ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • sexta, 22 de junho de 2018 às 14:16



    Ludmila Pereira mostra habilidade com a bola (Foto:Arquivo pessoal) 

    Em clima de copa do mundo, a Assessoria de Comunicação entrevistou duas geólogas do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) que dividem a paixão entre a geologia e o futebol. Mylène Berbert e Ludimila Pereira falam sobre suas experiências com o esporte.


    Ludmila Pereira é geóloga e trabalha na CPRM desde 2008. Com 41 anos, ela é amante do futebol e torce pelo América de Natal. Ela sempre vai ao estádio assistir às partidas do seu time do coração, mas não para por aí. Ludmila e suas colegas criaram um grupo na AABB que se reúne três vezes por semana para jogar. A brincadeira ficou mais séria e conseguiram um treinador. “Nossa meta é participar de alguns campeonatos, porém, ainda são raras as participações de mulheres, mas não desistimos”, comenta Ludmila.

    A geóloga relata que o esporte proporciona, além de momentos de descontração, uma melhora no seu condicionamento físico em diversas atividades, incluindo o trabalho na empresa. “O futebol melhora a minha saúde e me dá disposição para enfrentar o dia a dia na CPRM. Já chego disposta para mais um dia de trabalho e para encarar as viagens de campo, onde precisamos de uma boa forma”.


    “A idade não é um fator que restringe algo, tendo vontade faça o que te faz feliz”. – Ludmila Pereira

    Ludimila incentiva os filhos a praticar o esporte (Foto: Arquivo pessoal)

     A geóloga Mylène Berbert também tem a sua história ligada ao esporte. Criada em uma família com a maioria de meninos, ela relembra que passou a infância jogando bola. “O interessante é que como eu sempre fui magrinha, eu corria bastante e fiquei habilidosa na disputa com os meninos. Até que chegou um momento em que eu virei jogadora oficial do time da rua”, comenta Mylene

    Apesar de não jogar mais futebol, Mylene gosta de praticar esportes. Ela anda de skate e já fez escalada por um tempo. “Até hoje eu ando de skate e tenho afinidade com esportes de aventura como a escalada, por exemplo. Esses esportes me ajudaram no trabalho de campo com as cavernas, minha outra paixão”.

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  • sexta, 22 de junho de 2018 às 13:27






    Mesa Diretora da solenidade de 50 anos do IGEO, entre os quais os homenageados: Professora Yeda de Andrade e o ex-reitor e ex-governador Roberto Santos

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou terça-feira, dia 29/05, de reunião solene na Universidade Federal da Bahia (UFBA) em comemoração ao cinquentenário do Instituto de Geociências (Igeo) da universidade. Na ocasião, representando a diretoria da CPRM, o superintendente regional de Salvador, José Ulisses Bandeira Pinheiro, entregou à diretora do Instituto, Olívia Maria Cordeiro de Oliveira, uma homenagem em forma de placa, parabenizando o IGEO pela data comemorativa. 



    José Ulisses Bandeira Pinheiro destacou a importância do Igeo como um dos mais destacados centros de ensino e pesquisa em geociências do país. Ressaltou ainda que grande parte dos técnicos e pesquisadores da Superintendência Regional de Salvador são oriundos da entidade, que teve início em 1968, com o objetivo de preparar profissionais para pesquisa e a extração de petróleo para atuar na reserva baiana de Lobato, a primeira a ser descoberta no país e explorada pela Petrobras.

    No encerramento do evento, foi lançado o livro Geofísica na Bahia – Estudos Geológicos e Exploração Mineral, dos professores Raymundo Wilson Silva e Edson Sarteri Sampaio.

    Superintendente Regional de Salvador, José Ulisses Bandeira Pinheiro, faz entrega da placa alusiva ao evento à diretora do IGEO



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  • sexta, 22 de junho de 2018 às 09:09





     
    Primeira reunião de trabalho do projeto Mapeamento Geoquímico de Baixa Densidade da América Latina
    O Assessor da DGM (Diretoria de Geologia e Recursos Minerais) e geólogo da CPRM, João Henrique Larizzatti, participou, entre os dias 04 e 09 de junho, do primeiro “workshop” do projeto de mapeamento de baixa densidade da América Latina promovido pela UNESCO e IUGS (International Union of Geological Sciences) em Bogotá, na Colômbia.

    A iniciativa em escala global teve início em 1988. Atualmente, os Estados Unidos, a União Europeia, a Austrália e a China já concluíram seus mapeamentos geoquímicos de baixa densidade. A partir de 2016, a UNESCO iniciou o Programa Mapping Chemical Earth, cujo objetivo é dar suporte ao uso sustentável dos recursos naturais, ocupação do solo e à qualidade de vida do ser humano, animais e plantas.

    A viagem teve por objetivo promover a participação do Brasil no projeto e estreitar os laços com outras entidades latino-americanas de estudo geológico. “Conhecer os projetos de mapeamento geoquímico realizados em outros países é de fundamental importância para integrarmos o Brasil ao que se refere às metodologias de coleta, preparação e análise de amostras de água e solo. Este estudo tem aplicação na avaliação de áreas potenciais para novas jazidas minerais, em estudos ambientais e de gerenciamento do uso do solo”, explica Larizzatti.

    Além de reuniões técnicas, o evento também incluiu uma atividade de campo sobre coleta de amostras de sedimentos em planície de inundação e de águas fluviais, além de visitas aos setores técnicos do Serviço Geológico Colombiano, ao Museu Geológico Nacional José Royo Y Gómez e aos laboratórios da Universidade Nacional da Colômbia.

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  • quinta, 21 de junho de 2018 às 16:33




    Nesta terça-feira, dia 19/06, foram lançados na Superintendência Regional de Belo Horizonte, 12 mapas geológicos acompanhados de relatórios do projeto Vazante-Paracatu, além de dois mapas de cunho metalogenético acompanhados de informe mineral do Projeto ARIM Paracatu-Unaí, produtos que ampliam o conhecimento geológico das regiões noroeste de Minas Gerais e sudeste de Goiás.


    Geremi Marcelo Marinho

    O evento teve participação do diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM), José Leonardo Andriotti, além de empregados da CPRM e profissionais representando empresas privadas e órgãos de governo. Na abertura, o superintendente regional de Belo Horizonte, Leandro Alves Lima, parabenizou a equipe pela dedicação e esforços na execução dos projetos. O diretor da DGM destacou a importância da CPRM na produção de cartografia geológica e da capacitação técnica, com investimento em treinamentos das equipes do Serviço Geológico do Brasil. Para ele, lançamentos de produtos como esses aumentam as possibilidades da CPRM ser vista pela sociedade.

    Os geólogos da SUREG-BH Júlio Murilo Martino Pinho e Paulo Henrique Amorim apresentaram os resultados dos trabalhos desenvolvidos ao longo dos anos nos projetos Vazante-Paracatu e Paracatu-Unaí, respectivamente. Ao final das apresentações, colegas que desempenharam relevantes funções para a execução do projeto de mapeamento e que irão sair no PDISP foram homenageados pela Superintendência por todo o acervo geológico gerado que muito contribuiu para o avanço do conhecimento da geologia da Bacia do São Francisco.

    Diretor de Geologia e Recursos Minerais, José Andriotti


    GERINF da SUREG-BH Júlio Murilo Martino Pinho


    Geólogo Paulo Henrique Amorim


    Homenageado Manoel Pedro Tuller



    Homenageado Wilson Feboli



    Homenageado Nicola Signorelli





  • quarta, 20 de junho de 2018 às 17:05




    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) teve participação importante na sessão sobre Controle Estrutural de Depósitos Minerais no Simpósio Brasileiro de Exploração Mineral (Simexmin 2018). O auditório ficou lotado para acompanhar a apresentação dos trabalhos da empresa relacionados ao tema no dia 22 de maio.


    Auditório São João del Rei lotado acompanha apresentação de Evandro Klein


    Conforme explica o assessor da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais da CPRM Evandro Klein, nos últimos anos, as equipes da DGM têm se dedicado a entender quais processos geológicos de grande escala (estruturais, magmáticos, metamórficos, sedimentares) tem influência no controle e localização de depósitos minerais, com a consequente elaboração de mapas de prospectividade e potencialidade mineral.

