ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • sexta, 25 de maio de 2018 às 14:49




     
    Biblioteca Octávio Barbosa recebe visita de estudantes da UFRJ

    A Divisão de Documentação Técnica (DIDOTE) recebeu, no dia 04 de maio, a visita dos estudantes do curso de Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação da UFRJ. Os alunos estavam acompanhados pela bibliotecária e professora Nysia de Sá, doutora em Políticas Públicas e Formação Humana e docente de, entre outras disciplinas, Recursos Informacionais II.    


    O grupo recebeu as boas-vindas da chefe da DIDOTE Roberta Silva de Paula na Biblioteca Octávio Barbosa e foi orientado sobre os procedimentos de uso do acervo por Priscila Ururahy e sobre a apresentação das bases de dados utilizadas pela biblioteca por Margareth Moraes. No Multimeios, os estudantes foram recebidos por Jéssica Gonçalves e Jair de Souza que apresentaram o acervo de mapas e fotografias aéreas da CPRM.

    A visita incluiu o Museu de Ciências da Terra (MCTer) onde os alunos conheceram as exposições com a ajuda da mediadora Luz Marina e a biblioteca infantil com a bibliotecária Amanda Paula. Ao final da visita, o grupo recebeu um brinde com um folder da Biblioteca Octávio Barbosa e uma amostra de muscovita, colaboração da geóloga Adriana Gomes do MCTer.

    Nysia de Sá agradeceu o atendimento, que considerou primoroso. “Foi essencial para eles, os alunos, esta oportunidade pois puderam compreender a importância do papel do bibliotecário tanto na organização quanto na busca da informação em biblioteca especializada. O profissionalismo de todos servirá de exemplo para esses futuros profissionais”.
        
    A visita guiada faz parte do Programa de Competência em Informação para a Rede Ametista, rede de bibliotecas da CPRM, que está sendo reconhecido por instituições semelhantes através de trabalhos apresentados em congressos e publicações em revistas especializadas na área. Para ter acesso a alguns trabalhos, acesse o link (https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/950/671)

    Apresentação das bases de dados utilizadas pela Biblioteca

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  • quinta, 24 de maio de 2018 às 13:55





    Geólogo Jaime Barbosa explica o mapa geológico para os alunos

    Personagens do universo infantil e exemplos de atividades mineiras localizadas na região foram algumas das estratégias utilizadas pelo geólogo Jaime dos Passos de Oliveira Barbosa do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) para mostrar a importância da mineração para os alunos de 7 a 8 anos da escola Centro de Serviços Educacionais do Pará (CESEP).



    A palestra “A Importância da Mineração para a Sociedade” foi apresentada no dia 18 de maio e destacou como a atividade mineral gera produtos fundamentais à vida e ao conforto da vida moderna. Foram utilizados exemplos das atividades exploratórias em minas de Caulim, Ferro e Cobre situadas no estado do Pará.

    Foi também ressaltado o papel da atividade de mapeamento geológico como ferramenta crucial para a tomada de decisões das empresas de mineração e do público em geral. Os alunos tiveram contato com imagens das atividades de campo da CPRM, assim como os instrumentos necessários à prática geológica, como bússola, martelo, lupa, imã, amostras de rocha e, por conseguinte, um mapa no formato impresso.

    Para levar o mundo real da mineração para o universo infantil, foram utilizados exemplos de personagens da literatura mundial como os Sete Anões – mineradores por excelência de pedras preciosas – assim como a animação “Dora a aventureira” a qual sempre consulta um mapa para tomar importantes decisões, além é claro, do mundialmente conhecido game “Minecraft”, o qual ressalta a necessidade da busca de matérias-primas na natureza para que sejam transformadas em bens necessários à vida da sociedade.

    Segundo Jaime, “o grande interesse dos alunos e a receptividade das professoras e coordenação nos faz perceber a importância do projeto ‘O Serviço Geológico nas Escolas’”, explicou.
     
    Alunos, professores e geólogos que participaram da palestra





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  • quinta, 24 de maio de 2018 às 12:16





    Silvio Bueno (UFV), Donizete Pereira (UFV), Luna Alves, Demetrius Silva (Orientador UFV) e Celso Bandeira (UFJF)



    Nos últimos meses, dois pesquisadores em geociências do Serviço Geológico do Brasil, que atuam na Superintendência Regional de Manaus, defenderam suas teses de doutorado. Luna Alves, da Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial, defendeu sua tese pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa, sob orientação do Prof. Demetrius David da Silva e coorientação dos professores Fernando Pruski (UFV) e Naziano Filizola (UFAM). Matheus Simões, pesquisador da Gerência de Recursos Minerais, cursou o Programa de Pós-graduação em Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), orientado pelo Prof. Dr. Evandro F. de Lima e coorientado pelo Prof. Dr. Carlos A. Sommer, ambos do grupo de pesquisa em Vulcanologia da Universidade.

    Em sua tese, Luna Alves abordou o aprimoramento de séries de dados de vazão na Bacia Amazônica. Com os eventos extremos cada vez mais frequentes, associados à proximidade com que a população se desenvolveu ao longo dos cursos d’água nessa região, o entendimento dos processos hidrológicos atuantes na bacia são cada vez mais essenciais. Por sua magnitude e condições de preservação únicas, a Bacia Amazônica acaba sendo também uma importante área de estudo para grupos de pesquisa não só no Brasil, mas ao redor de todo mundo. Assim, os dados de vazão dos rios da Amazônia são os parâmetros-chave para inúmeras pesquisas e, portanto, precisam ter a máxima acurácia possível.

    Para aprimorar essas informações, a pesquisadora utilizou informações geradas no contexto de dois projetos institucionais da CPRM: o “Sistema de Alerta Hidrológico” e o “Dinâmica Fluvial”, nos quais foram realizadas medições de vazões ao longo dos últimos 10 anos, com perfiladores Doppler acústicos, os chamados “ADCPs”, a melhor tecnologia atualmente disponível no mundo. 

    Segundo a pesquisadora, os dados gerados na sua pesquisa são essenciais para o desenvolvimento de modelos hidrológicos na Amazônia, permitindo a utilização dos mesmos para a previsão de enchentes e consequente, a minimização dos impactos de eventos extremos à população.    

    A tese de Matheus Simões teve como principal tema o estudo das rochas vulcânicas ácidas da Província Paraná-Etendeka no nordeste do estado do Rio Grande do Sul. O estudo foi financiado majoritariamente pelo projeto A Província Magmática Paraná-Etendeka no Brasil: relações temporais e petrológicas entre o magmatismo toleítico e alcalino e suas implicações geodinâmicas”, coordenado pelo Prof. Dr. Excelso Ruberti (Universidade de São Paulo) e cujos recursos foram obtidos junto a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

    A partir da publicação de dois artigos científicos baseados em dados de campo, o autor complementou sua tese com a submissão de um artigo baseado em dados de anisotropia de susceptibilidade magnética (ASM) e de um último artigo onde dados geoquímicos de química mineral e de rocha total serviram de base para o estudo petrogenético e de evolução tectônica para a área.

