seria possível estimar agora para Porto de Moz se a chuva prevista para o próximo verão estaria dentro da janela temporal (período de retorno) considerada para uma chuva de grande magnitude. Isto é, a previsão da magnitude de chuva vem de modelos meteorológicos, já o enquadramento desta chuva, quanto à sua recorrência, cabe à equação IDF.




    Média anual de cada estação na Bacia Hidrográfica do rio Xingu

    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • terça, 04 de setembro de 2018 às 17:14



    Diretor-presidente Esteves Colnago, Maria Glícia Coutinho e José Leonardo Andriotti na 24ª assembleia-geral da ASGMI (Foto: Segemar)



    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou, entre os dias 27 e 31 de agosto, da Assembleia Geral Ordinária da Associação de Serviços de Geologia e Mineração Ibero-Americanos (Asociación de Servicios de Geología y Minería Iberoamericanos- ASGMI), em Salta, na Argentina. A entidade reúne representantes dos vários serviços de geologia na América Latina, Espanha e Portugal. O diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, representou o Brasil, juntamente com o diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM), José Leonardo Andriotti e a chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais (Assuni), Maria Glícia Coutinho.


    O encontro teve como tema principal a recuperação ambiental de áreas degradadas pela mineração. No encontro, o diretor de Geologia e Mineração proferiu palestra sobre o projeto que a CPRM desenvolve em Santa Catarina e, aproveitando oportunidade aberta no encontro, palestrou também sobre a presença da CPRM no PPI. A reunião organizada pelo Serviço de Geologia e Mineração da Argentina (Segemar) recebeu representantes da Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Peru, Portugal, República Dominicana e Uruguai.

    A Assembleia da ASGMI foi realizada junto ao 15ª Simpósio da Associação Internacional sobre Gênese dos Depósitos Minerais (Internacional Association on Genesis of Ore Deposits – IAGOD), evento realizado primeira vez na América Latina. Durante os dias do encontro, o chefe da DGM e a chefe da ASSUNI mantiveram encontros de trabalho com equipe da Segemar e também do USGS. Na reunião com o Serviço Geológico do Estados Unidos também participou o assessor da DGM Evandro Klein, que se encontrava em Salta, participando do encontro da IAGOD, juntamente com o geólogo Felipe Mapa, da SUREG-SP.

    Na sexta-feira, os técnicos presentes no encontro da ASGMI fizeram viagem de campo, onde visitaram área de recuperação ambiental da mina de Concórdia (Pb/Ag/Zn), em San Antonio de los Cobres, e também Salinas Grandes, salar de lítio, além de paradas para exposições sobre a geologia regional da região, guiados por geólogo do Segemar.

    A ASGMI visa o fortalecimento institucional, intercâmbio de experiências e cooperação internacional nas áreas e tarefas dos serviços geológicos promovendo o conhecimento geocientífico e a valorização dos recursos minerais de interesse econômico.

    A IAGOD é uma associação internacional que promove a cooperação internacional no estudo da gênese dos depósitos minerais. Promove simpósios realizados a cada quatro anos. Possui representantes de vários países e associações da sociedade para Geologia Aplicada a depósitos minerais, Sociedade Geólogos Economistas, Associação Européia de Geoquímica e União Internacional de Ciências Geológicas, entre outras.




    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • terça, 04 de setembro de 2018 às 14:08



    Dr. Igor Mascarenhas em Palestra sobre Saúde Bucal em Teresina

    Durante os dias 20 a 24 de agosto foi realizada a Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT) na Superintendência de Belém e na Residência de Teresina. Realizado uma vez por ano, durante o horário de trabalho, o evento faz parte das atividades obrigatórias para todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA).

    Objetos usados durante a palestra do sargento Ivon Gleidston em Belém
    Em Belém, a temática foi “Ação, Segurança, Saúde e Meio Ambiente”. Durante o evento, o sargento Ivon Gleidston abordou a dificuldade do trabalho de campo na Amazônia, destacando desde os desafios de empreender padrões de segurança nesse local até o histórico de projetos realizados pela CPRM sobre a Amazônia Legal. Ocorreram outras atividades diversas como palestras sobre alcoolismo e motivação, além de um tutorial de primeiros socorros.

    Funcionários participam das atividades da SIPAT em Teresina

    Em Teresina o tema foi "Prevenção de Acidentes e Doenças, Responsabilidade de Todos” trazendo conteúdos como: prevenção de acidentes de trabalho com o engenheiro Andrei Costa, prevenção de incêndios com o cabo Pablo Leite, orientações para uma vida saudável com as enfermeiras Isabel e Ana Angélica e saúde bucal com o dentista Igor Mascarenhas.

    A presidente da CIPA, Maria do Carmo Veras, reafirmou a importância da Semana no desenvolvimento da consciência e na orientação dos colaboradores sobre a necessidade da prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.



    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br


  • terça, 04 de setembro de 2018 às 09:19



    Campanha realizada na Superintendência de Belém.

    Em parceria com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e a Agência Nacional de Águas (ANA), o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) firmou acordo através do Memorando de Entendimento (MOU) para a realização de campanhas de campo da Rede Hidrometeorológica Nacional de Referência (RHNR). O objetivo desse trabalho em conjunto é avaliar as instalações da rede de referência e examinar todos os aspectos ligados à operação de campo.