    Neste Simexmin foram apresentados exemplos sobre esses controles para as províncias Tapajós (Marcelo Vasquez), Carajás (Felipe Tavares) e Gurupi (Evandro Klein). Segundo os três palestrantes, a receptividade foi positiva.


    Pesquisador Evandro Klein apresenta palestra Structural Control of Orogenic Gold Deposits of the Gurupi Belt

    Palestra do pesquisador Felipe Mattos Tavares Structural control of IOCG Type Mineralizations of the Carajás Mineral Province

    Marcelo Lacerda Vasquez abordando o tema Structural Control of Gold Deposits of the Tapajós Gold Province



  • quarta, 20 de junho de 2018 às 13:12




    O pesquisador Eduardo Marques da Divisão de Geoquímica (DIGEOQ) do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou das Semanas Acadêmicas de Geologia no Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH) e na Universidade Federal do Paraná (UFPR), que foram realizadas, respectivamente, entre os dias 21 e 25 de maio e entre 04 e 08 de junho. O pesquisador ministrou minicurso de Mapeamento e Prospecção Geoquímica, onde é mostrada a teoria sobre dispersão dos elementos (formação de halos geoquímicos em diversos ambientes), metodologia de amostragem de matrizes geológicas, técnicas analíticas aplicadas a geoquímica e, por fim, o tratamento dos dados geoquímicos gerados das análises químicas, através de estatística univariada, bivariada e multivariada.
    Alunos da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que realizaram o curso



    Pesquisador Eduardo Marques ministrando o curso aos alunos da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

    “Serviços de mapeamento geoquímico e prospecção geoquímica requerem cuidados específicos desde a amostragem até o tratamento de dados. Boas práticas em todas as etapas garantem um resultado satisfatório no tratamento dos dados, que é definir zonas anômalas (zonas que podem representar mineralizações) e zonas de background (zonas com teores de fundo medianos) de uma determinada área ou região”, disse o pesquisador.



    O Chefe da DIGEOQ, pesquisador Cassiano Castro, ressalta o maior contato entre o Serviço Geológico do Brasil e as universidades. “Temos que estar sempre presentes em eventos técnico-científicos, principalmente nas universidades, onde o conhecimento de nossos pesquisadores pode contribuir de maneira incomensurável para os alunos e também para os professores, principalmente sobre temas que não são tão corriqueiros para as Universidades hoje em dia”, destacou.



  • terça, 19 de junho de 2018 às 12:52






    A Superintendência Regional de Belém recebeu alunos do Instituto Federal do Pará (IFPA) - Campus Tucuruí, no último dia 12 de junho para conhecer os trabalhos realizados pelo Serviço Geológico do Brasil na região.



    O Engenheiro João Marcelo Batista apresentou a atuação da gerência de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM e as pesquisas realizadas na região amazônica. Ao longo das palestras foram abordados as cartas de risco e suscetibilidade, hidrologia, águas subterrâneas, rede hidrometeorológica nacional e Gestão territorial.


    João Marcelo Batista apresentando as atividades e produtos da GEHITE-BE. 

    Assessoria de Comunicação
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  • terça, 19 de junho de 2018 às 12:23





    O diretor presidente do Serviço Geológico do Brasil, Esteves Colnago, abriu a 2ª edição do Integra CPRM em Brasília, no dia 11 de junho, convocando todos os colaboradores a participar das comemorações dos 50 anos da instituição.


    “Estamos iniciando a partir de agosto deste ano as comemorações dos nossos 50 anos. Já começamos a organizar um programa de trabalho. Isso vai exigir de cada um de nós uma participação importante. Todos têm uma contribuição a dar. Será uma demonstração do que a empresa tem feito pelo país e o que ela pretende fazer nos próximos anos”, afirmou Colnago, que assinou no início de junho ato de criação do grupo de trabalho que irá organizar as atividades relacionadas às celebrações.

    O diretor presidente afirmou que a empresa passa por reformulações importantes com o Programa de Desligamento Incentivado e de Sucessão Programada, a implantação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e a reformulação da DRI, que passou a se chamar DIG (Diretoria de Infraestrutura Geocientífica).

    “Nessa virada dos 50 anos, estamos passando por algumas reformulações do ponto de vista organizacional. Estamos perdendo cerca de 300 companheiros em outubro deste ano. Isso não deve ser motivo de desalento. Temos de suprir a falta dos que vão sair. Algumas medidas estão sendo tomadas nesse sentido para nos dar a oportunidade de aumentar a produtividade do nosso trabalho” afirmou.

    “Vamos melhorar a produtividade do nosso trabalho na medida em que tenhamos a chance de conversar mais entre nós. Só podemos participar se conhecemos o que está sendo feito. Daí a importância da realização desses eventos. Esperamos dar sequência a essas reuniões”, afirmou Colnago ao se referir ao Integra CPRM.

    O diretor presidente afirmou ainda que a instituição deve apresentar em breve os primeiros projetos de P&D relacionados à parceira assinada em março com a ANP e a Petrobras. “Vem aí uma evolução das nossas ações. O museu vai passar por uma transformação vigorosa, as litotecas terão de ser pelo menos iguais ao que a Austrália e o Canadá estão fazendo.”
     
    Durante o evento, o diretor de Administração e Finanças (DAF), Juliano Oliveira, explicou para os empregados de Brasília como se dá na prática a nova forma de compras e contratações, o Centro de Serviços Compartilhados.

    O diretor de Fernando Carvalho fez palestra sobre as mudanças na sua área, que passou a se chamar Diretoria de Infraestrutura Geocientífica (DIG).




  • sexta, 15 de junho de 2018 às 14:37



    O diretor-presidente Esteves Colnago e o assessor Paulo Romano durante encontro com a reitora da Universidade Federal de Viçosa, Nilda de Fátima Ferreira Soares, na sede da empresa em Brasília
    Brasília - O diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Colnago, recebeu na quarta-feira (13/6) a visita da reitora da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Nilda de Fátima Ferreira Soares, para discutir parceria entre as duas instituições em projeto pioneiro na região do Oeste da Bahia demarcada pelo Aquífero Urucuia.


    Essa iniciativa faz parte da estratégia da instituição em promover uma maior integração e compartilhamento de experiências com as universidades do país.

    O projeto começou a ser articulado durante o Fórum Mundial da Água, realizado no mês de abril, em Brasília. Naquela oportunidade, as discussões já contaram com a participação de dirigentes de associação de produtores que serão co-financiadores do projeto.

    A proposta  é realizar na região estudos e análises visando ampliar o conhecimento sobre as interrelações entre águas de chuvas, superficiais e subterrâneas, visando orientar o uso sustentável da água na agricultura, mineração, geração de energia, lazer e nas cidades, observando, ainda, as funções ecológicas.

    “Nossa ideia é unir a expertise das duas instituições para aprofundar o conhecimento  das interações entre o solo e a água para o adequado manejo em seus diversos usos, como por exemplo, na irrigação. A produção irrigada é estratégica para a segurança alimentar e como meio para evitar o desmatamento. Esse projeto sustentável de planejamento e gestão integrada da água no território está entre as nossas prioridades”, afirmou Colnago.

    Trata-se de um importante projeto piloto que com certeza será replicado para outros locais do Brasil utilizando os parâmetros específicos de cada região", explica a reitora Nilda de Fátima Soares.

    Ela destaca ainda que o projeto vai trazer informações novas e seguras sobre a dinâmica de água no solo e nas plantas. “O resultado desse projeto terá um impacto positivo na produção agrícola irrigada da região, assegurando o normal abastecimento das cidades e a oferta para outros usos”, avalia a reitora.

    Assessoria de Comunicação

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  • sexta, 15 de junho de 2018 às 10:49





    Informe de Recursos Minerais do Distrito Paracatu-Unaí

    Desde a década de 70, a região noroeste do Estado de Minas Gerais e sudeste de Goiás não recebe um novo mapa integrado que atualiza cartografia e recursos minerais à disposição para consulta pública. Este é o principal resultado do projeto de mapeamento geológico Vazante-Paracatu, que engloba uma área de cerca de 36 mil km², finalizado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), que disponibiliza 12 mapas geológicos na escala 1:100.00, com nota explicativa. Além disso, estão sendo lançados produtos da Província Mineral Vazante-Paracatu, onde foram desenvolvidos estudos específicos caracterizando e catalogando lugares com interesse mineral econômico, sendo apresentados mapas metalogenéticos da área Paracatu – Unaí (escala 1:150.000) e outro integrado com a região de Vazante (escala 1:250.000), além de um informe de recursos minerais.  