    O ponto alto da tese foi as interpretações de campo que, complementadas pelas técnicas analíticas, serviram para postular que as lavas ácidas que ocupam mais de 12.000 km² no sul do Brasil foram alimentadas por condutos, cujo posicionamento foi controlado tectonicamente. O transporte de magma ocorreu a partir da reativação de falhas de direção NE-SW e NW-SE, nas fases iniciais de abertura do Oceano Atlântico Sul.

    Para o pesquisador, a sua pesquisa contribui para o entendimento da segunda maior Grande Província Ígnea (Large Igneous Province) do mundo, e serve de modelo para próximos trabalhos desenvolvidos pela CPRM na região. Simões acredita que a pesquisa científica deve ser mais fomentada pela empresa, pois além de solucionar de forma menos rasa as questões geológicas, propicia um amadurecimento dos debates técnicos dos projetos da DGM.

    Esquema de medição de vazão utilizando o ADCP acoplado a uma grande embarcação e sistema de GPS




    Co-orientador Carlos A. Sommer, Matheus e o orientador Evandro F. Lima




    Conduto alimentador de lavas ácidas na região de Mato Perso (PS)





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  • quinta, 24 de maio de 2018 às 10:13




     
    Profissionais da CPRM recebem capacitação no curso de Geodatabase

    Geólogos, geógrafos e engenheiros do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participaram do curso sobre Geodatabase no escritório do Rio de Janeiro com o objetivo de conhecer os recursos da plataforma Esri e suas vantagens na integração de informações geoespaciais em uma mesma base de dados compartilhada.


    O curso foi realizado entre 7 e 11 de maio e faz parte do programa de capacitação da plataforma Enterprise Geodatabase, software adquirido recentemente pela empresa e que  possibilita múltiplas vantagens no desenvolvimento de trabalhos de geoprocessamento, como maior segurança das informações, backup unificado, sistema multiusuário de edição, automatização de processos e agilidade na criação de aplicativos web mobile.

    O pesquisador em geociências da Divisão de Geoquímica (DIGEOQ) Carlos Mota explica que “o fluxo de informação é semelhante à produção de um texto em uma plataforma de blog. O colaborador escreve, alguém revisa e a publicação é então aprovada”.

    O trabalho colaborativo permitirá evitar redundâncias e estimular a integração entre temas das geociências. Também será possível visualizar dentro do Catalog do ArcMap os mapas e bases compartilhados para consulta dos usuários internos, justificando assim a  importância da capacitação em todas as unidades regionais.

    “Com a iniciativa, a CPRM está dando um passo a mais na utilização de banco de dados para produção e manutenção de informações”, explica Hiran Silva Dias, chefe da Diretoria de Geoprocessamento (DIGEOP).

    Em junho ainda haverá o treinamento do Workflow e Data Reviewer, ferramentas do ArcMap para controle de produção e qualidade de dados, além do curso de Image Server para profissionais que tenham noções de sensoriamento remoto.

    O treinamento permitirá a criação de um catálogo de imagens responsável pela organização de todo o acervo da empresa, assim como realizar o recorte de imagens e habilitar algumas ferramentas de geoprocessamento diretamente no servidor. 

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  • quarta, 23 de maio de 2018 às 13:42



    Cerca de 100 pessoas compareceram ao MCTer Debate
    Em conformidade com o tema da 16º Semana de Museus, “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”, a programação do Museu de Ciências da Terra destacou a importância das reflexões sobre acessibilidade e democratização do conhecimento. O evento MCTer Debate aconteceu durante toda a tarde da última quinta-feira (17) e  contou com a presença de pesquisadores reconhecidos da área em quatro palestras oferecidas gratuitamente ao público.


    Durante a abertura, Juliano Oliveira, Diretor de administração e finanças Serviço Geológico do Brasil (CPRM), destacou a importância das ações para disseminação do saber. “O museu hoje é uma grande fonte de conhecimento. Ter a oportunidade de participar da 16º Semana de Museus é uma oportunidade para distribuir esse saber tanto no meio científico, quanto para as pessoas no geral”, afirmou o diretor.

    Organizado por Rodrigo Machado, paleontólogo do Museu, o evento foi voltado a uma reflexão sobre o papel dos museus na sociedade atual. As palestras do MCTer Debate também abordaram alternativas para atrair a atenção das novas gerações e potencializar a divulgação científica. Alexander Kellner, atual diretor do Museu Nacional, participou da programação com uma apresentação sobre da trajetória dos museus de história natural no Brasil e no mundo. Ele destacou as dificuldades enfrentadas pelos profissionais para organizar exposição de grande porte no país. Além disso, Kellner também contou um pouco sobre o processo de organização da exposição “No tempo dos dinossauros” feita por meio de uma parceria entre o Museu de Ciências da Terra e o Museu Nacional.

    A palestra sobre acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva ficou por conta de Claudia Jurberg, Doutora em Educação, Gestão e Difusão em Biociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela também apresentou o projeto “Câncer com ciência”, que visa desmitificar o câncer, levando informações corretas e atualizadas sobre pesquisas do campo.

    Também estiveram presentes no evento Chrystian Carlétti do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) palestrando sobre os benefícios da popularização da ciência no combate as notícias falsas, fake news. Já Vera Cascon da Fundação CECIERJ falou sobre sua experiência na organização de feiras de ciências, eventos que unem a educação, os museus e a divulgação do conhecimento.

    Estiveram presentes também no evento Dr. Hernani Aquini Fernandes Chaves, professor do Programa de Graduação em Análise de Bacias e Cintos Móveis da UERJ, Dr. Bruno Cesár Brulon Soares, vice-presidente do Comitê Internacional de Museologia (ICOFOM) e a Dra. Isabel Campos Portugal, pesquisadora da Ben-Gurion University of the Negev em Israel.

    No evento, o Museu de Ciências da Terra também inaugurou o Detetive Dino, espaço interativo aberto ao público, onde o visitante pode aprender como se prevenir contra as fake news, por meio de exemplos atuais e abrangentes como, por exemplo, o relógio do fim do mundo.

    Confira mais fotos na nossa galeria de fotos!  


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  • quarta, 23 de maio de 2018 às 11:14



    Geólogos da CPRM Márcio Remédio, Luiza Lopes e Ricardo Wosniak no Simexmin 2018

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) escolheu um dos principais eventos do setor mineração do país, o Simpósio Brasileiro de Exploração Mineral (Simexmin 2018), para apresentar nesta terça-feira (22/05) os projetos que licitará pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

    O público formado por prospectores, investidores e especialistas em diferentes ramos do setor mineral conheceu dados técnicos dos projetos e como será realizado o processo de oferta dos direitos minerários do Carvão de Candiota (RS), Cobre, Chumbo, Zinco, Prata e associados de Palmeirópolis (TO), Fosfato de Miriri (PE - PB) e Cobre de Bom Jardim (GO).