    Com a participação de 50 profissionais entre cientistas, pesquisadores e técnicos dos três órgãos, as campanhas passaram pelas Superintendências Regionais de Belém, Salvador e a Residência de Teresina.
    O Chefe do Departamento de Hidrologia (DEHID/ CPRM) Frederico Cláudio Peixinho, explica que a missão está inserida no Plano de Implementação da Rede Hidrometeorológica Nacional de Referência – RHNR. “Trata-se se uma mudança significativa no paradigma no monitoramento hidrológico brasileiro”, conta Peixinho.
    “A RHNR possui de cerca de 200 estações implantadas e operadas pela CPRM e é constituída de um conjunto de estações hidrometeorológicas, operadas em nível de excelência e com tecnologia de última geração (telemétricas) e têm a finalidade de prover dados confiáveis, representativos e tempestivos, para conhecimento e gestão de recursos hídricos e pesquisa científica”, afirmou Peixinho, que acompanhou a fase final da campanha realizada pelas superintendências.
    Os técnicos do USGS, e da ANA, examinaram o estado geral das instalações e da plataforma de coleta de dados, bem como as condições hidráulicas das seções de medições de descarga do rio. Eles avaliaram também procedimentos e métodos adotados pelas equipes de operação da RHNR. “Nossa média de transmissão de dados para o usuário está em 95%, o que comprova o nível de comprometimento de toda a equipe técnica envolvida”, declara Peixinho.

    Campanha realizada na Superintendência de Teresina

    Campanha realizada na Superintendência de Salvador


    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • segunda, 03 de setembro de 2018 às 17:52



    Participantes após a finalização do curso

    Foi na maior bacia hidrográfica do mundo, em termos de área, extensão e descarga de sedimentos, que 38 pesquisadores e técnicos em Hidrologia receberam a capacitação de medição de “descarga líquida” promovida pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e Agência Nacional de Águas (ANA), em Manacapuru (AM). O curso teve início no dia 24 de agosto e término no dia 1 de setembro.

    Participaram da abertura do treinamento pela CPRM o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial, Antônio Bacelar, o superintendente Regional de Manaus, José Maia, e o chefe do Departamento de Hidrologia, Frederico Peixinho. Já pela ANA compareceram à cerimônia o superintendente Marcelo Medeiros e o consultor Valdemar Guimarães.

    Na abertura do evento, que ocorre há 17 anos, Peixinho e Medeiros destacaram o caráter pioneiro e desbravador da CPRM na implementação da Hidrologia na Amazônia, assim como o valor e a importância que representam o dado hidrológico no contexto do conhecimento hídrico nacional, respectivamente.

    Samara Lopes, uma das três embarcações utilizadas durante o treinamento
    “É importante que esse conhecimento seja divulgado para a sociedade e que todos esses dados sirvam de base para as decisões governamentais. A participação de instituições internacionais, como a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), demonstra credibilidade da CPRM e ANA como órgãos competentes para a coleta e processamento desses dados”, destacou Maia.
     
    A capacitação contou com aulas práticas e teóricas. Foram abordados os seguintes temas: apresentação da estação de Manacapuru, que foi fundada em 1972 e é considerada uma estação modelo; atividade de nivelamento de réguas linimétricas; e a medição de vazão pelos métodos do barco ancorado, barco não ancorado e acústico com a tecnologia Acoustic Doppler Current Profiler (ADCP).

    O público do curso foi composto por profissionais e pesquisadores da área de monitoramento dos recursos hídricos de norte a sul do país, atuantes na CPRM, ANA, secretarias estaduais, empresas privadas e universidades. Também houve a participação de alunos estrangeiros vindos da Venezuela, Peru, Equador, Paraguai, Guiana, Colômbia, Bolívia e Suriname. Tradutores auxiliaram os participantes.

    Segundo Alice Castilho, coordenadora executiva do Departamento de Hidrologia, um Serviço Geológico tem como atribuição fazer um levantamento dos recursos hídricos de um país.  Há 49 anos a CPRM desenvolve esse trabalho de monitoramento dos rios.

    “Hoje, a vazão do Rio Solimões é de 100.000m³/s. O que equivale a 100 mil caixas d’água de 1.000 litros. Essa vazão é mais do que suficiente para abastecer todo o planeta. As nossas equipes estão sendo treinadas para justamente monitorar rios grandiosos dessa natureza. Os dados do monitoramento são utilizados para dimensionamentos de captação de água, irrigação, geração de energia elétrica e para operação dos sistemas de alertas”, ressalta Castilho.

    Equipamento Acoustic Doppler Current Profiler (ADCP)

    No penúltimo dia do treinamento (31/8), ocorreu a apresentação dos resultados das atividades práticas e teóricas, entrega de certificados e uma avaliação geral sobre o que os concluintes aprenderam. “Tudo que aprendi no curso espero transmitir aos meus companheiros de trabalho. E isso permitirá fortalecer o conhecimento para eles também. Desejo que possamos ser um pouco mais precisos com a medição que nós realizamos no rio do interior do meu país”, destacou o colombiano Fabio Andrés Cabrera.


    O Serviço Geológico do Brasil já capacitou aproximadamente 120 profissionais do quadro técnico da instituição em todas as edições do curso. Nesta edição, 70 pessoas trabalharam em função da viabilidade do treinamento.

    “A Amazônia nos une aos países da América do Sul que vêm à Manaus para trocar experiências e discussões dessa ciência tão importante, pois a água é o bem mais precioso e precisa ser compartilhado e respeitado”, ponderou Bacelar.

    Clique aqui e confira a galeria de fotos!



    Monitoramento dos dados recebidos pelo método acústico
    Equações matemáticas são essenciais para a medição de descarga líquida em grandes rios
    Seis grupos foram formados para desenvolver as atividades práticas e teóricas

    Carla Machado e Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil (CPRM)
    (61) 2108-8400



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