    Conforme explica o geólogo da CPRM, Júlio Murilo Martino Pinho, os dois projetos foram desenvolvidos em uma região que, embora rica em bens minerais com explotação de água mineral, rocha fosfática, minérios de zinco, cádmio, chumbo, ouro, prata, diamante, minerais industriais e insumos agrícolas, carecia de integração públicade informações geológicas, geofísicas, geoquímicas e metalogenéticas.

    Para atender a esta necessidade, os trabalhos apresentam dados que foram integrados de forma multitemática, a partir de trabalho sistemático de campo, gerando mapas com suas respectivas colunas litoestratigráficas. “O objetivo do mapeamento é compreender o posicionamento geológico das mineralizações e fomentar novas pesquisas e descobertas minerais. Este trabalho gerou novos dados integrados aos existentes, tornando-os organizados e disponíveis para consulta pública”, destacou Júlio Pinho.

    Como exemplo, Júlio cita a reinterpretação geológica do fosfato na região. “O trabalho coloca no mesmo contexto geológico a ocorrência de fosfato no noroeste de Minas Gerais e as ocorrências em Goiás e Tocantins, ampliando o potencial de fosfato sedimentar, insumo importante para a agricultura, na região centro-oeste e sudeste do país.

    A atualização do conhecimento sobre depósitos, ocorrências e indícios de zinco, chumbo e cobre presentes na Província Mineral Vazante-Paracatu, uma das mais importantes províncias plumbo-zincífera do Brasil, também será disponibilizada pela CPRM e será apresentada pelo geólogo Paulo Henrique Amorim Dias. A Província Mineral Vazante-Paracatu está localizada no noroeste do Estado de Minas Gerais e representa uma faixa de direção N-S com aproximadamente 250km de extensão. Contém três distritos minerais citados a seguir: Distrito Zincífero de Vazante, Distrito Mineral Paracatu-Unaí (Zn-Pb- Cu) e o Distrito Aurífero de Morro do Ouro. “O projeto Vazante-Unaí visa contribuir para o entendimento geológico e metalogenético, revelando outras áreas potenciais”, destacou.

     Programação: lançamento da nota explicativa e mapas das folhas Cabeceira Grande, Unaí, Ribeirão Arrojado, Serra de Aldeia, Serra da Tiririca, Paracatu, Guarda-Mor, Arrenegado, Coromandel, Lagamar, Monte Carmelo, Patos de Minas, e lançamento do Informe de Recursos Minerais do Projeto Vazante-Paracatu, Distrito Mineral de Paracatu - Unaí (Zn, Pb, Cu).

    Data: dia 19/06

    Local: Espaço Multimídia Superintendência Regional de Belo Horizonte, Av. Brasil, 1731 - Funcionários

    14h Abertura

    14h20 Mapeamento geológico na região de Vazante - Paracatu -Unaí - Júlio Murilo Martino Pinho

    15h Distrito Mineral de Paracatu Unaí - Paulo Henrique Amorim Dias

    15h40 Encerramento/coffee break

    Acesse as nota explicativa e mapas das folhas Cabeceira Grande, Unaí, Ribeirão Arrojado, Serra de Aldeia, Serra da Tiririca, Paracatu, Guarda-Mor, Arrenegado, Coromandel, Lagamar, Monte Carmelo, Patos de Minas aqui.

    Acesse o Informe de Recursos Minerais do Projeto Vazante-Paracatu, Distrito Mineral de Paracatu - Unaí (Zn, Pb, Cu) aqui.

    Nota explicativa do Projeto Vazante-Paracatu
    Geólogos da CPRM em trabalho de campo em mina em Vazante



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  • quarta, 13 de junho de 2018 às 13:06




    Thales Sampaio em apresentação no Ministério da Integração Nacional

    Para discutir políticas públicas de redução de riscos de desastres causados por inundações e cheias dos rios, o ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua, recebeu representantes do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e da Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA), na manhã do último dia 11 de junho. A CPRM lidera o projeto em parceria com a JICA e os Ministérios da Integração Nacional, das Cidades e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).


    Os desastres naturais constituem um tema cada vez mais presente no cotidiano dos cidadãos brasileiros. Com o quadro de acelerado crescimento urbano e a fragilidade das políticas públicas de ordenamento territorial, as cidades brasileiras se desenvolveram urbanizando áreas ambientalmente frágeis e suscetíveis à mudança do clima, especialmente em margens de rios, encostas e áreas de proteção permanente.

    O Brasil está entre os países mais atingidos por inundações no mundo, tendo registrado 94 desastres no período de 1960 a 2008, com mais de 15 milhões de pessoas afetadas. As inundações são responsáveis por 13% das mortes e por mais de 50% das pessoas diretamente afetadas por desastres naturais ocorridos no Brasil.

    O assessor da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial do Serviço Geológico, Thales Sampaio, mostrou em sua apresentação a proposta intitulada “Ação Integrada em Redução de Riscos de Desastres Hidrológicos (DRR HIDRO)”. Thales falou sobre o gerenciamento de instrumentos de gestão integrada de risco de desastres hidrológicos em cinco eixos de atuação: mapeamento de riscos, ordenamento territorial, prevenção e mitigação e monitoramento e alerta.

     “O objetivo do projeto é desenvolver uma metodologia que possa prever riscos de desastres hidrológicos (causados por águas, rios e chuvas) com a maior antecedência possível em cada bacia hidrográfica. Conseguimos prever com até três meses de antecedência com precisão de até 40 cm para cima ou para baixo”, informou Thales.

    A equipe da JICA foi representada por Shinji Sato, que afirmou que a agência apoia o financiamento para projetos de medidas de mudanças climáticas. “A JICA tem a função de apresentar projetos relacionados a mudanças climáticas. No Brasil estamos trabalhando em parceria para adaptar a nossa metodologia para a realidade brasileira”, informou o representante.

    Ao final da apresentação, o ministro Antônio de Pádua comentou que o Ministério da Integração é responsável pela política de desenvolvimento regional, pela infraestrutura hídrica de grande porte do país, incluída a de contenção de cheias, sendo também a instituição central da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC).

    “O projeto é bastante oportuno para o momento em que várias cidades registraram ocorrências de cheias. Precisamos de apoio para ajudar a população que sofre com as cheias. São muitas famílias desabrigadas que precisam de uma ação concreta do Estado. O Ministério da Integração vai disponibilizar todas as informações necessárias para dar prioridade na elaboração e execução desse projeto”, afirmou o ministro.

    Como resultado a curto prazo o projeto trará benefícios para cerca de 700 mil pessoas nos municípios-pilotos. No médio e longo prazos o projeto atingirá diversos municípios brasileiros vulneráveis a inundações, podendo beneficiar milhões de pessoas.


    Sob esta perspectiva de atuação o projeto se estruturará nas seguintes etapas:

    1) Aprimoramento, desenvolvimento e compatibilização de políticas e instrumentos de DRR – Atividades de desenvolvimento/implementação de instrumentos, projetos e normativos para: análise e mapeamento de risco; ordenamento e requalificação territorial; planejamento de contingência e de contramedidas estruturais.

    2) Fortalecimento da capacidade de implementação – Aplicação dos instrumentos, métodos e orientações desenvolvidos na Etapa 1 nos municípios-pilotos.;

    3) Gestão de conhecimentos e difusão de práticas inovadoras -  Difusão  das experiências  e instrumentos do projeto para outros municípios críticos. Destaca-se aqui a atividade de capacitação e treinamento para outros municípios suscetíveis a desastres naturais hidrológicos.

    Clique aqui  para acessar a apresentação da CPRM

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  • quarta, 13 de junho de 2018 às 10:26






    Presidente Michel Temer durante assinatura dos decretos que modernizam o setor mineral brasileiro
     


    Brasília - O governo deu um importante passo para modernizar o setor mineral brasileiro. O presidente Michel Temer assinou nesta terça-feira (12/6) dois decretos que atualizam o Código de Mineração e trazem novas regras para a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). 