    O pesquisador da CPRM Marcio José Remédio destacou que o patrimônio mineral da CPRM é composto por mais 350 processos minerários que foram distribuídos em 30 projetos. Destes, quatro foram escolhidos como prioritários para terem as suas áreas licitadas. Mas existem ainda áreas com depósitos de diamantes, nióbio, terras raras, ouro, caulim, fosfato, carvão e cobre, entre outros minerais e metais.

    “O setor da mineração faz parte do programa Avançar Parcerias exclusivamente por meio da CPRM, contribuindo com o fomento do setor mineral, em um momento com boas perspectivas de mudança na legislação mineral e cenário de aumento da demanda e dos preços”, afirmou.

    Remédio citou que, após a atual fase de estudos, iniciará a consulta pública, seguido do acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU), edital e leilão, ainda em 2018.

    O pesquisador da CPRM Ricardo Wosniak apresentou os projetos Palmeirópolis (Zn-Cu-Pb-Cd-Ag-Au), Miriri (fosfato) e Bom Jardim (cobre). A pesquisadora da CPRM Luiza Leal Araujo Lopes, o projeto Candiota (carvão).

    Localização das áreas, tamanho dos depósitos minerais, método de lavra, produção, tempo de explotação, investimento e rentabilidade foram algumas das informações apresentadas e que vão compor o relatório que será disponibilizado para o leilão.

    O assessor da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República Rafael Gerard Almeida Demuelenaere também participou do simpósio.


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  • quarta, 23 de maio de 2018 às 10:56





     
    Raphael Correa apresenta resultados da geofísica da CPRM no SImexmin, em Ouro Preto (MG)

    O geofísico Raphael Teixeira Correa, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), falou nesta segunda-feira (21/05), no Simpósio Brasileiro de Exploração Mineral (Simexmin), sobre processamento e interpretação de dados aerogeofísicos, como apoio à exploração mineral e à evolução do conhecimento geológico, abordando estudos de caso em Áreas de Relevante Interesse Mineral (ARIMs).

    Para um público formado de profissionais da área de geologia, geofísica, geoquímica, empresários setor mineral e representantes de órgãos governamentais, presentes na sessão de destaques do Exploration’17, foram apresentados resultados de processamento, interpretação e inversão de dados nas ARIMs Seridó (Rio Grande do Norte), Vale do Ribeira (São Paulo e Paraná), Carajás (Pará) e Tapajós (Pará).

    Os trabalhos desenvolvidos pela Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica evoluíram no entendimento dos modelos crustais, em geologia estrutural e mapeamento de novas unidades, além de gerar vetores mineralizantes para novas descobertas. Os resultados foram gerados nos últimos três anos.

    Conforme explica Raphael, a escala de trabalho dos projetos e a qualidade dos resultados compõem uma etapa anterior à descoberta de novos depósitos. Assim, essas áreas potenciais serão validadas à medida que novos estudos aconteçam.

    “O trabalho apresentado demonstra que a CPRM tem acompanhado a evolução científica dos últimos dez anos. Isto ficou evidente em comparação às apresentações das outras empresas”, destacou Correa.

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  • terça, 22 de maio de 2018 às 13:57





     
    DIGEOQ mostra aos colaboradores da GEREMI-BE os principais avanços realizados em um ano à frente da Divisão de Geoquímica da CPRM

    Entre os dias 14 e 17 de maio, o Chefe da Divisão de Geoquímica da CPRM, geólogo Cassiano Castro, fez uma visita técnica à Superintendência Regional de Belém.



    Durante a sua visita, o DIGEOQ teve a oportunidade de conhecer mais de perto os projetos que o GEREMI-BE desenvolve, como por exemplo, Carajás e Tapajós. O DIGEOQ conheceu ainda a estrutura do laboratório de preparação física de amostras, a litoteca e o laboratório de microscopia eletrônica da unidade.

    O DIGEOQ se reuniu com os técnicos de mineração/geologia da unidade para falar sobre a padronização dos equipamentos de amostragem geoquímica e dos procedimentos de amostragem. Além disso, também esteve presente com a equipe do DEGET para conhecer o Projeto de Levantamento Geoquímico Multiuso do Pará.

    Por fim, o Chefe da Divisão de Geoquímica  apresentou aos pesquisadores da GEREMI-BE uma palestra intitulada: "StatusAtual da Divisão de Geoquímica", onde mostrou os principais avanços realizados em um ano à frente da Divisão de Geoquímica da CPRM.

    “É fundamental que visitas técnicas às unidades regionais da CPRM sejam realizadas com frequência para que a Divisão de Geoquímica possa entender melhor a demanda regionalizada e a demanda no âmbito nacional”, ressaltou o Chefe da Divisão de Geoquímica, geólogo Cassiano Castro.

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  • segunda, 21 de maio de 2018 às 16:18



    Andriotti palestra na Latin Latin America Down Under, em Perth, na Austrália


    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) representou o Brasil na Latin America Down Under 2018 (LADU), conferência realizada em Perth, na Austrália, nos dias 16 e 17/05.

    A participação teve o objetivo de fortalecer a relação bilateral, discutir novas parcerias e atrair investimentos nos setores ligados à exploração mineral.

    Trata-se do principal encontro criado para promover o relacionamento e apresentar o potencial mineral da América Latina para os investidores australianos.

    A CPRM foi representada pelo diretor de Geologia e Recursos Minerais, José Leonardo Andriotti. No dia 17, ele proferiu palestra sobre a atuação da CPRM e as potencialidades minerais do Brasil. 

    Antes do início da Latin America Down Under, Andriotti visitou a litoteca do Serviço Geológico Western Austrália em Perth. No dia 16 esteve em visita à escola de Geologia da Universidade Western Australia, acompanhado pelo professor Mark Jessell. No dia 18 visitou a mina de ferro de Pilbara, operada pela empresa Fortescue.

    O encontro em Perth contou com cerca de 250 participantes, principalmente australianos e representantes de países latino-americanos.

    Compareceram à abertura do evento a ministra de Relações Internacionais da Austrália, Julie Bishop, e representantes do estado de Western Australia, cuja capital é Perth.

    Andriotti na mina de ferro de Pilbara, operada pela empresa Fortescue


    Diretor José Andriotti e a ministra Relações Internacionais da Austrália, Julie Bishop




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  • segunda, 21 de maio de 2018 às 16:12




    O Museu de Ciências da Terra (MCTer) recebeu, nos dias 6 e 7 de maio, a visita de Jeremy N. McNeil, entomólogo da Universidade de Western Ontario no Canadá, e Zenaide Gonçalves da Silva, petróloga da Universidade Nova de Lisboa (Faculdade de Ciências e Tecnologia) .


    Jeremy McNeil veio ao Rio de Janeiro para tomar posse, na quarta-feira (9), como novo Membro Correspondente da Academia Brasileira de Ciências, em uma solenidade que foi realizada nas dependências do Museu do Amanhã. Essa homenagem é resultado de suas contribuições ao estudo do comportamento dos insetos, visando ao controle de pragas, em estreita colaboração com cientistas e instituições brasileiras.