    A cerimonia no Palácio do Planalto contou com a presença de autoridades do governo e do setor.  O diretor-presidente, Esteves Colnago, participou da solenidade acompanhado dos diretores Fernando Carvalho, Juliano Oliveira, além de técnicos e pesquisadores da CPRM.

    “Nós queremos uma mineração crescente e competitiva, inovadora e sustentável. Aliás, a sustentabilidade é o objetivo de muitas dessas novas regras que acabamos de editar”, afirmou o presidente Michel Temer durante a assinatura dos decretos.

    O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, destacou a relevância da iniciativa para a sociedade. “Nós estamos tratando da regulação no Brasil de um setor econômico que é indispensável para vida das pessoas”, afirmou o ministro.

    E um discurso emocionado, o secretario de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Vicente Lôbo, agradeceu a confiança do presidente  Michel Temer e do ministro Moreira Franco. Elogiou sua equipe pela dedicação e lembrou a vocação histórica que o país possui para a mineração. “Tenho a profunda convicção de que esse gesto vai transformar a política mineral no Brasil”, disse.

    O diretor-presidente da CPRM destacou, após a solenidade, que a empresa terá um papel importante a desempenhar com as novas perspectivas do setor mineral.  “Nós somos a instuição que faz a indicação das oportunidades geológicas do Brasil e também fazemos as atividades relacionadas à água, então toda a orientação que o decreto está dando hoje vai balizar nossas ações”, afirmou.

    Colnago também frisou que os decretos dão segurança jurídica aos investidores e ênfase na sustentabilidade.  Afirmou ainda que a empresa vai dar a contribuição dela para o desenvolvimento do setor. “A CPRM está segura para fazer investimentos importantes na área de mineração, ciência, tecnologia e inovação, no sentido de que possa agregar valor às pesquisas que desenvolve. E isso vai ser muito importante para o país, já que a mineração tem um papel muito relevante no contexto da nossa economia.”

    O decreto assinado pelo presidente Michel Temer moderniza as normas do Código de Mineração, em vigor há mais de cinco décadas. Entre as mudanças estão exigências ambientais mais rígidas, como a previsão expressa da responsabilidade do minerador de recuperar áreas degradadas. Além disso, será obrigatória a execução adequada de um plano de fechamento de mina, que passa a integrar o conceito de atividade minerária. 

    Para possibilitar o desenvolvimento de novas tecnologias e a consequente redução de passivos ambientais, o decreto prevê que a Agência Nacional de Mineração (ANM) discipline em resolução o aproveitamento de rejeitos e resíduos da atividade mineradora.  Outro incentivo é a permissão do uso do título minerário (portaria de lavra) como garantia de financiamento.

    O objetivo é gerar linhas de crédito e estimular investimentos no setor. As áreas minerárias devolvidas ou retomadas pela União serão ofertadas ao mercado via processo de seleção e julgamento com critérios objetivos, em substituição ao atual procedimento, caracterizado como moroso.

    Direito de propriedade e mais investimentos - O decreto mantém o direito de propriedade para pesquisa e passa a permitir ao titular a continuidade desse tipo de trabalho após a apresentação de um relatório final, com o objetivo de conversão de recursos em reservas. A mudança atende a uma demanda do setor, que era obrigado a interromper as atividades até a análise e parecer dos entes reguladores sobre o relatório final de pesquisa.

    O texto do novo código traz ainda a atualização de conceitos, para que as práticas da indústria mineral, com a definição de recursos e reservas com base em padrões internacionais, aproximem a realidade da mineração nacional ao que se pratica no mundo inteiro. As normas vão contribuir para a atratividade do setor, imprimindo maior transparência, agilidade e segurança jurídica ao setor mineral brasileiro.

    O outro decreto assinado por Temer  trata da CFEM, que é uma participação monetária paga pelas mineradoras para compensar os efeitos das atividades de mineração. Com o decreto, os municípios não produtores, mas que são impactados pelo transporte, embarque e presença de instalações industriais em seu território, receberão 15% da CFEM.

    O percentual foi obtido a partir da redução nos valores que serão pagos aos outros entes federativos. Os municípios recebiam 65% e passarão a ter 60%; para os estados, a alteração é de 23% para 15%; para a União, a mudança é de 12% para 10%. Em 2017, o setor mineral pagou cerca de R$ 1,8 bilhão com a CFEM. 

    Cerimônia no Palácio do Planalto reuniu autoridades do governo e representantes do setor

    O diretor-presidente Esteves Colnago destacou que a CPRM terá atuação importante com o novo código mineral



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  • terça, 12 de junho de 2018 às 12:26





    Pesquisadores da CPRM com o chefe da Divisão de Minerais e Rochas Industriais (DIMINI), Vanildo Almeida Mendes


    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou entre os dias 07/06 a 10/6 da Vitória Stone Fair 2018, maior feira do hemisfério sul de rochas ornamentais. A feira contou com a participação de 450 expositores, dos quais cerca de 100 estrangeiros, além presença de milhares de visitantes. O diretor-presidente da CPRM, Esteves Pedro Colnago, participou da sessão de abertura da feira, além do diretor de Geologia e Mineração, José Leonardo Silva Andriotti. 

    Durante a programação, a CPRM desenvolveu diversas atividades. No dia 07, à tarde, foi realizada no estande do Sindirochas do Espírito Santo reunião de trabalho, na qual participou o presidente da entidade sindical Tales Machado, acompanhado por técnicos daquele sindicato, além de técnicos da CPRM, representados pelo diretor de Geologia e Mineração José Andriotti, pelo chefe do Departamento de Recursos Minerais Marcelo Esteves de Almeida e pelo chefe da Divisão de Minerais e Rochas Industriais (DIMINI) Vanildo Almeida Mendes, além dos geólogos Valter Salino, Sergio Azevedo e Michel Godoy.

    Durante a reunião foi discutido o projeto Rochas Ornamentais do Espírito Santo por técnicos da nossa instituição, o qual constará da elaboração do Mapa de Potencialidades para Rochas Ornamentais, a ser executado por técnicos da Superintendência de Belo Horizonte.

    Ainda durante o evento, técnicos da CPRM realizaram no estande do Sindirochas a distribuição à comunidade empresarial e técnicos presentes, de material técnico-científico elaborado pela CPRM referente à pesquisa de rochas ornamentais executados pelas equipes técnicas da CPRM e aos estudos das rochas ornamentais dos estados do Espírito Santo, da Amazônia Brasileira, Rondônia, Roraima, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.   
     
    Pesquisadores da CPRM com o diretor de Geologia e Recursos Minerais, José Andriotti



    Reunião da CPRM com a diretoria do Sindirochas do Espírito Santo. De camisa cinza, o presidente da entidade, Tales Machado

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  • terça, 12 de junho de 2018 às 11:36





    Neste  Dia dos Namorados, a Assessoria de Comunicação preparou uma reportagem especial sobre  casais  que trabalham  no Serviço Geológico do  Brasil  (CPRM) e  que compartilham  bem mais do que apenas a paixão pela profissão. São namorados, noivos e casados que se admiram e fazem da nossa  empresa um segundo lar.  Conheça um pouco  as  histórias  desses casais que fazem parte da CPRM, que em breve completa 50 anos. 


    Alice Castilho, Éber de Andrade Pinto e seus dois filhos, Lúcio e Cecília, no centenário da escola de engenharia da UFMG, onde se conheceram

    Alice Castilho e Éber de Andrade Pintose conheceram no último ano da faculdade, quando começaram a namorar. “Nós nos formamos numa época difícil e de poucos empregos e concursos. Fizemos o da CPRM em 1993, eu e ele disputando uma vaga em todas as etapas. No final, fui para Goiânia e ele para Belo Horizonte”, conta Alice.

    Eles se casaram no civil debaixo de chuva e tiveram dois filhos, Lúcio e Cecília. “Quando engravidei da minha filha, o resultado do teste de gravidez foi enviado por fax para a CPRM e o Éber fez questão de ir me entregar como presente para comemorarmos juntos”, revela.

    A história do casal tem se misturado com a da CPRM há 24 anos. Sentindo-se acolhidos e dividindo os bons e maus momentos, os dois já trabalharam em projetos juntos e compartilharam até a mesma sala. “Apesar de termos a mesma formação, em um determinado momento, a carreira de cada um tomou uma direção. A dele foi pra área da pesquisa e a minha para a gerencial”. São perfis que se complementam tanto na vida pessoal quanto profissionalmente, o que contribui para uma admiração mútua entre os dois.  

    Isabelle Serafim e Iago Costa durante viagem ao Cerro Tronador, na Argentina
    Os pesquisadores em geociências da Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica  (DISEGE) Isabelle Serafim e Iago Costa tiveram o primeiro contato ainda na Universidade de Brasília ( UnB) em 2010, enquanto cursavam juntos geofísica. “Nessa época, sentávamos na mesma bancada da disciplina de física experimental e foi assim que acabamos nos aproximando”, conta Isabelle.

    Com o passar do tempo, o relacionamentofoi evoluindo até que em agosto de 2011 começaram oficialmente a namorar. O primeiro grande desafio aconteceu em 2013, quando os dois foram aprovados no concurso da CPRM. A notícia que era maravilhosa também trouxe um grande problema, eles trabalhariam em cidades diferentes.

    Isabelle lembra que no dia 02 de dezembro de 2013, o companheiro foi morar no Rio de Janeiro. “No início foi muito difícil e nos perguntávamos várias vezes em como fazer um namoro a distância dar certo, mas o tempo e a vontade de permanecermos juntos se encarregaram de resolver essa situação”.

    Após dois anos e meio de ponte aérea, marcados pela felicidade dos encontros as sextas e o aperto no coração com as despedidas de domingo, um dia veio a tão esperada notícia: Iago seria transferido para Brasília. “No mesmo momento, começamos a planejar como seria a nossa nova vida. Decidimos que iríamos morar juntos um mês, tempo necessário para o Iago organizar sua nova casa”, conta a pesquisadora.

    Após essa tomada de decisão em 2016, o casal continua junto até hoje e ainda mais apaixonado. Em abril deste ano, Isabelle e Iago ficaram noivos. “Eu poderia dizer que este foi o momento mais feliz das nossas vidas, mas seria injusto com todas as milhares de memórias que construímos ao longo destes sete anos”, confessa Isabelle. 

    O casal Márcio Valle e Cleide da Silva. Ele analista e ela pesquisadora em geociências

    Cleide da Silva e Márcio Valle se conheceram em 2014 no Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Trabalhando juntos há aproximadamente quatro anos, Cleide conta que a lembrança mais feliz ao lado do companheiro foi quando descobriu que estava grávida. “Se pudesse reviver alguma experiência com o Marcio, com certeza seria o momento em que soubemos que teríamos um filho”, revela a pesquisadora em geociências da Superintendência Regional de Recife (PE).

    Quando perguntada sobre as maiores qualidades de Márcio, Cleide se rasgou em elogios: “Ele é uma pessoa linda, generosa e companheira, dentre tantas outras coisas”. Para ela, o “caminho das pedras” para o coração de alguém é simplesmente deixar fluir. “Quando se segue em frente, a trilha aparece”, aconselha Cleide.

    O tempo parece ser a maior dificuldade na vida do casal. Quando se compartilha a vida pessoal e profissional com alguém, é preciso ter cuidado para que os melhores momentos e as grandes conquistas continuem sendo divididos com a pessoa. O Dia dos Namorados para Cleide, por exemplo, representa mais um dia para se estar junto de quem se ama, ao lembrar aos casais de como é bom aproveitar a vida a dois.

    “Amor é querer bem. Ele é calmo, enquanto a paixão é inquieta”. Cleide acredita que as grandes declarações de afeto estão nos pequenos gestos e a felicidade está no dia a dia. Contrariando Tom Jobim, a pesquisadora defende que para ser feliz com alguém, primeiramente é preciso saber ser feliz sozinho.

    Reportagem:  Jaques Lucas Cavalcanti


    Revisão: Warley Pereira


     







  • segunda, 11 de junho de 2018 às 16:25



    Serviço Geológico do Brasil prestigia comemorações dos 200 anos do Museu Nacional 

    O Museu Nacional completou 200 anos de história na última quarta feira (06/6). A cerimônia de comemoração aconteceu no Palácio Imperial, na Quinta da Boa Vista, e contou com a presença de representantes de diversas instituições e pesquisadores, inclusive do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). 


    Esteves Conalgo, diretor-presidente da CPRM, participou do evento, acompanhado  de Fernando Carvalho, diretor de Infraestrutura Geocientífica  e José Antônio Castellano, chefe de gabinete da Presidência. O Museu de Ciências da Terra (MCTer) foi representado por Nathalia Roitberg,  gestora do museu e Diógenes Campos, curador do acervo. 

    Em seu discurso, Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional, destacou a trajetória da instituição, que remonta o Período Imperial. Ela foi criada por D. João VI, em 1817, inicialmente no Campo de Santana, no Centro do Rio de Janeiro. Com a queda da monarquia, em 1889, o acervo foi transferido para a sede atual, o Palácio de São Cristóvão.  



    Durante o evento, foi inaugurada a Exposição Coral, em parceria com a Petrobras, que trata sobre a exploração científica e histórica dos recifes e corais da costa brasileira. Houve também o lançamento da medalha comemorativa feita pela Casa da Moeda. 


    Alexander Kellner discursa na cerimônia de comemoração dos 200 anos do Museu Nacional


    Exposição Coral é inaugurada no Museu Nacional
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  • segunda, 11 de junho de 2018 às 16:09




    O que o gelo da Antártica pode revelar sobre as mudanças climáticas? Quais as regiões menos conhecidas da geologia do continente que rodeia o Polo Sul? Estas foram algumas questões apresentadas na palestra Gelo, rocha e ar - a ciência no interior do continente antártico, proferida pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Jefferson Cardia Simões, no dia 29/05, em comemoração ao Dia do Geólogo, na Superintendência regional de Porto Alegre do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).
    Ele coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Criosfera (INCT – Criosfera), que estuda a parte da Terra formada por gelo e neve. Reúne pesquisadores que apuram a origem antrópica do aquecimento do planeta com evidências que refutam a tese de que a atual mudança climática se deve exclusivamente ao ciclo normal de aquecimento e resfriamento da Terra.

    Daiane Hammes trabalhando com interpretação do registro paleoclimático de testemunhos de gelo, em laboratórios do ClimateChangeInstitute (CCI), Universidade do Maine (USA)

    A investigação é possível por que as geleiras são formadas por camadas de gelo sobrepostas formadas pela precipitação e acumulação da neve ao longo dos anos. Esse gelo retém em bolhas a atmosfera do passado, que permitem identificar a composição química da paleo-atmosfera de épocas remotas. O estudo da composição química do gelo chama-se glacioquímica. Diversos países desenvolvem estudos dos testemunhos de gelo. Esse “retorno no tempo” alcança hoje 800 mil anos.

    Simões relatou que as pesquisas que reconstituíram as características da atmosfera mostram claramente o aumento dos gases carbônico, metano e óxido nitroso, principais causadores do efeito estufa, desde o início da Revolução Industrial. Outra evidência da ação antrópica identificada é que atualmente o aumento dos gases na atmosfera precede o aumento da temperatura, enquanto anteriormente à Revolução Industrial, o ciclo tinha início com o aumento da temperatura e depois, dos gases. “Se todo o gelo da Antártica, que tem em média espessura de 2 km, derretesse, o nível dos oceanos se elevaria em 57 metros, mas isso não tem como ocorrer na escala de tempo humano. O cenário científico, preocupante, é de um aumento no nível médio do mar entre 20 cm a até 1 metro até o ano 2100”, alertou.

    Além do gelo formado pela neve (glacial), o gelo ao redor da Antártica é formado a partir do congelamento do mar. O estudo sobre a variação do mar congelado é importante para definir modelos climáticos sobre as formações das frentes frias e como elas avançam e interferem no clima do Brasil. Outra linha importante de pesquisa desenvolvida no INCT. “A Terra é formada por 10% de gelo. Este gelo influencia no clima e na biota. Como 90% do gelo do planeta está localizado na Antártica e, ao contrário do que se pensa, o Brasil é o 7º país mais próximo do continente gelado, fica mais evidente a importância das pesquisas nesta região”, afirmou.