    Na visita dominical ao Museu, McNeil, que veio acompanhado pelo Gerente de Projetos da Academia Marcos Cortesão Scheuenstuhl e sua filha Laura, foi recebido pelo geólogo Diógenes de Almeida Campos, que apresentou as exposições. Além do acervo de artrópodes, fósseis de cem milhões de anos de nossas coleções, o que despertou maior interesse no visitante foi a percepção do grande potencial didático e de divulgação da ciência que pode ser desenvolvido pelo Museu de Ciências da Terra desde que receba apoio financeiro.

    Membro da Royal Society do Canadá, McNeil tem sido muito ativo na conscientização pública da ciência, interagindo, nos últimos 20 anos, com mais de 500 crianças em idade escolar na América do Norte, Europa e Austrália. Ele também faz palestras regulares em instituições públicas, bem como em clubes de amadores de ciência e jardinagem. Jeremy foi o palestrante de 2006 de uma série de palestras organizada pelo Royal Society do Canadá, em diferentes locais desse país, e recebeu vários prêmios nacionais por suas atividades de divulgação da ciência.

    Já a visita da geóloga Zenaide Gonçalves da Silva, na segunda-feira (7), marcou o retorno da organizadora da exposição de minerais e rochas, que hoje reside em Portugal. Ela foi recebida pela também geóloga Adriana Gomes de Souza e pela estagiária Talita Aquino, além de Diógenes Campos. A pesquisadora comentou que rever essa coleção teve “um sabor parecido a rever um filho distante, deixando-a com o coração tão alegre como quando encontrou seu irmão caçula, que agora faz aniversário, e toda a sua família em Salvador”.

    A visita de Zenaide Gonçalves e Manuel da Silva, seu marido, também foi marcada pela doação de um acervo de rochas raras, tanto pela localidade de coleta, quanto pela gênese das mesmas. Anortositos (Angola e Canadá), piroxenitos (África do Sul) e kimberlitos (Angola e Brasil) e nódulos de olivina do arquipélago de Cabo Verde fazem parte dos exemplares doados ao MCTer.  As duas últimas amostras são provenientes do manto terrestre, ou seja, são rochas originadas abaixo da crosta, com cerca de 30 km de profundidade.

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  • segunda, 21 de maio de 2018 às 13:49





    Abertura do evento contou com a presença da CPRM e de outros representantes do governo
    Ouro Preto - A parceria entre o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Agência Nacional de Mineração (ANM) para agregar conhecimento geológico ao lote de 20 mil áreas em disponibilidade que o governo pretende ofertar ao mercado via leilão eletrônico, foi citada pela diretora do Departamento de Desenvolvimento Sustentável na Mineração, do Ministério de Minas e Energia, Maria José Gazzi Salum, na abertura do 8º Simpósio Brasileiro de Exploração Mineral (Simexmin 2018), em Ouro Preto (MG).

    Maria José explicou que a parceria permitiu classificar essas áreas de acordo com o potencial mineral e o grau de atratividade. “A expectativa é disponibilizar, junto com as áreas, fichas técnicas que embasarão os investidores na tomada de decisão”, disse.

    A diretora frisou ainda que a sociedade demanda atividades econômicas alinhadas aos preceitos da sustentabilidade. “Nos últimos dois anos um conjunto importante de ações foram implementadas com o objetivo de promover a retomada do crescimento da indústria mineral brasileira.”

    Maria José defendeu o aprimoramento da regulação do setor para promover uma gestão eficiente e efetiva do patrimônio mineral do país. Citou como exemplo a desburocratização do setor que levou à criação da ANM e ao lançamento dos editais de licitação de áreas da CPRM inseridas no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

    A solenidade de abertura do evento contou com presença do diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, especialistas do setor e representantes de diversas empresas de mineração.

    Em entrevista à imprensa, Colnago afirmou que existe interesse da iniciativa privada nos projetos da CPRM e que a empresa fará audiência pública para ouvir o setor.

    “Temos hoje essas quatro áreas e mais cerca de 300 áreas que estamos avaliando se é conveniente colocar em leilão. Depois dessas quatro, temos oito áreas em avaliação e, em cinco delas, vamos dar uma intensificação nos estudos”, afirmou.

    Durante o evento, especialistas irão discutir consolidações das mudanças na legislação mineral brasileira

     Para saber mais sobre a participação da CPRM no evento clique aqui



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  • sexta, 18 de maio de 2018 às 16:19






    Apresentação realizada durante a reunião da Diretoria-Executiva

    Foi apresentado à Diretoria-Executiva do Serviço Geológico do Brasil/CPRM, na última quinta-feira (10), um sumário das ações relacionadas à parceria com a Petrobras e a ANP. O objetivo foi resumir os principais avanços ocorridos desde a assinatura do protocolo de intenções entre as três instituições, no dia 27 de março.


    A parceria contempla a reforma e modernização do Museu de Ciências da Terra (RJ), a construção dos laboratórios do Centro de Referência em Geociências, além de expansão, adequação e construção das novas instalações da Rede de Litotecas.

    A assinatura do protocolo se deu após aprovação pela Diretoria Executiva, em agosto de 2017, de nota técnica sobre a parceria, iniciativa ratificada posteriormente pelo Conselho de Administração do Serviço Geológico. Em fevereiro de 2018, foi assinado o Plano de Ação e o Cronograma da parceria.

    Entre as ações realizadas até o início de maio, destacam-se:
    •   Visitas e conclusão do diagnóstico sobre as litotecas do Serviço Geológico e da Petrobras; início da elaboração do projeto conceitual das litotecas, que comporão uma rede.
    •  Apresentação do projeto de reforma e revitalização do Museu de Ciências da Terra, incluindo a destinação de uma área para instalação do Museu do Petróleo (prioridade já manifestada pela ANP).
    • Definição do modelo conceitual dos laboratórios do Centro de Referência em Geociências. O novo conceito abrange a construção, no mesmo complexo, do Centro de Referência e de uma Litoteca Central e seus respectivos laboratórios, como forma de propiciar integração e atratividade para pesquisadores e investidores. O novo conceito foi exaustivamente avaliado por técnicos das partes envolvidas e considerado avançado.
    •   Discussão sobre a localização das instalações. Foi realizada visita e reunião com a direção do Parque Tecnológico da Ilha do Fundão (RJ) para avaliar as condições para instalação do Centro de Referência e da Litoteca Central. Avaliou-se como o local como o mais recomendável.

    Visita Técnica à Litoteca da SUREG-MA no dia 29 de março
    A princípio, a parceria prevê oito projetos (quatro executivos e quatro de infraestrutura) nos seguintes locais: Centro de Referência em Geociências + Litoteca principal no RJ, Litoteca de Manaus, Litoteca de Pojuca e Museu de Ciências da Terra (RJ).