    Geologia da Antártica - Embaixo da camada de gelo da Antártica existe um continente cujas características geológicas ainda são pouco conhecidas. Entre as razões é o próprio gelo que dificulta a identificação do substrato, o clima inóspito com temperatura já registrada de menos 89 graus, em 13,6 milhões de km², área maior que a Europa.

    Simões lembrou algumas características fisiográficas da Antártica, onde as mais conhecidas são as montanhas transantárticas que possuem picos de mais de 4 mil metros, com alguns pontos de afloramento de rocha. Entre as descobertas recentes se destacam os lagos subglaciais, cerca de 400, com água na temperatura em torno de 4 graus negativos. Existem no mínimo 40 vulcões submersos pelo gelo. Na Antártica Oriental, a camada de gelo esconde cadeias de montanhas de mais de 2 mil metros.

    Na década de 60, as primeiras descobertas geológicas na Antártica reforçaram o conhecimento sobre a Deriva Continental. As rochas permitiram identificar a continuidade de Gondwana. Os fósseis, a pré-existência do clima tropical, a mudança de temperatura, deslocamento do continente, abertura da passagem de Drake e o início da glaciação há cerca de 35 milhões de anos.

    Pesquisadores da CPRM na Antártica – Alguns pesquisadores da CPRM já se aventuraram pela Antártica. A geóloga Daiane Flora Hammes, mestre em geociências pelo INCT-Criosfera, trabalhou com o registro paleoclimático e interpretação ambiental de testemunhos de gelo da Antártica Ocidental. Integrou a Expedição XXVIII OPERANTAR, em 2010. Ainda atuando como membro do INCT- Criosfera, participou e segue colaborando com o projeto “Razões Isotópicas ao longo da calha do rio Madeira e a interpretação ambiental dos testemunhos de gelo andinos”, projeto que manterá uma rede de amostragem da precipitação ao longo da Bacia Amazônica até as geleiras dos Andes bolivianos. Um dos pontos de amostragem de isótopos estáveis (pluviômetro) deste projeto se encontra na Residência de Porto Velho, em RO.

    A geóloga Andrea Sander, mestre em geociências, trabalhou no Projeto Paleofloras do Cretáceo e Terciário na Ilha King George, Península Antártica, na Expedição XXV OPERANTAR, em 2007, que objetivou comparar as paleofloras do norte da Península Antártica com outras paleovegetações do Sul do Gondwana durante o Meso-Cenozóico. Buscou estabelecer os mecanismos e processos que originaram o caráter vicariante das floras modernas do Hemisfério Sul e sua composição, a idade e gênese dos depósitos e os processos paleoclimáticos e paleogeográficos resultantes da fragmentação do Gondwana que levaram ao isolamento da Antártica. Este projeto esteve sob a coordenação da Dra. Tânia Lindner Dutra, do PPGeo UNISINOS, coordenadora, e contou ainda com a participação do Profº Dr. Roberto Iannuzzi, do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia da UFRGS.

    O geólogo Felipe Mattos Tavares, doutor em geociências, é outro pesquisador da CPRM que participou do Programa Antártico Brasileiro dentro de um projeto coordenado pelo professor Rudolph Trouw (UFRJ), no ano de 2007. O objetivo era a coleta de dados e mapeamento geológico da região costeira da Ilha Coronation, no arquipélago das Ilhas Orcadas do Sul. Trata-se de exposições de rochas relacionadas a um prisma acrescionário mesozoico, que vem sendo pesquisado pela UFRJ, em parceria com outras universidades, desde a década de 1980. O trabalho foi focado na coleta de dados estruturais para análise integrada com as observações feitas em campanhas anteriores na mesma ilha e em regiões próximas por outros pesquisadores. Na mesma missão, participaram também os professores Renato de Moraes (USP) e Luis Simões (UNESP). “Fiquei um mês acampado na Ilha Coronation, realizando descrições sistemáticas dos afloramentos expostos no verão antártico, já que no inverno é impossível realizar esse tipo de trabalho, pois a cobertura por neve e gelo é quase completa. A vivência de isolamento em ambiente radicalmente selvagem, belo e inóspito foi muito interessante, inesquecível”, relatou.

    Daiane Hammes na expedição na Antártica

    Andrea Sander na Ilha Nélson em 2007 na XXV Operação Antártica


    Felipe Mattos Tavares na região costeira da Ilha Coronation, no arquipélago das Ilhas Orcadas do Sul

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  • segunda, 11 de junho de 2018 às 15:56



    Ana Paula Petito apresenta coleta seletiva solidária da CPRM para o Tribunal Federal no RJ


    A coordenadora da Comissão Nacional de Sustentabilidade e Coleta Seletiva Solidária do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Ana Paula Petito, participou como palestrante da Tarde Sustentável, evento promovido pelo Tribunal Federal da 2ª Região no Rio de Janeiro na quarta-feira, dia 06/06.


    No evento, Petito apresentou o tema Coleta Seletiva Solidária na Administração Pública, destacando as ações tomadas no âmbito da CPRM. Ela ressaltou os meios como uma instituição pode se mobilizar para trazer a consciência de sustentabilidade para os seus colaboradores, considerando que a reciclagem gera inclusão social, comercialização e receita, diminuição da poluição, consciência e qualidade de vida.

    As palestras foram abertas ao público interno e transmitidas via videoconferência para a Seção Judiciária do Espírito Santo. A ação foi coordenada pela Divisão de Educação Corporativa em parceria com a Seção de Gestão Socioambiental. A programação contou ainda com a palestra da psicóloga do Instituto Nacional de Tecnologia, Maria Carolina Santos, com o tema “Sustentabilidade – Qual o meu Papel?”, abordando o conceito de sustentabilidade e do Plano de Logística Sustentável.

    O objetivo do evento foi sensibilizar os servidores em prol da sustentabilidade e do desenvolvimento de estratégias para o engajamento nas iniciativas relacionadas ao tema, obter uma visão dos aspectos vinculados ao Plano de Gestão da Logística Sustentável Institucional, além de integrar esforços para desenvolver projetos destinados à inserção da variável socioambiental no cotidiano e na qualidade de vida no ambiente de trabalho.


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  • segunda, 11 de junho de 2018 às 11:40





     
    Treinamento envolveu técnicos do Brasil, Peru, Colômbia e comunidades indígenas
    A Superintendência Regional de Manaus do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) em parceria com a Prefeitura de Tabatinga promoveu entre os dias 05 e 08 de junho o Curso Internacional Básico de Percepção e Mapeamento de Risco Geológico. A atividade contou com a participação das Defesas Civis dos municípios de Tabatinga, Santo do Içá, Benjamin Constant, Atalaia do Norte e São Paulo de Olivença. Além de órgãos internacionais ligados ao controle de desastres naturais como o Centro de Operaciones e Emergencias Regionales do Peru, Bomberos Florestais da Colômbia, Serviço Nacional de Hidrologia e Meteorologia do Peru, membros da comunidade indígena Ticuna, do Exército Brasileiro entre outras entidades que se fizeram presentes.




    Os geólogos e instrutores Antônio Gilmar e Elton Andretta abordaram temas como geologia básica, classificação de riscos, inundações, enchentes, deslizamentos, gerenciamentos de áreas de risco, setorização e aula de campo. Conforme destaca Elton, o treinamento está previsto na lei 12.608 de 2012 em que a CPRM efetua capacitação de pessoas para realização de mapeamento. Para ele, é uma satisfação repassar conhecimento, ajudando a todos que vivem em áreas de risco, através do treinamento dos técnicos da Defesa Civil e outros órgãos nacionais e internacionais, ensinando a identificar, mapear e gerenciar essas áreas. "É gratificante ministrar o primeiro curso internacional sobre risco geológico da CPRM. Agradeço a todos os envolvidos", comemorou.

    Na oportunidade, o Superintendente Regional de Manaus, José Maia, apresentou os projetos realizados pela CPRM e enfatizou a importância dos serviços prestados para a sociedade. "Esta atividade é de extrema importância para sensibilizar e capacitar os órgãos da tríplice fronteira no trabalho de prevenção dos desastres. A troca de informações e o gerenciamento de riscos mitiga os efeitos dos eventos extremos sobre a comunidade", destacou Maia. 