    “Essa ação engrandece o Serviço Geológico do Brasil”, afirmou o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial, Antônio Carlos Bacelar Nunes, durante a apresentação feita na reunião da Diretoria-Executiva.

    “Eu me sinto muito feliz de ver a musculatura que a ideia adquiriu ao longo do tempo. O país ganha muito com isso”, afirmou o diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento, Fernando Pereira de Carvalho.

    A apresentação foi realizada pelo assessor da presidência Paulo Romano, Coordenador Geral pela CPRM na parceria, pelo chefe do Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CEDES/NIT), Noevaldo Teixeira, que é o coordenador Técnico-Operacional das ações da companhia referentes ao Protocolo de Intenções, e pela geóloga Cimara Monteiro, também do CEDES/NIT.


    Acesse a apresentação clicando aqui

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  • quinta, 17 de maio de 2018 às 08:08





    Está no ar o novo periódico do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). O "Journal of the Geological Survey of Brazil" (JGSB) é de livre acesso e será publicado três vezes ao ano.

    A missão é a disseminação de pesquisas técnicas científicas com conteúdo original e de alta qualidade através de artigos científicos. Além disso, a revista conta com objetos de estudo de todas as áreas das ciências da terra no Brasil.

    Para acessar, entre pelo portal CPRM ou

    pelo link


  • quarta, 16 de maio de 2018 às 15:59




    Os empregados da Superintendência do Recife do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) receberam, entre os dias 7 e 11, o treinamento para uso da plataforma ArcGis Pro, um dos principais softwares utilizados ao redor do mundo para projetos de geoprocessamento. A nova ferramenta é a sucessora natural do ArcMap e promete maior versatilidade na integração de dados 3D.

    Evandro Cruz, instrutor autorizado Esri na AcademiaGIS, apresentou o programa 


    No Recife, o responsável pela apresentação do programa foi Evandro Cruz, Instrutor autorizado Esri na AcademiaGIS. A Esri é uma empresa americana, líder global em sistemas de informações geográficas. A grande diferença da plataforma é a possibilidade de desenvolver mapas de forma colaborativa, através da conexão com uma base única de dados compartilhada.

    Participaram do treinamento 14 empregados da unidade, que vão passar a utilizar a nova ferramenta diariamente, após o processo de implantação que será feito gradativamente, além de serem responsáveis por transmitir a aplicação do programa aos demais técnicos. Este processo de capacitação da CPRM acontece sob a coordenação da Divisão de Geoprocessamento (DIGEOP) e da Divisão de Informática (DIINFO), e na Sureg contou com o apoio e organização da Gerência de Relações Institucionais e Desenvolvimento (Geride).

    “O treinamento de multiplicadores conseguiu passar adiante esta que é uma das muitas ações de modernização e estruturação da DRI com a aquisição da Plataforma ArcGIS Pro que traz o Geoprocessamento na CPRM ao mundo dos 64 bits e processamento multithread, ou seja, o aplicativo não é bloqueado enquanto uma ferramenta está em execução”, avaliou Carlos Eduardo Dantas (Geride-RE).


    No total, 14 empregados receberam treinamento em ArcGis Pro








  • quarta, 16 de maio de 2018 às 13:30



    Geoquímico Douglas Silveira utilizando tablet durante a coleta geoquímica
    do Projeto Contendas-Macaúbas/BA

    A DIGEOQ deu início à aquisição dos dados de campo através da utilização de tablets. A aquisição de dados ocorrerá durante todo o mês de maio na etapa de campo do Projeto Contendas-Macaúbas, no interior do estado da Bahia.


    Os dados estão sendo coletados utilizando o aplicativo Survey123 da plataforma ESRI, que possui modelagem idêntica ao banco de dados institucional da geoquímica. Quatro equipes já estão utilizando os tablets simultaneamente. Todos os dias, os dados são enviados para o datacenter no Rio de Janeiro, o SERPRO.

    O chefe da DIGEOP, Hiran Dias, comenta que a nova base ESRI permitirá aos gestores fazer um monitoramento diário das suas equipes de campo. Os gestores poderão visualizar os dados através do aplicativo Dashboardda plataforma ESRI que trará relatórios no formato pedido pelo gestor da base.

    A velocidade de disponibilização dos dados e, consequente homologação dos mesmos se dará numa velocidade sem precedentes na história do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), ressalta Cassiano Castro, Chefe da Divisão de Geoquímica.


    Interface do Survey123. Da esquerda para direita, tela inicial, tela de localização com captura automática de coordenadas e tela da galeria de fotos





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  • quarta, 16 de maio de 2018 às 13:19



    A iniciativa busca aproximar a comunidade das pesquisas realizadas pela instituição 


    A Rede Integrada de Monitoramento das Águas Subterrâneas (RIMAS) operada pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi apresentada para agricultores da região de Vilhena, em Rondônia.  Além dos agricultores, estudantes da Escola Municipal Multisseriada Tenente Melo também participaram da apresentação da RIMAS.
    A iniciativa foi um convite da diretora da Escola Ana Laura Basso Royer, que sedia  uma base de monitoramento da RIMAS,  e teve o objetivo de aproximar a comunidade das pesquisas realizadas pela instituição.

    O Projeto RIMAS foi apresentado pela pesquisadora em Geociências Katarina Rempel e o técnico em Geociências Alisson Augusto Silva de Almeida. Também foi realizada uma apresentação sobre a conservação dos Recursos Hídricos, que mostrou como a contaminação da água subterrânea e superficial atinge a toda a população.
    Os produtos da RIMAS  podem ser  acessados e utilizados pelo público, além de apoiar os trabalhos desenvolvidos na CPRM.

    O Projeto RIMAS está ativo desde 2009 e tem como alvo os principais aquíferos brasileiros. A partir dos resultados do projeto foram produzidos mapas hidrogeológicos regionais e um mapa do Brasil



    Clique aqui e confira!  

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  • quarta, 16 de maio de 2018 às 12:31




    No escritório do Rio de Janeiro, os empregados e terceirizados assistem ao filme

    Em comemoração ao mês do dia das mães, o Comitê Pró Equidade de Gênero, Raça e Diversidade da CPRM promoveu a exibição do filme “Que Horas Ela Volta”, dirigido por Anna Muylaert. O longa foi apresentado nas salas das regionais e na intranet.


    Para a representante do Comitê, Emília Hamam, o filme expõe conflitos familiares reais e por isso é importante ser debatido no ambiente de trabalho. “Em meio às diversas questões do nosso cotidiano abordadas pelo filme, gostaríamos de chamar à reflexão pontos como o crescente aumento de mulheres mães de família no mercado de trabalho, o que por consequência, causa o aumento da carga de trabalho das mesmas". Embora existam avanços quanto ao aumento da participação feminina no mundo do trabalho, a divisão das tarefas domésticas entre os gêneros não acompanhou o ritmo da mudança. "A nossa intenção com a exibição do filme é trazer a reflexão desse tema para os nossos colaboradores”, afirma Hamam.