    Técnicos da Defesa Civil de cinco municípios do Amazonas participaram do curso

    Curso foi ministrado em parceria com a Prefeitura de Tabatinga

    Superintendente Regional de Manaus, José Maia



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  • sexta, 08 de junho de 2018 às 15:01




    Entre os dias 2 e 11 de maio, o pesquisador em geociências Guilherme Nogueira dos Santos do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou do treinamento em “Processamento e Interpretação de Dados Isotópicos Aplicados a Estudos Hidrológicos” na sede da International Atomic Energy Agency (IAEA) em Viena, Áustria.

    Entrega do certificado ao geólogo da CPRM





    Participantes do treinamento na AIEA  



    A candidatura do colaborador da CPRM foi ratificada pela Agência Nacional de Águas (ANA), ponto focal do projeto RLA 7/024 “Integração de hidrologia isotópica nos Planos Nacionais de Manejo de Agua” com a IAEA. O treinamento foi totalmente custeado pela IAEA com intuito de capacitar pesquisadores de diversos países que atuam na área de isotopia. Além da participação brasileira, estavam presentes participantes do Equador, Portugal, China, Tailândia, Antígua e Barbuda, Nigéria, Quênia, Uganda, Madagascar, Geórgia, Vietnam, Egito, Índia e Hungria. Durante o treinamento foram abordados temas como: hidroquímica básica, geoquímica isotópica, uso de traçadores, balanço hídrico, datação com gases nobres, procedimentos de amostragem e métodos analíticos.

    Segundo o coordenador nacional do programa de aplicações isotópicas na hidrologia da CPRM, Roberto Kirchheim, a empresa está assumindo a tarefa de remontar a rede de monitoramento isotópico de chuvas no território nacional extinta no final da década de 80. Além da instalação das estações coletoras (GNIP´s) e das análises de amostras de chuva e água subterrânea (RIMAS), o programa prevê a capacitação de expressivo número de técnicos da CPRM para incorporar estas técnicas isotópicas em seus projetos correntes. O pesquisador Guilherme da Superintendência Regional de São Paulo apoiará na instalação das GNIP´s e no desenvolvimento dos cursos de capacitação isotópica. A aproximação com a IAEA permitirá que colegas de outras unidades recebam esta mesma oportunidade, um dos objetivos da iniciativa de transformar a CPRM em um centro colaborativo junto à IAEA.



  • sexta, 08 de junho de 2018 às 14:46




    A Comissão de Sustentabilidade da Superintendência Regional de Porto Alegre do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) promoveu na quinta-feira, 07/05, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, o Brique Sustentabilidade.


    Ana Claudia Viero e Ana Cristina Bonfim Peixoto

    Com o objetivo de reduzir o consumo exacerbado, reutilizar o que ainda pode ser útil e reciclar o que precisa ser descartado, o evento de troca e venda de produtos reuniu os empregados na Sala José Rosito. A atividade teve início duas semanas atrás, quando todos foram convidados a selecionar artigos, roupas e objetos que não estavam utilizando mais, para oferecer no brique/brechó. As fotos dos produtos foram enviadas, organizadas por tipo e compuseram um catálogo que foi enviado por e-mail a todos. Quem não teve tempo de selecionar com antecedência, pôde levar os artigos e expor na hora do brique.

    Antes da visita à exposição dos produtos e abertura dos negócios, aconteceu a exibição da vídeo-reportagem Matéria de Capa, Ameaça Global, com duração de 27 min, apresentando a problemática dos lixos nos mares, corroborando com a iniciativa do Ministério do Meio Ambiente que formalizou o seu apoio à Campanha Mares Limpos da ONU.

    Conforme a integrante da comissão, Ana Cristina Bomfim Peixoto, a ideia é incentivar os três Rs (erres) do consumo consciente e promover ações que estimulem a consciência de que novas atitudes são necessárias. Ela lembrou a frase da estilista Vivienne Westwood, "Compre menos, escolha bem, e faça durar". “O brique foi um sucesso, não imaginávamos tamanha adesão. Havia itens diversos e as trocas, compras e vendas estimularam, além do consumo consciente, a integração entre os colegas. Muitos já estão esperando pela próxima edição, quem sabe no verão, porque o friozinho atrapalhou um pouco”, relatou.


    Simone Zwirtes



    Maristela Weschenfelder e Ana Claudia Viero



    Dulce Kundzin e Ilse Silva



    Exibição do video-reportagem Matéria de Capa





  • sexta, 08 de junho de 2018 às 11:13



    Antônio Dourado, idealizador do GEOSSIT, falou sobre o aplicativo durante o workshop

    O Ministério Público Federal e o Serviço Geológico do Brasil estiveram reunidos na plenária do Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília, no último dia 5 de junho, para discutir o Sistema de cadastro e valoração quantitativa de sítios de especial interesse geológico – GEOSSIT, desenvolvido e gerenciado pela CPRM.

    Uma iniciativa da 4° Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (4CCR), a atividade configurou o Workshop de Capacitação na Tutela do Patrimônio Geológico, coordenado pelo Procurador da República no Rio de Janeiro, Renato de Freitas Souza Machado. O evento foi direcionado a procuradores, analistas periciais e servidores do MPF/MPU, contando com a participação de analistas e pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil, tendo sido transmitido ao público em geral através do Youtube. 
    A reunião foi aberta com palestra por videoconferência do professor José Brilha, catedrático e vice-presidente da Escola de Ciências da Universidade do Minho em Portugal, abordando conceitos gerais e propostas para proteção do Patrimônio Geológico, com experiências internacionais apontando para a possibilidade de harmoniosa coexistência entre interesses de setores produtivos e preservacionistas. Em seguida o procurador Renato Machado abordou questões jurídicas acerca da proteção do patrimônio geológico no Brasil e, complementado pelo analista pericial Valdir da Silva Filho, foram expostos casos práticos, mecanismos e dificuldades da atuação do MPF no exercício da proteção de sítios considerados de especial interesse geológico. Machado destacou a importância em fortalecer a parceria entre o corpo jurídico e o técnico para facilitar a tomada de decisões do Ministério Público.
    Em seguida houve uma sequência de palestras proferidas pelos participantes da CPRM, que deram abertura a amplo debate sobre a atuação da empresa no reconhecimento de sítios geológicos de especial relevância e as novas perspectivas frente às inovações tecnológicas da área de informática da empresa. Foram então explicados os projetos  envolvendo a temática, entre os quais as propostas de Geoparques e o Inventário do Patrimônio Geológico do Brasil, bem como apresentados modelos na nova plataforma do GeoSGB.
    Ao longo da reunião, a ênfase foi destinada ao aplicativo GEOSSIT, uma vez que corresponde à ferramenta de cadastro das informações relativas a sítios geológicos e também de quantificação numérica utilizada como indicativo de valor para os sítios cadastrados. As discussões estiveram bastante focadas nos métodos e critérios que estão sendo aprimorados no âmbito do aplicativo, com atenção às suas potencialidades e limitações, tendo em vista o especial interesse do MPF em utilizar a ferramenta para a logística da sua atuação.
    O Serviço Geológico do Brasil foi representado pelo pesquisador aposentado geólogo Antônio Dourado, idealizador do GEOSSIT; pelo analista Éder Lima, desenvolvedor do Sistema; pelo pesquisador Marcelo Ambrósio, coordenador do projeto piloto do Inventário do Patrimônio Geológico do Rio de Janeiro, pela pesquisadora Mylène Berbert-Born, atual coordenadora técnica do GEOSSIT, e ainda pelo chefe da Divisão de Geoprocessamento, Hiran Dias, pelo analista da Divisão de Informática, Marcos Rodrigues, e pela pesquisadora da Divisão de Gestão Territorial, Andreá Trevisol.

    Corpo técnico da CPRM presente no Workshop



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  • quinta, 07 de junho de 2018 às 16:39



    Pesquisadora Lígia Ribeiro apresenta trabalho realizado nas mineralizações “tipo Panelas”

    Nesta segunda-feira, dia 04/06, pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) que atuaram no Projeto Áreas de Relevante Interesse Mineral (ARIM) Vale do Ribeira apresentaram e discutiram produtos do projeto na Universidade Estadual Paulista (UNESP). A iniciativa partiu dos próprios pesquisadores, com o intuito de aproximar a comunidade acadêmica das pesquisas realizadas pela empresa e teve apoio do SEG UNESP STUDENT CHAPTER.  


    Os resultados do Projeto ARIM Vale do Ribeira foram apresentados pelos pesquisadores em geociências Angela Lopes, Francisco de Campos, Ligia Ribeiro, Luiz Gustavo Pinto e Manoel da Costa. Também foi realizada uma apresentação pelo geofísico Luiz Gustavo Pinto, chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica (DISEGE), que mostrou como os produtos de sua divisão podem ser acessados e utilizados pelo público, além de apoiar os trabalhos desenvolvidos na CPRM.

    O Projeto ARIM Vale do Ribeira foi desenvolvido entre os anos de 2015 e 2017 e teve como alvo as mineralizações polimetálicas da Formação Perau e do Grupo Lajeado, além do mapeamento e potencial mineral da Bacia de Castro. A partir dos resultados do projeto foram produzidos três Informes de Recursos Minerais: o referente ao Grupo Lajeado, já publicado pela CPRM e (disponívelno link), e os da Formação Perau e Bacia de Castro, que estão em revisão e em breve serão disponibilizados ao público.


    Pesquisador Manoel Costa apresentando resultados de espectroscopia de reflectância obtidos nos projetos
    Pesquisadores da DGM-SP e estudantes de geologia da UNESP após quatro horas de palestras ministradas por pesquisadores da CPRM
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  • quinta, 07 de junho de 2018 às 16:39



    Diferentes situações de coleta de sedimento de corrente e concentrado de bateia
     O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) deu início ao levantamento geoquímico do projeto Contendas-Macajuba. Desenvolvido na porção central do Estado da Bahia, contempla áreas que carecem de cartografia geológica básica em escala regional. Devido à importância como subsídio ao conhecimento geológico e do potencial mineral da região, o projeto priorizou o levantamento geoquímico regional, ampliando orçamento da atividade. 


    O trabalho de campo do projeto foi iniciado com o levantamento geoquímico de superfície entre os dias 02 e 26/05, com a coleta de amostras de sedimento de corrente e concentrado de bateia em leito ativo de drenagens em mais de quatrocentas estações de amostragem distribuídas numa área de cerca de 9.000 km², equivalente a mais de 60% do programado.

    A campanha de campo, organizada pela pesquisadora em geociências da Divisão de Geoquímica Caroline Couto Santos, contou com a participação dos pesquisadores Douglas Almeida Silveira, Felipe Rocha Abreu e Silvana de Carvalho Melo. Os técnicos em geociências Gersonita Miranda Monteiro, Francisco das Chagas e Almir Gomes Freire, além do auxiliar em geociências Amilton de Amorim Benício, deram suporte aos pesquisadores durante as coletas.
    Equipe de pesquisadores e técnicos que participaram da etapa de campo

    Segundo o Chefe da Divisão de Geoquímica, Cassiano Castro, esta campanha de campo teve dentre os seus objetivos, a uniformização de procedimentos de coleta de amostras geoquímicas no semi-árido brasileiro. Pela primeira vez os quatro geoquímicos que trabalham no Nordeste Brasileiro trabalharam juntos em uma mesma etapa de campo.

    Vale ainda destacar, a participação de Cassiano Castro durante a primeira semana demostrando em campo os melhores locais de coleta de sedimento de corrente, concentrados de bateia e materiais geológicos, como pegmatitos e possíveis veios de quartzo mineralizados.

    Localização das estações de amostragem na nova plataforma da Esri
    O chefe da Divisão de geoquímica, Cassiano Castro, demonstra aos auxiliares de campo como é realizado o processo de bateamento



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  • quinta, 07 de junho de 2018 às 13:20






    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) apresentou o vídeo “Fósseis e Cavernas”, desenvolvido com recursos de computação gráfica.

    Idealizado pelos pesquisadores em geociências da CPRM Dario Dias Peixoto, Mylene Berbert Born e Rafael Costa da Silva, o trabalho apresenta uma visão introdutória sobre fósseis e sua importância; fossilização; relação de fósseis com cavernas e o trabalho de espeleólogos e paleontólogos.


    A peça foi desenvolvida para a Exposição “Gigantes e Diminutos Seres do Passado”, inaugurada em 7 de março de 2018 no Museu de Ciências da Terra (MCTer), no Rio de Janeiro. 

    Segundo Dario, a informação científica foi trabalhada dentro do projeto "Visualização Científica aplicada à comunicação visual", cujo objetivo é gerar animações 3D a partir das informações científicas produzidas pelo Serviço Geológico do Brasil. Esta animação foi pensada para o público em geral, mas também pode ser usada como material didático introdutório dos temas representados.


    Clique aqui e assista ao vídeo Fósseis e Cavernas


    Veja aqui outros vídeos de animação gráfica da CPRM


    Serviço:


    De terça a domingo, das 10h às 16h - Entrada franca
    Museu de Ciências da Terra
    Av. Pasteur, 404, Urca-RJ

    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscomdf@cprm.gov.br 

    (61) 2108-8400





  • quinta, 07 de junho de 2018 às 12:18




    Geólogo Luiz Antônio Chieregati, que se aposentou em 2017 após completar sua carreira de 45 anos na CPRM, palestra sobre os principais resultados obtidos pelo projeto

     O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) lançou na terça-feira, dia 05/06, o Informe de Recursos Minerais do Projeto Materiais de Construção na Região Metropolitana de Curitiba durante a Semana de Estudos Geológicos do Paraná (SEGEPAR), na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

    O projeto Materiais de Construção na Região Metropolitana de Curitiba foi coordenado pela equipe do Núcleo de Apoio Técnico de Curitiba (NUBA), abrangeu uma área de 16 mil km2de 29 municípios da Grande Curitiba e agregou dados atualizados sobre a produção de areia, saibro, argila, brita e calcário (principalmente cimento).


    O geólogo Luiz Antônio Chieregati, coautor do Informe juntamente com Ruben Sardou Filho, apresentou os principais resultados obtidos, destacando a distribuição das ocorrências, os dados mais recentes de produção e características mineralógicas e tecnológicas dos materiais e apontou novas áreas potenciais para extração das substâncias estudadas.

    O autor elogiou a estruturação do setor, tanto em relação à produção quanto à organização das associações e sindicatos. Foi ressaltada a importância da colaboração de mineradoras e instituições, com relação à obtenção de amostras e dados e da parceria com o Laboratório de Análises de Rochas e Minerais da UFPR (LAMIR) para realização de análises.
    Diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, José Leonardo Silva Andriotti, destaca a importância dos projetos da CPRM para o setor produtivo de minerais industriais.

    O diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM), José Leonardo Silva Andriotti, informou ao público presente que a CPRM já desenvolveu cerca de vinte projetos e possui mais cinco em andamento referentes ao cadastramento e à caracterização de matérias-primas para uso na construção civil em regiões metropolitanas do Brasil, destacando ainda o impacto dessas publicações no fomento ao setor mineral.

    O evento contou com a presença de representantes da Superintendência do Paraná da Agência Nacional de Mineração (ANM/DNPM-PR), do Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná (ITCG), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR) e de associações e sindicatos paranaenses do setor, além de mineradores paranaenses, profissionais autônomos da área de Geologia e professores e alunos do Departamento de Geologia da UFPR que organizaram a SEGEPAR.

    Chieregati autografou o Informe aos presentes e confraternizou com alunos de geologia da UFPR, organizadores do evento da SEGEPAR
    Representando a CPRM também compareceram o Chefe do Departamento de Recursos Minerais (DEREM), Marcelo Esteves Almeida, o Superintendente Regional de São Paulo (SUREG-SP), Júlio César Andreolli Caliento, o Gerente de Geologia e Recursos Minerais da SUREG-SP (GEREMI), Maurício Pavan Silva e a Chefe do Núcleo de Apoio Técnico de Curitiba (NUBA), Mariane Brumatti e a equipe do NUBA, atualmente formada por nove pesquisadores e uma secretária. Ao final do evento houve distribuição de exemplares do Informe autografados por Chieregati e coquetel de confraternização.


    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscomdf@cprm.gov.br 
    (61) 2108-8400



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