    O Técnico em Geociências Geison Rodrigues gostou do filme. “Traduz a realidade da grande maioria dos trabalhadores. A personagem da atriz Regina Cazé mostra a força da mulher ao não se vitimizar diante das circunstâncias difíceis. Ela representa a força das brasileiras”, enfatizou.

    Sinopse: A pernambucana Val se muda para São Paulo com o intuito de proporcionar melhores condições de vida para a filha, Jéssica. Anos depois, a garota lhe telefona, dizendo que quer ir para a cidade prestar vestibular. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, porém, o seu comportamento complica as relações na casa.

    Empregadas de Porto Alegre se reúnem para assistir ao filme

    Em Porto Velho, os participantes fizeram um café da manhã para acompanhar o filme


    Empregados da unidade se Salvador assistem ao filme




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  • terça, 15 de maio de 2018 às 13:54



    Fachada do museu

    Como aproximar o conhecimento científico do dia a dia de todos? Esse é o questionamento que está no centro do MCTer Debate, evento com inscrições gratuitas que busca discutir como tornar o museu um ambiente acessível a todos os públicos. Organizado pelo Museu de Ciências da Terra (MCTer), o debate faz parte da programação especial para a 16º Semana de Museus e vai acontecer no dia 17/05 (quinta-feira), das 14h às 17h.


    As palestras serão voltadas a uma reflexão sobre o papel dos museus na sociedade atual, questão que se relaciona com a temática da edição deste ano da Semana de Museus, “Museus hiperconectados: Novas abordagens, novos públicos”. Além disso, também serão discutidas alternativas para atrair a atenção das novas gerações e potencializar a divulgação científica.

    Ana Valentino, estagiária de Museologia, comenta o principal objetivo do evento “O museu de ciências é discutido tradicionalmente pela sua atuação junto à comunidade cientifica. Nós estamos tentando levar esse conhecimento para fora dos museus, para a sociedade.”, destaca Ana. 

    Já Rodrigo Machado, organizador do evento, salienta a necessidade de atrair públicos diferenciados e fazer com que as pessoas entendam a importância da ciência em suas vidas “Trouxemos discussões sobre acessibilidade e inclusão social, porque queremos pensar em uma parcela da população que muitas vezes não tem acesso a ciência”, comenta Rodrigo.

    A programação do MCTer Debate conta com a participação de Alexander Kellner, atual diretor do Museu Nacional, que irá abordar um pouco da trajetória dos museus de história natural no Brasil. A palestra sobre acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva fica por conta de Claudia Jurberg, Doutora em Educação, Gestão e Difusão em Biociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Também estarão presentes no evento Chrystian Carlétti do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) e Vera Cascon da Fundação CECIERJ que irão falar sobre formas de divulgação e popularização do conhecimento científico.

    Ao longo da semana, o Museu de Ciências da Terra também contará com um espaço interativo aberto ao público, onde o visitante poderá aprender como se prevenir contra as fake news.

    A programação completa e as inscrições para o MCTer devem ser feitas através do link

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  • terça, 15 de maio de 2018 às 11:25





    O Serviço Geológico do Brasil participa em Ouro Preto, entre os dias 20 e 23 de maio, do Simpósio Brasileiro de Exploração Mineral (Simexmin 2018). Trata-se do principal evento do setor, que este ano vai debater viabilidade de projetos de mineração e novas tendências na caracterização de depósitos minerais. 



    Apresentação dos projetos que a empresa vai licitar pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) é um dos destaques da programação da CPRM durante o evento, que também estará presente na feira Exposimexmin com estande para apresentar os produtos e serviços desenvolvidos pela instituição. 


    De acordo com o assessor da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais da CPRM Evandro Klein, diante do cenário de necessidade de investimentos na área de mineração, a CPRM realizará apresentações técnicas que terão como foco a oferta dos direitos minerários da empresa ao setor privado.

    “O setor da mineração faz parte do programa Avançar Parcerias exclusivamente por meio da CPRM e do modelo de concessão de direito exploratório, portanto, vamos destacar este tema apresentando o potencial dos projetos Mas a participação no Simexmin compreende também diversas inserções técnicas, como a atuação da empresa nas províncias minerais do Brasil que busca melhorar o conhecimento geológico, investigando os macrocontroles das mineralizações; utilização de ferramentas como geofísica e espectrorradiometria na exploração mineral”, destaca Klein.

    Caberá ao pesquisador da CPRM Marcio José Remedio apresentar o tema Patrimônio Mineral da CPRM e o PPI, seguido pelo pesquisador Ricardo Wosniak que vai apresentar os projetos Palmeirópolis (TO) - Polimetálicos (Zn-Cu-Pb-Cd-Ag-Au), Projeto Miriri (PE-PB) – Fosfato e o Projeto Bom Jardim (GO) – Cobre. A pesquisadora Luiza Leal Araujo Lopes, o Projeto Candiota (RS) – Carvão, finalizando a apresentação dos quatro depósitos que terão o direito à exploração ofertados ao setor privado no modelo de concessão.

    Nos doze seminários programados no Simexmin deste ano, a CPRM participará na sessão Destaques do Exploration’17: Geofísica, Geoquímica e Integração de Dados, que ocorrerá no dia 21, às 15h. O pesquisador da CPRM Raphael Teixeira Correa será um dos palestrantes, apresentando o tema Processamento e Interpretação de Levantamentos Aerogeofísicos, como Apoio à Exploração Mineral e à Evolução do Conhecimento Geológico: estudos de caso em áreas de relevante interesse mineral.

    No debate sobre Controles Estruturais de Depósitos Minerais, marcado para o dia 22, às 15h, a CPRM apresentará a sua atuação nas províncias minerais do Brasil. Contará com a palestra do pesquisador Felipe Mattos Tavares Structural control of IOCG Type Mineralizations of the Carajás Mineral Province - Pará; do pesquisador Evandro Luiz Klein sobre Structural Control of Orogenic Gold Deposits of the Gurupi Belt –PA, MA e do pesquisador Marcelo Lacerda Vasquez abordando o tema Structural Control of Gold Deposits of the Tapajós Gold Province - Pará.

    Sessão pôster - Estão inscritos para apresentação os seguintes pesquisadores da CPRM: João Luiz Carneiro Naleto (Espectroscopia pontual e de imageamento das associações minerais relacionadas aos depósitos de ouro na Serra das Pipocas, Complexo Troia, Ceará), Manoel Augusto Correa da Costa (Resultados de espectroscopia de reflectância e imageamento hiperespectral no depósito do tipo escarnito de W-Mo da Mina de Brejuí- RN, Faixa Seridó), Mônica Mazzini Perrotta (Espectroscopia de reflectância na definição das assembleias minerais do sistema de alteração epitermal de baixa sulfetação na Bacia de Castro - PR), Heitor Grazziotin (Ocorrências minerais da área Tunuí-Caparro, extremo noroeste do Estado do Amazonas), Michele Zorzetti Pitarello (Análise da distribuição de minerais pesados na região centro-sudeste de Roraima: implicações geológicas e regiões de interesse mineral), Raul Meloni (Regional reconnaissance of primary gold occurrences at Juma Gold District, SE of Amazonas State, southern Amazonian Craton, Brazil) e Felipe Mattos Tavares (Distribuição Regional de Minerais Hidrotermais na Região de Parauapebas , NE da Província Mineral de Carajás).

    Novos produtos – O Serviço Geológico do Brasil vai apresentar ao público do Simpósio novos produtos recentemente finalizados. Entre eles, o Atlas of Mineral Deposits and Selected Mineral Occurrences of Continental Brazil, lançado neste ano, no PDAC, no Canadá e o Atlas de Rochas ornamentais dos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco Alagoas, lançado no 4ª Fortaleza Brazil Stone Fair.

    Serão divulgados os Informes de Recursos Minerais do Projeto Fosfato da Bacia dos Parecis, Projeto Fosfato da Bacia Sergipe-Alagoas, Projeto Fosfato centro-leste de Santa Catarina, das Áreas de Relevante Interesse Mineral Gurupi, Renca, Vale do Ribeira, Vazante-Unaí e dos Materiais de Construção Civil da Região da Região Metropolitana de São Luís e entorno. Também estarão disponíveis os mapas dos projetos Lítio Borborema, com novas ocorrências de pegmatitos com potencial litinífero, e da síntese geoquímica do sul da Bacia do Paraná. Por fim, a Rede sismológica divulga informações sobre monitoramento de barragens no Pará e Minas Gerais.

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  • segunda, 14 de maio de 2018 às 15:10





    O Relatório de Mídia Espontânea do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), divulgado pela Assessoria de Comunicação da empresa, mostra que a instituição foi citada em 366 reportagens neste ano até a 1º semana de maio, uma média de duas notícias por dia.  Na TV foram 89 minutos de exposição das ações desenvolvidas pela instituição nos principais telejornais do país.

     O documento foi apresentado na última quinta-feira (1/5) em Brasília, durante reunião da Diretoria Executiva da CPRM e, além da avaliação  e classificação das notícias,  contém números de aparições em TVs, rádios, jornais, revistas e veículos online.

    Em relação à audiência, destacam-se nove participações no Jornal Nacional, totalizando cerca de 3 minutos de visibilidade. Considerando o custo de inserção no horário nobre, o valor de aparição da marca é estimado em mais de R$ 3 milhões.

    Entre as ações para divulgação, o relatório cita o lançamento do Mapa Tectônico América do Sul, a cobertura do Fórum Mundial da Água, a parceria entre CPRM, ANP e Petrobras e os projetos de geologia e recursos minerais que a empresa está lançando este ano.

    Os principais temas veiculados na imprensa no período foram às cheias dos rios Madeira, Acre, Mamoré, Amazonas e Doce (57 reportagens), as chuvas no Piauí (20), mapeamentos de áreas de risco em Santa Catarina (26) e tremores de terra no Brasil (65).

    Neste momento, a CPRM trabalha em um plano estratégico de comunicação integrada, com objetivo de ampliar o diálogo da instituição com a sociedade e seus diversos públicos de interesse e dar mais visibilidade às ações do Serviço Geológico do Brasil.

    O plano é parte das ações de comemorações dos 50 anos da instituição, que deverão ser implantadas entre agosto de 2018 e agosto de 2019.


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  • segunda, 14 de maio de 2018 às 14:15



    Pesquisadores das instituições de SP, CPRM e Canadenses no campus avançado da USP (São Carlos)

    Representado pelos hidrogeólogos Andrea Franzini e Roberto Kirchheim da Superintendência Regional de São Paulo, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou entre os dias 7 e 9 do 1º Workshop 2018 on Groundwater Protection, organizado pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a Embaixada do Canadá e o Water Institute – Universidade de Waterloo (Canadá). No encontro, foram apresentados os principais estudos de caráter hidrogeológico no estado, além da realização de discussões estratégicas e visitas a campo.


    A CPRM que também participa do GT-Aquíferos em SP, grupo interinstitucional que trata das questões relacionadas à gestão das águas subterrâneas no Estado, apresentou palestra sobre a avaliação das metodologias de estimação das disponibilidades hídricas subterrâneas em curso nos planos das 22 Bacias Hidrográficas do Estado e do atual Plano Estadual.

    “Em função das generalizadas deficiências conceituais e metodológicas detectadas, a CPRM, no âmbito do GT-Aquíferos, propôs ao Estado e à cooperação Canadense o desenvolvimento de um estudo piloto na Bacia do Rio do Peixe (SP), onde todas as metodologias de estimação de recarga e disponibilidade hídrica subterrânea pudessem ser testadas e comparadas, culminando com a proposição de um termo de referência mínimo e padrão para os trabalhos futuros”, relatou o hidrogeólogo Roberto Kirchheim.

    O objetivo do workshop foi identificar as bases da cooperação técnica e científica entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Water Institute do Canadá promovendo os temas diretamente ligados às águas subterrâneas. Estiveram envolvidos no evento representantes do Instituto Geológico (IG), Fundação Florestal (FF) e Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), além de representantes técnicos da USP (São Paulo e São Carlos) e UNESP.



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  • segunda, 14 de maio de 2018 às 13:41



    Após as orientações teóricas na universidade, os participantes foram a campo na cidade de Pirenópolis

    Entre os dias 23 a 27 de abril foi realizado no Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás o curso “PATRIMONIO GEOLÓGICO, GEOCOSERVACIÓN Y GEOPARQUES” organizado pelo Grupo de Investigações do Patrimônio Geológico coordenado pela Prof.ª. Dr.ª Joana Paula Sanchez. Promovido pelo DEGET, o curso contou com a participação de 14 empregados do Serviço Geológico do Brasil. O objetivo da ação foi apresentar uma das mais novas áreas de investigação da geologia como o estudo do patrimônio geológico, abordando seus aspectos, aplicações e importância de sua preservação.



    Os palestrantes  Dr. Enrique Diaz-Martinéz do Instituto Geológico y Minero da Espanha (IGME), AsierHilarioOrús do Geoparque de La Costa Vasca-Geoparkea e Ánchel Belmonte Ribas do geoparque de Sobrarbe-Pireneus apresentaram conceitos gerais sobre Patrimônio Geológico, Geodiversidade, Investigação e Inventários do Patrimônio Geológico, Legislação e geoconservação, além de experiências sobre como comunicar a geologia, educação das Ciências da Terra (Geoturismo),  como funciona a rede mundial e o programa da UNESCO- A história dos geoparques sua estruturas e os procedimentos para sua aprovação.


    Complementando a discussão foram apresentadas noções a respeito das últimas informações sobre pesquisa com o patrimônio geológico no Brasil e a elaboração das propostas de geoparques. Na conclusão do curso foi realizada uma atividade de campo na região da cidade de Pirenópolis com visita a pontos de interesse geológico como Salto do Corumbá, Picos dos Pireneus e Cachoeira Rio das Almas que foram inventariados pelos grupos de trabalho.

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  • segunda, 14 de maio de 2018 às 12:38






    O Corregedor Gilberto Aguilera Bezerra destaca que o trabalho de sua equipe é educacional, voltado para prevenir infrações
    Gilberto Aguilera Bezerra, 53 anos, é o responsável pela Corregedoria do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), criada recentemente pela instituição com o intuito de atender à nova Lei das Estatais. Antes de assumir o cargo de corregedor, Aguilera trabalhou por nove anos como chefe da Divisão de Contabilidade Geral e foi membro da Comissão de Ética da CPRM. 

    Formado em Ciências Contábeis pela Faculdade Moraes Júnior em 1988, Aguilera atuou na iniciativa privada em grandes multinacionais como a Esso, Shell e Sony Music. Ingressou na CPRM em 1996, atuando na Divisão de Contabilidade Geral (DICOGE) até fevereiro de 2018.

    A meta da sua gestão na Corregedoria é trabalhar com “ética, transparência e respeito às pessoas para conscientizar os agentes públicos da CPRM sobre a observância dos normativos internos, que são os principais pilares na prevenção das infrações de natureza administrativa e da ocorrência de possíveis desvios éticos”, destaca.

    Para minimizar a necessidade de instalações das Comissões de Sindicância e de Processos Administrativos Disciplinares (PADs), a Corregedoria pretende investir esforços em campanhas educacionais. “Já fizemos contato com a Corregedoria-Geral da União para firmar uma parceria com foco em capacitação e treinamento”, explica.

    Aguilera lembra que as Comissões de PAD e Sindicância já existiam na empresa antes da implantação da Corregedoria e eram responsáveis por apurar uma série de desvios de condutas organizacionais. “Quaisquer supostos desvios de conduta ética e disciplinar devem ser apurados e observados para que não se repitam”, afirma.

    Desde que assumiu a Corregedoria, Aguilera disponibilizou um quadro estatístico referente aos trabalhos desenvolvidos por sua equipe. “Nós já temos oito informativos circulando atualmente que abordam questões como assédio sexual e irregularidades nas marcações do ponto eletrônico, por exemplo.” A proposta é conscientizar as pessoas de que há a necessidade da colaboração coletiva para a construção de um ambiente de trabalho plural e respeitoso. Segundo o corregedor, os informativos são enviados semanalmente a todos os agentes públicos da CPRM.

    Aguilera conta ainda que entre fevereiro e março desde ano foram registradas 24 manifestações no âmbito da Corregedoria, sendo 46% relacionadas a casos de conduta indevida e 38%  sobre desaparecimento de bens de capital. “Nós fizemos um informativo contendo essas estatísticas e a ideia é de que ele seja divulgado trimestralmente. As pessoas precisam acompanhar o trabalho da Corregedoria e terem a noção de que a qualquer momento podem acioná-la”, explica.

    A tradução dos dados estatísticos em informações qualitativas é uma das preocupações centrais da Corregedoria. “É importante informar que o desenvolvimento das ações educacionais na CPRM contribuirá para o adequado gerenciamento dos procedimentos correcionais”. Para Aguilera, é inadmissível que em pleno século XXI, com tantas informações nas mídias sobre as legislações vigentes, as pessoas ainda as descumpram por acharem que não serão responsabilizadas.

    Para maiores informações, esclarecimentos, encaminhamento de denúncias, representações ou quaisquer demandas, os agentes públicos da CPRM podem contatar a Corregedoria pelo e-mail: corregedoria@cprm.gov.br

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  • segunda, 14 de maio de 2018 às 11:32



    O ministro do Planejamento, Esteves Colnago Junior, entregou a certificação de nível 2 à CPRM durante solenidade em Brasília
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) está entre as estatais que melhoraram significativamente o seu indicador de governança. A nota da instituição passou de 1,02 para 5,67. A empresa também ganhou certificação nível 2 pelo empenho que teve em adotar mecanismos de governança, transparência e compliance.


    O resultado foi divulgado pela Secretaria de Coordenação de Governança das Empresas Estatais (SEST), do Ministério do Planejamento, durante solenidade na sexta-feira (11/5) em Brasília.

    O evento contou com a presença do diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, e do diretor de Administração e Finanças da instituição, Juliano Oliveira.

    O diretor-presidente destacou que o resultado é o esforço de um trabalho coletivo capitaneado pela Diretoria de Administração e Finanças, que tem mobilizado toda a instituição em busca de um novo modelo de gestão focado em resultados, governança e qualidade dos produtos e serviços.

    “Entre as ações que adotamos a partir de 2017 e ajudaram a melhorar o indicador, está a adequação da empresa à nova lei das estatais, que culminou com um novo estatuto e a criação de unidades internas de governança, como novas áreas de conformidade, gestão de riscos e controles internos, que já estão em pleno funcionamento”, disse Colnago.

    Indicador de Governança IG-SEST – É um instrumento de acompanhamento contínuo da governança das empresas estatais federais de controle direto da União. O indicador avalia práticas de gestão e transparência das empresas públicas de controle direto da União (dependentes e não dependentes).

    A nota média do IG-SEST das 46 empresas estatais submetidas ao índice neste segundo ciclo cresceu 70% em relação ao primeiro ciclo, divulgado em novembro de 2017.

    O Ministério do Planejamento destacou que o aumento foi fomentado, principalmente, pelo resultado do indicador das empresas Casemg, Codeba, ECT, Infraero, CBTU, CEITEC, CONAB, CPRM, EPE e HCPA, que contaram com uma elevação de mais de 4 pontos em suas respectivas notas.

    Solenidade reuniu representantes das estatais que tiveram avaliação positiva dos indicadores de governança



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  • quinta, 10 de maio de 2018 às 15:08



    Reunião dos representantes do IFG e dos gestores da CPRM/SUREG-GO

    Os professores e a coordenação do Curso de Técnico em Mineração do Instituto Federal de Goiás (IFG) estiveram na Superintendência de Goiânia (SUREG-GO) na última terça-feira (08). O grupo foi recebido pelo superintendente da SUREG-GO, o geólogo Gilmar José Rizzotto, pelo Gerente de Relações Institucionais, Willian de Pádua, e pela Supervisora da Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial (GEHITE), Vivian Canello Fernandes.


    O encontro visou dar andamento aos acordos para firmar um termo de convênio entre as duas instituições federais. O objeto da parceria é a participação mútua na realização de um programa que envolverá a prática de estágio curricular na Superintendência de Goiânia (CPRM/SUREG-GO) por alunos matriculados nos cursos regulares do IFG.

    “A parceria será mais uma ação do Serviço Geológico do Brasil no sentido de compartilhar o conhecimento geológico, hidrológico e de gestão territorial com instituições de ensino do Governo Federal auxiliando na capacitação dos estudantes de graduação do ensino superior, onde a CPRM atua como geradora de conhecimento.”, comenta Gilmar Rizzotto.



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